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S.J. dos Campos - Dutra Prof. Dr. Fernando Cruz Barbieri UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA Apostila de Engenharia e Meio Ambiente.

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1 S.J. dos Campos - Dutra Prof. Dr. Fernando Cruz Barbieri UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA Apostila de Engenharia e Meio Ambiente

2 S.J. dos Campos UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA Balanço de massa e energia

3 Definição: Definição: Balanços de massa e energia são ferramentas que auxiliam o engenheiro a conhecer: O processo, Identificar os fluxos de materiais e energia que atravessam o processo, a estabelecer os principais locais de geração de resíduos ou de desperdício de energia. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

4 Somente com o conhecimento detalhado destes fluxos é possível propor opões para minimização de resíduos, emissões e consumo de energia. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

5 Para coletar os dados e para calcular os custos de descarte dos resíduos ou a perda de matéria prima, deve-se estar apto a identificar: Qual a quantidade de matéria prima, materiais e energia usada neste determinado processo; Qual a quantidade de resíduos e emissões; De qual parte dos processos vem os resíduos e as emissões; Qual a parte da matéria prima que se torna resíduo? Qual a parte da matéria prima ou dos materiais utilizados se perde na forma de emissões voláteis Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

6 As quantidades de material que são processadas nas industrias podem ser descritas por: balanços de massa. obedecer ao principio de conservarão da massa. Do mesmo modo, quantidades de energia que são processadas nas industrias podem ser descritas por: balanços energéticos obedecer o principio da conservação de energia. Se não houver um acumulo/armazenamento, o que entra em um processo deve sair. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA principio da conservação de massa e energia

7 Ocorrem processos em batelada e em processos contínuos para qualquer intervalo de tempo escolhido. Batelada: processo feito em etapas (descontinuas), geralmente para produção pequena ou reações que requer segurança de fácil controle (polimerização, fabricação de produtos farmacêuticos, explosivos e etc. Continuo : processo feito em etapas continuas (produção), geralmente para produção maiores volumes (refinaria de petróleo, fabricação de cervejas, em fim para produção em larga escala. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

8 Balanço de massa Os balanços de material são fundamentais para o controle da transformação, particularmente no controle dos rendimentos de cada produto. O balanços de material podem ser empregados: na fase exploratória de um novo processo, na melhoria de uma unidade piloto em que um processo esta sendo planejado e testado, na operação da planta e como instrumento de controle de produção continua. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

9 Quando ocorrer qualquer alteração no processo, o balanço de material deve ser atualizado. Por outro lado, o custo crescente de energia tem levado as industrias a estudar os meios de reduzir o consumo de energia em seus processos de transformação. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

10 Em qualquer unidade operação, seja qual for a sua natureza, os balanços de material e energia podem ser representados esquematicamente como uma caixa, como mostrado na Figura abaixo: Representação esquemática dos balanços de massa e energia. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

11 O principio de conservarão de massa determina o chamado balanço de matérias ou balanço de massa. Massa de entrada = Massa de saída + Massa armazenada Matérias primas = Produtos + Resíduos + Materiais armazenados Então pode-se dizer que: m mp = m p + m r + m ar onde: m mp = m mp1 + m mp2 + m mp3 = total de matérias primas m p = m p1 + m p2 + m p3 = total de produtos m r = m r1 + m r2 + m r3 = total de resíduos m ar = m ar1 + m ar2 + m ar3 = total de matérias armazenadas Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

12 Exemplo do processo de combustão de carvão mineral Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA A analise do fluxo de massa e um procedimento sistemático que objetiva: Fornecer uma visão geral dos combustíveis e o ar atmosféricos usados no processo de combustão Fornecer uma visão geral dos combustíveis e o ar atmosféricos usados no processo de combustão Identificar os pontos de origem, as quantidades e as causas dos resíduos e emissões Identificar os pontos de origem, as quantidades e as causas dos resíduos e emissões Criar uma base para a avaliar e propor opões para melhorias futuras Criar uma base para a avaliar e propor opões para melhorias futuras Fluxograma de um processo de combustão

13 Empresas deverão criar um sistema de informação que permita aos engenheiros a seguir os fluxos de material dentro da empresa, possibilitando o controle sobre estes fluxos e garantindo a eficiência de cada um deles. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

14 Uma analise dos fluxos de massa dos caminhos que um material toma dentro da empresa e esta analise é normalmente baseada em um balanço de massa. Para efetuar uma analise de fluxo de materiais e necessário seguir os seguintes passos: 1.Definição dos objetivos e das variáveis a considerar 2.Limitarão do espago de analise 3.Limitação do tempo de analise 4.Representação gráfica dos fluxos 5.Interpretação e conclusões Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

15 Como exemplo, apresenta-se a analise de fluxo de massa de um processo de pintura de uma bicicleta. O primeiro passo é estabelecer as variáveis a considerar: No processo de pintura são importantes a tinta, os solventes e vários materiais auxiliares. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

16 Para a representação gráfica dos fluxos de materiais é necessário conhecer as etapas de operação do processo. No caso da pintura foram identificadas as seguintes etapas: pré-tratamento, aplicação do primer e pintura, secagem. Foram, também, identificados equipamentos necessários para a operação: gerador de vapor, filtro de exaustão, revolver para pintura e equipamentos para limpeza. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

17 Após a identificação dos componentes do processo, pode-se representar cada etapa da operação com retângulos e os fluxos de materiais são representados por setas. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

18 Todos os materiais que entram em cada etapa do processo devem sair na forma de produto, resíduo ou emissões (principio da conservarão de massa), como mostra a figura seguinte: Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA Diagrama do processo de pintura de uma bicicleta.

19 UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

20 Conhecendo-se, os caminhos dos materiais através do processo pode- se (dados levantados e obedecendo ao principio de conservarão de massa) atribuir valores numéricos a cada fluxo (Figura abaixo). Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA Fluxograma de massa do processo de pintura de uma bicicleta

21 Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

22 As quantidades associadas a cada fluxo da Figura anterior são mostradas na Tabela abaixo. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA A interpretação consiste na identificação dos pontos de geração de resíduos e emissões, em estabelecer relações entre a quantidade de resíduo gerado e a de produto. Valores correspondentes a cada fluxo mostrado na Figura anterior.

23 Se o escopo da analise for a busca de melhorias para o processo existente, pode-se por exemplo: calcular a eficiência do processo atual; possibilidade de aplicação de uma opção de Produção mais Limpa; compara-la com a eficiência do novo processo. Pode-se, calcular a eficiência da pintura, dividindo-se a massa de tinta seca aplicada pela quantidade de matéria prima que entra no processo de produção = massa seca aplicada / massa de tinta na entrada No caso da pintura da bicicleta: = ( S E1) / (4.000 E2) = 0,10 ou 10% A eficiência calculada esta de acordo com as especificações do fabricante da tinta, deve estar entre 10% e 20%. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

24 Após a observação do processo, o fabricante identificou o desengraxe das pegas como um ponto fraco do processo. Melhorando esta etapa: diminui-se o gasto de tinta e evitou-se que os defeito na pintura fossem encaminhadas para a etapa de limpeza, reduzindo o consumo desengraxante (S5) e de thinner (S6). Com a melhoria no processo de desengraxe, foi possível aumentar a eficiência do processo para 14%. O objetivo da analise pode ser o de melhorar o processo como: utilizando o sistema produção mais limpa; ou conhecer todos os principais fluxos de materiais que compõem o sistema de pintura. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

25 Balanço de energia Na física, o balanço energético é uma apresentação sistemática dos fluxos de energia e as transformações em um sistema. A base teórica para um balanço energético é a primeira lei da termodinâmica diz que: a energia não pode ser criada ou destruída, apenas modificada na sua forma. Em engenharia, balanços energéticos são utilizados para quantificar a energia utilizada ou produzida por um sistema. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

26 O balanço energético de um sistema é muito semelhante a um balanço de massas, mas existem algumas diferenças, por exemplo: 1) que um sistema especifico pode ser fechado em um balanço de massas, mas aberto para o balanço energético; e 2) que, embora seja possível ter mais de um balanço de massas para um sistema só pode haver um balanço energético. Em um balanço do total de energia; ENTRADA = SAIDA + ARMAZENADO ENTRADA = SAIDA + ARMAZENADO Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

27 O diagrama Sankey é uma ferramenta muito útil para representar os fluxos de entrada e saída de energia de qualquer equipamento ou sistema, como caldeiras, aquecedores ou fornos apos realização do balanço energético (Fig. abaixo). Este diagrama representa visualmente as varias saídas e as perdas para que gestores da energia possam se concentrar em encontrar e priorizar melhorias. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

28 nA partir da Figura anterior, fica claro que as perdas dos gases de escape são uma área-chave para uma atenção prioritária. nUma vez que fornos operam em altas temperaturas, os gases de escape saem do forno a altas temperaturas, resultando em diminuição da eficiência. nQuanto menor a temperatura dos gases de escape que deixam o pré aquecedor, maior será a eficiência forno. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

29 A analise dos fluxos de energia examina o consumo de energia de um sistema, um processo ou instalação com a finalidade de: determinar as formas de energia utilizadas; determinar as formas de energia utilizadas; analisar a utilização da energia; analisar a utilização da energia; verificar os dados atuais e investigar as praticas e procedimentos operacionais; verificar os dados atuais e investigar as praticas e procedimentos operacionais; identificar áreas de perdas e desperdícios de energia; identificar áreas de perdas e desperdícios de energia; desenvolver as medidas possíveis para reduzir o consumo de energia. desenvolver as medidas possíveis para reduzir o consumo de energia. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

30 O levantamento visa identificar e corrigir perdas energéticas mais obvias, tais como: vazamentos de óleo; vazamentos de óleo; vazamento de vapor; vazamento de vapor; superfícies quentes que necessitam de isolamento; superfícies quentes que necessitam de isolamento; ajuste de queimadores; ajuste de queimadores; saída de gases com alta temperatura; saída de gases com alta temperatura; vazamentos de gás; vazamentos de gás; movimentação desnecessária de material; movimentação desnecessária de material; Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

31 Um exemplo típico de balanço de energia aplicado a um equipamento da empresa é o balanço para melhoria do desempenho de caldeiras. Caldeiras são equipamentos comuns em muitas industrias e tem a função de produzir vapor por meio do aquecimento da agua. As caldeiras em geral são empregadas para alimentar maquinas térmicas, autoclaves para esterilização de materiais diversos, cozimento de alimentos, pega em materiais compósitos (aeronáutica) ou calefação ambiental. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

32 Caso de estudo (antes das melhorias propostas): A analise do gás de escape mostrou 8% de excesso de oxigênio e temperatura do gás de saída de 343°C (Fig. abaixo) com a eficiência da caldeira calculada em 75%. Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

33 Analise preliminar do processo da caldeira: toda combustão exige a medida correta de oxigênio; excesso ou falta de oxigênio pode causar efeitos indesejáveis. excesso de oxigênio, que resulta em baixa eficiência do processo de combustão. A falta de oxigênio (combustão incompleta) resulta na formação de monóxido de carbono, fuligem. excesso de ar nos queimadores das caldeiras, são normalmente ajustados numa base periódica dependendo do tipo de combustível. gasoso 5 a 30% excesso em ar líquidos 20 a 40% excesso em ar sólidos 30 a 100% excesso em ar Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

34 Entretanto, o excesso de O 2 significa que: há mais ar na combustão do que deveria haver. A qualidade do ar no entorno da caldeira, assim como a temperatura do ar também afetam a quantidade de oxigênio. Resumindo: o ideal para otimizar o processo sem ter gasto e danos ao meio ambiente seria: Utilizar uma Produção mais Limpa como opção de processo; e Automatizar dos gases de combustão (ajuste o abastecimento de ar dos queimadores). Balanço de massa e energia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

35 1)Qual o propósito dos balanços de massa e energia? 2)Balanços de massa e energia são ferramentas que auxiliam o engenheiro a conhecer ? 3)Para coletar os dados e para calcular os custos de descarte dos resíduos ou a perda de matéria prima, deve-se estar apto a identifica? 4)A analise do fluxo de massa e um procedimento sistemático que objetiva? 5)Quais são as principais etapas de uma analise de fluxo de matéria? 6)O que diferencia o balanço energético de um sistema de balanço de massas? 7)Para que serve um diagrama Sankey? 8)A analise dos fluxos de energia examina o consumo de energia de um sistema, um processo ou instalação que tem como finalidade? 9)Como deve ser o esquema básico de um balanço do total de energia? 10)Faça um diagrama de entradas e saídas para um processo de sua escolha e indique as principais fontes de energia. Lista UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

36 S.J. dos Campos UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA Indicadores Ambientais Rótulos ecológicos certificações

37 Definição: O termos indicador vem do latin – indicare - e tem por significado destacar, anunciar, tornar publico, estimar. Etc... São Ferramentas de acompanhamento de estratégias de ação sobre o meio ambiente. Verificam a eficiência das ações. Verificam a eficiência das ações. Estabelecem programas de ações (metas). Estabelecem programas de ações (metas). Indicadores UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

38 Os indicadores são parâmetros considerados isoladamente ou combinados entre si, sendo especialmente úteis para refletir sobre determinadas condições dos sistemas em análise. Os indicadores são parâmetros considerados isoladamente ou combinados entre si, sendo especialmente úteis para refletir sobre determinadas condições dos sistemas em análise. Os indicadores de meio ambiente estão estreitamente associados aos métodos de produção e de consumo; Os indicadores de meio ambiente estão estreitamente associados aos métodos de produção e de consumo; Refletem frequentemente intensidades de emissões ou de utilização dos recursos e suas tendências e evoluções dentro de um determinado período. Refletem frequentemente intensidades de emissões ou de utilização dos recursos e suas tendências e evoluções dentro de um determinado período. Podem servir para evidenciar os progressos realizados visando dissociar as atividades econômicas das pressões ambientais correspondentes. Podem servir para evidenciar os progressos realizados visando dissociar as atividades econômicas das pressões ambientais correspondentes. Indicadores UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

39 Tipos de indicadores: Pode fazer-se uma distinção entre quatro tipos diferentes de indicadores ambientais: Indicadores Absolutos; Indicadores Absolutos; Indicadores Relativos; Indicadores Relativos; Indicadores Agregados; Indicadores Agregados; Indicadores Ponderados. Indicadores Ponderados. Indicadores UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

40 Indicadores Absolutos: Informam os dados básicos sem análise ou interpretação, por exemplo: kg de resíduos gerados, ou volume de emissões; Indicadores Absolutos: Informam os dados básicos sem análise ou interpretação, por exemplo: kg de resíduos gerados, ou volume de emissões; Indicadores Relativos: Comparam os dados com outros parâmetros, por exemplo: kg de resíduo por toneladas de produtos; Indicadores Relativos: Comparam os dados com outros parâmetros, por exemplo: kg de resíduo por toneladas de produtos; Indicadores Agregados: Agregam dados ou informações do mesmo tipo, mas e fontes diferentes, por exemplo: kg de resíduo tóxicos gerados por pais ou região; Indicadores Agregados: Agregam dados ou informações do mesmo tipo, mas e fontes diferentes, por exemplo: kg de resíduo tóxicos gerados por pais ou região; Indicadores Ponderados: mostram a importância relativa de um indicador em relação a outro indicador. Indicadores Ponderados: mostram a importância relativa de um indicador em relação a outro indicador. Indicadores UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

41 Seleção de indicadores: Definir a finalidade para a qual se deseja executar a medição de desempenho. Definir a finalidade para a qual se deseja executar a medição de desempenho. Identificar os parâmetros que definem ou que se correlacionam com os critérios: Identificar os parâmetros que definem ou que se correlacionam com os critérios: Simplicidade SimplicidadeRepresentatividade Disponibilidade de dados EstabilidadeRastreabilidade Indicadores UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

42 Para que são usados os indicadores? Avaliação de desempenho; Avaliação de desempenho; Medidas de produtividade; Medidas de produtividade; Eficiência operacional Velocidade. Eficiência operacional Velocidade. Indicadores UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

43 A análise de ciclo de vida é uma ferramenta essencial para se compreender e avaliar os impactos ambientais associados a um produto. A análise de ciclo de vida é uma ferramenta essencial para se compreender e avaliar os impactos ambientais associados a um produto. Nesta análise os impactos ambientais dos produtos são avaliados todas as fases do seu ciclo de vida, desde a extração de matérias primas, passando pela produção, distribuição e utilização, até ao destino final. Nesta análise os impactos ambientais dos produtos são avaliados todas as fases do seu ciclo de vida, desde a extração de matérias primas, passando pela produção, distribuição e utilização, até ao destino final. Os critérios para atribuição do rótulo ecológico são normalmente desenvolvidos com base em estudos de análise do ciclo de vida dos produtos. Os critérios para atribuição do rótulo ecológico são normalmente desenvolvidos com base em estudos de análise do ciclo de vida dos produtos. Analise do ciclo de vida UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

44 Definição: Certificado que visa promover produtos com qualidade ambiental superior a outros da mesma categoria. Os rótulos ecológicos atestam que um produto causa menor impacto ambiental em relação a outros comparáveis disponíveis no mercado. Os rótulos ecológicos atestam que um produto causa menor impacto ambiental em relação a outros comparáveis disponíveis no mercado. Rótulos ecológicos UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

45 Assim, cabe às empresas candidatarem os seus produtos à atribuição de um rótulo. Assim, cabe às empresas candidatarem os seus produtos à atribuição de um rótulo. Para um produto obter o Rótulo Ecológico é necessário: satisfazer um conjunto de requisitos de desempenho ambiental, quantitativos e/ou qualitativos (critérios de atribuição), estabelecidos por uma autoridade para o grupo de produtos a que pertence. Para um produto obter o Rótulo Ecológico é necessário: satisfazer um conjunto de requisitos de desempenho ambiental, quantitativos e/ou qualitativos (critérios de atribuição), estabelecidos por uma autoridade para o grupo de produtos a que pertence. Rótulos ecológicos UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

46 Objetivos: incentivar a melhoria ambiental de produtos, processos e serviços, mediante a mobilização das forças de mercado, tais como: Evitar o desenvolvimento anárquico de selos verdes; Evitar o desenvolvimento anárquico de selos verdes; Melhorar a imagem do produto; Melhorar a imagem do produto; Encorajar a inovação ambientalmente saudável na indústria; Encorajar a inovação ambientalmente saudável na indústria; Sensibilizar os consumidores; Sensibilizar os consumidores; Oferecer informações exatas; Oferecer informações exatas; Responsabilizar ambientalmente os fabricantes. Responsabilizar ambientalmente os fabricantes. Rótulos ecológicos UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

47 Princípios: Devem ser verificáveis, relevantes e não enganosos; Devem ser verificáveis, relevantes e não enganosos; As informações sobre os atributos devem ser disponibilizadas aos compradores; As informações sobre os atributos devem ser disponibilizadas aos compradores; Os selos devem ser baseados em métodos científicos; Os selos devem ser baseados em métodos científicos; Devem levar em consideração o ciclo de vida do produto; Devem levar em consideração o ciclo de vida do produto; Não devem gerar restrições comerciais desleais. Não devem gerar restrições comerciais desleais. Rótulos ecológicos UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

48 A ISO (International Organization for Standerdization) identifica três tipos de indicador voluntario: tipo I, II e III: Tipo I - São os rótulos aplicados pelos programas de rotulagem ambiental (conhecido como selo verde, consiste em um símbolo impresso no rotulo da embalagem de um produto – concedido pela ABNT); Tipo I - São os rótulos aplicados pelos programas de rotulagem ambiental (conhecido como selo verde, consiste em um símbolo impresso no rotulo da embalagem de um produto – concedido pela ABNT); Tipo II - São as auto-declarações ambientais, isto é, informações ambientais apresentadas pelo fabricante/ distribuidor (fazem referencia ao desempenho ambiental do produto – ex reciclável ou não toxico); Tipo II - São as auto-declarações ambientais, isto é, informações ambientais apresentadas pelo fabricante/ distribuidor (fazem referencia ao desempenho ambiental do produto – ex reciclável ou não toxico); Tipo III - Contém informações ambientais quantitativas derivadas da análise do ciclo de vida (ACV) do produto (melhoria de processos e nas relações comerciais entre empresas para divulgação ao publico em geral. Tipo III - Contém informações ambientais quantitativas derivadas da análise do ciclo de vida (ACV) do produto (melhoria de processos e nas relações comerciais entre empresas para divulgação ao publico em geral. UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA Rótulos ecológicos

49 Histórico: A Alemanha em 1979, foi o primeiro país a entrar no processo de rotulagem ambiental, seu selo chamava-se Blue Angel (anjo azul). A Alemanha em 1979, foi o primeiro país a entrar no processo de rotulagem ambiental, seu selo chamava-se Blue Angel (anjo azul). Rótulos ecológicos UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

50 Durante os anos 80 vários países lançaram programas semelhantes. Durante os anos 80 vários países lançaram programas semelhantes. Rótulos ecológicos UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

51 Etapas de implementação: Pré-seleção de categorias de produtos; Pré-seleção de categorias de produtos; Avaliação do ciclo de vida dos produtos; Avaliação do ciclo de vida dos produtos; Estabelecimento de critérios de performance dos produtos admissíveis; Estabelecimento de critérios de performance dos produtos admissíveis; Candidaturas ao selo pelos interessados. Candidaturas ao selo pelos interessados. Rótulos ecológicos UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

52 Grupos envolvidos: Produtores; Produtores; Consumidores; Consumidores; Poder público; Poder público; Órgãos normativos; Órgãos normativos; Outros. Outros. Rótulos ecológicos UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

53 Para obter um rotulo, quais são os passos: Se todos os requisitos forem atendidos, o produto e a embalagem podem utilizar o selo; Se todos os requisitos forem atendidos, o produto e a embalagem podem utilizar o selo; Submeter as plantas de manufatura do produto à auditorias; Submeter as plantas de manufatura do produto à auditorias; Testar amostras do produto de acordo com as exigências do programa; Testar amostras do produto de acordo com as exigências do programa; Selecionar uma entidade certificadora. Selecionar uma entidade certificadora. Rótulos ecológicos UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

54 Exemplos: Canadá Rótulos ecológicos UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

55 Exemplos: Países nórdicos (Suécia, Noruega, Islândia e Finlândia) Rótulos ecológicos UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

56 Exemplos: Alemanha Rótulos ecológicos UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

57 Exemplos: Brasil Rótulos ecológicos UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

58 A proteção ambiental tornou-se importante na política internacional, pois, há cobranças política e social; por uma qualidade ambiental dos produtos e serviços. A proteção ambiental tornou-se importante na política internacional, pois, há cobranças política e social; por uma qualidade ambiental dos produtos e serviços. A certificação ambiental é o primeiro passo que as organizações devem tomar para mostrar seu posicionamento em relação ao meio ambiente, perante a sociedade. A certificação ambiental é o primeiro passo que as organizações devem tomar para mostrar seu posicionamento em relação ao meio ambiente, perante a sociedade. Certificação UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

59 Sigla ISO Em português - Organização Internacional de Padronização. Em português - Organização Internacional de Padronização. Ela é uma organização não governamental que está presente em cerca de 120 países. Fundada em 1947 em Genebra. Ela é uma organização não governamental que está presente em cerca de 120 países. Fundada em 1947 em Genebra. Sua função é promover a normalização de produtos e serviços, utilizando determinadas normas, para que a qualidade dos produtos seja sempre melhorada. Sua função é promover a normalização de produtos e serviços, utilizando determinadas normas, para que a qualidade dos produtos seja sempre melhorada. No Brasil, o órgão regulamentador da ISO é a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). No Brasil, o órgão regulamentador da ISO é a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Certificação UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

60 A série ISO 9000 é uma concentração de normas sobre gestão da qualidade para organizações que orienta a certificação de sistemas de gestão através de organismos de certificação. A série ISO 9000 é uma concentração de normas sobre gestão da qualidade para organizações que orienta a certificação de sistemas de gestão através de organismos de certificação. A ISO 9000 não fixa metas a serem atingidas pelas empresas a serem certificadas, pois é a própria empresa que deve estabelecer as metas a serem atingidas. A ISO 9000 não fixa metas a serem atingidas pelas empresas a serem certificadas, pois é a própria empresa que deve estabelecer as metas a serem atingidas. A ISO 9000 é um modelo de padronização. A ISO 9000 é um modelo de padronização. A organização deve seguir alguns passos e atender alguns requisitos da ISO 9001 para ser certificada, dentre esses requisitos podemos citar monitoramento e medição dos processos de fabricação para assegurar a qualidade do produto/serviço e revisão sistemática dos processos e do sistema da qualidade para garantir sua eficácia. A organização deve seguir alguns passos e atender alguns requisitos da ISO 9001 para ser certificada, dentre esses requisitos podemos citar monitoramento e medição dos processos de fabricação para assegurar a qualidade do produto/serviço e revisão sistemática dos processos e do sistema da qualidade para garantir sua eficácia. Certificação: 9000 e 9001 UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

61 É uma série de normas internacionalmente aceitas que definem os requisitos para estabelecer e operar um Sistema de Gestão Ambiental (SGA). É uma série de normas internacionalmente aceitas que definem os requisitos para estabelecer e operar um Sistema de Gestão Ambiental (SGA). Um SGA é uma estrutura desenvolvida para que uma organização possa estabelecer diretrizes sobre a área de gestão ambiental e controlar seus impactos significativos sobre o meio ambiente e melhorar continuamente as operações e negócios. Um SGA é uma estrutura desenvolvida para que uma organização possa estabelecer diretrizes sobre a área de gestão ambiental e controlar seus impactos significativos sobre o meio ambiente e melhorar continuamente as operações e negócios. É reconhecida mundialmente como um meio de controlar custos, reduzir os riscos e melhorar o desempenho. É reconhecida mundialmente como um meio de controlar custos, reduzir os riscos e melhorar o desempenho. Certificação: UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

62 Com publicação prevista para 2009, a ISO é uma ISO de Responsabilidade Social (RS). Com publicação prevista para 2009, a ISO é uma ISO de Responsabilidade Social (RS). Seu diferencial, comparando com as normas das séries 9000 e 14000, é que não será certificável, ou seja, ela servirá apenas como um guia de diretrizes e não para conseguir selos e certificados de Responsabilidade Socioambiental pelas organizações. Seu diferencial, comparando com as normas das séries 9000 e 14000, é que não será certificável, ou seja, ela servirá apenas como um guia de diretrizes e não para conseguir selos e certificados de Responsabilidade Socioambiental pelas organizações. A criação da norma está sendo feita por meio de um debate transparente e aberto à participação da sociedade, envolvendo seis segmentos da sociedade representados por consumidores, empresas, governo, organizações governamentais e organizações não-governamentais de todo o mundo. A criação da norma está sendo feita por meio de um debate transparente e aberto à participação da sociedade, envolvendo seis segmentos da sociedade representados por consumidores, empresas, governo, organizações governamentais e organizações não-governamentais de todo o mundo. Certificação: UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

63 ISO Princípios para Rotulagem Ambiental ISO Princípios para Rotulagem Ambiental ISO Rotulagem Ambiental - Auto-declaração ambiental: Termos e Definições ISO Rotulagem Ambiental - Auto-declaração ambiental: Termos e Definições ISO Rotulagem Ambiental - Símbolos ISO Rotulagem Ambiental - Símbolos ISO Rotulagem Ambiental - Testes e Metodologias de Verificação ISO Rotulagem Ambiental - Testes e Metodologias de Verificação ISO Rotulagem Ambiental - Programas Práticos: Guia de Princípios, Métodos e Procedimentos de Certificação para programas Multi-Criteriosos. ISO Rotulagem Ambiental - Programas Práticos: Guia de Princípios, Métodos e Procedimentos de Certificação para programas Multi-Criteriosos. Certificação: UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

64 O que é Impacto Ambiental? É qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetem: a saúde, a segurança e o bem-estar da população; a saúde, a segurança e o bem-estar da população; as atividades sociais e econômicas; as atividades sociais e econômicas; a biota; a biota; as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; a qualidade dos recursos ambientais. a qualidade dos recursos ambientais. Impacto Ambiental UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

65 Rótulos ecológicos UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

66 1) O que são indicadores? 2) Quais são os tipos e explique cada um. 3) Qual a definição de rotulo ecológicos 4) Quais os princípios e objetivos dos rótulos ecológicos? 5) Para obter um rotulo, quais são os passos? 6) O que são certificação ISO 9000, e 26000? 7) O que é Impacto Ambiental? Exercícios UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

67 S.J. dos Campos UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA Pegada Ecológica

68 Você já parou para pensar que a forma como vivemos deixa marcas no meio ambiente? É isso mesmo, nossa caminhada pela Terra deixa rastros, pegadas, que podem ser maiores ou menores, dependendo de como caminhamos. É isso mesmo, nossa caminhada pela Terra deixa rastros, pegadas, que podem ser maiores ou menores, dependendo de como caminhamos. De certa forma, essas pegadas dizem muito sobre quem somos! De certa forma, essas pegadas dizem muito sobre quem somos! Pegada ecológica UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

69 A expressão "pegada ecológica": Usada pela primeira vez em 1996, por dois professores universitários canadianos, William Rees e Mathis Wackernagel. Usada pela primeira vez em 1996, por dois professores universitários canadianos, William Rees e Mathis Wackernagel. A Pegada Ecológica é uma ferramenta que mede a área de terra e água que uma população humana requer para produzir os recursos que consume e para absorver seus desperdícios, considerando a tecnologia existente, indicando onde estão os maiores impactos de seu modo de vida, promovendo uma mudança de atitude pessoal, através do consumo consciente e sustentável. A Pegada Ecológica é uma ferramenta que mede a área de terra e água que uma população humana requer para produzir os recursos que consume e para absorver seus desperdícios, considerando a tecnologia existente, indicando onde estão os maiores impactos de seu modo de vida, promovendo uma mudança de atitude pessoal, através do consumo consciente e sustentável. Quanto maior a pegada ecológica de uma atividade, mais danos causados no meio ambiente. Quanto maior a pegada ecológica de uma atividade, mais danos causados no meio ambiente. Pegada ecológica UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

70 Porquê estudar a pegada ecológica? Uma das metas do Projeto Educativo da sociedade é Saúde e sustentabilidade. Uma das metas do Projeto Educativo da sociedade é Saúde e sustentabilidade. Só um estudo de opinião permite aferir o que a sociedade sabe sobre o tema e qual a percepção e intenções que têm relativamente à aquisição de hábitos ecológicos. Só um estudo de opinião permite aferir o que a sociedade sabe sobre o tema e qual a percepção e intenções que têm relativamente à aquisição de hábitos ecológicos. Melhorar a qualidade de vida das gerações futuras. Melhorar a qualidade de vida das gerações futuras. Pegada ecológica UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

71 Biocapacidade A biocapacidade é a capacidade que o planeta apresenta de absorver os resíduos gerados produzir novos recursos naturais úteis. Pegada ecológica UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

72 O Brasil na pegada ecológica!!! O Brasil, segundo o Relatório Planeta Vivo da WWF, é o 56º país que consome mais recursos naturais do que o planeta é capaz de repor. O Brasil, segundo o Relatório Planeta Vivo da WWF, é o 56º país que consome mais recursos naturais do que o planeta é capaz de repor. Sua pegada ecológica é de 2,9 hectares globais por habitante, acima da média mundial de 2,7 gha e do ideal que é 1,8 gha.. Sua pegada ecológica é de 2,9 hectares globais por habitante, acima da média mundial de 2,7 gha e do ideal que é 1,8 gha.. Pegada ecológica UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

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75 Dicas para diminuir a pegada ecológica do planeta: - Consumo sustentável e consciente; - Economia de energia; - Reciclagem do lixo; - Economia e reuso da água; - Reutilização de produtos; - Compra de móveis de madeira certificada; - Evitar ao máximo o desperdício, principalmente de alimentos. - Diminuição do uso de meios de transportes que usam combustíveis fósseis. Pegada ecológica UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

76 Cálculo A metodologia usada para o cálculo da pegada ecológica usa como padrão o gha (hectares globais). Neste cálculo são contabilizados vários aspectos econômicos e ambientais como, por exemplo: - Área arável usada para produzir alimentos para a população; - Área usada em pastagens; - Área usada para urbanização; - Área verde que deve ser disponibilizada para a absorção do CO2 produzido pelas atividades; - Área de florestas para fornecer recursos naturais, principalmente madeira. Pegada ecológica UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

77 Qual o Tamanho da Sua pegada Ecológica????? Responda as perguntas com sinceridade! O Resultado pode ser surpreendente! Se você quiser fazer o teste on line acesse: Fonte: INPE Pegada ecológica UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

78 1- Ao fazer compras no supermercado: a) Compro tudo que tenho vontade, sem prestar atenção no preço, na marca ou na embalagem; b) Uso apenas preço como critério de escolha; c) Presto atenção se os produtos de uma; determinada marca são ligados a alguma empresa que não respeita o meio ambiente ou questões sociais; d) Procuro considerar preço e quantidade, além de escolher produtos que venham em embalagens recicláveis e que respeitem critérios ambientais e sociais. 2- Entre os alimentos que normalmente você consome, que quantidade é pré-preparada, embalada ou importada? a) Quase todos; b) Metade; c) Um quarto; d) Muito poucos. A maior parte dos alimentos que consumo não é pré-preparada, nem embalada, tem origem orgânica e é produzida na região onde vivo. Pegada ecológica UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

79 3 - O que acontece com o lixo produzido na sua casa? a) Não me preocupo muito com o lixo; b) Tudo é colocado em sacos recolhidos pelo lixeiro, mas não faço a menor idéia para onde vai; c) O que é reciclável é separado; d) O lixo seco é direcionado à reciclagem e o lixo orgânico, encaminhado para a compostagem (transformado em adubo). 4- Que eletrodoméstico você mais utiliza? a) Geladeira, freezer, máquina de lavar roupa e forno microondas; b) Geladeira e máquina de lavar roupa; c) Geladeira e forno de microondas; d) Geladeira. Pegada ecológica UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

80 5- Você considera na sua escolha de compras de eletrodomésticos e lâmpadas, informações referentes à eficiência energética do produto (se o produto consome menos energia). a) Não. Compro sempre as lâmpadas e os eletrodomésticos que estiverem mais baratos; b) Utilizo lâmpadas frias, mas não levo em consideração a eficiência energética de eletrodomésticos; c) Compro eletrodomésticos que consomem menos energia e utilizo lâmpadas incandescente; d) Sim. Só utilizo lâmpadas frias e compro os eletrodomésticos que consomem menos energia. 6 – Você deixa a luz, aparelhos de som, computadores ou televisão ligados quando não estão sendo utilizados? a) Sim. Deixo luzes acesas, computador e TV ligados, mesmo quando não estou no ambiente ou utilizando-os; b) Deixo a luz dos cômodos ligada quando sei que em alguns minutos retornarei ao local; c) Deixo o computador ligado, mas desligo o monitor quando não estou utilizando; d) Não. Sempre desligo os aparelhos e lâmpadas quando não estou utilizando, ou deixo o computador em estado de hibernação. Pegada ecológica UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

81 7- Quantas vezes por semana, em média, você usa o ar condicionado em casa, no trabalho ou na escola? a) Praticamente todos os dias; b) Entre três e quatro vezes; c) Entre uma e duas vezes por semana; d) Não uso ar condicionado. 8- Quanto tempo você leva, em média, tomando banho diariamente? a) Mais de 20 minutos; b) Entre 10 e 20 minutos; c) Entre 10 e 5 minutos; d) Menos de 5 minutos. Pegada ecológica UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

82 9- Quando você escova os dentes: a) A torneira permanece aberta o tempo todo; b) A torneira é aberta apenas para molhar a escova e enxaguar a boca. 10 – Quantos habitantes moram em sua cidade? a) Acima de 500 mil pessoas; b) De 100 mil a 500 mil pessoas; c) De 20 mil a 100 mil pessoas; d) Menos de 20 mil pessoas. Pegada ecológica UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

83 11 – Quantas pessoas vivem na sua casa ou apartamento ? a) 1 pessoa; b) 2 pessoas; c) 3 pessoas; d) 4 pessoas ou mais. 12 – Qual é a área de sua casa/apartamento? a) 170 metros quadrados ou mais; b) De 100 a 170 metros quadrados ( 3 quartos); c) De 50 a 100 metros quadrados ( 2 quartos); d) 50 metros quadrados ou menos (1quarto). Pegada ecológica UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

84 13 – Com que frequência você consome produtos de origem animal? (carne, peixe, ovos, laticínios)? a) Como carne todos os dias; b) Como carne uma ou duas vezes por semana; c) Como carne raramente, mas ovos/laticínios quase todos os dias; d) Nunca (vegetariano). 14 – Qual o tipo de transporte que você mais utiliza? a) Carro é meu meio de transporte e, na maioria das vezes, sozinho; b) Tenho carro, mas procuro fazer a pé os percursos mais curtos e privilegio o uso de transporte coletivo sempre que possível; c) Não tenho carro e uso transporte coletivo; d) Não tenho carro, uso transporte coletivo quando necessário, mas ando muito a pé ou de bicicleta. Pegada ecológica UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

85 15 – Por ano, quantas horas você gasta usando avião? a) Acima de 50 horas; b) 25 horas; c) 10 horas; d) Nunca uso avião. Pegada ecológica UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA

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94 1.O que é pegada ecológica e porque estudar? 2. O que biocapacidade 3.Determine o Tamanho da Sua Pegada Ecológica. Responda as perguntas com sinceridade! Se você quiser fazer o teste on line acesse: Lista UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP ENGENHARIA


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