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Seminário de Usabilidade Usabilidade nos Sites Governamentais e Ferramentas de Análise de Resultados Case: Pesquisa dos Melhores Sites das Prefeituras.

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1 Seminário de Usabilidade Usabilidade nos Sites Governamentais e Ferramentas de Análise de Resultados Case: Pesquisa dos Melhores Sites das Prefeituras das Principais Capitais Brasileiras. Aracele Carvalho Marco Antônio Calijorne Soares

2 Introdução No concorrido ciberespaço, a palavra de ordem é Usabilidade: um jeito de tornar as páginas web interessantes e com fácil localização para o visitante encontrar logo o que procura.

3 Necessidade da Usabilidade O conceito de Usabilidade começa a ser pregado aos quatro cantos do mercado. Web designers precisam vencer o próprio ego para entender que constroem para os outros e não para si mesmos. Hoje, sites devem atender às necessidades como um todo e suportar as diversas tecnologias existentes: tipo do computador (móvel ou desktop), tecnologia de conexão, browsers empregados, tempo e freqüência de acesso, abrangência do site (global ou local), entre outros.

4 Conceitos de Usabilidade Conceito definido na ISO 9241: a Usabilidade mede a eficácia, eficiência e satisfação com a qual usuários podem atingir objetivos específicos em um ambiente particular. Sua aplicação é relevante para o desenvolvimento de qualquer interface entre um sistema e seus usuários.

5 História da Usabilidade USUÁRIO MANDA: Wesley Woodson, em 1981,desenvolveu o conceito de Design Centrado no Usuário (UCD), que é uma coleção de técnicas, processos e métodos desenvolvidos para que se pudessem criar produtos e sistemas mais usáveis. Popularização da Usabilidade: Na década de 90, pelo dinamarquês Jacob Nielsen. Steve krug: Não me faça pensar!. O usuário não deve perder muito tempo para achar uma informação.

6 Estudo de Caso Estudo da Pesquisa sobre Usabilidade dos sites das principais capitais brasileiras. A Pesquisa foi realizada com Base na Metodologia Base 100 criada pela empresa de consultoria TerraForum.

7 Estudo de Caso Contexto e Justificativa da Pesquisa. A Internet está cada vez mais se tornando um instrumento importante para que os vários níveis do Governo melhorem a prestação de serviços e a disponibilização de informações valiosas para os cidadãos.

8 Os Benefícios da adoção da Internet por parte dos governos são vários. Facilita a vida do cidadão na busca por informações e serviços. Gera uma economia de custos para os cofres públicos. Abre um canal importante de comunicação com o cidadão, podendo estender os benefícios e identificar demandas. Com os dados já em forma digital o processamento é mais eficiente, rápido e pode fornecer novas informações através da análise e cruzamento computacional destes dados. A atualização das informações é agilizada, garantindo um serviço mais confiável ao cidadão. Estudo de Caso

9 Para que todos os Benefícios sejam alcançados é fundamental que os sites sejam fáceis de serem utilizados. Sites e Portais com boa usabilidade melhoram significativamente a experiência e valor recebido e percebido pelos cidadãos.

10 Sobre a Pesquisa: Elaborada pela empresa de consultoria TerraForum. Para a realização da Pesquisa, foi criada a Metodologia Base 100 para a análise de usabilidade, que foi aplicada aos sites das 8 principais prefeituras das capitais brasileiras. Prefeitura de Belo Horizonte. Prefeitura de Curitiba. Prefeitura de Fortaleza. Prefeitura de Porto Alegre Prefeitura de Recife Prefeitura de São Paulo Prefeitura de Rio de Janeiro Prefeitura de Salvador Estudo de Caso

11 Sobre a Metodologia: A Metodologia Base 100 da TerraForum identifica e define um grupo de dez categorias que devem ser utilizadas na avaliação de usabilidade de sites. Cada um das dez categorias é dividida em critérios baseados em regras e boas práticas de desenho e navegação sites. Cada uma das categorias possuem pesos diferenciados, visto que determinados critérios geram diferentes graus de impacto na experiência do usuários. Estudo de Caso

12 Avaliação: A avaliação é feita através de notas dadas por categoria num escala de 5 pontos (0 a 4), sendo que cada categoria possui um peso diferenciado variando de 1 a 4 Estudo de Caso

13 Objetivos de avaliação em cada categoria: Conteúdo: Avalia-se a organização, relevância e adequação do conteúdo a públicos potenciais do site. Navegação: Avalia-se a facilidade e consistência de navegação do site através da estruturação de seus menus e o grau de orientação provido ao usuário, ou seja, até que ponto ele sabe onde está. Texto: Avalia-se se os textos obedecem a regras de estilo e design apropriadas para publicação na Internet. HomePage: Avalia-se se a homepage é bem organizada e permite rápido acesso aos principais serviços e conteúdos do site. Links: Avalia-se se o recurso de navegação por hiperlinks é utilizado de forma pertinente, consistente e padronizada. Estudo de Caso

14 Objetivos de avaliação em cada categoria: Linguagem: Avaliam-se aspectos como concisão, objetividade, padronização de termos e adequação ao público alvo. Interação: Avaliam-se os canais de comunicação disponíveis no site e se estes obedecem as melhores práticas observadas. Busca: Avalia-se em que medida o serviço de busca obedece a regras que facilitam não só a recuperação de informações, mas também a contextualização destas em relação ao restante dos conteúdos do site. Política: É avaliado se o site zela pela qualidade da relação com os seus visitantes e usuários por meio de políticas de privacidade, copyright e segurança. Peso dos Arquivos: Avalia-se o tempo de carregamento das páginas em função dos pesos dos arquivos das principais páginas do site. Estudo de Caso

15 Resultado: Estudo de Caso

16 Conclusões sobre Usabilidade dos Sites das Prefeituras. De maneira geral, todas as prefeituras analisadas precisam empreender esforços significativos para melhorar a usabilidade de seus sites. Estudo de Caso

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18 Qual a hora de testar o site? A qualidade de interação pode ser realizada durante todo o ciclo de vida do projeto. LR: análise comparativa das melhores práticas do mercado, grupos de foco, pesquisas on-line e testes de usabilidade podem ajudar muito. Arquitetura de informação: sessões de Card Sorting e testes de usabilidade.

19 Suporte para a condução da aplicação da metodologia e análise dos resultados. Elas não permitem, por si, uma mensuração relevante e abrangente da qualidade de interação de um site. A relevância das recomendações de um relatório depende sempre da participação de profissionais capacitados para conduzir análises dessa natureza. É bom lembrar que, essas ferramentas apenas avaliam alguns aspectos da acessibilidade de um site de forma automática e de que a maior parte terá que ser feita de forma manual. Ferramentas

20 Morae: Testes de Usabilidade. Software que permite a gravação em vídeo dos testes de forma sincronizada à tela do computador no qual um usuário esteja navegando. Ele permite que se grave também toda a navegação e cliques realizados, o que facilita bastante a ação de análise. Card Sortings: ajudam no desenho da arquitetura de informação de um site. Temos o EZSort e EZCalc da IBM, que foram recentemente descontinuados, mas que ainda estão disponíveis em alguns sites da web ou o Card Sword que ainda está em versão beta, mas é promissor. Ferramentas

21 Surveymonkey: para a criação de pesquisas on-line. Bobby e Cinthia Says: ferramentas automáticas para a avaliação de acessibilidade de um site. Ferramentas

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24 São muitos os benefícios que as boas práticas da usabilidade podem proporcionar aos projetos web. Alguns exemplos que demonstram a importância da adoção de métodos centrados no usuário durante o ciclo de desenvolvimento de um projeto web : Menor custo de desenvolvimento Menor custo de manutenção Aumento de vendas Retenção de consumidores Aumento na taxa de sucesso, menor taxa de abandono Sites mais usáveis, resultados mensuráveis

25 Aumento na eficácia (percentual das taxas de ações interativas completadas de forma bem sucedida) Maior eficiência (menor tempo para completar uma tarefa) Menor custo de treinamento Sites mais usáveis, resultados mensuráveis

26 Princípios Universais A usabilidade deve estar diretamente relacionada aos objetivos de um portal e, por isso, os critérios que valem para um site podem não servir para outro. Entretanto, existem alguns princípios universais de usabilidade que devem ser levados em consideração em qualquer situação; O contraste entre o fundo da tela e o que está no primeiro plano é o segredo para garantir a visualização das informações. Quanto maior o contraste, melhores as condições de leitura; Deve haver equilíbrio na distribuição das informações nas páginas. Não se deve colocar tudo o que for relevante no mesmo lugar. Mas também não leve o usuário do seu site a dar vários cliques para acessar o que deseja;

27 Princípios Universais As seções internas de um portal devem seguir a mesma lógica e organização da página principal. Isso evita que o usuário perca tempo aprendendo como navegar num site cada vez que muda de página; A linguagem do site tem que ser adequada ao seu público- alvo. Não adianta falar português com estrangeiros ou usar um vocabulário próprio de alguma especialidade quando se está falando com leigos no assunto, por exemplo;

28 Princípios Universais Localização: é preciso mostrar ao usuário onde ele está no site. É necessário que ele saiba quantos níveis ele já desceu no portal e quantas seções já percorreu. Caso contrário, é provável que o internauta não saiba voltar para a página inicial ou achar de novo uma informação que já havia acessado; As mensagens de erros precisam ser claras. Se um usuário clicou em algum tópico e aparece um aviso de que ele executou uma Operação Ilegal ou um Erro 400, ele pode até ficar com medo de estar sendo confundido com um criminoso.

29 O documento e-MAG (Modelo de Acessibilidade de Governo Eletrônico) contém as recomendações para a construção e adaptação de conteúdos do governo brasileiro na internet. Surgiu para instrumentalizar o Decreto 5.296, de 02/12/04, que torna obrigatória a acessibilidade nos portais e sites da administração pública para o uso das pessoas com necessidades especiais, garantindo- lhes o pleno acesso aos conteúdos disponíveis. Prazo de readequação: 12 meses Basicamente: conteúdos gráficos e sonoros. Governo Eletrônico

30 Indicação de Sites

31 FIM


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