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Indústria Imobiliária Balanço e perspectivas Normando Antônio Baú Vice-presidente do Sinduscon-PR Março 2007.

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1 Indústria Imobiliária Balanço e perspectivas Normando Antônio Baú Vice-presidente do Sinduscon-PR Março 2007

2 Indústria imobiliária em Curitiba A indústria imobiliária em Curitiba apresentou em 2006 o melhor desempenho dos últimos cinco anos. A produção atingiu cerca de 1,5 milhão m2 nos segmentos residencial e não residencial Aumento de 56% em relação ao ano de Produção imobiliária ficou na média de 1,5 milhão m2 que o mercado atingiu no final da década de noventa.

3 Produção imobiliária Em 2006 foram concluídas em Curitiba: unidades (residenciais e não residenciais), totalizando m2 Área construída - 56% maior do que em Número de unidades construídas - 61% maior do que unidades (84%) destinadas ao uso residencial

4 Produção imobiliária em Curitiba (Residencial e não residencial) – Em m2

5 Lançamentos imobiliários em Curitiba O mercado de lançamentos imobiliários apresentou em 2006 crescimento de 11% em relação ao ano anterior Lançadas em unidades residenciais. Em 2005 foram lançadas Esta pesquisa aponta apenas os empreendimentos residenciais verticais lançados para venda.

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7 Velocidade de vendas dos imóveis (comercialização) Em 2006 o IVVI Residencial em Curitiba apresentou média de 10%, índice superior ao registrado no ano anterior que era de 7%. Alguns empreendimentos apresentam melhor índice de vendas. Sobrados e as residências térreas chegam a 12%.

8 Alvarás para novas construções (intenção de construir) Liberados pela Prefeitura de Curitiba em 2006: m2, totalizando unidades residenciais e não residenciais. Obs: Em 2005 houve aumento significativo de alvarás para novas construções – muito acima da média histórica de 9 mil unidades/ano – com expressiva liberação para a edificação de moradias populares.

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10 Evolução dos preços de venda em Curitiba (Preços médios de imóveis novos) Apartamentos1Q2Q3Q4Q 2006/200422,5%33,9%34,1%17,4% 2006/20053,2%37,0%17,5%5,8% ResidênciasSobrados 2006/ ,1%10,4% 2006/200512,5%10,1%

11 Crescimento do emprego formal Desde 2004 vem crescendo a oferta de emprego formal no Estado do Paraná. Recuperação dos postos de trabalho perdidos em 2001/02/03, com a extinção de 12 mil empregos formais no Estado. Em 2006 foram criados novos postos de trabalho no Estado do Paraná Crescimento de 9,61% em relação ao ano anterior.

12 Custos da construção em 2006 Evolução dos custos, na média, próximos aos índices nacionais de inflação. O CUB-PR acumulou aumento de 4,52% Fio de cobre, ferragens, tinta, produtos de PVC e madeira lideraram os aumentos de preços.

13 Paraná – Financiamento da moradia para baixa renda (FGTS) Recursos aplicados 2004: R$ 240 milhões (7% para o financiamento da produção). 2005: R$ 386 milhões (25% para o financiamento da produção). 2006: R$ 575 milhões – 49% maior do que Somente 27% do total de recursos aplicados no Paraná em 2006 foram destinados à produção (para construtoras formais nos programas PAR/Associativo Cohab e Entidades).

14 Paraná – Habitação de mercado (financiamento com recursos da poupança) Recursos aplicados 2004: R$ 98,5 milhões (36% para o financiamento da produção de novas moradias). 2005: R$ 108 milhões (22% dirigidos ao financiamento da produção). 2006: R$ 308 milhões (apenas 21% aplicados na produção). Fonte: CBIC

15 Cenário favorável: medidas que estimulam o crescimento do setor Expansão do crédito imobiliário e maior facilidade para financiamento da moradia. Redução dos juros para o mutuário. Aplicações SBPE (caderneta de poupança) – Brasil: Em 2005: R$ 4,8 bilhões Em 2006: R$ 9,5 bilhões Expectativa para 2007: entre R$ 10 a R$ 11 bilhões

16 Cenário favorável: medidas que estimulam o crescimento do setor Ampliação dos recursos do Fundo de Garantia e outros para financiamento da moradia popular e para baixa renda. Aplicações do FGTS – Brasil: Em 2005: R$ 5,5 bilhões Em 2006: R$ 6 bilhões Previsão no Orçamento para 2007: R$ 7,3 bilhões

17 Cenário favorável: medidas que estimulam o crescimento do setor Crescimento do PIB Brasil: Em 2006 a construção civil cresceu 4,5% ante 2,9% do PIB Brasil. Redução do (IPI) para diversos materiais para a construção. Aprovação da Lei Geral da MPE. Inclusão da construção civil no regime simplificado de tributação. Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) prioriza investimentos em infra-estrutura, saneamento e habitação.

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