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José Carlos Martins - Vice-Presidente da CBIC Cidade do México PERPECTIVAS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL.

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1 José Carlos Martins - Vice-Presidente da CBIC Cidade do México PERPECTIVAS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL

2 REPRESENTANTE NACIONAL E INTERNACIONAL DAS ENTIDADES EMPRESARIAIS DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO E DO MERCADO IMOBILIÁRIO

3 69 26 entidades estados e DF Mercado imobiliário Saneamento Obras rodoviárias Segmentos da construção SINDICATOS, ASSOCIAÇÕES E CÂMARAS

4 O Brasil acelerou seu crescimento entre 2004 e 2010, aproveitando condições favoráveis do cenário mundial e internas. Melhorias no ambiente de negócios associados ao baixo endividamento das famílias; desemprego elevado; custo relativo do trabalho baixo, pressão de preços moderada estimularam os investimentos em Construção que cresceu em ritmo superior ao conjunto de atividades do país. A geração de milhões de empregos, renda e emprego em alta, inflação e os juros em queda, permitiram expansão do crédito, do consumo e a formação de um nova classe média(inclusão social e econômica). CENÁRIO RETROSPECTIVO

5 A maior atividade econômica ampliou as oportunidades de negócios atraindo mais investimento, elevando as receitas públicas e viabilizando mais gastos dos Governos, sem contudo desequilibrar suas finanças; Entretanto: o modelo começa a esgotar. Os custos de produzir no modelo antigo não permite mais crescer sem gerar gargalos, os desempregados se esgotassem (principalmente os mais qualificados) e os custos de produzir se elevaram. Os investimentos caem frente ao consumo, a sustentação do crescimento fica comprometida. CENÁRIO RETROSPECTIVO

6 No mundo, a China mostra crescimento menor e os EUA começam a se recuperar, reduz sua emissões monetárias e sinalizar com retorno da taxa básica para a normalidade; O Real se desvaloriza, as pressões inflacionárias aumentaram e gradualmente as nossas deficiências históricas voltam a tona. Apesar de estímulos a indústria (e a Construção) não se verifica melhora no humor dos empresários, o investimento permanece fraco. Mas as variáveis econômicas (macro) não são suficientes para explicar o marasmo do investidor... CENÁRIO ATUAL

7 CENÁRIO NACIONAL Fonte: Banco Central do Brasil e Ministério da Fazenda. Elaboração CBIC Dívida líquida em queda... DÍVIDA DO SETOR PÚBLICO (% DO PIB) Ainda preservados avanços macroeconômicos

8 CENÁRIO NACIONAL * Acumulado em 12 meses até fevereiro de 2013 Fonte: Banco Central do Brasil. Elaboração CBIC Resultado fiscal primário em queda e nominal sob controle... RESULTADO DO SETOR PÚBLICO CONSOLIDADO (% DO PIB)

9 CENÁRIO NACIONAL Fonte: Banco Central do Brasil. Elaboração CBIC SELIC abaixo da sua média histórica, apesar da tendência de alta... TAXA BÁSICA DE JUROS - META SELIC (%a.a.)

10 CENÁRIO NACIONAL Fonte: IBGE e Banco Central do Brasil. Elaboração CBIC Taxa de inflação (IPCA) dentro da meta... INFLAÇÃO AO CONSUMIDOR (%a.a.)

11 CENÁRIO NACIONAL Taxa de câmbio mais competitiva; Permanece a desoneração tributária do setor produtivo; Custos financeiros ainda favoráveis. É fundamental retomar a confiança do investidor...

12 CENÁRIO NACIONAL Programas de infraestrutura logística e energética que devem elevar os investimentos, a atividade do setor e melhorar a competitividade nacional. Fonte e elaboração: Ministério da Fazenda

13 PAC e PMCMV em andamento; Mercado imobiliário fraco, mas mostra recuperação em praças importantes; O emprego em ritmo mais fraco, mas positivo. A atividade está fraca, mas em ritmo superior ao ano de CENÁRIO NACIONAL

14 A carteira de crédito imobiliário sustenta o crescimento do crédito total, com baixa inadimplência... CENÁRIO NACIONAL Fonte e elaboração: Ministério da Fazenda

15 PAC e PMCMV em andamento; Mercado imobiliário fraco, mas mostra recuperação em praças importantes; O emprego em ritmo mais fraco, mas positivo. A atividade está fraca, mas em ritmo superior ao ano de CENÁRIO NACIONAL

16 AMBIENTE DE NEGÓCIOS Além da melhoria da produtividade (inovação tecnológica) para suportar a elevação dos custos, existem alguns entraves ao investimento produzidos pelo próprio AMBIENTE DE NEGÓCIOS: Licenças de Instalação e Prévia Concessionárias (água e energia) Integração entre órgão e legislação Licença Emissão de Habite-se e outros documentos Falta de estrutura dos poderes locais (prefeituras) Falta de padronização dos processos cartoriais Perda da capacidade de compra.

17 EXPECTATIVAS A Construção permanece importante vetor de desenvolvimento e determinante na elevação do investimento e condução para o crescimento sustentável; O momento exige mais coragem e ousadia, pois as margens de manobra e as possibilidades de erro são menores é fundamental retirar barreiras ideológicas em prol do desenvolvimento nacional; Medidas devem ser estruturantes e não apenas conjunturais (medidas permanentes) para evitar variações bruscas das taxas de crescimento e de investimento; A cadeia produtiva da Construção deve estar unida; O segundo semestre deverá registrar resultados melhores que o primeiro para o setor construção e para o país.

18 Tel.: (61) Fax: (61) Câmara Brasileira da Indústria da Construção OBRIGADO!!


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