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C OMPREENDER E TRANSFORMAR O ENSINO Sacristán, j. www.prodaiane.com 1.

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1 C OMPREENDER E TRANSFORMAR O ENSINO Sacristán, j. 1

2 S ACRISTÁN, J. C OMPREENDER E TRANSFORMAR O ENSINO Funções sociais da escola: da reprodução – a reconstrução crítica do conhecimento e da experiência. Objetivo: pontos básicos do pensamento e da pesquisa educativa sobre os problemas fundamentais que a prática do ensino tem colocado. 2

3 M ECANISMO DE SOCIALIZAÇÃO Seleção e organização dos conteúdos do currículo; O modo e o sentido da organização das tarefas acadêmicas; Ordenação do espaço e do tempo na aula e na escola. 3

4 Escola um cenário permanentemente de conflito: negociação informal; O que a escola quer que o aluno faça X o que o aluno quer fazer Esferas: política; de consumo; de relações familiares na sociedade democrática; Escola com função compensatória; Construção de experiência baseada no diálogo, na comparação e no respeito real pelas diferenças; 4

5 P ROCESSO ENSINO - APRENDIZAGEM : PRINCIPAIS TEORIAS DA APRENDIZAGEM Teorias associativas de condicionamento de E – R A aprendizagem é um processo cego e mecânico de associação de estímulos e respostas provocado e determinado por condições externas. A educação transforma-se numa simples tecnologia que prepara as contingências, as características do contexto e as peculiaridades de cada situação, e regula a administração de reforços. 5

6 T EORIAS MEDIACIONAIS – CONCEPÇÃO DE APRENDIZAGEM A aprendizagem é um processo de conhecimento, de compreensão de relações, em que as condições externas atuam mediadas pelas condições internas. (o autor não analisa essa teoria) 6

7 Teorias cognitivas – Kofka Rogers a aprendizagem é um processo de doação de sentido, de significado, as situações em que o individuo se encontra. Psicologia genético-cognitiva – Piaget, Bruner, Ausubel, Inhelder. A aprendizagem prova a modificação e transformação das estruturas iniciais que, uma vez modificadas, permite a realização de novas aprendizagens de maior riqueza e complexidade. Psicologia genético-dialética – Vygotsky Luria Wallon A aprendizagem está em função da comunicação e do desenvolvimento. ZDP 7

8 T EORIAS X P RÁTICAS EDUCATIVA Segundo Sacristan, as teorias da aprendizagem dão à informação básica, mas não são suficiente, para organizar a teoria e a prática de ensino; Por isso é imprescindível da especial atenção à interação nos processos de mediação, atenção, assimilação, organização, recuperação e transferência; 8

9 DIDÁTICA Didática operatória: deve centrar-se na criança (adaptar-se ao estágio em que a criança se encontra) Cada vez que ensinamos algo à criança, impedimos que a descubra por si mesma. (Piaget) O ensino deve centrar-se no desenvolvimento de capacidades formais, operativas, e não na transmissão de conteúdos (aprender a aprender, aprender a pensar) Partir da cultura experiencial do aluno; Criar na sala um espaço de conhecimento compartilhado 9

10 E NSINO PARA A COMPREENSÃO Ensino como transmissão cultural Ensino como treinamentos de habilidades Ensino como fomento do desenvolvimento natural Ensino como produção de mudanças conceituais 10

11 Para Sacristán – as teorias da aprendizagem dão a informação básica, mas não suficiente, para organizar a teoria e a prática de ensino. 11

12 I NVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA Observação, fracionamento da realidade, controle experiencial, previsão do comportamento; Interpretação dos dados: conceito de realidade, relações sujeito-objeto/investigador-realidade, objetivos da investigação, estratégias da investigação, técnicas e instrumentos de investigação 12

13 CURRÍCULO O que se transmite, para que e que resultados se obtêm? Segundo Sacristan a preocupação com os metodos tirou o foco dos conteúdos; Conteúdos decididos fora da escola; É uma construção – transformação cultural ao lado de outras que afeta diretamente os indivíduos na sociedade moderna. Não se trata de um conceito abstrato que tenha algum tipo de existência fora da experiência humana. 13

14 Planejar o currículo é dar-lhe forma e adequá-lo às particularidades dos níveis de ensino. É necessário planejar as atribuições e as atividades de maneira ordenada para que aja continuidade entre intenção e ação. Atendemos ao que se deve ensinar ou ao que os alunos precisam aprender? 14

15 CURRÍCULO MANIFESTO: O que esta prescrito e o que os professores acham que estão ensinando; OCULTO: tudo aquilo que contribui para a aquisição de saberes, competências, valores, sentimentos, sem constar nos programas previamente elaborados; REAL: A mistura de ambos 15

16 Qualquer plano que queira se apresentar como normativo ou orientador para professores, para guiar sua prática não pode ser visto apenas como recurso técnico, uma construção teórica, desvinculado de valores e do impacto que venha a causar no desenvolvimento. Trata-se de um instrumento para incidir na prática. 16

17 Práticas organizativas: O currículo ORGANIZADO ou no contexto de uma escola. Reelaboração na prática: transformação no pensamento e no plano de professores e nas tarefas acadêmicas: O currículo EM AÇÃO CURRÍCULO COMO PROCESSO Práticas de controle: internas e externas. O currículo AVALIADO. 17

18 Atividades Curriculares Âmbitos que modelam o currículo - Prescrições mínimas. - Ordenação: especializações, ciclos, opções, etc. - Planos da escola. - Planos do professor. - Elaboração de textos, guias, etc. - Desenvolvimento do Ensino. - Avaliação dos alunos e/ou currículos. - Inovação curricular. Contexto exterior: - Influências sociais, econômicas, culturais, etc. - Regulações políticas e administrativas. - Produção de meio didáticos. - Participação da família. - Âmbito de elaboração do conhecimento. Estrutura do sistema educativo Organização e ambiente da escola Ambiente da sala de aula Atividade de ensino-aprendizagem 18

19 O QUE É CURRÍCULO Um projeto que só pode ser entendido como um processo históricamente condicionado, pertencente a uma sociedade, selecionado de acordo com as forças dominantes nela, mas não apenas com capacidade de reproduzir, mas também de incidir nessa mesma sociedade. 19

20 C ONTEÚDOS Adquirir valores, atitudes e habilidades; Responsabilidade atribuída à escola; Preparar para o mundo do trabalho, formar cidadão pleno, cuidar do bem estar individual e do desempenho pessoal, além de ampliar a cultura são tarefas atribuídas à escola; Ultrapassam o significado acadêmico dos conteúdos; Fluxo de informação; Globalização dos conteúdos; Pedagogia do Invisível; 20

21 C URRÍCULO V ALIOSO E A PROPRIADO O currículo socialmente construído; Determinado por influência social, econômica, política.... Currículo comum: deve ser pautado pela superação dos preconceitos e discriminação e pelo respeito às diferenças, desenvolvimento de valores: AINDA LONGE DA PRÁTICA! 21

22 CURRÍCULO COMUM Pontos positivos e negativos; Negativos: o que aplicar? Não se trabalha os conceitos de igualdade, etc; conteúdos superficiais; limitação dos professores; Positivos: diversidade cultural; não deve ser todo o currículo; igualdade de possibilidades; é base geral; exige escola única; 22

23 A VALIAÇÃO Não tem como finalidade de classificar, hierarquizar, selecionar, reprimir. Não deveria reprovar ou aprovar. Deve ser concebida como diagnóstico a serviço da aprendizagem do aluno. 23

24 PLANO 24 Administrações Educativas Estrutura do sistema Especificação da área Distribuição de conteúdos Conteúdos mínimos Pautas de opção Horários Controle Profissionalização docente Política de produção e consumo Projeto da escola Metodologia Atividades gerais Coordenação de conteúdos Agrupamento de alunos Avaliação Materiais Avaliação da UE Responsabilidade de todos Integração comunidade Professor individual ou grupo Metas e objetivos Escolha de conteúdos Distribuição niveis Organização conteúdo Objetivos comuns Tarefas acadêmicas Previsão de materiais Estrutura de participação Adequação do cenário Textos, guias e materiais Seleção e organização do conteúdo Sequencia do conteúdo Sugestão de atividades Orientações de avaliação


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