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Clube de Engenharia de Pernambuco Seminário Permanente de Desenvolvimento Ciclo de Debates sobre Inovação Tecnológica.

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Apresentação em tema: "Clube de Engenharia de Pernambuco Seminário Permanente de Desenvolvimento Ciclo de Debates sobre Inovação Tecnológica."— Transcrição da apresentação:

1 Clube de Engenharia de Pernambuco Seminário Permanente de Desenvolvimento Ciclo de Debates sobre Inovação Tecnológica

2 Roteiro Alguns Conceitos a Explorar Panorama e Tendências Desafios e Oportunidades para o Brasil e para Pernambuco

3 Inovação na centralidade das estratégias publicas e privadas Reconhecimento cada vez maior do papel da ciência tecnologia e inovação na geração de riqueza, do bem estar e da competitividade das nações e das empresas e a força da globalização. Forte correlação entre gastos em inovação, aumento de produtividade e o crescimento econômico de longo prazo. Agenda incorporada às estratégias de desenvolvimento econômico por meio de políticas públicas explícitas e implícitas nos países industrializados e nos emergentes (nova geografia do conhecimento, aprofundamento da integração econômica e os novos atores) Elemento promotor da Sustentabilidade (desafios globais) Conceitos ainda em evolução.

4 Inovação e Conhecimento Criação de Conhecimento Novo Solução tecnológica de um problema específico DescobertaInvenção INOVAÇÂO Novidade Método científico Documentação Viabilidade Proteção Protótipo Utilidade além da viabilidade e da novidade Mercado

5 Fonte: R. J. Saldich (adaptado por TerraForum)

6 Politicas de inovação são variadas e incluem leis, regulamentações, planos, programas, incentivos fiscais e não fiscais, diretos e indiretos, de forma a criar um ambiente favorável e indutor de esforços (gastos) tanto por parte dos vários níveis de governos como das empresas Principal objetivo é reduzir riscos e incertezas (técnicas, econômicas e de mercado) e custos para a competitividade das empresas e para o atingimento de objetivos estratégicos dos países. Complexidade crescente do ambiente de CT&I impacta diretamente na concepção de políticas adequadas às características dos sistemas produtivos onde devem atuar. Indicadores ainda em aperfeiçoamento Políticas de Incentivos à Inovação

7 Deve ir muito além de política de incentivos fiscais Promoção de pesquisa Desenvolvimento de capital humano Assegurar demanda antecipada de novos produtos de elevado conteúdo tecnológico (poder de compra do Estado) Preservar e incentivar a competitividade das empresas

8 Fontes de Financiamento à Inovação Públicas, Privadas ou combinação de ambas Governo: foco é o longo prazo (geração de conhecimento científico, educação, ambiente regulatório redutor de riscos e incertezas, poder de compra) – Incentivos fiscais (renúncia fiscal ou créditos tributários) – Subvenção ou apoio direto (encomendas de governo ou fomento direto, não reembolsável, voltado para setores previamente selecionados) – Empréstimos subsidiados – Suporte para o estabelecimento de infraestrutura de P&D para o desenvolvimento industrial Empresa: investimento orientado, curto prazo, influencia do ciclo de negócios, produtividade (OCDE, 2011)

9 Alguns Indicadores ajudam a monitorar o ambiente Gastos com P&D Pessoal ocupado em atividades de P&D Empresas com atividades inovativas Patentes Publicações científicas Geração de renda e emprego Novos indicadores em discussão no mundo

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12 Mapa das Patentes (1) Distribuição das patentes no mundo (aplicações)

13 Inovação na geração de riqueza e emprego As indústrias intensivas em PI marcas, patentes e direitos autorais foram responsáveis por ao menos 40 milhões de empregos (18,8% de todos os postos de trabalho) e contribuíram com mais de US$ 5 trilhões para a economia dos EUA em 2010, o que representa 34,8% do PIB norte-americano. As indústrias mais intensivas em patentes (produzem e usam) contribuíram com 5.3% do PIB americano em 2010 e foram responsáveis por 2,7% dos empregos Indústrias mais intensivas em patentes não são necessariamente aquelas com maior número de patentes, mas aquelas com maior volume patente/emprego US Commerce Department 2012 Intellectual Property and the U.S. Economy: Industries in Focus

14 Patentes e geração de empregos Fonte: US Commerce Department 2011

15 Tendência de crescimento dos gastos em P&D com aceleração de emergentes

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17 Panorama Brasileiro

18 Indicadores brasileiros revelam fragilidade Investimento em P&D: 1,19% do PIB, sendo os países avançados entre 2 e 3,5% (META 1,8% para 2014) Setor privado investe apenas 0,57% PIB em P&D (META 0,9% para 2014) Baixo investimento em inovação e pesquisa pelas empresas (apenas a empresas com atividade contínua de P&D) Reduzida presença de pesquisadores nas empresas ( 60% dos pesquisadores trabalham em universidades; na Alemanha são 65% que trabalham nas empresas e nos USA chega a 75%) Apenas 6% dos pesquisadores nas áreas das engenharias Apenas 464 pedidos de patentes de invenção depositadas no USPTO em 2009 ( Coréia; USA;6.829 China; 522 Russia)

19 Pedidos de patentes de invenção (1) depositados no escritório de marcas e patentes dos Estados Unidos da América – alguns países, 2009 Fonte(s):United State Patent and Trademark Office (USPTO) - extraído em 11/03/2011http://www.uspto.gov/about/stratplan/ar/index.jsp Nota(s):1) Apenas patentes de utilidade e período ano calendário (01/01 a 31/12)

20 Evolução da atividade de inovação no Brasil: indicadores PINTEC A taxa de inovação do setor industrial cresceu de forma sistemática nas quatro edições da PINTEC, passando de 31,52%, no período , para 38,11% no período Houve um crescimento representativo da relação entre gastos internos e externos em P&D e RLV do setor industrial que passou de 0,65%, em 2005, para 0,73%, em 2008 Concentração das atividades de P&D em um numero proporcionalmente menor de empresa Os setores de média-alta tecnologia (material elétrico, veículos, química) são aqueles que mais contribuem para os gastos totais internos e externos em P&D da indústria de transformação no Brasil Fonte: IPEA,texto para discussão 1659, 2011

21 Fonte(s):Global Innovation Index 2011 (INSEAD).

22 22 Brazilian companies go global 3rd largest aircraft company in the world Automotive, beverage, aircraft, cosmetics, mining, steel and oil&gas Brazilian companies, among others, invest overseas and expand their international operations. TOTVS 8th world biggest business company software JBS-FRIBOI 1st company in animal protein producion GERDAU 8th company in steel producion in the world NATURA Operate in 13.8% of the global CF&T market and have a growth rate of 2.3x that of the total market PETROBRAS 8th largest company in the world by market value VALE 2nd largest mining company in the world MARCOPOLO 7.0% of global production of bus bodies and components EMBRAER

23 Centro de Informação Tecnológica Executa o Gerenciamento Eletrônico do Conhecimento, armazenando e disponibilizando as informações geradas pelos Centros Tecnológicos, bem como do material de suporte às atividades dos mesmos, tais como assinaturas de publicações técnicas, acesso à base de dados internacionais e de sites de busca de patentes, entre outros, a todas as unidades do Grupo MAHLE no Brasil e no exterior. O acesso a essas informações é feito via Intranet local. Centro de Informação Tecnológica Executa o Gerenciamento Eletrônico do Conhecimento, armazenando e disponibilizando as informações geradas pelos Centros Tecnológicos, bem como do material de suporte às atividades dos mesmos, tais como assinaturas de publicações técnicas, acesso à base de dados internacionais e de sites de busca de patentes, entre outros, a todas as unidades do Grupo MAHLE no Brasil e no exterior. O acesso a essas informações é feito via Intranet local.

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27 Tendências: o que se espera em 2012 Investimentos em P&D pela indústria americana US 280 Bilhões Investimentos globais em P&D US$1.4 Trilhões Crescente ênfase na pesquisa básica Importância crescente da P&D e da colaboração Fonte: 2012 Global R&D Funding Forecast

28 A futuro... A revolução na manufatura: – Custos de m.d.o. cada vez menos relevante em setores avançados e de maior valor agregado – Retorno aos países avançados: Proximidade entre quem desenvolve e cria e quem produz – blurring os limites entre manufatura e serviços

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30 Brasil e os incentivos à inovação Inovação foi incorporada como prioridade na agenda brasileira de C&T ao final dos anos noventa Mix de instrumentos de apoio público ao setor privado de P&D, um dos mais completos e que colocam o Brasil entre os países que mais apoiam esforço privado em P&D, via renúncia fiscal – Lei da Informática (1991) - redução do IPI com a contrapartida de aplicação em P&D – Fundos Setoriais (1998) – cooperação empresa /ICT; equalização de juros – Lei da inovação (2004) - subvenção econômica – Lei do Bem (2005) - dedução em dobro dos gastos de P&D dos impostos incidentes sobre o lucro real – Lei do MEC (incentivos fiscais) – Programas diversos CNPq (RHAE), Finep, BNDES, FAPs – Financiamentos reembolsáveis em condições especiais

31 Lei do Bem (LEI Nº /05) – alguns resultados (diz respeito a incentivos fiscais sobre IRPJ e CSLL, IPI na compra de equipamentos para P&D, remessas ao exterior referente a patentes, marcas ou cultivar, tecnologia compradas no exterior, contratação de pesquisadores)

32 FONTE: MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA – MCT: RELATÓRIO ANUAL DA UTILIZAÇÃO DOS INCENTIVOS FISCAIS: ANO BASE 2009: LEI Nº /05 – LEI DO BEM: BRASÍLIA – DF, NOVEMBRO 2010.

33 FONTE: MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA – MCT: RELATÓRIO ANUAL DA UTILIZAÇÃO DOS INCENTIVOS FISCAIS: ANO BASE 2009: LEI Nº /05 – LEI DO BEM: BRASÍLIA – DF, NOVEMBRO DISTRIBUIÇÃO DO NÚMERO DE EMPRESAS E DOS INVESTIMENTOS POR REGIÃO

34 FONTE: MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA – MCT: RELATÓRIO ANUAL DA UTILIZAÇÃO DOS INCENTIVOS FISCAIS: ANO BASE 2009: LEI Nº /05 – LEI DO BEM: BRASÍLIA – DF, NOVEMBRO RENUNCIA FISCAL DOS INVESTIMENTOS DE P&D ATINGIU R$ 1,38 bilhões em 2009, sendo Apenas R$ 30 milhões na Região Nordeste)

35 FONTE: MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA – MCT: RELATÓRIO ANUAL DA UTILIZAÇÃO DOS INCENTIVOS FISCAIS: ANO BASE 2009: LEI Nº /05 – LEI DO BEM: BRASÍLIA – DF, NOVEMBRO 2010.

36 Guia Prático da Inovação para Empresas

37 Empresas pernambucanas beneficiárias da Lei do Bem (2009) Acumuladores Moura AS Asa Industrial e Comércio de Alimentos Ltda Beraca Sabara Químicos e Ingredientes AS Industria de Alimentos Bomgosto Ltda Serttel Ltda

38 O novo ambiente produtivo de Pernambuco Impacto dos investimentos produtivos recentes na economia pernambucana ( BR Foods, Hemobrás, Estaleiro Atlantic Sul, Petroquímica Suape e Refinaria Abreu e Lima) e seus desdobramentos – 1,2 milhões de empregos (Condepe) – Demanda por recursos humanos qualificados – Demanda por serviços de alto conteúdo tecnológico – Impacto no sistema de educação e pesquisa – Demanda por forte política de inovação com base em novo paradigma

39 Agendas mais recentes de promoção da inovação Maior disponibilidade de crédito da FINEP, para as empresas,para inovação (crédito contínuo, construção de fábricas de inovação e aquisição de empresas inovadoras) Integração de instrumentos Agenda compartilhada Finep e BNDES em programas estratégicos prioritários (farmacêutico, energia, etanol, petróleo e gas, tics, tecnologias assistivas, defesa) Programa Ciências sem Fronteiras Programa Mobilização Empresarial pela Inovação,e a criação de 65 centros tecnológicos, Senai Agenda compartilhada com Estados

40 Desafios e Oportunidades Para o Brasil Ampliar a participação das empresas brasileiras no empreendimento INOVAÇÂO (mais atividades inovativas, maiores investimentos e ampliação de parcerias entre com instituições do conhecimento) Internacionalização competitiva das empresas brasileiras (Fórum Reis Veloso 2012) Assegurar condições de desenvolvimento com inclusão e democracia no longo prazo (marco regulatório favorável) Oportunidades do pré-sal, matriz energética e da nova classe de consumo A inovação e o conhecimento como vetores desse desenvolvimento Visão de Longo Prazo e a importância do papel do Estado

41 Desafios e Oportunidades Para Pernambuco: Além de observar os desafios nacionais, é preciso adotar uma agenda Pernambuco Falando para o Mundo Assegurar condições de atração de investimentos acompanhada de uma agenda de inovação em suas diversas dimensões (recursos humanos, infraestrutura científica tecnológica,ambiente regulatório, incentivos diversos, e capital fomentando a criação de novas empresas Explorar com grande intensidade as potencialidades da base cientifica, tecnológica e empresarial existente no estado e que já exibe característica s inovadoras de forma a intensificar a colaboração(TICs, materiais, fármacos, automotivo, empresas usuárias dos instrumentos de apoio a inovação) Apoiar a criação de centros privados de pesquisa e desenvolvimento Adotar uma agenda de apoio à inovação contemporânea, baseada nos novos paradigmas, e com visão de futuro Fazer escolhas estratégicas baseadas em perspectivas globais e locais (economia verde, e a nova manufatura por exemplo Fortalecer a Facepe e, Explorar as sinergias entre diversos níveis de governo e empresas

42 Recently, however, the north-east has become Brazils star economic performer. In the past decade the regions GDP rose by 4.2% a year, compared with 3.6% for the country as a whole. Last year Pernambuco states economy grew by a China-like 9.3%. The Economist, May 19th 2011.

43 O desafio maior para Pernambuco é o da sustentabilidade dos investimentos atuais e dos novos, dentro do novo paradigma de competitividade e globalização, e isto não se atinge sem uma forte agenda de inovação e conhecimento.

44 Número de pesquisadores Avanço de Pernambuco nas últimas décadas SMR-44 BA PE CE PB RN AL SE MA PI

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46 Muito Obrigada!


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