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Religião e Sociedade. Símbolos que representam diferentes religiões do mundo, da esquerda para a direita: Linha 1: Cristianismo, Judaísmo, Hinduísmo Linha.

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Apresentação em tema: "Religião e Sociedade. Símbolos que representam diferentes religiões do mundo, da esquerda para a direita: Linha 1: Cristianismo, Judaísmo, Hinduísmo Linha."— Transcrição da apresentação:

1 Religião e Sociedade

2 Símbolos que representam diferentes religiões do mundo, da esquerda para a direita: Linha 1: Cristianismo, Judaísmo, Hinduísmo Linha 2: Islamismo, Budismo, Xintoísmo Linha 3: Sikhismo, Bahai, JainismoCristianismoJudaísmoHinduísmoIslamismoBudismoXintoísmoSikhismoBahaiJainismo

3 Ao longo de milhares de anos, a religião tem evidenciado um importante papel na vivência dos seres humanos. Apesar da universalidade que caracteriza o fenômeno religioso, de uma forma ou outra, a religião marca presença em todas as sociedades humanas, influenciando a forma como vemos o mundo e agimos no meio social em que vivemos. Não existe uma definição de religião genericamente aceita, a sua concepção varia de sociedade para sociedade, cultura para cultura. Religião e Sociedade Introdução

4 Religião Definição O termo religião está (...) relacionado com o verbo latino religere: o cumprimento consciencioso do dever, respeito a poderes superiores, profunda reflexão. O substantivo religio, relacionado ao verbo, refere-se tanto ao objeto dessa preocupação interior quanto ao objetivo da atividade a ela relacionada. Outro verbo latino posterior é citado como fonte do termo, religare, que implica um relacionamento íntimo e duradouro com o sobrenatural. As escrituras das várias religiões raramente contêm termos gerais para a religião(...). Dicionário de ciências sociais. Rio de Janeiro: Ed. Da FGV, p.1058.

5 Religiões Características comuns Tradicionalmente, as diferentes religiões evidenciam um sistema de crenças no sobrenatural, envolvendo majoritariamente Deuses ou divindades. Paralelamente, a religião apresenta-se como um fenômeno social e não apenas individual. Implicam igualmente um conjunto de símbolos; sentimentos; práticas religiosas (rituais) e a tendência para a sacralização de determinados locais. Criam e reproduzem grandes narrativas que explicam, legitimam e fundamentam o começo do mundo e sua existência.

6 Religião Objetivos Marilena Chaui, em seu livro Convite à Filosofia, enumera 5 objetivos recorrentes em diversas religiões: 1)Proteger os seres humanos contra o medo da Natureza; 2)Dar aos homens um acesso à verdade do mundo, encontrando explicações para a origem, a forma, a vida e a morte de todos os seres e dos próprios humanos; 3)Oferecer aos humanos a esperança de vida após a morte; 4)Oferecer consolo aos aflitos, dando-lhes uma explicação para a dor; 5)Garantir o respeito às normas, às regras e aos valores da moralidade estabelecida pela sociedade, garantindo a obrigatoriedade da obediência a elas, sob pena de sanções sobrenaturais.

7 Religião Perspectiva Sociológica Busca compreender a influência que a religião exerce sobre a ordem social reinante. Enfoca tanto as instituições religiosas na sua pluralidade – igrejas católicas e protestantes, orientais tradicionais e recentes, centros espíritas, terreiros de candomblé, de umbanda e assemelhados, circuitos esotéricos - quanto as formas populares de sua expressão, como o catolicismo rústico expresso no fazer de rezadeiras, benzedeiras e peregrinos. Contempla a interface dos fenômenos religiosos com os recortes de gênero, faixas etárias, classes sociais, da participação política de seus agentes, etc..

8 Sociologia da Religião Émile Durkheim considerou a religião como uma coisa social e buscou elaborar uma teoria geral da religião com base na análise da instituição religiosa mais simples e mais primitiva, o Totemismo encontrado em tribos australianas. apontou elementos comuns a todas as religiões: a diferença entre o sagrado e o profano, as leis morais que começam a surgir sob formas de proibições. há uma natural superioridade do sagrado em relação ao profano. o sagrado e o profano foram sempre e por toda a parte concebidos pelo espírito humano como gêneros separados, como dois mundos entre os quais nada há em comum (…) uma vez que a noção de sagrado é no pensamento dos homens, sempre e por toda a parte separada da noção do profano (…) mas o aspecto característico do fenômeno religioso é o fato de que ele pressupõe uma divisão e bipartida do universo conhecido e conhecível em dois gêneros que compreendem tudo o que existe, mas que se excluem radicalmente. As coisas sagradas são aquelas que os interditos protegem e isolam; as coisas profanas, aquelas às quais esses interditos se aplicam e que devem permanecer à distancia das primeiras.

9 Sociologia da Religião Émile Durkheim a participação na ordem sagrada, como o caso dos rituais ou cerimônias, dão um prestígio social especial, ilustrando uma das funções sociais da religião. A religião pode ser definida como um sistema unificado de crenças e de práticas relativas às coisas sagradas. Estas unificam o povo numa comunidade moral (igreja), um compartilhar coletivo de crenças, que por sua vez, é essencial ao desenvolvimento da religião. Dessa forma, o ritual pode ser considerado um mecanismo para reforçar a integração social. a função substancial da religião é a criação, o reforço e manutenção da solidariedade social e da consciência coletiva. É a sociedade quem gera todas as coisas sagradas. Portanto, para Durkheim, religião e sociedade são uma coisa só.

10 Weber estava preocupado em destacar como as religiões oferecem respostas aos problemas básicos da condição humana: contingência, impotência e escassez. Tais respostas se tornam parte da cultura estabelecida e das estruturas institucionais de uma sociedade –, influem de maneira mais íntima nas atitudes práticas dos homens com relação às várias atividades da vida diária, ou seja, no modo como os indivíduos e os grupos orientam suas ações, ou definem suas condutas e se comportam uns em relação aos outros. (religião como fator causal na determinação da ação) Procurou pensar a religião como uma das fontes causadoras de mudanças sociais. Buscou provar que as concepções religiosas são, efetivamente, um determinante da conduta econômica e, em consequência, uma das causas das transformações econômicas das sociedades. Sociologia da Religião Max Weber

11 Em sua obra A ética protestante e o espírito do capitalismo (1905) compreender procurou compreender as relações causais existentes entre o desenvolvimento da conduta ascética protestante e a formação do capitalismo ocidental moderno, ou seja, de que modo a conduta protestante está historicamente e culturalmente relacionada ao desenvolvimento do capitalismo. Analisa as modificações criadas pela Reforma Protestante no âmbito da vida social e das práticas econômicas. Afirma que o Calvinismo ao desenvolver uma teologia salvacionista que pregava o trabalho como uma forma de salvação e ao afirmar que apenas uma vida séria permitirá a salvação, conseguiu desmagificar a prática religiosa estritamente transcendental e assentou as bases de um comportamento racionalizado na vida religiosa. Sendo assim, a prática salvacionista foi deslocada para o campo do trabalho e retirada do campo da contemplação, ocasionando uma conduta adequada ao desenvolvimento das práticas econômicas no capitalismo. O trabalho visto como atividade penosa na conduta dos católicos medievais passou a ser concebido como núcleo vocacional da conduta calvinista e, tal deslocamento prático e conceitual, originou uma nova modalidade prática que sustenta o espírito do capitalismo. Sociologia da Religião Max Weber

12 Marx foi o que menos se dedicou ao assunto, vendo a religião como fenômeno pertencente à superestrutura social, portanto de ordem ideológica. Vê em qualquer religião apenas o reflexo imaginário, nos cérebros humanos, das forças externas que regem sua vida diária, reflexo em que as forças terrestres tomam aspectos de forças supraterrestres. Primeiro se idealizam as forças da natureza, depois as sociais. No primeiro estágio as forças misteriosas da natureza se tornam divindades, nos fantasmas da imaginação. Recebem atributos sociais e os deuses se tornam os representantes das forças históricas. Na fase seguinte, todos os atributos naturais e sociais de todos os deuses são transferidos para um deus único e todo-poderoso que, por sua vez, não passa de um reflexo do homem abstrato. A moral e as religiões do passado, no nível dos fetiches, exprimem condições de vida servil (condições inevitáveis). Os homens primitivos, subjugados pelas forças da natureza, projetam estas forças num mundo ideal e lhes atribuem poder mágico ou religioso. A outra fonte da religião está na dependência dos trabalhadores, não mais às forças da natureza, mas às forças da produção e da minoria dominante. A dialética do capitalista explorador e do proletário explorado é a fonte do inumano no homem e do religioso na sociedade. Sociologia da Religião Karl Marx

13 A alienação religiosa é mantida pelo capitalismo que: consola o operário de sua miséria presente - diante da felicidade que não consegue encontrar nos círculos imediatos de sua existência, propriedade, sociedade, Estado capitalista, super-estruturas constituídas pelo capitalismo - para garantir seu domínio prometendo-lhe o consolo em um além fictício. tranquiliza a classe dos exploradores com uma espécie de fetiche religioso que acalma sua consciência com alguns gestos de caridade. Portanto, para Marx, a religião é a forma ideal e abstrata encontrada pela classe dominante, para justificar sua situação e para fazer a classe oprimida aceitar a sua sorte (nesse sentido ela é o ópio que inebria o pobre, alienando-o do desejo de ter algo aqui e agora em troca do algo futuro, enquanto a classe alta e média enriquece apropriando-se do produto do pobre). Sociologia da Religião Karl Marx


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