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MBA em Gestão de Empreendimentos Turísticos Estatística Aplicada ao Turismo PROF. DR. OSIRIS MARQUES.

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Apresentação em tema: "MBA em Gestão de Empreendimentos Turísticos Estatística Aplicada ao Turismo PROF. DR. OSIRIS MARQUES."— Transcrição da apresentação:

1 MBA em Gestão de Empreendimentos Turísticos Estatística Aplicada ao Turismo PROF. DR. OSIRIS MARQUES

2 Graduado e Mestre em economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Doutor em economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro com doutorado sanduíche pela Universidade de Leeds, na Inglaterra. Professor Adjunto da Universidade Federal Fluminense. Professor da Pós-Graduação em Gestão de Negócios da Universidade Federal Fluminense. Professor da Pós-Graduação em Controladoria e Finanças da Universidade Federal Fluminense. Formação Profissional

3 21/07/2012 – 1ª aula: Introdução à estatística. Distribuição de Freqüência. 21/07/2012 – 2ª aula: Medidas de Tendência Central (Média, Mediana e Moda) e Dispersão 04/08/2012 – 3ª aula: Medidas de relação (covariância e correlação linear e ordinal) 04/08/2012 – 4ª aula: Principais Fontes Estatísticas do Setor Turístico. Programa da Disciplina

4 A avaliação será feita da seguinte forma: Listas de exercícios relativa a cada aula 100% da avaliação Avaliação

5 Estatística – Teoria e Aplicações – Levine e outros – Editora LTC Estatística Básica – Bussab e Morettin – Editora Saraiva Estatística Básica para o Curso de Turismo – Tiboni – Ed. Atlas Tabelas de Estatística – Silva e outros - Editora Atlas Introdução à Metodologia da Pesquisa em Turismo – OMT – Ed. Roca. Bibliografia Sugerida

6 Aula 1 Introdução à análise estatística. Distribuição de Freqüência.

7 Ciência que trata do delineamento, colheita, organização, sumarização, apresentação e análise de dados, bem como, na obtenção de conclusões válidas e tomada de decisões em diversos campos do conhecimento, tais como, engenharias, saúde, biologia, farmácia, biofísica, Finanças e Turismo. Definição de Estatística

8 Estatística Descritiva vs Inferencial Estatística Descritiva: é o ramo da estatística que coleta, sintetiza e apresenta dados, com o intuito de sumariar e descrever os atributos mais proeminentes aos dados. Estatística Inferencial: é o ramo da estatística que utiliza dados de amostras para tirar conclusões sobre uma população inteira. Ou, de outro modo, é um conjunto de técnicas que objetiva caracterizar (ou inferir sobre) uma população a partir de uma parte dela (a amostra).

9 Alguns Conceitos da Estatística Variável: corresponde a uma característica de um item ou de um indivíduo; População: consiste em todos os itens ou indivíduos em relação aos quais você deseja tirar uma conclusão; Amostra: corresponde à parcela da população slecionada para análise; Parâmetro: é uma medida numérica que descreve uma característica da população Estatísticas ou medida amostral: é uma medida númérica que descreve uma característica da amostra

10 Alguns Conceitos da Estatística x (média) s (desvio padrão) r (coeficiente de correlação) AMOSTRA μ (média), σ (desvio padrão) ρ (coeficiente de correlação) POPULAÇÃO ESTATÍSTICAS PARÂMETROS

11 Alguns Conceitos da Estatística Como inferir sobre características da população a partir das características da amostra? Exemplo: Como sabemos, a Alemanha é uma das grandes nações demandantes de turismo e onde o poder aquisitivo do cliente potencial é muito elevado. Essa afirmação não pode se referir ao comportamento de absolutamente todos os alemães. É por isso que se deve centrar o estudo em uma parte da população-alvo, denominado amostra, e não de todo o conjunto do povo alemão.

12 Alguns Conceitos da Estatística Neste caso, a amostra poderia ser definida como composta de turistas alemães que visitaram um determinado destino turístico nos últimos 10 anos. A partir daí, poder-se-iam determinar as regularidades estatísticas dos visitantes alemães no destino considerado e tentar inferir o comportamento do turista alemão relacionados com o destino, objeto de estudo

13 Alguns Conceitos da Estatística no Turismo Indivíduos: cada um dos elementos que forma a população. Os indivíduos podem ser: -Pessoas físicas hóspede de um hotel -Pessoas jurídicas uma empresa hoteleira -Unidades familiares famílias alemães -Grupos aposentados, congressistas -Partes do negócio turístico departamento comercial

14 Alguns Conceitos da Estatística no Turismo Variáveis: características que se observam nos indivíduos e que são suscetíveis a valores numéricos Exemplo: idade do entrevistado, gastos realizados em hotéis e restaurantes, tamanho da família, frequência de viagens, entre outros Atributos: quando a característica observada não é suscetível de tomar valores numéricos. Nesse caso, diz-se que tomam modalidades. Exemplo: sexo dos entrevistados – duas modalidades; meio de transporte ao destino – várias modalidades(terrestre, aquático, etc); grau de instrução – diferentes modalidades que podem se categorizar.

15 Alguns Conceitos da Estatística no Turismo Dados: valores que assumem as variáveis na amostra. As fontes de dados a serem coletados podem ser primárias ou secundárias. Quando o coletor de dados é a pessoa que está utilizando os dados para fins de análise, a fonte é primária. Caso contrário, a fonte é secundária.

16 Tipos de Variáveis Tipo de Variável Qualitativa (Categórica ou atributo) Quantitativa (numérica) Tipo de Pergunta Fez alguma viagem de cruzeiro no último ano? Respostas Sim Não Discreta Quantas viagens você fez esse ano? Contínua Qual o seu gasto médio com alimentação em cada viagem? ______ Número _____ Valor

17 Tipos de Variáveis Variáveis qualitativas (categóricas) apresentam valores que somente podem ser posicionados em categorias, como sim e não; Variáveis quantitativas (numéricas) apresentam valores que representam quantidades. Podem ser discretas, no caso de serem geradas por um processo de contagem, ou contínuas, no caso de serem geradas por um processo de mensuração

18 Distribuição de Freqüência

19 Distribuição de Freqüência Definições Básicas Frequência: é a quantidade de vezes que um mesmo valor de um dado é repetido; Dados Brutos: são os dados originais que ainda não foram numericamente organizados após a coleta; Rol: é a ordenação dos valores obtidos em ordem crescente ou descrente de grandeza numérica ou qualitativa.

20 Dados Brutos Faixa etária de crianças de um acampamento X Dificulta estabelecer em torno de qual valor tendem a se concentrar as idades das crianças, ou ainda que se encontram acima ou abaixo de determinada idade.

21 Rol Dados organizados

22 Frequência IdadeFrequência

23 Classes: caso as colunas da tabela de distribuiçao de frequência contenham muitos valores elencados, podemos reduzir a quantidade desses valores elencados agrupando-os em intervalos. Esses agrupamentos de valores num intervalo de abragência são chamados de classes Elementos de uma distribuição de Frequência

24 Classes IdadeFrequência 4I-64 6l-87 8l l l l-163

25 Limite inferior (l i ): o número menor é o limite inferior da classe (4l-6) em que l 1 = 4. Limite superior (L i ): o número maior é o limite superior da classe (4l-6) em que L 1 = 6. l- : este simbolo estabelece inclusão e exclusão para os valores limites de um dado intervalo de classe. Ex: 4 l- 6 = indica inclusão do limite inferior (4) e exclusão do limite superior (6). Limites de classe

26 A amplitude de um intervalo de classe (h i ) é a diferença entre o limite superior e inferior de uma cl asse: h i = L i – l i h 1 = 6 – 4 = 2 anos; h 2 = 8 – 6 = 2 anos; h 3 = 10 – 8 = 2 anos; h 4 = 12 – 10 = 2 anos; h 5 =14 – 12 = 2 anos; h 6 =16 – 14 = 2 anos; Amplitude de classes (h i )

27 Ponto médio de uma classe (x i ) é o ponto que, por situar-se numa posição média da distribuição de valores do intervalo de classe, divide o intervalo em duas partes iguais. X i = (l i + L i )/2 Ponto médio da primeira classe: x 1 = (4+6)/2 = 5. Ponto médio de uma classe (x i )

28 Tipos de Frequência Frequência simples ou absoluta (f i ): é o número de observações de um valor individual (ou de uma classe). Idade Frequência Quantidade de crianças por faixa etária 4I-64 6l-87 8l l l l-163 Frequência Simples ou Absoluta

29 Frequência relativa (fr): representa a proporção de observações de um valor (ou de uma classe) em relação ao número total de observações, o que facilita a observação. Idade Frequência Absoluta (f i ) Frequência Relativa (f r ) 4I-6410,8 % 6l-8718,9 % 8l-10821,6 % 10l-12718,9 % 12l-14821,6 % 14l-1638,1% Total37100 % F r = f i /f i *100 F r2 = (7/37)*100 = 18,9% esta classe representa 18,9% do número total de observaçoes

30 Frequência acumulada (F i ): é a soma de todas as frequências abaixo do limite superior de uma classe considerada. F 4 = f 1 + f 2 + f 3 + f 4 = = 26 F 4 =26 Existem 26 crianças abaixo de 12 anos. Idade Frequência (f i ) Frequência Acumulada (Fi) 4I-644 6l l l l l Total37

31 Frequência relativa acumulada (Fr i ): é a soma de todas as frequências relativas abaixo do limite superior de uma classe considerada. F 4 = f 1 + f 2 + f 3 + f 4 = 10,8%+18,9%+21,6%+18,9%= 70,2% F 4 = 70,2% Quer dizer que 70,2% das crianças tem menos de 12 anos. Idade Frequência Absoluta (f i ) Frequência Relativa (f i ) Frequência Relativa Acumulada (Fr i ) 4I-6410,8 % 6l-8718,9 %29,7 % 8l-10821,6 %51,3 % 10l-12718,9 %70,2 % 12l-14821,6 %91,8 % 14l-1638,1%100 % Total37100 %


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