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Diversidade e questão afro-brasileira. Um pouco de história Ao longo da História do Brasil, discriminação, racismo e preconceito sempre fizeram parte.

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1 Diversidade e questão afro-brasileira

2 Um pouco de história Ao longo da História do Brasil, discriminação, racismo e preconceito sempre fizeram parte do cotidiano da vida da população afrodescendente, refletindo-se ainda mais na vida de mulheres, homens e crianças prodigiosamente desprestigiados social e economicamente, situação que, considerando mais de 500 anos de existência, pouco se alterou. Em 1854 o decreto nº legitimou a não admissão de escravos nas escolas públicas, mais adiante, em 1878 o decreto nº A determinou que os negros só poderiam estudar a noite e ainda assim, vários mecanismos foram desenvolvidos afim de, dificultar tal oportunidade de educação, se é que podemos chamar de oportunidade.

3 Racismo à brasileira Dados estatísticos comprovam a profunda desigualdade social entre negros e brancos. Isso vale para o acesso à saúde, ao saneamento básico, às taxas de mortalidade e de escolaridade. No Brasil o racismo torna-se dissimulado, silencioso, mas ainda assim é muito presente, faz parte do cotidiano.

4 Se há um padrão muito singular de relacionamento racial – na música, no futebol, na religião é um país misturado – são as relações cotidianas e os fatos de todo dia que negam o que a cultura afirma. As práticas sociais no Brasil são racializadas. O racismo é tão antigo quanto a própria humanidade; ou melhor, que a descoberta de diferenças entre grupos humanos faz parte da percepção social. Mas foi no século XIX que ele se tornou um modo de pensar que dá importância à noção de que existem raças humanas distintas e que umas são naturalmente superiores a outras.

5 Raça Atualmente os pesquisadores tem debatido o conceito de raça no Brasil: a discussão acadêmica, que cada vez mais tende a considerar a inexistência de diferenças raciais, esvaziando a ideia de raça como conceito. Seria assim o racismo um anacronismo? Pois, se do ponto de vista científico a raça é hoje uma noção inexistente, o racismo é um preconceito baseado em uma diferenciação que não existe.

6 Racismo x História O racismo tem assumido formas diferentes no decorrer da história. No século XIX, o Brasil era descrito pelos viajantes que aqui estiveram como um país mestiço. As teorias como positivismo, o evolucionismo, os determinismos, chegavam ao Brasil como instrumentos de crítica contra a monarquia e a favor da abolição.

7 Projeto civilizador O projeto de construção da nação brasileira era visto como fadado ao fracasso devido a mistura de raças aqui existentes. Está mistura seria nociva ao modelo de civilização e desenvolvimento. Falar em raça era oportuno no Brasil, pois naturalizava e legitimava diferenças sociais – os negros eram considerados inferiores e incapazes. No final do século XIX e início do XX, o governo brasileiro incentivou a vinda de imigrantes europeus para cá, na tentativa de embranquecer o povo.

8 Década de 1930 e culturalismo brasileiro. A cultura mestiça começava a se tornar uma espécie de representação oficial da nação brasileira. O Dia da Raça foi criado por Getúlio Vargas para exaltar a tolerância de nossa sociedade. O futebol, esporte de origem inglesa, foi sendo cada vez mais associado aos negros, a partir de Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi escolhida a padroeira do Brasil. A música, dança, culinária e rituais africanos, se tornaram afro brasileiros.

9 Noção de gênero, diferenças sexuais e desigualdades

10 As desigualdades de gênero Gênero é um conceito útil para explicar muitos dos comportamentos de mulheres e homens nesse contexto, como já disse... Mas em primeiro lugar é melhor entender a diferença entre gênero e sexo... Quando falamos em sexo estamos nos referindo aos aspectos físicos, biológicos de macho e fêmea, aquelas diferenças que estão nos nossos corpos e que não mudam radicalmente, apenas se desenvolvem de acordo com as etapas das nossas vidas... Como por exemplo, as mudanças fisiológicas da puberdade e a gestação na mulher...

11 É a partir da observação e do conhecimento das diferenças sexuais que a sociedade cria ideias sobre o que é um homem, o que é uma mulher, o que é masculino e o que é feminino, ou seja, as chamadas representações de gênero. O conceito de gênero implica em uma relação... Ou seja... Nas nossas sociedades o feminino e o masculino são considerados opostos e também complementares, sendo tais relações construídas a partir de diferenças sexuais, portanto, não naturais... São criações da sociedade.

12 De onde vem a diferença entre os sexos? Como entender e explicar as diferenças entre homens e mulheres? A primeira resposta que nos vem à mente é: os corpos de homens e mulheres são Biologicamente distintos. Uma boa evidência disso é a maternidade. Para conceber e ter filhos, é imprescindível uma conformação corporal com um sistema reprodutivo adequado para gerar e parir. A paternidade, o afeto ou o cuidado, não são apenas do homem nem da mulher, pois eles são socialmente construídos e diferentes de acordo com cada sociedade.

13 O gênero como construção social. Os fatores biológicos e psicológicos têm relevância social apenas quando ganharam um significado socialmente aceito e difundido. Hierarquia de gênero A imagem da mãe naturalmente devota é conjugada com a visão tradicional do pai provedor. hoje em dia a maternidade não pode estar em evidência como no passado, mas historicamente ela foi forjada para justificar a hierarquia de gênero. Até meados do século XX as mulheres ocidentais e americanas não tinham acesso ao voto e ao exercício da cidadania plena. Como se pode notar, essa exclusão se deu com base em visões baseadas na Psicologia e na Biologia.


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