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LÓGICA Professora Roberta Merino Masina Disciplina de Bases Metodológicas, Bioética e Deintologia Escola de Formação em Massoterapia- SOGAB.

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1 LÓGICA Professora Roberta Merino Masina Disciplina de Bases Metodológicas, Bioética e Deintologia Escola de Formação em Massoterapia- SOGAB

2 Lógica Do Grego logiké Ciência que tem por objetivo a investigação das formas e leis do raciocínio; estudo dos princípios do raciocínio, Do método de validade do raciocínio dedutivo; Juízo de apreciação, enquanto aplicado à distinção entre o verdadeiro e o falso; Estabelece as condições do conhecimento.

3 Lógica Desenvolvida por Aristóteles (Séc. IV a.c), Objetivo principal foi o de estabelecer as condições de validade do pensamento científico, Ao expor uma teoria da demonstração e ao distinguir e classificar existem erros de raciocínio, * O Silogismo: o que exprime o raciocínio dedutivo.

4 Conceito É a primeira operação e instrumento da razão discursiva, O conceito pode ser traduzido por definição de algo, em sua compreensão e extensão, A compreensão se refere às características comuns e constitutivas do objeto que refere o conceito.

5 Argumento Conjunto de afirmações em que se procura sustentar uma delas (a conclusão) por meio das outras (as premissas), É necessário que um agente racional agrupe um dado conjunto de afirmações com a intenção de produzir um argumento, É por isso que não se pode evitar dizer que um argumento é um conjunto de afirmações em que se pretende que uma delas seja sustentada pelas outras.

6 Premissas Argumento Conclusão Exemplo de argumento: Premissa: Todos os portugueses são europeus. Conclusão: Logo, alguns europeus são portugueses.

7 Raciocínio É a operação pela qual a inteligência, partindo de duas ou mais relações conhecidas, afirmadas ou negadas, conclui uma nova relação que nelas estava implicitamente contida e delas deriva logicamente. Trata-se da operação mental que infere conhecimentos novos a partir de conhecimentos dados. Todos os raciocínios são constituídos por um certo número de proposições dispostas de tal modo que a conclusão resulta das premissas.

8 Raciocinar Exige a universalidade humana da razão, A razão está sempre à frente de tudo e de todos os sistemas sociais, Nem todas as opiniões são igualmente válidas, valem mais as que possuem melhores argumentos a seu favor e as que melhor resistem à prova de fogo do debate com as objeções que lhe são colocadas

9 Raciocínio Classificação : A) Válidos: As premissas são verdadeiras e a conclusão também. B) Inválidos: As premissas são verdadeiras, porém a conclusão é falsa. A validade (verdade) ou falsidade de uma conclusão dependem dos conteúdos do raciocínio.

10 Validade e Verdade A verdade é uma propriedade das proposições. A validade é uma propriedade dos argumentos. As proposições não são válidas nem inválidas. As proposições só podem ser verdadeiras ou falsas. Os argumentos não são verdadeiros nem são falsos. Diz-se válidos ou inválidos. Quando é que um argumento é válido???

11 Um argumento dedutivo é válido quando é impossível que as suas premissas sejam verdadeiras e a conclusão falsa. Exemplo: - Premissa 1: Alguns treinadores de futebol ganham mais de euros por mês. - Premissa 2: O Mourinho é um treinador de futebol. - Conclusão: Logo, o Mourinho ganha mais de euros por mês. Premissas Verdadeiras + Conclusão Falsa = Argumento Inválido

12 Falácia Argumento logicamente inconsistente ou incorreto, portanto, um argumento não válido, São erros dos argumentos que resultam quer da má construção gramatical das proposições, quer da forma, quer do conteúdo ou da matéria do argumento.

13 Falácia Falácias Informais: São argumentos em que as premissas não sustentam a conclusão em virtude de deficiências no conteúdo, O erro provém da matéria ou conteúdo do raciocínio.

14 Falácia Falácias da Irrelevância: As premissas que não são relevantes para sustentar as conclusões. Falácias da Insuficiência de Dados: As premissas não fornecem dados suficientes para garantir a verdade das conclusões. Falácias da Ambigüidade: As premissas estão formuladas numa linguagem ambígua.

15 Falácia Falácia de Recurso à Força: Argumento que recorrem a formas de ameaças como meio de fazer aceitar uma afirmação. Falácia Contra a Pessoa: Argumento que pretende mostrar que uma afirmação é falsa, atacando e desacreditando a pessoa que a emite. Falácia da Ignorância Argumento que consiste em refutar um enunciado, só porque ninguém provou que é verdadeiro, ou em defendê-lo, só porque ninguém conseguiu provar que é falso.

16 Falácia Falácia da Misericórdia: Argumento que consiste em pressionar psicologicamente o auditório, desencadeando sentimentos de piedade ou compaixão. Falácia Populista: Criação de um ambiente de entusiasmo e encantamento que propicie a adesão a uma determinada tese ou produto, cuja origem ou apresentação se devem a uma pessoa credora de popularidade. Falácia Demagógica: Argumento que pretende impor determinada tese, invocando que ela é aceite pela generalidade das pessoas.

17 Falácia Falácia da Autoridade: Argumento que pretende sustentar uma tese unicamente apelando a uma personalidade de reconhecido mérito. Falácias da Insuficiência de Dados: Trata-se de proceder a generalizações, partindo de observações insuficientes ou não representativas. Falácia da Generalização Precipitada: Enunciar uma lei ou regra geral a partir de dados não representativos ou insuficientes. Este tipo de falácia pode assumir duas formas: enumeração incompleta e acidente convertido.

18 Falácia Enumeração Incompleta: Argumento que consiste em induzir ou generalizar a partir de observações insuficientes Acidente Convertido: Argumento que consiste em tomar por essencial o que é apenas acidental, por regular ou freqüente o que é excepcional.

19 Falácia Falácia da Falsa Causa: Não causa pela causa: Falácia que consiste em atribuir a causa de um fenômeno a outro fenômeno, não existindo entre ambos qualquer relação casual. Depois de, logo por causa de): Falácia que consiste em atribuir a causa de um fenômeno a outro fenômeno, pela simples razão de precedê-lo. Exemplo: Se um desportista tomou certa bebida antes da competição e se saiu vencedor, pode inferir que essa bebida funciona como "poção mágica" e passar a tomá-la antes dos jogos.

20 Falácia Falácia da Falsa Analogia: Forma de inferência que consiste em tirar conclusões de um objeto ou de uma situação para outra semelhante, sem reparar nas diferenças significativas. Falácia da Petição de Princípio: Forma de inferência que consiste em adotar, para premissa de um raciocínio, a própria conclusão que se quer demonstrar. Falácia da Pergunta Complexa: Consiste em adicionar duas perguntas ou fazer uma pergunta que pressupõe uma resposta previamente dada, de modo a que o interlocutor fique numa situação embaraçosa, quer responda afirmativa ou negativamente.

21 Falácia Falácia da Equivocidade: Consiste em introduzir num argumento um termo com duplo sentido, o que conduz a conclusões erradas. Falácia da Divisão: Argumento que atribui aos elementos isolados uma propriedade que é pertença coletiva da classe em que esses elementos se integram. Falácia da Falsa Dicotomia: Apresentação de duas alternativas como sendo as únicas existentes em dado universo ignorando ou omitindo outras possíveis.

22 Falácia Falácia do Espantalho: Consiste em atribuir a outrem uma opinião fictícia ou em deturpar as suas afirmações de modo a terem outro significado, Falácia da Derrapagem: Argumento que, introduzindo pequenas diferenças entre cada uma das premissas condicionais ou equivalentes, leva a uma conclusão despropositada, Falácia de Anfibologia: É uma ambigüidade sintática. Há anfibologia quando uma frase permite duas ou mais interpretações. Há falácia por não haver estabilidade de sentido. Muitos slogans entram nesta categoria de falácias.

23 Discussão e Conflito A dialética Exposição simultânea de idéias, raciocínios ou reflexões através de duas ou mais correntes de argumentação configura uma forma de construção ou incremento do conhecimento, uma vez que estimula a intersecção de diferentes idéias, percepções a serem compartilhadas. Choque de premissas constitui instrumento bastante favorável para a avaliação da validade dos argumentos.

24 Discussão e Conflito É importante que haja um bom nível de maturidade dos elementos para que seja validada a argumentação final que possa configurar a verdade universalizada, nos parâmetros norteados pela lógica e a razão, Somente o raciocínio lógico e provido de juízo e imparcialidade será possível constituir a verdade eticamente validável, Conhecimento confiável : raciocínio válido, livre de falácias e pré-concebimentos (preconceitos).

25 Discussão e Conflito Nem todas as opiniões são igualmente válidas, valem mais as que possuem melhores argumentos a seu favor e as que melhor resistem à prova de fogo do debate com as objeções que lhe são colocadas

26 Cruzamento de Verdades A discussão é uma ferramenta indispensável para alcançar uma verdade universalizada Opinião Argumento Verdade A opinião de alguém sobre algum assunto é variável porque depende do grau de percepção que uma pessoa tem de um fato ou fenômeno. Argumento válido: necessita um método de raciocínio válido e todo método necessita de uma disciplina para a elaboração de um raciocínio coerente.

27 Cruzamento de Verdades A verdade depende da nossa avaliação e nossa avaliação depende de nossa percepção sensorial que apresenta seus limites e falhas.

28 Disciplina no Raciocínio e Argumentação A falta de disciplina: Prejudica o processo de raciocínio e argumentação em uma discussão, Inviabiliza a aferenciação (ouvir e perceber), Prejudica a eferenciação (argumentar e agir) de informações para um devido processamento, A política de salvaguarda da nossa imparcialidade deve ser alcançada através da autovigília. Diminuindo barreiras quase reflexas de negações que emergem quando nossos argumentos são confrontados.

29 A única forma de discussão moral diante de uma discrepância de conhecimentos, experiências, visões e argumentos é que aquela que possibilita que aquele que possui um nível de compreensão mais elevado possa descer ao nível de quem tem menorentendimento afim de que este possa expandi- lo. O caminho para esta expansão passa pela verdade estabelecida em cada premissa de uma discussão, mas para que seja assimilada e internalizada precisa sofrer aceitação.

30 Conhecimento Propriedade de deter saberes angariados através do processo de aprendizado. Decorre: da experiência, do ensino, ou das experiências de um indivíduo para com os outros.

31 Sabedoria Qualidade de sabedor; caráter do que é dito ou pensado sabidamente, doutrina; totalidade de conhecimentos adquiridos. Justo conhecimento, natural ou adquirido das verdades, mormente morais.

32 Sentimento Ato ou efeito de sentir; resultado da sensação proveniente do trabalho interior do espírito, afetado por uma causa interna ou externa; Disposição para ser facilmente tocado, impressionado ou comovido; Manifestação do que se sente; Percepção das coisas por meio dos sentidos; afeição, paixão; excitação da alma no que se refere ao coração e não à razão;

33 Imparcialidade: Qualidade de imparcial; que não é parcial; que julga desapaixonadamente; reto. Compreensão: Ato ou efeito de compreender, de apanhar um assunto inteiramente, em todas as suas particularidades; benevolência. Totalidade dos caracteres compreendidos numa idéia geral. Aceitação: Ato ou efeito de aceitar; admitir; acolhimento; aprovação. Conflito: Embate de pessoas que lutam; altercação acompanhada de injúrias e ameaças; discordância,oposição; conflito de opiniões.

34 Discutir: Debater (uma questão); examinar questionando; questionar. Fazer questão; entrar em discussão, questionar; contender. Problema: Questão para resolver; questão matemática, proposta para que se lhe dê solução; aquilo que é difícil de explicar ou resolver;, incompreensível, enigma, mistério; proposta duvidosa, que pode ter muitas soluções.

35 Domínio: Ser do domínio, ser sabido. Disciplina: Regime de ordem imposta ou livremente consentida; conjunto de prescrições destinadas a garantir o funcionamento regular de alguma organização; observância de método, regras, preceitos; qualquer ramo de conhecimentos. Ignorância: Estado ou condição de quem ignora, de quem não é instruído; falta de saber, de conhecimento; falta de conhecimento de um objeto determinado, desconhecimento; insciência; burrice; estupidez, boçalidade; obscurantismo.

36 Empirismo Concepção filosófica segundo a qual o conhecimento baseia-se exclusivamente na experiência, sem que haja mediação da teoria. Conceitos populares, elaborados sem um método de avaliação, de causa e efeito, enfim sem embasamento científico, são ditos como empíricos.

37 Preconceito Conceito formado antecipadamente e sem fundamento razoável. Opinião adotada sem exame, imposta pelo meio, pela educação; julgamento favorável ou desfavorável relativo a alguém ou alguma coisa, formado de antemão, a partir de certas circunstâncias, fatos, aparências. O preconceito é toda e qualquer conjectura que leva a um julgamento não fiel à verdade dos fatos, ou que julga sem permitir a avaliação inicial mais fidedigna de um conjunto de premissas. O pré-concebimento é uma barreira quase sempre leva a atitudes de ignorância que já foram demonstradas em nossa história.

38 Avaliação de Fenômenos Na Área da Saúde: A Observação Clínica dos sinais e sintomas, o conhecimento de deu de forma gradual. Por muitos séculos os médicos, curandeiros terapeutas desenvolviam seu conhecimento através de sua experiência e análise empírica dos fenômenos, através de uma associação ingênua de causa e efeito. Muitas vezes os achados eram simples acaso, levando à conclusões que muitas vezes eram engodo.

39 Praticar Medicina Baseada em Evidências significa integrar a experiência clínica com as melhores evidências disponíveis derivadas de pesquisas sistemáticas. É Uma forma nova de ensino e prática da medicina que atribui um papel menos destacado para o raciocínio fisiopatológico para a intuição e para a experiência clínica não sistematizada. Enfatiza o exame das evidências de pesquisas clínicas como instrumento adequado para a prática de uma medicina mais eficiente. Requer que o médico ou especialista em saúde tenha novas habilidades tais como capacidade para elaborar questões clínicas corretamente, para realizar busca de respostas a estas questões, criticar a informação obtida através da aplicação de regras de evidência, capacidade de decisão com base nestas informações, mais que na opinião de autoridades ou em experiências não sistemáticas.

40 Pesquisa: Ato ou efeito de pesquisar; busca, indagação, investigação; conjunto de atividades que tem por finalidade a descoberta de conhecimentos novos no domínio científico, literário ou artístico. Ciência: Conjunto de conhecimentos relativos a certas categorias de fatos ou de fenômenos; conjunto de conhecimentos humanos como um todo; conhecimento; erudição. Fenômenos: Aparência ou manifestação de ordem física ou psíquica; fato científico que pode ser observado; fato conhecido empiricamente; tudo que é percebido pelos sentidos ou pela consciência; toda modificação operada nos corpos pela ação de agentes físicos ou químicos. Ser ou objeto que apresenta algo de anormal,de surpreendente; tudo o que se observa de extraordinário; o que é raro ou assombroso, maravilha; pessoa que se distingue por algum talento extraordinário.

41 Metodologia: Disciplina que tem por objeto o estabelecimento e a verificação dos métodos de uma dadaciência ou campo do conhecimento; disciplina que tem por objeto o estabelecimento e a sistematização dos procedimentos e princípios gerais pertinentes à produção do conhecimento científico. Método: Conjunto de meios dispostos convenientemente para chegar a um fim que se deseja; modo ordenado de proceder para se alcançar um resultado determinado; arranjo ordenado e sistemático; organização; regularidade; maneira de fazer as coisas; ordem ou sistema que se segue no estudo ou ensino de qualquer disciplina; livro elementar, em que se coordenam os princípios necessários para o estudo de uma ciência, disciplina ou arte, principalmente o estudo de música e de línguas. Aferição: Ato ou efeito de aferir; marca que se põe nas coisas aferidas.

42 Inferir: Concluir; deduzir. Tratamento: Ato ou efeito de tratar ou tratar-se; série metódica de aplicações medicinais que se empregam para combater uma doença. Alimentação, passadio, conversação, trato do mundo, título de graduação. Terapia: Parte da medicina a qual estuda os agentes curativos e seu emprego racional. Massoterapia: Tratamento por meio de massagem.


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