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1 Teresa Freire- Psicóloga/Sanitarista- SESAP Política de Humanização Política de Humanização da Atenção e da Gestão do SUS da Atenção e da Gestão do SUS

2 Política de Humanização Política de Humanização I. A Saúde é um direito de todos e dever do Estado SUS : SUS : UNIVERSALIDADE, INTEGRALIDADE E EQUIDADE UNIVERSALIDADE, INTEGRALIDADE E EQUIDADE Conceito ampliado de saúde No percurso do SUS: No percurso do SUS: muitos avanços e conquistas, mas também dificuldades

3 Algumas Dificuldades 1. O acolhimento inadequado 2. A desvalorização dos trabalhadores; A fragmentação nos processos de atenção, nos processos de trabalho e nas relações entre os diferentes profissionais; 3.Precária interação nas equipes e despreparo para lidar com a dimensão subjetiva, social e cultural nas práticas de atenção; falta de vínculo entre equipes de saúde e usuários. 4. Baixo investimento na qualificação dos trabalhadores,(exemplo: à gestão participativa e ao trabalho em equipe); baixos salários e falta de PCCS na maioria dos locais; 5. Desrespeito aos direitos dos usuários; 6. Sub-financiamento do SUS.

4 A PNH lançada em 2003 visa a efetivação dos princípios do SUS nas práticas do dia-a-dia da atenção e da gestão, fomentando as trocas solidárias entre gestores, trabalhadores e usuários para a produção de saúde. Por Humanizasus entende-se: valorização dos diferentes sujeitos implicados no processo de produção da saúde: usuários, trabalhadores e gestores. Política de Humanização da Atenção e da Gestão do SUS da Atenção e da Gestão do SUS

5 Política de saúde como uma política que potencializa a experiência do/no coletivo - Uma política que atravessa as diferentes práticas de atenção e gestão do SUS Que pensa o humano nas suas possibilidades concretas do existir, do criar, do produzir, do se relacionar Pensa os espaços de produção de saúde como oportunidades de encontros entre as pessoas, entre uma equipe e usuários; mesmo quando mediada por equipamentos ou outras tecnologias Interações possibilitam a produção de novos territórios existenciais O SUS que dá certo: O SUS que dá certo: (cont. )

6 POLÍTICA DE HUMANIZASUS : ATITUDE - ÉTICA A POLITICA DE HUMANIZASUS TEM : PRÍNCIPIO – MÉTODO – DIRETRIZES- DISPOSITIVOS Seus valores: autonomia, protagonismos dos sujeitos, co-responsabilidade, vínculos solidários, construção de redes e participação coletiva no processo de gestão. TRANSFORMAR PARA CONHECER : PRIMADO PELA INTERVENÇÃO

7 A INSEPARABILIDADE ENTRE A ATENÇÃO E A GESTÃO DOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE SAÚDE A INSEPARABILIDADE ENTRE A ATENÇÃO E A GESTÃO DOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE SAÚDE – Ações interdependentes e complementares. A incorporação da humanização deve ocorrer considerando esse entendimento. Alteração dos modos de gestão e atenção implica outros modos de apropriação do trabalho. TRANSVERSALIDADE TRANSVERSALIDADE –aumento do grau de abertura da comunicação intra e inter-grupos e ampliam as grupalidades. Desestabilização das fronteiras dos saberes, dos territórios de poder e dos modos instituídos da constituição das relações de trabalho AUTONOMIA E PROTAGONISMO DOS SUJEITOS AUTONOMIA E PROTAGONISMO DOS SUJEITOS – A co-responsabilidade entre gestores, usuários e trabalhadores da saúde, o estabelecimento de vínculos solidários e a participação coletiva no processo de atenção e gestão. Princípios

8 SEU MÉTODO É DE INCLUSÃO 1ª INCLUSÃO DOS TRABALHADORES, GESTORES E USUÁRIOS(as) Modo de fazer: através da Roda, lateralização 2ª INCLUSÃO DO CONFLITO : analisadores institucionais Revelar as tensões institucionais Modo de Fazer: Gestão do Conflito 3ª INCLUSÃO É DOS COLETIVOS, movimentos sociais Modo de fazer: Grupalidade

9 ALGUMAS DIRETRIZES DA PH-DIREÇÃO Ampliação do acesso do usuário ao SUS, implantan- do o acolhimento responsável/resolutivo, baseado em critérios de risco; Mudança nos modelos de atenção e gestão com foco nas necessidades dos cidadãos, produção de saúde e de sujeitos, responsabilização e vínculo; Garantia dos direitos dos usuários e dos trabalha- dores da saúde; Implantação da gestão participativa nos serviços in- cluindo trabalhadores e usuários; Garantia de ofertas de Educação Permanente

10 Dispositivos: modos de operar a PH As diretrizes da PH se operacionalizam nos diversos dispositivos: 1. Acolhimento em saúde nas Unidades de Saúde; 2. Clínica Ampliada (Gestão Compartilhada da Produção de 2. Clínica Ampliada (Gestão Compartilhada da Produção de Saúde: Equipe de Referência, Projeto Terapêutico Singular Saúde: Equipe de Referência, Projeto Terapêutico Singular Projeto de Saúde Coletiva; Projeto de Saúde Coletiva; 3. Direitos e Deveres dos Usuários (Carta de Direito dos Usuá- rios); Acolhendo os Familiares/Rede social: Direito de Acom- rios); Acolhendo os Familiares/Rede social: Direito de Acom- panhante, Visita Aberta, agenda com a equipe; panhante, Visita Aberta, agenda com a equipe; 4.Grupo de Trabalho de Humanização - 4.Grupo de Trabalho de Humanização - GTH- intervir Na melhoraria dos processo de trabalho e na produção da saúde

11 DISPOSITIVOS: MODOS DE OPERAR A PH 6.Construção Coletiva da Ambiência; 6.Construção Coletiva da Ambiência; Organizar ambiente com conforto, privacidade e áreas reservadas para o contato dos familiares com a equipe, após o atendimento na sala de emergência e Centro Cirúrgico; 7.Programa de Formação em Saúde e Trabalho e atividades de saúde e qualidade de vida para os profissionais da saúde; de saúde e qualidade de vida para os profissionais da saúde;

12 Dispositivos: modos de operar a PH 8.Gestão Participativa e co-Gestão : 8.Gestão Participativa e co-Gestão : Ampliar o diálogo entre os sujeitos promovendo a gestão participativa através de colegiados gestores. de gestão inter e intra institucional, mesas de Contratos de gestão inter e intra institucional, mesas de negociação;Conselho gestor de hospital; ouvidorias; gerência de porta aberta de porta aberta - Pactuar com cada trabalhador e com cada equipe as suas atividades e metas. Instituir avaliação das equi- pes com incentivos. Espaços onde os pedidos são apreciados, possibilitando Espaços onde os pedidos são apreciados, possibilitando processos de co-análise, co-decisão, co-operacionalização, processos de co-análise, co-decisão, co-operacionalização, co-avaliação, enfim co-responsabilização. Os Atores/Sujeitos, seus propósitos e interesses: espaço de criação, tensão e disputas!

13 Clínica Ampliada: Clínica Ampliada: Secretaria de Atenção à Saúde Ministério da Saúde Resgate da escuta – produção de cuidado Encontro de acolhimento – dor e sofrimento Produção de desvio – possibilidade de um outro projeto terapêutico Vínculo e responsabilização Cura e Cuidado / Cuidador e pessoa cuidada Compromisso radical com o sujeito e sua singularidadeCompromisso radical com o sujeito e sua singularidade Não limitar-se às 3 perguntas: O que tem?, Como confirmar? Como tratar? Incluir outras interrogações:Não limitar-se às 3 perguntas: O que tem?, Como confirmar? Como tratar? Incluir outras interrogações: -Por que isto ocorreu? É possível alguma ação de prevenção e promoção para que outros não tenham tal agravo? -Que o usuário e família/Rede Social tem a dizer sobre? Que devem saber sobre a situação?

14 Redução de filas e do tempo de espera, com ampliação do acesso. Atendimento acolhedor e resolutivo baseado em critérios de risco. Implantação de modelo de atenção com responsabilização e vínculo. Garantia dos direitos dos usuários. Valorização do trabalho na saúde. Gestão participativa nos serviços Alguns resultados esperados Alguns resultados esperados

15 Trecho de poesia Trecho de poesia...CADA UM DE NÓS COMPÕE A SUA PRÓPRIA HISTÓRIA, CADA SER EM SI CARREGA O DOM DE SER FELIZ. ESTAMOS CONSTRUIR UM SUS EM DEFESA DA VIDA. OBRIGADA !!

16 Outubro de 2005 Secretaria de Atenção à Saúde Ministério da Saúde CONTATOSCOM A PNH E PEH: CONTATOS COM A PNH E PEH: Site da PNH: Telefones: (55) – 0 XX Consultora Sheylla Rodriques ComiTê estadual de Humanizasus – SESAP/RN de Atenção à Saúde Ministério da Saúde


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