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DCP 2006 MESTRADO EM EDUCAÇÃO MULTIMÉDIA Educação Multimédia I Ano lectivo de 2006-2007 1º Semestre.

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1 DCP 2006 MESTRADO EM EDUCAÇÃO MULTIMÉDIA Educação Multimédia I Ano lectivo de º Semestre

2 DCP 2006 Capítulo 2 Sociedade

3 DCP 2006 Importância da Sociedade na Educação Desenvolver cidadãos capacitados para viver em Sociedade Tal implica: Uma análise da Sociedade nos seus vários aspectos Três Períodos de Transição entre a Sociedades Industrial e a Nova Sociedade: Fim dos anos 40 – Economia baseada na informação Anos 60 – Sociedade Pós-Industrial ou de Serviços Anos 80 – Alta Modernidade

4 DCP 2006 A Sociedade é estudada pela Sociologia A Sociologia surge no século XIX. Aplicação, por Comte, do Positivismo Científico ao estudo da Sociedade Surgimento de Diferentes abordagens: Marxismo Funcionalismo (Durkheim) Interaccionismo Simbólico (Weber)

5 DCP 2006 Edgar Morin propõe a reformulação do paradigma da Sociologia A Sociedade contemporânea é caracterizada pela Complexidade e como tal deve ser estudada de forma global e não fragmentada Propõe a reforma do Pensamento Sociológico: Adoptar uma epistemologia correspondente à da Ciência contemporânea – Epistemologia Construtivista Introduzir a complexidade através de um remembramento sistémico. Articular com outras Ciências Humanas – todo antropo-sociológico Reconhecer a dimensão vivencial e a compreensão Abrir o pensamento sociológico à literatura Restaurar o pensamento dos grandes problemas antropossociais

6 DCP 2006 Segundo Morin, os Sociólogos deverão: Assumir uma cultura Científica e Humanista Promover a complexidade Antropossocial (e não simplificação) Aceitar a necessidade de um novo paradigma para as ciências humanas. Princípios metodológicos da Sociologia Contemporânea: Autonomia – noção de projecto, finalidade, autor e sujeito. Considerar o endo e exo determinismo. Inseparabilidade do sujeito e do objecto. Contra a ideia de observação pura.

7 DCP 2006 Perspectiva Pós-Moderna da Sociologia Varia entre a posição anárquica de Baudrillard e a desconstrucionista de Foucault Baudrillard O Mundo é dominado pelos novos média que nos desligam do passado e criaram um mundo caótico e vazio. Foucault Discurso como forma de poder para moldar as atitudes populares. Conhecimento como forma de controlo.

8 DCP 2006 Caracterizações da Sociedade actual por: Anthony Giddens (1984); Ulrich Beck (1992); Jürgen Habermas (1989) Manuel Castells (2000) A importância da Esfera Pública - Jürgen Habermas Não existe alternativa ao Capitalismo – capaz de gerar riqueza. O Capitalismo gera crises – necessidade de as controlar. Aumentar o controlo sobre os processos económicos reforçando a Esfera Pública, através dos média.

9 DCP 2006 A Sociedade de Risco - Ulrich Beck Os aspectos negativos, a que chama riscos, superam os aspectos positivos e escapam ao controlo social. Sugere a Evolução da Sociedade em três períodos: Pré-Industrial Industrial Moderno Sociedade de Risco Diferencia a Sociedade de Risco das outras Sociedades pelas alterações verificadas ao nível dos padrões sociais. Desigualdade social - individualizada. Diferença no papel da família e do género Desemprego estrutural, aparecimento de emprego em part-time, desaparecimento do emprego para a vida. Concebe a Ciência para além da verdade e do Iluminismo, Propõe a ideia de risco auto-assumido.

10 DCP 2006 Sociedade Informacional em Rede – Manuel Castells Surge como resultado: das novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) da crise económica, a que sobreviveu o Capitalismo pela integração do espírito e das práticas do informacionalismo. Produção - inovação Competitividade - globalização Do aparecimento dos movimentos Sócio-culturais – mudar a vida e não tomar o poder. É caracterizada por: Uma nova estrutura social – em rede (Network Society) Uma nova economia – Informacional, Global Uma nova cultura – Virtualidade Real (extinção da audiência de massas).

11 DCP 2006 Estamos perante uma nova Sociedade com concepções próprias relativamente à: Produção Experiência Poder Nova Dimensão sociológica da Produção Forças que comandam a Economia: Produtividade – Inovação Competitividade – Flexibilidade

12 DCP 2006 Transformações nos factores de Produção Trabalho Trabalho Genérico – sem possibilidade de reprogramação - substituível por máquinas – Acedido por Formação / Treino. Trabalho Auto-programado – capacidade de constantemente redefinir as aptidões necessárias para determinada tarefa - Educação com exigência de flexibilidade Geometria variável da estrutura de trabalho – horários flexíveis e à distância; Auto-emprego; Subcontratação recíproca; descentralização e individualização do trabalho. Capital - Beneficiários : detentores de propriedade classe de gestores mercados financeiros globais (capitalista colectivo)

13 DCP 2006 Terra Espaço e Tempo Espaço de lugares substituído pelo espaço de fluxos (conexão através das redes). Tempo cronológico não aplicável - comunicações instantâneas, discrepância de tempos entre os vários locais Tempo sequencial – esvai-se com a hipertextualização Tempo perde a característica de moldar o espaço Tempo sem tempo – subordinado ao espaço Classes Sociais Aumento das desigualdades sociais. Três clivagens sociais: Produtores de informação vs trabalhadores genéricos. Acumulação de pessoas excluídas Separação entre lógica de mercado e o fluxo de capitais e a experiência humana de vida de trabalho.

14 DCP 2006 Nova Dimensão Sociológica da Experiência Clivagem entre o Eu e a Rede Procura de uma identidade – associativismo – baseada mais no que se é e não tanto no que se faz - risco de nacionalismos, fundamentalismos. Crise no patriarcalismo e família patriarcal. Nova Dimensão Sociológica do Poder Crise do Estado/Nação Incapacidade de tomar decisões e de cumprir promessas (bem estar social) As decisões políticas dependem de diferentes centros de poder - Geometria de Poder Variável Nova forma de estado – em Rede Poder representado nos códigos culturais – as pessoas tomam decisões. A cultura é a fonte de Poder. O Poder é imaterial

15 DCP 2006 O mundo em Fuga, a Alta Modernidade e a Terceira Via - Anthony Giddens Integra conceitos como: Globalização Risco Crise da Tradição Crise da Família Crise do Estado-Nação e da Democracia.

16 DCP 2006 Globalização Característica da sociedade emergente da Revolução Informacional É facilitada pelos novos recursos tecnológicos Caracteriza-se por um mercado global É um fenómeno não só económico, mas político, cultural e tecnológico. É uma rede de processos. Para regiões mais pobres pode ser perversa: Destruição de economias locais de sobrevivência As transformações tecnológicas podem abalar as economias sem grande investigação e desenvolvimento Flutuação dos preços das matérias primas

17 DCP 2006 Risco Impacto do desenvolvimento tecnológico no meio ambiente Tradição Defende a Tradição como um factor de aquisição de uma identidade equilibrada e como possível antídoto a fundamentalismos. Família Evolução do conceito de família - Equilíbrio de poderes – privilégio do diálogo. Estado-Nação e Democracia Democracia global O estado perde o poder de Decisão e mantendo o poder de Negociação

18 DCP 2006 Economia Contemporânea Pós-Fordismo, Capitalismo do Conhecimento Três períodos de gestação do Novo Capitalismo: Fim da década de 40 - Schumpeter - Ventos de destruição Criativa Importância do Conhecimento e não das matérias primas Espírito do empreendedorismo Valorização da inovação empresarial: invenções, novos meios de produção, novos produtos, novas formas de organização Década de 60 – Sociedade Pós-Industrial – Serviços Preponderância de empregos e actividades no sector de serviços e não de manufactura. Computador como possibilidade de inovação. Década de 90 - Generalização do Poder Computacional – Internet Possibilidade de libertar as forças de destruição criativa e provocar a globalização

19 DCP 2006 Transição do Capitalismo de Manufactura para Capitalismo de Conhecimento Provocada pela: Crise de petróleo na década de 70 – põe fim à fonte de energia; Novas tecnologias Capitalismo de Manufactura Modo de produção – manufactura Regulado pela meta keynesiana– Sociedade de bem estar (welfare) Modo de desenvolvimento – Industrialismo Modo de organização do trabalho - Fordismo Fim do séc. XX – Capitalismo de Informação ou do Conhecimento Modo de Produção - Informação Regulado por meta schumpeteriana - bom trabalho (workfare) Modo de desenvolvimento – Informacionalismo ou Pós-Industrialismo Modo de organização do trabalho – Pós-Fordismo

20 DCP 2006 Fordismo Produção em massa - linhas de montagem – operários semi- especializados Economia fechada – orientada pela oferta – pouco sensível ao mercado Estado de bem estar (welfare state ou estado providência): que gere as políticas do mercado de trabalho, ajuda a equilibrar a procura e a oferta, que investe em infra-estruturas e encoraja o consumo. Pós-Fordismo Produção e forças de trabalho flexíveis - orientadas pela procura mundial Profissionais polivalentes e especializados Aposta na inovação - investigação e desenvolvimento Competição pela Qualidade e não pelo preço. Financiamento privado Estado Pós-Fordista - promove novas tecnologias e políticas orientadas para a competitividade internacional

21 DCP 2006 A Nova Economia Baseada no conhecimento Novas ideias e as TIC - Chave para a criação de emprego Risco, incerteza, mudança – são a regra Flexibilização – necessidade de inovação – autonomia de aprendizagem - trabalho em equipa Globalização – mercados mundiais – só possível pela comunicação em rede – Internet Coopetição – Combinação entre colaboração e competição

22 DCP 2006 Perspectiva de Gestão Contemporânea - Organizações Aprendentes e suas Disciplinas Organizações Aprendentes Organizações que estão continuamente a expandir a sua capacidade de criar o futuro – sistema aberto que aprende. Nova noção do homem – Homem-Aprendiz Dinâmica de onde emergem cinco disciplinas: Mestria pessoal, Modelos Mentais, Visão partilhada, Aprendizagem em equipa, Pensamento sistémico Dividem-se em três grupos: Disciplinas Reflexivas Disciplinas Colaborativas Disciplinas Sistémicas

23 DCP 2006 Disciplinas Reflexivas Mestria Pessoal Desenvolvimento de competências e desenvolvimento espiritual. Viver de forma Criativa e não Reactiva. Consiste em: Articular uma imagem coerente da Visão Pessoal de cada um – o que é desejado - com uma avaliação realista em cada momento. A diferença entre a visão e a realidade – cria uma tensão criativa – que levaria à aprendizagem. Mais que reter a informação - provoca mudança – leva a realizar os objectivos que verdadeiramente interessam.

24 DCP 2006 Disciplinas Reflexivas Modelos Mentais Admite-se que criamos modelos do mundo que manipulamos sobre a forma de raciocínio. Importa a tomada de consciência desses modelos, de modo a percebermos as nossas atitudes e percepções e as dos outros e a forma como se articulam com a realidade.

25 DCP 2006 Disciplinas Colaborativas – Aplicadas a grupos Visão Partilhada Estabelecimento de objectivos comuns a partir de uma visão pessoal – Criação conjunta Sentido de Comprometimento com o grupo Desenvolvimento de imagens compartilhadas e dos princípios e métodos pelos quais os procuram atingir Importância de ouvir os outros

26 DCP 2006 Disciplinas Colaborativas – Aplicadas a grupos Aprendizagem em Equipa Disciplina que se preocupa com a interacções do grupo e procura optimizá-la. Recurso a técnicas como: diálogo; a discussão. Pensamento colectivo – mobilização de energias para atingir metas comuns.

27 DCP 2006 Disciplinas Sistémicas Pensamento Sistémico Aprender a compreender a interdependência dos factores de mudança e a lidar com as consequências das nossas acções. Ver os itens de um problema de forma inter-relacionada e não linear. Por vezes em ciclos – causa e efeito ao mesmo tempo Importância do Ponto de Alavancagem – ponto em que uma intervenção corresponde às maiores consequências.

28 DCP 2006 Sociedade de Futuro Globalização – As TIC, nomeadamente a Internet, fornecem o suporte necessário à globalização - reaproximação da população mundial. Flexibilização – organizações mais flexíveis – sua expansão por espaços não contíguos. Personalização - valorização da pessoa humana Desactualização – conhecimento em evolução exponencial – educação deve investir mais em competências do que em informação. Complexificação - necessidade de modelar fenómenos complexos

29 DCP 2006 Características a que a Educação deve responder: Educar com competências para adquirir o conhecimento sempre em mudança – Literacia Científica Promover princípios como: tolerância, democracia, direitos humanos, etc. Desenvolver o espírito empreendedor Domínio das TIC Novas Regras para o Sucesso Económico Produtividade, qualidade, flexibilidade Treino inicial flexível e aprendizagem ao longo da vida Aprendizagem de novas competências (competências Transferíveis, disciplinas de Senge.

30 DCP 2006 Construtivismo Social Ciência e tecnologia construídas socialmente. Objectividade impossível – realidade existe sobre a forma de múltiplas construções mentais baseadas na sociedade ou na experiência. Separação do sujeito e do objecto de conhecimento Conhecimento como produto da utilização dos nossos corpos e não como espíritos contemplando passivamente o mundo.

31 DCP 2006 Construtivismo Social Radical – a Ciência pode reduzir-se ao nível social ou linguístico Movimento radical de Barnes e Bloor – Programa Forte Sustenta que a Ciência deve ser estudada como qualquer outro aspecto da cultura humana. Movimento Sóciológico-Científico de Latour e Callon – Escola Actor- Rede. Construtivismo Social Moderado Construtivismo Histórico-Naturalista Abertura da Ciência à Investigação Histórica – Ciência como um conhecimento natural - casamento com a história Recurso à Transdisciplinaridade Postulado da simetria


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