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2 Ligue o som. Este programa foi produzido em PowerPoint versão atualizada. Os efeitos inseridos somente estarão corretos nas versões a partir de A fim de facilitar a leitura, em alguns casos, inserimos, no final do texto, esse sinal © Ele significa que o espectador deverá clicar o mouse ou teclado para avançar ao próximo slide. Caso não tenha o sinal, deixar os slides avançarem naturalmente. ©

3 A Samamultimídia Educação e Arte apresenta Especial Semana Santa

4 Um oferecimento

5 A revista que pode mudar a sua vida!

6 Humanus V Volume II

7 Nas melhores e mais corajosas bancas e livrarias do país

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9 Semana Santa Entre as trevas e a Luz

10 Novela em sete capítulos

11 Baseada na obra Assim Ouvi do Mestre de Joaquim José de Andrade Neto

12 Capítulo IV

13 05 de abril do ano 30 Quarta-feira

14 Nesse dia Jesus não apareceu em Jerusalém. Provavelmente, tenha ficado em Betânia. Pelo menos, assim o deduziram, alguns historiadores, da circunstância de nenhuma prédica ser atribuída a esse dia, e também do fato dos evangelistas Marcos e Matheus colocarem nessa data o repasto em casa de Simão, durante o qual Maria Madalena derramou óleo de nardo sobre a cabeça do Senhor e sobre Seus divinos pés derramou as mais preciosas lágrimas de amor e de arrependimento de que se tem notícia. O quarto Evangelho precisa que a citada refeição se realizou seis dias antes da Páscoa. Essa diferença não muda em nada esse que foi um dos mais belos e mais significativos acontecimentos dos últimos dias que Jesus viveu na Terra.

15 Retornando um pouco no tempo, por ocasião do derradeiro milagre de Jesus, após a breve passagem por Betânia, deixando Marta, Maria e o ressuscitado Lázaro inteiramente entregues à sua alegria, Jesus partiu para o norte, para Efraim, que fica a menos de quarenta quilômetros de distância da cidade deicida. Ele não queria aparecer em Jerusalém senão no momento preciso da semana pascal, seguindo assim cada passo do Plano Divino; e também, na nobre solidão daquelas áridas alturas, pretendia dar aos Seus discípulos supremas instruções – tendo sido ali que Ele ensinou o Pater Noster.

16 Seguiam o Mestre. Os discípulos, estavam cada vez mais surpreendidos com a Sua temeridade, e O seguiam com temor. Ao aproximar-se de Jerusalém, invisível a seus olhos, presente em seus espíritos, Jesus falou: Eis-nos a subir para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue ao príncipe dos padres e aos escribas, eles O condenarão, eles O entregarão aos Gentios; insultá-Lo-ão, cuspir- Lhe-ão em cima, flagelá-Lo-ão, e tirar-Lhe-ão a vida, mas, ao terceiro dia, ressuscitará ©

17 Não era essa a primeira vez que Jesus proferia análogas palavras prenunciando o que agora estava prestes a acontecer. Por duas vezes, na Galiléia, o dissera expressamente. Imediatamente a seguir à confissão de Pedro e à sua solene ordenação, Tu és Pedro, e sobre esta pedra... Jesus começara a ensinar aos Seus discípulos ser indispensável que o Filho do Homem sofresse muito, que fosse repelido pelos Anciãos, pelos príncipes dos sacerdotes e pelos escribas, que fosse sacrificado, e que ressuscitasse ao fim de três dias. Este terceiro vaticínio era ainda mais claro, mais pormenorizado que os antecedentes, e, no entanto, há de manter-se, tal como os outros dois, absolutamente obscuro naquele momento, até mesmo para aqueles a quem Jesus se dirigia. E eles nada disto compreenderam: era para eles uma linguagem oculta, e não penetravam coisa alguma do que lhes dizia (Lucas, XVIII, 34). ©

18 Os homens têm grandes dificuldades para compreender o que lhes desagrada. Acaso poderiam admitir que tanta tragédia lhes pudesse entrar na vida, quando, em toda a sua volta, a natureza parecia estender a proteção dos seus encantos; quando a cevada e o trigo verdejavam tão docemente na planície; quando, pela lua nova de Nisan, as fogueiras alegres ardiam, durante o sombreado, em todos os lugares altos; quando a anêmona, a íris e o gladíolo rústico ornamentavam a berna das estradas, quando, sobretudo, o Mestre estava ali, perfeitamente vivo, mais poderoso que todos os Profetas, Ele, o dominador da morte? Se Deus não permitiu – dirá mais tarde o Talmude – que Isaac fosse imolado, poderia permitir o assassínio de seu Filho, sem que o Universo se arrasasse? Os Apóstolos deviam pensar coisas desse gênero, o que os tranqüilizava e lhes poupava o trabalho de se mortificarem antecipadamente. Mais que nunca, certamente, tinham eles no coração a velha crença de que o reino do Messias seria de glória e não de sofrimento, e que eles próprios, seus primeiros fiéis, teriam nesse reino uma boa parte! ©

19 A sua incompreensão chega a ter qualquer coisa de comicidade dolorosa. A mãe dos filhos de Zebedeu – provavelmente, aquela Salomé que auxiliara Jesus com os seus bens – aproximou-se de Jesus, levando os filhos e prosternando-se em frente dEle, para lhe fazer algum pedido. Que queres? interrogou o Mestre. A criatura respondeu: Ordena que estes meus dois filhos se sentem a Teu lado no Teu reino, um à Tua direita e outro à Tua esquerda! Não podia confessar mais claramente nada ter percebido ainda; não compreendera que os últimos serão os primeiros, e que quem pretende ocupar o melhor lugar no Reino de Deus, deve, na Terra, ser humilde e tornar-se servo! Jesus, todavia, não se indigna, nem se incomoda com aquela cegueira manifesta: a paciência do Deus do amor é infinita, e, para as cegueiras mais completas, há sempre nela uma probabilidade de luz e de perdão. ©

20 Limita-se a repetir o que já tinha dito: que o Filho do Homem viera, não para ser servido, mas para servir, para dar a Sua vida, em resgate dum grande número. A imagem do Messias sofredor, do Messias profetizado por alguns Profetas e certos salmos, é a que Ele procura opor àquela imagem do falso deus, o deus da vingança, do egoísmo, do exclusivismo e da falsa glória, arraigada no espírito daquela gente, pela verdadeira concepção do Redentor. Em breve o dirá de novo, sob uma forma ainda mais perfeita, durante a noite da Ceia: Aqui está o Meu corpo, entregue por vós; aqui está o Meu sangue, derramado por vós. E, ainda nesse instante, aqueles homens não lograrão compreendê-Lo. No entanto, um espírito haverá para o qual estas coisas não ficarão obscuras; um espírito, guiado menos pela mente que por uma daquelas intuições em que as mulheres se deixam iluminar pela sensibilidade, e em que fala a voz do coração, confirmará, com um gesto eterno, a profecia do Seu Senhor, provando que, por sua parte, ela compreendeu.©

21 Jesus passou por Jericó, onde restituíra a vista aos dois cegos e jantara em casa de Zaqueu, o bom Publicano, que num esforço por conseguir por seus olhos no Divino Mestre subiu numa árvore e não passou despercebido. De repente, ouviu: Zaqueu! Desce imediatamente; ficarei hoje em tua casa. Esse homem verdadeiramente afortunado se converteu integralmente diante da presença de Jesus que, nesse dia, durante o jantar, contou a linda paráboloa dos Talentos ou das Minas.

22 No dia seguinte, Jesus chegava a Betânia por uma das duas estradas habituais de Jerusalém, quando um homem Lhe veio pedir que se detivesse um momento em sua casa: era Simão, chamado o leproso, que foi, sem dúvida, um dos miraculados do Messias. E eis que Jesus, embora conhecendo perfeitamente homens como Simão, o fariseu, e suas intenções, não deixou de lhes dar oportunidades para que se sensibilizassem e despertassem em tempo. E tampouco os privou de Sua divina companhia, não se furtando das ciladas nem se esquivado das interrogações ou ameaças – justamente por extrair desses momentos de prova grandes ensinamentos para ofertar ao mundo. Encontra-Se entre os costumes usuais, que conhece melhor do que ninguém, e entre eles, expõe a Sua visão sobre os mesmos. Muitas circunstâncias como esta servirão para o maior dos Mestres precisar a Sua doutrina. ©

23 Decorria a refeição: Marta servia, dedicada, solícita, diligente como sempre; vestiria, por certo, uma túnica leve de linho, com ornatos de ouro em relevo; e teria entrançados os cabelos. Os convivas, como é óbvio, estavam deitados nos leitos usuais – e não sentados, como vários pintores os representam. Lázaro, o ressuscitado, encontrava-se entre a assistência. É então que aparece uma mulher, trazendo nas mãos um vaso de alabastro: Maria Madalena.

24 Com Alabastro de precioso ungüento Na casa de Simão Maria entrou

25 E sobre Jesus todo o derramou, Lágrimas aos pés Seus chorando cento.

26 Ó engano do humano entendimento! Toda a casa santa obra mal julgou, Só o Cristo a defendeu, só a louvou Por Exéquias do Seu enterramento.

27 Ó Profetiza rara, em cujo espírito O amor de Cristo entrou de tal maneira, Que firme te fez ser, como era escrito!

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31 Tu foste a imortal pedra, a verdadeira, Aonde o nome Seu ficou escrito, Tu quem O viste ao Céu subir primeira.

32 Para que desperdiçar, assim, esse perfume? Podiam tê-lo vendido por mais de trezentos dinheiros, e dá-los depois aos pobres.

33 Eis a inacreditável sentença que se ouve ecoar no recinto diante de tão sublime cena! Era Judas! À inconformação e raiva do Iscariotes (o tesoureiro do grupo) por ele expressa num ímpeto incontido, a qual teve eco na maioria dos presentes, respondeu Jesus: ©

34 Por que a molestais? Deixemo-la. Esta mulher procedeu bem para comigo. Pois tereis sempre pobres entre vós, a quem podereis reconfortar. Mas a mim, nem sempre me haveis de ter. Esta mulher fez o que pôde; antecipadamente ungiu meu corpo – para a sepultura. Em verdade vos digo: por toda a parte, por todo o mundo, onde for pregado este Evangelho, publicar-se-á o que ela acaba de fazer.

35 A previsão contida naquela última linha, assumiu foros de evidência. Não é cristão quem não se lembre e não tribute a merecida veneração a essa mulher de grande fervor e amor sublime, que enxugou com os seus santos cabelos os pés de Jesus Cristo. A Mística Maria Madalena, que se livrou de sete demônios, essa mulher de grande coração que muito amou e, por isso, muito foi perdoada.

36 E talvez uma das coisas mais importantes deste gesto, além de sua magia, prenúncio evidente da crucificação, seja o fato de ter feito vir à tona, pela primeira vez, explicitamente, o ódio recôndito de Judas, sua verdadeira face, seu mesquinho e mau caráter! O amor, a sinceridade e a entrega total de Madalena fizeram transbordar e denunciaram o que estava oculto naquele traidor. Este miserável demônio (Um de vós é um demônio – dissera Jesus) que se denunciou com sua sórdida reflexão, firmemente repelida por Jesus, vai, imediatamente após aquela cena, maquinar a sua felonia com os inimigos do Mestre. Um pouco do seu segredo foi-nos revelado nesse instante. ©

37 Um dos momentos mais reveladores de todo o Evangelho é esta cena. Narrada de formas distintas por dois evangelistas, a unção, na Galiléia, teve essencialmente por objetivo intencional proclamar a humildade da pecadora e opor o seu amor à presunção hirta de Simão, o dono da casa, e das supostas pessoas de bem – perante uma tão vergonhosa pecadora. Esta, de Betânia, exprime a mesma veneração e ternura sobre-humana, mas vale especialmente como sinal, como prenúncio dos acontecimentos iminentes. Foi para a sepultura de Jesus que Madalena derramou o seu perfume; só ela, por conseguinte, penetrou o mistério que vai eclodir perante os olhos do mundo. Serão a mesma sensibilidade, a mesma inteligência, que a hão de levar antes de mais ninguém à sepultura, para a encontrar vazia. Contudo, a sua intuição tem qualquer coisa de perturbante, e o seu gesto de derramar o precioso nardo faz com que se nos aperte o coração, se pensarmos noutras essências com as quais, poucos dias depois, será ungido, de modo bem diverso, o corpo do Crucificado. ©

38 Quarta-feira Santa: o dia de Judas

39 Na véspera à noite, no momento de se separar dos seus discípulos, Jesus dissera-Lhes uma última frase: Bem sabeis que a Páscoa será celebrada, dentro de dois dias: o Filho do Homem vai ser entregue, a fim de ser crucificado. Quarto prenúncio do seu destino... Seria naquele mesmo instante? Seria na quarta-feira, durante o dia? Os príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo, reunidos no átrio do grande Sacerdote Caiafaz, deliberavam sobre os meios de ardilosamente se apoderarem de Jesus, a fim de o matarem. – Mas, diziam eles, não em plena festividade, durante a qual seria de esperar a reação do povo. A intenção de tais políticos é perfeitamente clara. Desejam desembaraçar-se do Agitador, a todo o custo, mas não querem que a Sua detenção desencadeie algum motim. ©

40 É então que Judas aparece. Desde que começara a carreira divina de Jesus na Terra, nunca ninguém o vira em franca claridade. Por vezes, alguma alusão do Mestre, no decorrer do Evangelho, denunciou a sua presença, mas alusão rápida, obscura, que apenas será compreendida depois do acontecimento fatal. É indubitável que, na aparência, mesmo no próprio instante em que vai cometer a sua infâmia, ele é semelhante aos outros onze apóstolos. Naquele dia – quarta-feira – em que se diria não terem querido os evangelistas referir qualquer outro episódio para isolarem, em toda a sua sombra macabra, o gesto desse homem, vai ele consumar a vilania que, para sempre, há de marcar o seu nome com o ferrete do opróbrio.

41 Judas, um dos doze, cognominado Iscariote, foi procurar os Príncipes dos Sacerdotes, aos quais disse: – Quanto me dais... para eu vos entregar Jesus? Aqueles ficaram encantados com o oferecimento e combinaram dar trinta siclos de prata. Pagaram-lhos. Judas prometeu. A seguir, entendeu- se com os magistrados e sacerdotes, sobre a forma de procederem à prisão, longe da turba. E, a partir daquele momento, esperou o ensejo.

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43 A despeito da confusão dos insatisfeitos, realmente todos os mistérios giram em torno do mistério de Judas. Ainda não invocamos o testemunho Daquele que sabia melhor que todos, e do que o próprio Judas, o verdadeiro segredo da traição. Somente Jesus, que enxergava o espírito do Iscariote, como o de todos, sabia antecipadamente o que Judas iria fazer, poderia dizer a última palavra. Jesus escolheu a Judas para que fosse um dos doze, e portador, como os outros, do Suave Anúncio. Tê- lo-ia escolhido, tê-lo-ia conservado por tanto tempo ao seu lado, se soubesse que ele era um malfeitor incorrigível? Ter-lhe-ia confiado aquilo que possuía de mais caro, aquilo que havia de mais precioso no mundo: a pregação do reino de Deus? ©

44 Até os últimos dias, até a última tarde, Jesus não trata Judas de maneira diversa dos outros. Também os pés de Judas – aqueles pés que o tinham levado à casa de Caifás – serão lavados e enxugados por aquelas mãos que, com a cumplicidade de Judas, seriam pregadas no dia seguinte. E quando Judas chega, entre o luzir das espadas e a vermelhidão das lanternas, sob a sombra escura das oliveiras e beija, – com efusão, segundo Matheus – a face ainda banhada de suor, Jesus não repele e ainda diz-lhe: ©

45 Amigo, que vieste fazer?

46 Jesus sabia e sempre soube do que lhe estava reservado e quem eram os seus discípulos. Sempre soube que estava prestes a receber a mais pérfida das traições. Mas sabia que tudo aquilo era necessário que se consumasse. De tudo Ele extrai o Bem, e esse acontecimento que representa o auge da maldade humana O glorificaria como o Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus. O Redentor tão esperado da humanidade. O caso de Judas Iscariote dispensa, na verdade, demais comentários. Por ora digamos apenas que, por um lado, ele foi necessário para que se consumasse o destino de Cristo. No entanto, ele foi simplesmente a representação explícita da incomensurável maldade de todos aqueles homens inegavelmente possuídos pelo demônio, maldade aquela que se concentrou numa única pessoa. Sua ação é vista, mesmo nas sombras e ficará eternamente gravada na História e nos espíritos dos homens.

47 Ele mesmo não suporta o auto-horror de si próprio e enforca-se no mesmo dia em que o Messias foi crucificado, no campo que, ainda hoje, é chamado Haceldama! (Campo de Sangue).

48 A ação dos outros, no entanto, quis ficar oculta nas próprias trevas. Passaram-se mais de dois mil anos e eles ainda não se arrependeram.

49 Caminha! Caminha, sem parar...

50 Continuam caminhando pelo mundo e esperando o Messias! Concluímos, pois, que Judas, apesar de tudo, foi melhor que tais indivíduos. Inclusive as especulações sobre as ações de Judas não atingem o âmago do problema e mais fazem desviar para ele toda a atenção sobre o peso da responsabilidade que recaiu, na verdade, sobre os verdadeiros causadores do maior crime que já existiu. A prisão de Jesus pelos esbirros do sinédrio e a Sua execução iníqua não constituem somente um episódio deslocado na história do profetismo judaico e na das covardias políticas. Já falamos sobre isso, já demonstramos como foram exterminados todos os Profetas, após o quê seria a vez dos Apóstolos. ©

51 Esta é a face das trevas de toda essa história. No entanto, já está escrito o futuro que está reservado aos agentes e cúmplices do deicídio. Como em tudo está a Mão de Deus, todo esse drama tem também o lado bom e vital. Esses fatos, para o Cristianismo, foram a causa de um mistério supremo: o da Redenção. Era preciso que Jesus fosse entregue. Profeticamente estava dito na Escritura: Aquele em quem eu depositava confiança e que comia do meu pão ousou levantar-se contra mim (Salmo, LIV, 10). Toda a abjeção e toda a vilania do homem que está do lado do mal, encarnadas em Judas, têm de pesar sobre Cristo, para que o Seu sacrifício seja completo. Pedro, segundo os Atos dos Apóstolos, dirá claramente que a traição de Judas foi o resultado de uma intenção divina – o cumprimento da Escritura. Não há, em todo o Evangelho, frase mais misteriosa do que esta que se aplica plenamente ao traidor: É necessário que se dê o escândalo: mas, ai do homem por quem o escândalo tiver sido provocado! (Matheus, XVIII, 7). ©

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54 Amanhã tem mais... Se Deus quiser

55 Semana Santa Entre as trevas e a Luz

56 Uma produção Sama Multimídia Educação e Arte

57 Tel: (19) 3758 – Uma empresa a serviço da evolução do homem


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