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Complexo Hospitalar Universidade Federal do Rio de Janeiro (Resolução CONSUNI Nº 15/2008 de 18/12/2008) Comissão de Implantação: Alexandre Pinto Cardoso.

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1 Complexo Hospitalar Universidade Federal do Rio de Janeiro (Resolução CONSUNI Nº 15/2008 de 18/12/2008) Comissão de Implantação: Alexandre Pinto Cardoso Marcelo Land Nelson Albuquerque de Souza e Silva (Presidente) Resolução CONSUNI nº 16/2008, 18/12/2008 Portaria do Reitor nº 4017, de 18/12/2008

2 Distribuição dos HU's no Território Nacional no Território Nacional

3 Secretaria de Educação Superior Diretoria de Hospitais Universitários Federais e Residências em Saúde 46Total 03 Região Norte (AC, AM, AP, PA, RO, RR, TO)‏ 05 Região Centro-Oeste (DF, GO, MT, MS)‏ 07 Região Sul (PR, RS, SC)‏ 15 Região Nordeste AL, BA, CE, M(A, PB, PE, PI, RN, SE)‏ 16 Região Sudeste (ES, MG, RJ, SP)‏ Educação Ministério da Educação

4 Secretaria de Educação Superior Diretoria de Hospitais Universitários Federais e Residências em Saúde Educação Ministério da Educação CH-UFRJ -735 leitos (7,1%) CH-UFRJ – 210 leitos (18,7%)

5 Educação Ministério da Educação Secretaria de Educação Superior Diretoria de Hospitais Universitários Federais e Residências em Saúde Situação financeira da rede de HU's federais (ano base 2008)‏ * Dados coletados a partir dos sistemas SIAPE, SIAFI e Ministério da Saúde ITENS APURADOSFONTE: MEC/MS*FONTE: REHUF Receita Corrente (R$) , ,05 Despesa Corrente (R$) ,51 Déficit Corrente (R$) , ,46

6 CHUFRJ Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio de Janeiro INDC

7 Estrutura Orçamentária Reitoria CEG Conselho Universitário CSCE Cons. Curadores PR1 CEPG PR2 PR3 PR4 SG6PR5 PU ETU CCMN CLACFCHCCJECT CCS Complexo Hospitalar (CH)‏ FCC NOVO CENTRO Dispõe de : Unidade Orçamentária própria Unidade de Pagamento de Pessoal Unidade Gestora UFRJ CH UFRJ (Resolução CONSUNI Nº 15/2008 de 18/12/2008)

8 Unidade Hospitalar Leitos Base CNES Leitos Ativos Base REHUF (n)% do Total(n) % do Total HUCFF 43445, ,0 IPPMG 768, ,9 IPUB 20721, ,2 ME 12313, ,1 IG 121,312111,5 HESFA 151,615 2,0 INDC 505,338364,9 IDT 283,032182,4 ICES* 00,000 TOTAL , ,0 Leitos CH-UFRJ por Unidade *leitos contabilizados no HUCFF

9 HUCFFIPPMGIPUBMEIGINHESFAINDCIDTTOTAL Clínica Cirúrgica Clínica Médica UTI Adulto UTI Pediátrica UTI Neonatal UTI de Queimados Unidade Intermediária Unidade Intermediária Neonatal Unidade de Isolamento Obstétrico Cirúrgico Obstétrico Clínico Ginecológico Psiquiátrico Hospital-Dia (Clínica Médica) Hospital-Dia (Clínica Cirúrgica) Hospital-Dia (Saúde Mental) Hospital-Dia (Pediatria) Emergência (Observação) Emergência (Internação) Pediátrico Total Distribuição de Leitos por tipo clínico

10 Serviços AssistenciaisHUCFFIPPMGIPUBMEIGINHESFAINDCIDTTOTAL Consultórios Salas Cirúrgicas Ativas Salas de Parto Total Consultórios, salas cirúrgicas e de parto, por unidade do CH-UFRJ

11 Serviços Oferecidos Ano 2008

12 Total de Servidores do CH-UFRJ Unidade No. de servidores % do total Professores 3 o grau HUCFF260661,737 IPPMG50311,94 IPUB2546,09 ME2656,32 IG1052,56 HESFA1633,92 INDC1754,14 IDT1513,62 ICES20,02 Total ,068

13 -INCT – Modelagem Computacional do Sistema Cardiovascular (LNCC/HUCFF/ICES) --INCT – Tuberculose - Núcleo de Avaliação Tecnológica em Saúde (REBRATS/MS) - Núcleo de Telesaúde (Rede RUTE/MCT) - Rede de Biologia Molecular (PPSUS/MS) - Centro de Pesquisa Clínica (HUCFF) - Reprodução Humana (Rede Latino-Americana – IG) - Patologia Cervical (HPV-câncer de colo de útero) - IG O CH-UFRJ como centro de pesquisas (Importância para o SUS)

14 A Realidade orçamentária O Cenário Externo Gastos com Saúde O Brasil e o Mundo

15 Brazil Gasto em Saúde X PIB no Ano de ,600 Adaptado por João Manoel Pedroso com Fontes do IBGE- SIOPS-MS

16 Gastos com Saúde Evolução dos gastos de assistência médica e odontológica na Brasil Fonte: MS-SIOPS/SPO-SE/FNS O Montante global Per Capita gasto no sistema privado é semelhante ao público o que Significa que não ultrapassa R$1000,00/hab./ano ou inferior a U$500,00/hab/ano

17 Orçamento resumido das Unidades Ano 2008

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21 Orçamento anual por leito (R$)

22 O Complexo Hospitalar da UFRJ e o Sistema de Saúde da Cidade do Rio de Janeiro

23 Necessidades básicas do SUS  Leitos: Aumento de leitos clínicos Readequação leitos cirúrgicos e pediátricos  Perfil, TMP, fusão de serviços Oferta de procedimentos obstétricos de AC Cadastramento de leitos / acreditação  Emergência e SIPAC Retaguarda resolutiva para Unidades com U/E Adequação dos perfis  Produção x Capacidade Instalada  Ajuste da Capacidade Instalada

24  Ambulatório: Ampliação da Rede de Atenção Básica de Saúde  Garantia de capacitação e resolutividade  Formação de profissionais para a AB / PSF Média Complexidade - Maior oferta e regulação de Exames; Alta Complexidade  Oferta de procedimentos para a Cidade e para o Estado o Regulação de procedimentos pela Rede Municipal o Introdução de Protocolos. Necessidades básicas do SUS

25 Pesquisa voltada para as necessidades de Saúde da população – Editais PPSUS/DECIT/MS - Doenças crônicas (Cardiovasculares e pulmonares, Oncologia, Neurológicas degenerativas, Psiquiátricas - Neurociências); - Materno-infantil; - Rede de biologia Molecular; - Telesaúde; - Doenças infecciosas negligenciadas. Avaliação Tecnológica em Saúde (ATS)

26 Necessidades básicas do SUS (Formação de Pessoal) - Atenção Básica de Saúde – novos profissionais e educação continuada para os profissionais em atividade; centros de medicina e complexidade. - Formação de especialistas – residências multiprofissionais. - Formação de pessoal fora da área de saúde – engenharia biomédica, engenharia de produção, administração hospitalar etc.

27 Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio de Janeiro CH-UFRJ Proposta de organização Proposta construida com base nas discussões da Comissão de Implantação com os Diretores de Unidade Hospitalares, Diretores de Unidades Acadêmicas, Oficina realizada nos dias 17 e 18/03/2009 e Audiências Públicas.

28 Principios que regem o Complexo Hospitalar da UFRJ

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32 Unidades componentes CH-UFRJ Integram o Complexo Hospitalar Faculdade de Medicina (CCS) Faculdade de Odontologia (CCS) Faculdade de Farmácia (CCS) Escola de Enfermagem Anna Nery (CCS) Instituto de Ciências Biomédicas (CCS) Os Órgãos Suplementares do CCS:  Hospital Universitário Clementino Fraga Filho;  Maternidade Escola; e  Hospitais Escola São Francisco de Assis (HESFA) Instituto de Nutrição Josué de Castro (CCS) Escola de Educação Física e Desportos (CCS) Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (CCS) Escola de Serviço Social (CFCH) Instituto de Psicologia (CFCH)

33 Complexo Hospitalar da UFRJ Conselho Deliberativo Superior Conselho Administrativo Conselho Acadêmico e Assistencial Diretoria Executiva HUCFF IDT HESFA IPPMG INDCMEIG ICES IPUB Conselho Diretor Executivo FMedicina IPsic ESS EEAN FF INJC FO IESC Representação da Comunidade Universitária e Usuária

34 Conselho Deliberativo Superior Diretoria de Planejamento e Administração Diretoria Acadêmico e Assistencial Diretoria Executiva Conselho Diretor Executivo Estrutura e Funcionamento Complexo Hospitalar da UFRJ Conselho Acadêmico e Assistencial Conselho de Planejamento e Administração

35 Conselho Deliberativo Superior Diretoria de Planejamento e Administração Diretoria Acadêmico e Assistencial Diretoria Executiva HUCFF IDT HESFA IPPMG INDCMEIG ICES IPUB Conselho Diretor Executivo FMedicina IPsic ESS EEAN FF INJC FO IESC Representação da Comunidade Universitária e Usuária do SUS Complexo Hospitalar da UFRJ EEFD ICB Conselho Acadêmico e Assistencial Conselho de Planejamento e Administração OuvidoriaComissões EspecificasAssessoria Especial

36 Característica das Unidades do Complexo – levantamento de dados 1.1. SADT 1.5. Especialidades Clínicas de Internação 1.8. Vigilância em Saúde 1.7. Pacientes Externos 1. Divisão Assistencial 1.2. Clínicas Cirúrgicas 1.3. Centro Cirúrgico 1.4. Tratamento Intensivo Complexo Hospitalar UFRJ 1.6. Saúde Funcional 1.9. Serviço de Apoio Assistencial

37 1. DIREÇÃO MÉDICA 1.1 Serviços e Atos Diagnósticos e Terapêuticos (SADT)‏ Unidade de Serviço Imagenologia Tomografia Computadorizada Ultra-sonografia Radiologia Hemodinâmica Ecocardiograma Ultra-sonografia Geral Radiologia Intervencionista Apoio Diagnóstico e Terapêutico Patologia Clínica ENMiografia Hemoterapia Endoscopia Digestiva / Per-oral Hemodiálise Métodos Gráficos EEGrafia Teste Ergométrico ECGrafia Colonoscopia Broncoscopia Per-oral Digestiva Per-oral Digestiva Anatomia Patológica Necrotério Fisioterapia Terapias Especializadas Diagnose Dispensação Órtese e Prótese

38 O Paradigma de GestãoComplexoHospitalar da UFRJ

39 Capacidade instaladaCapacidade instalada –Leitos –Salas de atendimento –Equipamentos – Unidades de suporte CTI, U.C., Centro CirúrgicoCTI, U.C., Centro Cirúrgico Capacidade operacionalCapacidade operacional –Pessoal –Insumos –Equilíbrio financeiro Performance da UnidadePerformance da Unidade –Gastos x Produção x Qualidade Assistencial Unidades AcadêmicasUnidades Acadêmicas Estado de Equilíbrio Integração das unidades do C.Hosp. + CH X SUS

40 Desafios do Complexo Hospitalar Missão acadêmica (ensino-pesquisa X assistencial e extensão) Formação de profissionais conforme necessidades ditadas pelo perfil epidemiológico Generalistas - PSF Oferta de serviços de alta e média complexidade ao SUS Ensino Assistência - Extensão Pesquisa Pesquisa e Avaliação tecnológica para o SUS e pesquisa básica nas doenças “negligenciadas”

41 Necessidade de integrar e ajustar o perfil das unidades do Complexo Hospitalar da UFRJ

42 Equilíbrio do Sistema Atenção Básica Alta Complexidade Média Complexidade Unidade Quaternária Unidade Terciária Unidade Secundária Unidade Primária PSF PS CMS PAM Hospitais Municipais, Estaduais e Federais Hosp. Universitários Institutos Especializados Ensino e pesquisa Assistência-Extensão

43 NÚMERO DE PROCEDIMENTOS REALIZADOS Ex: - Tomografia Craniana Multidirecional (Planigrafia) -Tomografia Renal sem Contraste, etc REHUF NÚMERO DE ALUNOS DA GRADUAÇAO TREINADOS NÚMERO DE ALUNOS DA PÓS GRADUACAO TREINADOS PRODUCAO CIENTIFICA – Teses, pappers, etc AVALIACAO DE INSERCAO TECNOLOGIA NÚMERO DE PROCEDIMENTOS REALIZADOS Ex: - Tomografia Craniana Multidirecional (Planigrafia) -Tomografia Renal sem Contraste, etc REHUF NÚMERO DE ALUNOS DA GRADUAÇAO TREINADOS NÚMERO DE ALUNOS DA PÓS GRADUACAO TREINADOS PRODUCAO CIENTIFICA – Teses, pappers, etc AVALIACAO DE INSERCAO TECNOLOGIA INPUT OUTPUT - PRODUTOS TOMOGRAFIA Célula da Unidade Acadêmica Intrahospitalar RECURECURSOS HUMANOS - Profissionais de Nível Superior. Professores. Técnico-administrativos - Profissionais de Nível Básico (Médio e Fundamental)‏ RECURECURSOS HUMANOS - Profissionais de Nível Superior. Professores. Técnico-administrativos - Profissionais de Nível Básico (Médio e Fundamental)‏ INSUMOS CONTRATO DE MANUTENÇÃO CONTRATO DE MANUTENÇÃO AMPOLA DO TOMÓGRAFO AMPOLA DO TOMÓGRAFO

44 O que já foi feito - A Unidade orçamentária CH-UFRJ - Finanças – Amaury Pezzuto Junior - Contabilidade - Adalberto Lugon Corrêa - Patrimonio – Marcos Benilson Maldonado - Compras e Licitações– Katia Ramos Coutinho - Almoxarifado – Ruy de Azevedo dos Santos - As Comissões de Assessoria Técnica - Informação – Ana Maria Ribeiro - Acadêmica – Prof. Afranio Krytski - Pessoal – Maria de Fátima Oliveira Gonçalves - Relacionamento com o SUS – Prof. João Manoel Pedroso - Farmácia Hospitalar – Prof. Orenzio Soler O Colegiado Diretor

45 A participação das Unidades Acadêmicas O Exemplo da Faculdade de Farmácia

46 RESUMO: Introdução: o Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, incluído na Estrutura Média da UFRJ através da Resolução CONSUNI nº 15/2008 e aprovada em 18 de dezembro de 2008, de acordo com o §4º do Artigo 17 do Estatuto da UFRJ, constitui-se de nove hospitais de pequeno, médio e grande porte. Neste contexto, conhecer o perfil dos serviços de farmácia oferecidos por estes aparelhos de saúde é premente. Tendo como fundamento a Resolução nº. 300 de 30 de janeiro de 1997 do Conselho Federal de Farmácia – CFF define-se a Farmácia Hospitalar como unidade clínica de assistência técnica e administrativa dirigida por farmacêutico, integrada funcional e hierarquicamente as atividades hospitalares, sendo sua principal função garantir o acesso, a qualidade e o uso racional de medicamentos por meio da assistência prestada ao paciente. OBJETIVO: conhecer o perfil nas dimensões de infraestrutura, operacionalização, recursos humanos, produção de conhecimento e de tecnologias dos serviços de farmácia do Complexo Hospitalar da UFRJ. MÉTODO: coleta de dados e informações por meio de aplicação de questionário próprio aos chefes dos serviços de farmácia do Complexo Hospitalar da UFRJ em visitas oficiais. RESULTADO: como resultado imediato, tem-se o perfil inadequado das dimensões de infraestrutura, operacionalização, distribuição de recursos humanos, produção de conhecimento e de tecnologias dos serviços de farmácia dos hospitais do Complexo Hospitalar da UFRJ. CONCLUSÃO: os muitos aspectos que envolvem a Gestão em Farmácia nos serviços oferecidos pelo Complexo Hospitalar não é estruturado com uma visão holística e não dispõe de processos e sistemas que assegurem a eficiência do serviço. Não há uma política de medicamentos e de assistência farmacêutica que assegurem a utilização racional de recursos orçamentários e promoção do acesso aos tratamentos à luz da integralidade e da equidade da assistência prevista no Sistema Único de Saúde. PERFIL DAS UNIDADES DE FARMÁCIAS HOSPITALARES DO COMPLEXO HOSPITALAR DA UFRJ (2009)

47 Oficina de Trabalho para construir as matrizes lógicas dos Serviços de Farmácia das Unidades do Complexo Hospitalar. Data: 26/08/09 (quarta-feira) das 08:30 as 16:00 horas. Proposta de Modelo de Política de Medicamentos e Assistência Farmacêutica para o Complexo Hospitalar: prazo estabelecido – setembro de Assessoria de Farmacia do CH-UFRJ Propostas pactuadas

48 Exemplo de Integração das Unidades Acadêmicas

49 Complexo Hospitalar da UFRJ Hospital Universitário Clementino Fraga Filho

50 Complexo Hospitalar da UFRJ Instituto de Neurologia Deolindo Couto Ambulatório Vigilância em Saúde Serviços de Apoio Técnico Pacientes Externos Serviços e Atos Diagnós- ticos e Terapêuticos(SADT)‏ Document. Médica Insumos Estratégicos Controle e Avaliação Serviços Gerais Gestão de Pessoas Apoio Técnico Administrativo Apoio Diag. e Terapêutico Serviço Social Esteril./Cen- tral Material Nutrição e Dietética CCIH Especialidades Clínicas de Internação Neurologia Centro Cirúrgico Anestesiologia Apoio Material EspecialidadesClínicas Cirúrgicas Especialidades Clínicas Cirúrgicas Neuro Cirurgia Neuro Pediatria Imagenologia Neuro Pediatria

51 Complexo Hospitalar da UFRJ Instituto de Psiquiatria - IPUB Ambulatório Vigilância em Saúde Serviços de Apoio Técnico Pacientes Externos Serviços e Atos Diagnós- ticos e Terapêuticos(SADT)‏ Document. Médica Insumos Estratégicos Controle e Avaliação Serviços Gerais Gestão de Pessoas Apoio Técnico Administrativo Apoio Diag. e Terapêutico Serviço Social Esteril./Cen- tral Material Nutrição e Dietética CCIH Especialidades Clínicas de Internação Psiquiatria

52 Exemplo de Integração das Unidades Acadêmicas Oferta ampliada para ensino, pesquisa e assistência - Função matricial do Complexo Hospitalar - Otimização dos recursos físico-financeiros. Neurologia Psiquiatria Neuro-psiquiatria Neurociências Tratamento do Idoso - demências - depressão Reabilitação Maior integração ao SUS Necessidade de atender a população cada vez mais idosa Integra diversas especialidades como: neurologia, neurocirugia, Psicologia, psiquiatria, reabilitação, Neurociências. Amplia a capacidade de ensino e pesquisa

53 4. 1 Comissões Permanentes Comissão de Ética Comissão de Ética em Pesquisa Comissão de Mortalidade Materna e de Mortalidade Neonatal Comissão da Unidade ou do Complexo Hospitalar Garante a existência e otimização das Comissões Permanentes – certificação HE (MEC/MS)‏ Comissão de Controle de Infecção Hospitalar Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Comissão de Óbitos Comissão de Revisão de Prontuários Comissão de Transplantes e captação de Órgãos Comitê Transfusional Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional Comissão de Documentação Médica e Estatística

54 Contratos de Metas Unificado

55 Situação Atual  Nove unidades do complexo 4 unidades com contratos de metas  Contrato de gestão  Diretrizes  Valores globais  Intercâmbio no treinamento  Adicional seguindo a lógica da produção (FIDEPS) ‏  Plano Operativo Annual (POA) ‏  Tetos financeiros limitados a cada unidade  Produção – Valores financeiros – Regulação de procedimentos

56 Unidade Funcional  Modelo de Unidade Funcional Direção das 9 unidades  Pactos internos Grupo Gestor do Complexo Hospitalar (CH) ‏  Repactuação / ajuste de perfil Representantes do CH (n=3) ‏  Negociação única com o Gestor Pleno  Negociação com outras instâncias  SES  MS  Ciência e Tecnologia  Outras agências de formento

57 Contrato de Gestão Único  Integração do CH POA único  Garantia de teto financeiro único  Melhoria imediata no financiamento  Pactuação integrada de atividades  Ex: neurocências  Metas de qualidade assistêncial

58 Exemplo – POA integrado ProcedimentoHUCFFIPPMGH.D.CoutoHosp Y. Internação CM Tomografia US Consulta Neurologia Proced X Proced Y Proced Z

59 Uso da Medodologia do SIMEC  Substituir o modelo FIDEPS Baseado apenas na produção  Evoluir no conceito de Universidade A participação para a sociedade não é meramente baseada na producão/oferta de procedimentos ou serviços.  Produção científica  Direcionada às demandas do SUS.  Treinamento graduação  Treinamento pós-graduação  Treinamento da Rede  Formação de força de trabalho para o SUS e para o País.  Repactuar os valores sob nova ótica, considerando ensino, pesquisa e extensão.

60 Pela estrada da vida nós seguimos Cada qual procurando melhorar Tudo aquilo que vemos e ouvimos Desejamos, na mente, interpretar Pois nós todos na terra possuimos O sagrado direito de pensar Patativa do Assaré: Digo e não peço segredo Poema: O inferno o purgatório e o paraíso pag São Paulo Escrituras Ed ISBN


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