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Introdução: 1. Quando me foi proposto colaborar na organização desta formação, pelo professor responsável pelo Curso Tecnológico de Desporto do 11º ano,

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Apresentação em tema: "Introdução: 1. Quando me foi proposto colaborar na organização desta formação, pelo professor responsável pelo Curso Tecnológico de Desporto do 11º ano,"— Transcrição da apresentação:

1 Introdução: 1. Quando me foi proposto colaborar na organização desta formação, pelo professor responsável pelo Curso Tecnológico de Desporto do 11º ano, foi com enorme satisfação que acedi corresponder ao convite. Desde logo a minha grande preocupação foi a de saber quais estão a ser as grandes dificuldades no ensino do basquetebol nos diversos ciclos de ensino. Das conversas que mantive com os colegas da disciplina de Educação Física e Desporto uma das maiores dificuldades era a de fazer cumprir o programa estabelecido, pois em cada ano letivo o número de aulas direccionado para a modalidade em causa nunca iria para além das 15.

2 Introdução: 1. Uma segunda dificuldade é que não é garantido que em cada ciclo de ensino a modalidade esteja a ser ministrada todos os anos, pois isso depende do numero de modalidades que o grupo de Educação Física reserva para cada ciclo de ensino, ocorrendo na nossa escola que, por exemplo, o basquetebol no 2º ciclo seja só leccionado no 5º ano. Por outro lado assisti a algumas aulas de Educação Física quando os colegas introduziam o basquetebol e constatei que o programa não é exequível para nenhum ciclo de ensino, isto claro está numa realidade muito particular, a nossa escola.

3 Introdução: - Deste modo tentarei na ação justificar o que atrás disse e propor algumas alterações que possam auxiliar no desenvolvimento do basquetebol. - Vou utilizar também uma comparação entre aquilo que se faz de melhor na Região Autónoma da Madeira, basquetebol federado, e as nossas turmas.

4 Objetivos: 1. Analisar de uma forma global e integrada o ensino do basquetebol na escola em comparação com o federado. 2. Refletir e questionar a pertinência da permanência de alguns contéudos nos programas do ensino básico. 3. Propor algumas alterações aos programas vigentes para o ensino básico. 4. Comparar o nível entre o aluno e o atleta e os conteúdos programáticos que têm de ser ministrados pelos professores. 5. Introduzir numa unidade didática algumas das alterações propostas.

5 I fase (teórico): - O E nsino do Basquetebol na escola. - O contexto atual. - Contextualizando uma realidade para comparar. - Uma reflexão. - Duas propostas de aula.

6 II fase (Teórico/Prático): - Trabalho de pés (paragens /rotações/simulações). - Drible de progressão e mudança pela frente. - Arranques em drible (direto e cruzado). - Lançamento na passada. - Lançamento de apoios. - Uma proposta de aula para o 3º ciclo.

7 III fase (Teórico/Prático): - Ressalto defensivo - Contra ataque do 1x0 até 3x2. - Trabalho a poste médio, de costas para o cesto. - Ataque de posição, do 2x0 até o 3x3.

8 NO ENSINO BÁSICO E SECUNDÁRIO: 1. Cada aula de Educação Física é de 45 minutos, mas efetivamente poderá corresponder entre 30 a 35 minutos. 2. Cada treino no federado corresponde a 90 minutos. 3. Os alunos em cada ano letivo, se a Escola tiver optado pelo ensino do basquetebol, têm entre 12 a 15 aulas. 4. Os atletas federados, numa época que poderá ter no máximo 10 meses, poderão efetuar entre 150 a 200 treinos.

9 5. Os alunos nos cinco anos do ensino básico, se tiverem nesses cinco anos a modalidade de basquetebol, podem num máximo efectuar entre 60 a 75 aulas. 6. Os atletas federados nesses cinco anos poderão efetuar entre 750 a 1000 treinos. 7. Aos alunos deverão ainda ser consideradas as aulas de diagnóstico e de avaliação, quer as teóricas quer as práticas. 8. Aos atletas federados os treinadores não têm treinos específicos de diagnóstico nem de avaliação, a competição é permanente.

10 Contextualizando a nossa realidade (verificadas duas aulas do ensino secundário, sendo uma do curso tecnológico de desporto, e uma terceira do ensino básico): 1. A técnica de drible apresenta problemas no controlo (bater na bola) e todos olhando a bola. 2. O trabalho de pés (arranques, paragens, rotações), para qualquer ação apresenta problemas de base. 3. O lançamento em apoios inicia sempre com inúmeros problemas de controlo da bola (desde a pega até ao ponto mais alto). 4. Tratar do ressalto defensivo/ofensivo é na escola uma das técnicas mais difíceis, pois pressupõe um conhecimento do corpo e uma posição no terreno de jogo que a maioria dos alunos não domina. 5. Todos os exercícios de 2x2 e 3x3 apresentam problemas de 1x1.

11 6. No jogo 5x5 a transição é sempre feita em drible, maioritariamente pelo aluno que ganhou o ressalto defensivo. 7. No 5x5 aclaramentos, passe e corte, fundamentos defensivos são esporádicos. 8. Nas desmarcações a referência do cesto não é tida como tal. 9. A defesa individual é muito mais defesa á zona, na forma tradicional como ela é entendida. 10. Os enquadramentos defensivos e ofensivos têm problemas de base. 11. Há algum desconhecimento sobre a terminologia utilizada, como linha da bola, lado da ajuda, linha cesto/cesto etc.

12 Foram observados dois treinos e um jogo de uma equipa de cadetes femininos (15 e 16 anos de idade) com 5 anos de prática no mínimo onde se detetaram as seguintes falhas: 1. O passe por cima da cabeça é uma das ultimas técnicas de passe a ensinar e pouco utilizada pelas jogadoras. 2. O drible de proteção não é ensinado, sendo que o drible com mudança pela frente é um dos primeiros. 3. O arranque em drible direto não é ensinado (por opção pois a relação entre a arbitragem e os técnicos não é consensual). 4. O lançamento em suspensão não é ensinado, pois o grupo de atletas não tem a força e coordenação para o aplicar.

13 5. A técnica do bloqueio defensivo não é dominado pela maioria, embora o ressalto defensivo e ofensivo é participado por todos. 6. O bloqueio ofensivo é utilizado por todas as atletas com alguma propriedade, embora é um recurso utilizado muitas vezes sem esgotar as outras hipóteses. 7. Defesa ao corte, lado da bola e lado da ajuda é muito deficitário. 8. A defesa em sobremarcação é do conhecimento de todas mas não é dominado pela maioria. 9. Dominam a transição defesa ataque, com a colocação de uma linha de 1º e/ou 2º passe no corredor central. 10. Não utilizam as cinco estações como estratégia para melhorar o contra ataque.

14 11. A utilização dos trailers é efectiva ( os jogadores das posições 4 e 5 preocupam-se com o ataque rápido). 12. A recuperação defensiva inicia-se com a perda da posse de bola, não havendo uma transição visível entre a perda da posse de bola e o inicio do processo defensivo.

15 Visionamento de fases de um jogo federado, de atletas entre os 15 e 16 anos, detetando ainda as falhas de domínio técnico/táctico que se exige para o ensino do basquetebol na escola

16 Das técnicas fundamentais previstas no programa: 1. O passe por cima da cabeça é uma técnica que contraria a posição básica ofensiva, retirando desde logo muita da ofensividade do portador com bola (deixa de poder lançar e driblar de forma correta). 2. O drible com mudança de direção pela frente deveria ser considerado, muito mais do que o drible de proteção, pois a utilização do drible pressupõe um avanço no terreno. 3. No drible de proteção introduzir a mudança de direção pela frente.

17 4. Nos arranques em drible diferenciar o arranque em drible direto e cruzado, mas sugerir a aplicação de só o arranque em drible cruzado. 5. Retirar dos conteúdos o lançamento em suspensão 6. No ressalto defensivo se se considera o bloqueio defensivo deverá ser considerado o bloqueio ofensivo, pois em termos técnicos o bloqueio defensivo é mais complexo. 7. Refletir sobre a utilização dos bloqueios no ensino básico, pois deverá estar já consolidado todas as variantes do 2x2 e 3x3 sem o recurso a essa técnica.

18 8. Na defesa ao jogador sem bola se falamos de sobremarcação deveremos falar de defesa em ajuda. 9. Refletir se não deveríamos ficar pelo 3x3 como forma mais fácil do ensino do basquetebol. 10. Na transição defesa-ataque não introduzir mais do que 3 alunos. 11. Retirar da transição defesa ataque a organização das cinco estações, substituindo por 3 corredores e colocando uma linha de primeiro ou segundo passe no corredor central.

19 12. Introduzir no ataque de posição os movimentos de costas para o cesto (corte do lado contrário á bola) com o trabalho a poste médio. 13. Antes da recuperação defensiva refletir se não deveria ser introduzida a defesa todo o campo, pois assim o conjunto de movimentações seria muito mais rico, sob o ponto de vista ofensivo e as adaptações defensivas seriam imediatas.

20 Temas a desenvolver: 1. Trabalho de pés (arranques/simulações/ paragens e rotações) 2. Arranques em drible, direto e cruzado. 3. Drible de progressão/proteção e mudança pela frente. 4. Lançamento de apoios. 5. Lançamento na passada. 6. Contra ataque: de 1x0 até o 3x2. 7. Ataque de posição: do 1x1 ao 3x3 como estratégia privilegiada para o ensino do jogo.

21 Proposta (90´) 1 – Trabalho de pés: paragens, rotações e simulações, com e sem bola (enquadramento ofensivo) ….………………………………………… 10´ 2 – Arranques em drible (cruzado) …………………………………….. 5´ 3 – 1x1 Ofensivo – Aplicação dos arranques …………………….. 10´ 4 – Lançamento de apoios – Explicação da técnica + exercícios …………………………………………………………………………………………… 10´ 5 – 1x1 Ofensivo – Arranques + lançamento (competição).. 10´ 6 – Jogo 3x3 – Enquadramento ofensivo + arranques + lançamento ………………………………………………………………………………………… 15´

22 Proposta (aula 90´) 1 – Drible – Exercícios (manejo de bola) ….………………………… 10´ 2 – Drible de progressão + Drible com mudança de direção pela frente)……………………………………..……………………………………………. 10´ 3 – 1x1 Ofensivo – Aplicação dos dribles (todo campo)…... 10´ 4 – Ataque de posição 2x0 + 2x2 (trabalho de receção/paragem/corte ………..………………………………………… 10´ 5 – Ataque de posição 3x3 (passe e corte) …………….…… ´ 6 – Jogo – Enquadramento ofensivo + arranques + lançamento ………………………………………………………………………………………… 10´

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25 Texto: Adaptação por Paulo Freitas dos programas do ensino básico e secundário para a modalidade de basquetebol Imagem: Internet Design: Paulo Freitas


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