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III Semana de Engenharia da Produção Palestra: Os Caminhos da Ciência e Tecnologia - FEI 10/11/2005 Parte I - A Busca pela Competitividade (comparação.

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1 III Semana de Engenharia da Produção Palestra: Os Caminhos da Ciência e Tecnologia - FEI 10/11/2005 Parte I - A Busca pela Competitividade (comparação entre Brasil e Coréia) Parte II – A Busca pela Inovação (arcabouço do MCT => Sociedade do Conhecimento) Parte III – O Valor da Informação (exemplos de uso das TICs na gestão estadual) Deputado Federal – Julio Semeghini (PSDB-SP) membro da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara Federal

2 O Diretor do World Economic Forum, Augusto Lopez-Claros, responsável pelo Relatório de Competitividade Global mostrou em sua palestra aqui no Brasil, uma comparação do PIB per capita entre: PAÍS crescimento Argentina US$ US$ x 3 Brasil US$ 366 US$ x 8 Coréia US$ 275 US$ x 50 Lopez-Claros explicou que o Índice de Competitividade de Crescimento procura identificar fatores chaves para justificar essa mudança em 3 décadas, envolvendo um Índice de Tecnologia (inovação/ transferência de tecnologia/ TIC), Índice Ambiente Macroeconômico (estabilidade macroeconômica / crédito/ gastos do governo) e Índice Instituições Públicas (leis e contratos/ corrupção). parte I A BUSCA PELA COMPETITIVIDADE fonte: uma palestra do Fórum Econômico Mundial

3 GERAÇÃO DE NOVO PRODUTO CONHECIMENTO USQEPASI Pesquisa aplicada Desenvolvimento do produto-INOVAÇÃO Pesquisa, desenvolvimento e inovação C,T&I estão na base do desenvolvimento das nações

4 Sistema de C,T&I nos países centrais POLÍTICA FINANCIAMENTO Pesquisa& Serviços $ $$ Empresas Governo Universidades Formação de RH Pesquisa básica e aplicada Inovação P&D Institutos Centros de P&D papers conhecimento patentes riqueza Ciência Tecnologia e Inovação são a base do desenvolvimento

5 Doutores formados no Brasil doutores/ano formados no Brasil em 2004, número comparável aos da Índia e da China, de 8.500, e , respectivamente, em Persiste a necessidade de serem formados mais engenheiros e cientistas na área das ciências exatas para satisfazer uma demanda cada vez maior e adequar nossos percentuais aos padrões internacionais. ( fonte: )http://www.inae.org.br/publi/ep/ep0100.pdf

6 Avanços em C&T no País Artigos científicos do Brasil no Science Citation Index/ano

7 PINTEC 2000: Universo de empresas do setor industrial, com 10 ou mais pessoas ocupadas PINTEC 2000: Universo de empresas do setor industrial, com 10 ou mais pessoas ocupadas Empresas com P&D (70% Nacionais) Pessoas em P&D (90% Nacionais) (Pessoas em P&D)/empresa 6 Pesquisa IBGE da Situação de P&D nas Empresas Situação do Brasil no Mundo Brasil tem 2,0% no PIB mundial tem 1,6% nas publicações científicas mundiais mas só tem 0,002% nas patentes mundiais

8 Número de referências por patente Brasil 1985, 1990 e 1995 Fonte: H C Brito Cruz Reduzido número de patentes, porém crescendo

9 Sistema de C,T&I no Brasil POLÍTICA FINANCIAMENTO Pesquisa& Serviços $ $$ Empresas Governo Universidades Formação de RH Pesquisa básica e aplicada Inovação P&D Institutos Tecnológicos Ciência Tecnologia e Inovação são a base do desenvolvimento Falta conexão Empresa & Institutos de Pesquisa

10 BrasilCoréia Patentes e Investimento Empresarial em P&D: Brasil e Coréia

11 Política C&T Política Industrial Imitação 1970 Internalização 1980 Inovação 1990 Fonte: Lee, W in Kim & Nelson, Tecnologia, Aprendizado e Inovação, p. 369 (Ed. Unicamp, 2005) Incentivos fiscais Créditos fiscais Red. Tarifas aduan. Cap. risco Fases na CORÉIA: Imitação, Internalização e Invoação convergindo Política Industrial e Política de C&T

12 Coréia Japão EUA Brasil

13 - Diagnóstico mostra necessidade de maior conexão entre o desenvolvimento industrial e a política de C&T; - mostra que C&T tem se concentrado nas universidades e em centros de pesquisa; - necessidade de expandir o sistema nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I); - mostra necessidade de + P&D e Inovação nas empresas. Ciência e Tecnologia X Desenvolvimento Industrial

14 1951 – Criação: Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CAPES para apoiar estudantes e pesquisadores individuais (bolsas e auxílio à pesquisa), promovendo a criação dos primeiros grupos de pesquisa no Brasil – Criação do Fundo Tecnológico (FUNTEC) no BNDES 1967 – Criação: Financiadora de Estudos e Projetos FINEP 1971 – Implantação do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico FNDCT/FINEP (BNDES e FINEP financiam a pesquisa e a implantação dos programas de pós graduação para a formação de pesquisadores) – Criação do I Plano Básico de Desenvolvimento (Reforma Universitária, do Ensino Fundamental e Regulamentação da Pós Graduação) 1973 – Criação da Embrapa (projetos - agronegócio) 1976 – criação do II Plano Básico de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq coordenando) 1985 – Criação: Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) incorporando FINEP e CNPq (e seus institutos)CNPqCAPES FUNTECFINEPFNDCTMCT Marcos no fomento federal de C&TMarcos

15 – Intervenção do Estado: grandes projetos de indústrias de base Petrobras e Siderúrgica Nacional; Atração de empresas estrangeiras (Ind. Automobilística) Estatização nas telecomunicações e na energia elétrica (Telebras/Embratel e Eletrobras); Grandes projetos estruturantes: petroquímica, siderurgia; Substituição de importações de componentes e equipamentos – Reserva de Informática p/ empresas nacionais Estado procura se afastar da produção procurando diminuir a intervenção estatal na economia, que estava carregada de conluios do privado com o público; abertura do mercado diante da globalização; privatizações. Marcos do Desenvolvimento Industrial

16 Avanços em Ciência no Brasil CNPq: Bolsas no País Crise Econômica de 1999 afeta na disponibilidade de recursos para C,T&Inovação Bolsas do CNPq

17 FNDCT - IGP-DI-média anual /dez.2003 Milagre (?) econômico Crise na economia e na ditadura NovaRepública MCT sem meios de manter a política de C&T Evolução do FNDCT – Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Decreto Nº 2.851Decreto Nº 2.851, de 30 de Novembro de 1998 recria FNDCT

18 CT-Aeronáutico CT-Agronegócio CT-Amazônia CT-Biotecnologia CT-Energ CT-Espacial CT-Hidro CT-Info CT-Infra CT-Mineral CT-Petro CT-Transporte CT-Saúde CT-Verde & Amarelo CT-Aquaviário FUNTTEL (Minicom) Fundos Setoriais Atuais Final dos anos 90 criação dos Fundos Setoriais para permitir recuperação do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT

19 FNDCT- Fundos Setoriais de C&T - Receitas vindas de: contribuições incidentes sobre exploração de recursos naturais pertencentes à União ou sobre impostos/faturamentos /CIDE de empresas de setores específicos. - Gestão é compartilhada por: Comitês Gestores formados por representantes de: MCT, FINEP, CNPq, Ministério da Área, Agência Reguladora, Comunidade Acadêmica, Setor empresarial e outras entidades ligadas ao tema. - O que são: Instrumentos de financiamento de projetos e P,D&I em setores da economia

20 FNDCT - DESEMBOLSOS REALIZADOS R$ 1 mil, IGP-DI-média anual /dez.2004 FundosSetoriais Previsão 2005

21 FNDCT - execução financeira (em R$ milhões)

22 O Brasil tem hoje mais de pesquisadores. Tem a maior e mais qualificada comunidade de C&T da América Latina, portanto com maturação adequada. Estatística CNPq: É preciso adaptar o sistema de C,T&I com a nova realidade da Economia do Conhecimento (informação e conhecimento (inovação e patentes) se contrapõem com os fatores da produção: terra, trabalho físico e capital) A Lei da Inovação foi sancionada em 02/dez/2004 e agora em 11/out/2005 foi regulamentada, para facilitar a conexão entre C,T&I e a Política Indústrial fonte: Portal da Inovação: Lei da Inovação da Inovação A Nova Economia é baseada no Conhecimento

23 Parte II MCT: Política de C,T&Inovação Eixos Estratégicos II.1- Expansão e Consolidação do Sistema Nacional de C,T&Inovação II.2 - Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior II.3 - Objetivos Estratégicos Nacionais II.4 - C&T para a Inclusão Social e disparidades regionais RelaçãoRelação dos Programas de Apoio a C,T&I pelo MCT

24 - Seleção e Contratação de Projetos de Pesquisa e Institutos de Milênio (FINEP e CNPq) - Implantação da Rede Nacional de Pesquisa de Alta Velocidade (lançamento 17/11/2005) - Programa Nacional de Nanotecnologia (anunciado em 19/08/2005) - 3ª Conferência Nacional de C,T&I (16-18/11) - Implementação da Lei de Biossegurança II.1 Agenda atual de objetivos do MCT

25 Rede Nacional de Pesquisa de Alta Velocidade (10 Gb/s) Mais as rede metropolitanas nas capitais

26 - Implementação dos instrumentos da Lei de Inovação (incentivos fiscais, subvenção para projetos e para contratação de pesquisadores nas empresas) - Portal da InovaçãoPortal da Inovação - Expansão dos programas de apoio à inovação nas empresas (PROINOVAÇÃO, COOPERA, Juro Zero, PAPPE, CRIATEC, Capital de Risco) - Programa de TV Digital (projeto para 1893 canais digitais (452 em SP), 296 localidades, população atendida 110 milhões)Programa - Programa Computador para todosPrograma II.2 - Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior

27 - Programas de Energias do Futuro: Projeto BiodieselBiodiesel - Programa Nuclear: Revisão do Programa Brasileiro; Inauguração da Planta de Enriquecimento de Urânio da Indústria Nuclear do Brasil (INB) em Resende (janeiro/2006) - Programa Espacial: Construção e Lançamento do Satélite CBERS 2B (Previsão: 10/2006); Construção da Plataforma de Lançamento do veículo Lançador de Satélite (VLS) em Alcântara é importante para evitar dependência em possuir sensores metereológicos apurados e ter inclusão digital e social via satélite (Programa GESAC).INBCBERS 2B VLSdependênciaGESAC II.3 - Objetivos Estratégicos Nacionais

28 - Inclusão Digital: implantação das Casas BrasilCasas Brasil - Realização da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas - Realização da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia: Difusão e Popularização de C,T&I II.4 C&T para a Inclusão Social e disparidades regionais A Educação é a base para inserção tecnológica

29 POLÍTICAS de C,T&I Instrumentos Articulação e programas da Administração Central Programas do CNPq para formação de RH e pesquisa - projetos individuais, de grupos e redesCNPq Programas da FINEP para instituiçõesFINEP Ações das agências e entidades do MCT Recursos do FNDCT/Fundos Setoriais

30 - Programa de Recursos Humanos - Apoio ao Projeto de Implantação do Laboratório Nacional de Tecnologia Indl. (Micro e Nanotecnologia) - Inventário Tecnológico e Rede Brasil de Tecnologia / RBT - Laboratório de Metrologia Química - Programa de Apoio a Segmento Emergente – Visualização - Prog. Nacional de Qualificação e Modernização de ICTs - Prog. Nacional de Incubadoras e Parques Tecnológicos - C&T na Amazônia - Novo Laboratório de Metrologia de Materiais - T.I. para Meteorologia e Recursos Hídricos - Cooperação Tecnológica: ICTs e Empresas - Programa de Software - Biblioteca de componentes - Tecnologia Industrial Básica – TIB - Programa Biodiesel Ações e Programas Transversais usam Fundos Setoriais

31 - Rede Brasil de Tecnologia 01/ Fundo CT-PETRO e CT-ENERG (R$ ,00) - MCT/FINEP/CT-INFO Grade - 01/2004 Inovação em Computação em Grade Aplicada à Área de Governo (R$ ,00) - MCT/FINEP/Ação Transversal Biblioteca de Componentes – 05/2004 Apoio a projetos de Inovação Visando a Constituição de uma Biblioteca Compartilhada de Componentes para o Domínio de Aplicação "Governo Eletrônico" (R$ ,00) - MCT/FINEP/Ação Transversal Software - 06/2004 Propostas para Apoio a Projetos de Inovação na Categoria Software para Segmentos Emergentes (R$ ,00) - MCT/FINEP CT-INFO – Grade 01/2004 Desenvolvimento de aplicações inovadoras que utilizem tecnologia de computação em grade (grid computing) aplicada à área de governo R$ 3 milhões - MCT/FINEP Biblioteca de Componentes – 05/ Projetos de pesquisa que envolvam a concepção e a implementação da experiência piloto de uma biblioteca pública de componentes de software voltados para aplicações na área de egov R$ 3,6 milhões Ações Transversais – Chamadas Públicas encerradas

32 - MCT/FINEP Software – 06/2004 Projetos de pesquisa que envolvam a concepção, o desenvolvimento e a implementação de aplicações inovadoras em segmentos emergentes R$ 8,5 mi - MCT/FINEP/CT AMAZÔNIA - 01/2004 Infra-estrutura de Universidades da Amazônia Implementação de Projetos Institucionais de Implantação de Infra-Estrutura Física para Pesquisa e Pós-Graduação. (R$ ,00) - MCT/FINEP/CT-HIDRO-GRH-01/2004 Qualificação para apoio a sistemas de gerenciamento em recursos hídricos R$4 mi - MCT/FINEP/FNDCT Nanotecnologia 01/2004 Atividades de pesquisa e desenvolvimento de produtos e processos inovadores em nanotecnologia empreendidos em cooperação com instituições de pesquisa. (R$ ,00) - MCT/FINEP/FVA-HABITARE - 02/2004 Tecnologia do Ambiente Construído (R$ ,00) - Modernização dos Institutos - 03/2004 Modernização da Infra- Estrutura dos Institutos de Pesquisa Tecnológica R$ 17,1 mi - Carta-Convite MC/MCT/FINEP/FUNTTEL 02/2004 Destinada às instituições habilitadas no tema Transmissão e Recepção, Codificação de Canal e Modulação, visa o desenvolvimento do subsistema de modulação do Sistema Brasileiro de TV Digital

33 A aperfeiçoamento da gestão integrada dos Fundos Setoriais pelo MCT Políticas de Governo Fundo A Fundo BFundo CFundo D $$ Ações transversais Comitê de Coordenação

34 - Bolsas de formação, de pesquisa e de extensão - Editais para projetos de pesquisa (individuais ou de grupos) - Edital Primeiros Projetos - Programa de Núcleos de Excelência - Programa Institutos do Milênio - Editais dos Fundos Setoriais CNPq: Programas de apoio à ciência e tecnologia CNPq: Programas de apoio à ciência e tecnologia

35 - Programas de apoio à inovação em empresas - Programas de apoio às instituições científicas e tecnológicas (ICTs) - Programas de apoio à cooperação entre os (ICTs) e as empresas - Programas de apoio ao desenvolvimento socialProgramas Programas da FINEP ( Programas da FINEP ( Financiadora de Estudos e Projetos) Programas da FINEP ( Programas da FINEP ( Financiadora de Estudos e Projetos) Relação Relação de 97 ICTs Servidoras de C&T no Brasil

36 PROINFRA - Programa de Modernização da Infra-estrutura das ICTs MODERNIT - Programa Nacional de Qualificação e Modernização dos IPTs PROPESQ - Programa de Promoção da Pesquisa e do Desenvolvimento Científico e Tecnológico PROMOVE - Programa de Modernização e Valorização das Engenharias (MCT.MEC,MDIC,ABENGE,CNI) FINEP: Programas para universidades e centros de pesquisa (ICTs)

37 Instrumentos de Financiamento - Financiamento padrão: TJLP + spread 2 a 6% a.a. - Financiamento c/encargos reduzidos: TJLP até 5%a.a. - Apoio financeiro não reembolsável: Fundos Setoriais: Subvenção econômica - Subvenção econômica: Plano de Desenvolvimento Tecnológico Industrial / Agropecuário (PDTIs/PDTAs)PDTIs/PDTAs - Incentivos fiscais: PDTIs/PDTAs& MP 252MP Aportes de capital FINEP: Programas de apoio à inovação em empresas

38 PROINOVAÇÃO - Programa de Incentivo à Inovação nas Empresas Brasileiras - crédito/ garantias PAPPE - Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas Subvenção ao pesquisador na empresa 540 empresas apoiadas em 19 estados em 2004) PNIPNI - Programa Nacional de Incubadoras e Parques Tecnológicos Inovar - Programa de incentivo ao capital empreendedor Juro Zero - Crédito para pequenas empresas inovadoras - encargos de IPCA (em implementação) FINEP: Programas de apoio à inovação em empresas FINEP: Programas de apoio à inovação em empresas

39 COOPERA - Programa de Cooperação entre ICTs e Empresas (fluxo contínuo) PPI-APL - Programa de Apoio à Pesquisa e à Inovação em Arranjos Produtivos Locais (APL) ASSISTEC - Assistência e consultoria tecnológica de ICTs a micro e pequenas empresas (incorpora Progex e Prumo )ProgexPrumo FINEP: Programas de apoio à interação entre ICTs e empresas Instrumentos de Apoio ao Setor Produtivo: onde buscar apoio para o seu negócio, documento de 399 páginas do MDIC aquiaqui

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41 Ampliação dos programas de financiamento para empresas inovadoras Fundadores, amigos e familia Estágio Bancos Capital de risco Empresas não financeiras Mercado de capitais Capital sementeInicialEmergenteCrescimentoConsolidada Nível de risco p/investidor BaixoAlto Van Osnabrugge and Robinson (2000). PAPPE(FVA) CRIATEC INOVAR(FVA) PROINOVAÇÃO Juro Zero

42 PITCE: Conceitos Básico Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior - Sem o fechamento e o protecionismo dos anos 60-70, e sem a fragmentação dos anos 90 - Perseguir padrões de competitividade internacional - Incentivar a indústria a inovar e diferenciar produtos Para concorrer num patamar mais elevado, mais dinâmico e de maior renda Opções Estratégicas: Software – Semicondutores – Bens de Capital – Fármacos Desenvolvimento Local e Regional: Programas e Arranjos Produtivos Locais (APLs) Portadores do Futuro: Biotecnologia – Biomassa – Nanotecnologia Fóruns de Competitividade: Setores Industriais - Agronegócio

43 PITCE: Medidas para incentivar a inovação e a difusão de novas tecnologias Marcos Legais - Lei da InovaçãoLei da Inovação - Lei de Informática - MP do Bem Financiamento - FNDCT utilizado para apoiar cooperação ICT – Empresas e subvenção para empresas Programa de Modernização e Valorização das Engenharias

44 C&T têm papel decisivo na geração e na distribuição da riqueza Produtos de alto valor agregado Matérias primas Assimetria entre Brasil e EUA O Brasil precisa inovar agregando valor aos produtos básicos O maior exportador de café do mundo é a Alemanha!

45 parte II – A Busca Pela Inovação Do Livro: 100 INVENTIONS - That Shaped the World History por Bill Yenne Encontramos contribuições de 4 brasileiros: 1709 => Vôo de balão – pelo jesuíta brasileiro Bartolomeu de Gusmão ( ) nota: somente em 1782 na França surge o balão 1906 => Avião – em 23 de outubro - 14-Bis de 8 cilindros em V e potência Avião de 24 hp - pelo brasileiro Alberto Santos Dumont nota: o registro de vôo dos irmãos Wright é de => Abreugrafia - médico brasileiro Manoel de Abreu ( ) 1983 => Sterilair ar quente para matar Ácaro – Físico brasileiro de Petrópolis Alintor Fiorenzano Jr.

46 Falta cultura de conexão da inovação com empresa I N V E N T O R do R Á D I O

47 Nossos inovadores não têm tradição de empreender negócios

48 FAPESP – Fundação de Amparo a Pesquisa SP Programas: - Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) - Consórcios Setoriais para a Inovação Tecnológica (ConSITec) - Programa de Apoio à Propriedade Intelectual (PAPI/Nuplitec) - Inovação Tecnológica em Pequenas Empresas (PIPE) - Parceria para Inovação Tecnológica (PITE) - T I no Desenvolvimento da Internet Avançada (Tidia) - Sistema Integrado de Hidrometeorologia do SP (Sihesp)Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid)Consórcios Setoriais para a Inovação Tecnológica (ConSITec)Programa de Apoio à Propriedade Intelectual (PAPI/Nuplitec)Inovação Tecnológica em Pequenas Empresas (PIPE)Parceria para Inovação Tecnológica (PITE)T I no Desenvolvimento da Internet Avançada (Tidia)Sistema Integrado de Hidrometeorologia do SP (Sihesp) Bolsas: Iniciação Científica Mestrado Doutorado Doutorado Direto Pós-Doutorado Bolsas no exteriorIniciação CientíficaMestradoDoutoradoDoutorado DiretoPós-DoutoradoBolsas no exterior Recursos FAPESP: 1% arrecadação tributária do Estado de SP (2004: ICMS R$ 42,5 bi + IPVA R$ 3,9 bi)

49 parte III – O VALOR DA INFORMAÇÃO uma pequena reflexão Dado é um registro que nada diz sobre a própria existência. É uma simples observação. Informação é um dado com significância. A informação proporciona um novo ponto de vista para a interpretação de eventos, o que torna visíveis significados antes invisíveis ou lança luz sobre conexões inesperadas. Conhecimento é a capacidade de usar a informação para ação eficaz.

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51 Cadastro de Serviços Terceirizados - Diagrama de Dispersão Exemplo: - Vigilância Patrimonial - Unidade Medida.: Homem/Hora Valores em Real - Julho/97 Quantidade Mensal Valor Unitário - Homem / Hora (Real) 1º Quartil - R$ 5,67 Mediana - R$ 6,12 3º Quartil - R$ 6,78 Quartil = total de contratos / 4 Contratos no 4o. Quartil são renegociados ou cancelados. 3- Aplicativo usado no Sistema Estratégico de Informações desde 1995

52 3- CADTERC: Cadastro de Serviços Terceirizados Economia no Período: Jan/1995 a Jan/ A redução no total de gastos mensais nos 10 anos de uso, atingiu, em média o percentual de 31,7%, veja gráfico ao lado, que é uma economia de R$ 11,49 bilhões, considerando a UFESP no mês de dezembro/2004 no valor de R$ 12,49.

53 Programa de Modernização da Coordenação da Administração Tributária Integração dos sistemas da Fazenda e Detran Arrecadação: R$ 1,59 bilhão Guia informatizada com código de barras Arrecadação : R$ 1,83 bilhão Prestação de contas pelos bancos em meio magnético Guia tradicional Arrecadação: R$ 600,3 milhões Prestação de contas pelos bancos em papel Novas opções de pagamento: auto- atendimento, telefone, via Internet Prestação de contas pelos bancos totalmente em meio magnético: 2,2 bilhões de arrecadação. Arrecadação do IPVA - TRIPLICOU em 4 anos 3- Ações de Sucesso em T.I. no Governo Estadual

54 Infoseg PolíciasCivis PolíciasMilitares MinistériosPúblicosEstaduais e Federal OutroPaís PoderJudiciárioPolíciaFederalPolíciaRodoviáriaFederal Penitenciárias Computador da UF 2 Computador da UF 1 Dados Básicos de Identificação Armas de Fogo Usuários Histórico das Consultas CadastroCriminal Armas de Fogo Cadastro de Presos ExecuçõesCriminais Mandados de Prisão CadastroCriminal Armas de Fogo Cadastro de Presos ExecuçõesCriminais Mandados de Prisão ÍNDICENACIONAL 3- Integração Nacional e Segurança de Informações de Justiça Pública

55 3- Cadastro Pró Social uso de informações georeferenciadas

56 3- Cadastro Pró Social Paulista- Aplicativo Web Famílias cadastradas 1,3 milhão cerca de 4,5 milhões de pessoas Instituições 5 mil Programas 30 Beneficiários + de 700 mil

57 3- TELEAUDIÊNCIA – uso da videoconferência 10 de agosto de 2005 – início do depoimento a distância - no primeiro semestre de 2005 a Polícia fez 46 mil escoltas - transportou 124 mil detentos percorrendo 3,3 milhões de km - 96 mil policiais e 34 mil viaturas foram envolvidas - gastos com transportes de presos foram de R$ 5,9 milhões Prodesp da suporte para modernização do judiciário.

58 Conclusão: O Engenheiro e a busca pela inovação são peças fundamentais atuais no desenvolvimento tecnológico do Brasil Obrigado pela atenção Sugestão de links para pesquisa em sites do Governo do Estado: escritório em São Paulo tel. (11)

59 parte II - MUDANÇA DE PARADIGMAS com a Sociedade da Informação ParâmetrosRevolução IndustrialRevolução da Informática Fatores de Produção Terra, Trabalho, CapitalConhecimento, Informação CapitalBens tangíveis (aço, petróleo) Bens intangíveis (tecnologias, patentes) TrabalhoPredomina o trabalho físico e repetitivo (horários fixos - fábricas e escritórios) Predomina o trabalho mental e criativo (fluxo contínuo – aplicativos na web) InovaçãoIntermitenteÉ uma busca Constante EscalaGrandes empresasPequenas empresas Predomina atividade Industrial – em sérieServiços - personalizados


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