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01.Moral 01 – Introdução (8 slides) 10. Moral 10 – Conversão (8 slides) 02.Moral 02 – Fundamento da Moralidade (8 slides) 03. Moral 03 – Fim último (9.

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1 01.Moral 01 – Introdução (8 slides) 10. Moral 10 – Conversão (8 slides) 02.Moral 02 – Fundamento da Moralidade (8 slides) 03. Moral 03 – Fim último (9 slides) 04.Moral 04 – Liberdade humana (14 slides) 05.Moral 05 – Actos humanos (14 slides) 06. Moral 06 – Consciência moral ( 13 slides) 07. Moral 07 – Leis Moral ( 12 slides ) 08. Moral 08 – Virtudes (11 slides) 09. Moral 09 – Pecado (10 slides) Aulas previstas: Moral Fundamental 04 – Moral – Liberdade humana

2 1/14 Liberdade humana AT : Eu ponho diante de ti a vida e a morte, a bênção e a maldição; elege a vida e viverás Dt 30, 19 ( Dt 30, 19 ); se tu queres guardar os manda- mentos e permanecer fiel está na tua mão Eccli 15, ( Eccli 15, ); Deus fez o homem ao prin- Eccli 15, 14 Eccli 31, 10 cipio e deixou-o entregue ao seu livre arbítrio ( Eccli 15, 14 ); elogiou o homem que podendo pecar não pecou, fazer o mal não o fez ( Eccli 31, 10 ); etc. Veritatis splendor 33 Veritatis splendor 33 : Paralelamente à exaltação da liberdade, e paradoxal- mente em contraste com ela, a cultura moderna põe radicalmente em dúvida esta mesma liberdade. A liberdade humana é limitada, mas recusá-la é negar a evidência.

3 2/14 Liberdade humana NT : Cristo liberta o mundo do pecado. Gal 5, 1 Gal 5, 1 : Cristo fez-nos livres para que gozemos da liberdade; mantende-vos, pois firmes e não vos deixeis sujeitar ao jugo da servidão. 2 Cor 3, 17 2 Cor 3, 17 : Onde está o Espírito está a li- berdade. Trento (DS 1555) Trento (DS 1555) : Se alguém disser que o livre arbítrio do homem se perdeu e extinguiu depois do pecado de Adão, ou que é (...) pura invenção introduzida por Satanás na Igreja, seja anátema.

4 3/14 Liberdade humana Liberdade é a capacidade interior da pessoa, mediante a qual a vontade pode optar entre querer ou não querer, determinar-se por diferentes possibilidades ou decidir-se pelo seu contrário. Liberdade é a capacidade que o homem tem de auto-determinar-se ; Liberdade de necessidade : é a possibilidade de actuar ou não actuar Liberdade de especificidade : é a capacidade de decidir entre diversas opções. 2 Liberdade de contradição : é a que decide entre duas coisas opostas. 3 Definições possíveis :

5 4/14 Liberdade humana pelas circunstâncias que afectam a sua própria origem (falar português ou chinês depende do lugar de nascimento) pela condição de ser homem ou mulher, menino, adolescente ou ancião (nem todas as pessoas podem fazer o mesmo) por não se poder invadir o âmbito em que se exerce a liberdade do outro, que também é um ser livre pela natureza do próprio ser (o homem não pode voar) pelas condições de vida (exemplo: viver no interior não permite ver o mar) Tais limitações condicionam o exercício da liberdade, mas não negam a sua existência. As limitações nem sempre diminuem a liberdade, porquanto oferecem novas possibilidades de a exercer. Origens muito diversas da limitação da liberdade do homem:

6 5/14 Liberdade humana Veritatis splendor 35 Veritatis splendor 35 : algumas tendências culturais contemporâneas advogam determinadas orientações éticas que têm como centro do seu pensamento um pretenso conflito entre a liberdade e a lei. São as doutrinas que atribuem a cada indivíduo ou aos grupos sociais a faculdade de decidir sobre o bem e o mal : a liberdade humana poderia criar os valores e gozaria de uma primazia sobre a verdade, até ao ponto que a mesma verdade seria considerada uma criação da liberdade. A liberdade supõe que o sujeito é consciente da bondade ou malícia do acto que pretende levar a cabo: só é livre o homem que conhe- ce a verdade. Mas além disso a liberdade não é um absoluto, que seria a fonte dos valores Veritatis splendor 32 ( Veritatis splendor 32 ). Liberdade e verdade, 1

7 6/14 Liberdade humana Idem 84 Idem 84 : somente a liberdade que se submete à Verdade conduz a pessoa humana ao seu verdadeiro bem. Veritatis splendor 35 Veritatis splendor 35 : A Revelação ensina que o poder de decidir sobre o bem e o mal não pertence ao homem, mas só a Deus. O homem (...) possui uma liberdade muito ampla (...). Mas esta liberdade não é ilimitada : o homem deve abster-se perante a árvore da ciência do bem e do mal, por estar chamado a aceitar a lei moral que Deus lhe dá. Liberdade e verdade, 2

8 7/14 Liberdade humana Veritatis splendor 34 Veritatis splendor 34 : a liberdade depende fundamentalmente da verdade. Dependência que foi expressada de maneira límpida e auto- rizada pelas palavras de Cristo: Conhecereis Jo 8, a verdade e a verdade vos fará livres ( Jo 8, ). Fides et ratio 90 Fides et ratio 90 : uma vez tirada a verdade ao homem, é pura ilusão pretender fazê-lo livre. (...) Verdade e liberdade, ou estão bem juntas ou juntas perecem miseravelmente. Liberdade e verdade, 3

9 8/14 Liberdade humana CCE 1733 CCE 1733 : Na medida em que o homem faz mais o bem, vai-se tornando também mais livre. Não há verdadeira liberdade senão ao serviço do bem e da justiça. A eleição da desobediência e do mal é um abuso da liberdade e conduz à escravi- dão do pecado. Fazer o mal, não é próprio da liberdade, nem sequer uma parte dela, mas tão só é sinal de que o homem é livre. Liberdade e bem Se uma acção humana lesa a natureza do homem, este deve racionalmente recusar levá-la a cabo.

10 9/14 Liberdade humana CCE 1734 CCE 1734 : A liberdade torna o homem responsável dos seus actos na medida em que estes são voluntários. O progresso na virtude, o conhecimento do bem e a ascese aumentam o domínio da vontade sobre os próprios actos.

11 10/14 Liberdade humana Dada a condição do homem, ferido pelo pe- cado original, o cristão necessita da graça de Deus para fazer uso sempre adequado da liberdade. A graça facilita superar a ignorância e vencer as paixões, que são os dois grandes obstáculos para actuar livremente, conforme o querer de Deus. CCE 1742 CCE 1742 : A graça de Cristo não se opõe de modo algum à nossa liber- dade quando esta corresponde ao sentido da verdade e do bem que Deus pôs no coração do homem. Liberdade e graça, 1

12 11/14 Liberdade humana CCE 2008 CCE 2008 : O mérito do homem diante de Deus na vida cristã provém de que Deus dispôs livremente associar o homem à obra da sua graça. A acção paterna de Deus é primeira, pelo seu impulso, e o livre actuar do homem é o que está em segundo lugar, na sua colaboração; de modo que os méritos das boas obras devem atribuir-se à graça de Deus em primeiro lugar, e depois ao fiel. Por outro lado, o mérito do homem recai também em Deus, pois as suas boas acções procedem, em Cristo, das graças provenientes e dos auxílios do Espírito Santo. Mérito é a retribuição que se dá a quem realizou uma boa obra. Liberdade e graça, 2

13 12/14 Liberdade humana CCE 2010 CCE 2010 : Dado que a iniciativa na ordem da graça pertence a Deus, ninguém pode merecer a graça primeira, que está na origem da conversão, do perdão e da justificação. Sob a moção do Espírito Santo e da caridade, podemos merecer depois para nós e para os outros, graças úteis para a nossa santificação, para o crescimento da graça e da caridade, e para a obtenção da vida eterna. Liberdade e graça, 3

14 13/14 Liberdade humana Amigos de Deus 26 Amigos de Deus 26 : A liberdade adquire o seu autêntico sentido quando se exerce ao serviço da verdade que resgata, quando se gasta em procurar o Amor infinito de Deus, que nos desata de todas as servidões. Quando alguém ama de verdade, desfruta de maior liberdade (Santo Agostinho).

15 14/14 Ficha técnica Bibliografia Estes Guiões são baseados nos manuais da Biblioteca de Iniciação Teológica da Editorial Rialp (editados em português pela editora Diel) Slides Original em português europeu - disponível em:


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