A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Microeconomia A III Prof. Edson Domingues Aula 4 Externalidades.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Microeconomia A III Prof. Edson Domingues Aula 4 Externalidades."— Transcrição da apresentação:

1 Microeconomia A III Prof. Edson Domingues Aula 4 Externalidades

2 Externalidades Introdução: fumantes e não-fumantes Preferências Quase-lineares e Teorema de Coase Produção de externalidades Recursos de Propriedade Comum Protocolo de Quioto - Mercado de carbono

3 Referências VARIAN, H. Microeconomia: princípios básicos. São Paulo, (sexta edição) Capítulo 33 PINDYCK, R. S., RUBINFELD, D.L. Microeconomia. São Paulo: Prentice Hall, (quinta edição) Capítulo 18

4 Externalidades Em geral, na microeconomia, interação dos agentes feitas no mercado Agentes só precisam conhecer os preços e suas próprias preferências (ou funções de produção, para as firmas) E se alguns bens não estão no mercado? Ex. silêncio noturno, ar limpo Falta de mercado para estes efeitos externos (externalidades) causa problemas na alocação de recursos

5 Externalidades Negativas As ações de algum indivíduo ou empresa impõem custos a outro indivíduo ou empresa Positivas As ações de algum indivíduo ou empresa geram benefícios para outro indivíduo ou empresa Produção Possibilidades de produção de uma empresa influenciada pelas ações de outra empresa ou consumidor Consumo Consumidor é afetado pela produção ou consumo de outro agente

6 Fumantes e não-fumantes Dois colegas de quarto (A e B) Preferências sobre dinheiro e cigarro (fumaça) A: Fumante, preferência por fumaça (- ar puro) e $$ B: Não-Fumante, preferência por ar puro (- fumaça) e $$ Ambos têm que consumira a mesma quantidade de fumaça (ar puro) $$ pode ser trocado, ambos possuem R$100 de dotação

7 Fumantes e não-fumantes A Fumaça, Fumante Ar-Puro, Não-Fumante B Dinheiro, Não-Fumante Dinheiro, Fumante X X E E R$100

8 Fumantes e não-fumantes E: A possui (100,0); B possui (100,0), não há fumaça (ar puro) E não é eficiente de Pareto: B pode trocar ar- puro por mais $$ e ir para X (A paga para fumar) E: A tem o direito de fumar. B pode pagar por ar-puro, ponto eficiente em X Direitos de propriedade sobre o ar-puro determinam a dotação (E ou E) X e X: igualmente eficientes, com conseqüências distributivas diferentes (+ ou – ar-puro)

9 Fumantes e não-fumantes E se A acredita que pode fumar e B acredita que tem direito ao ar-puro? Direitos de propriedade mal-definidos: dificuldade para alcançar alocações eficientes Produção ineficiente de externalidades: ambos poderiam melhorar com uma alocação diferente

10 Externalidades e direitos de propriedade u B possui o direito sobre o ar do quarto. u B pode vender direitos de fumar. u Existirá alguma fumaça? u Se existir, quanto de fumaça e qual o preço por essa poluição?

11 Externalidades e direitos de propriedade u p(s A ) preço pago pelo Agente A ao Agente B para poder fumar o montante de s A.

12 Externalidades e direitos de propriedade OAOA 1 0 Fumaça mAmA OBOB 1 0 mBmB yAyA yByB

13 Externalidades e direitos de propriedade OAOA 1 0 Fumaça mAmA OBOB 1 0 mBmB yAyA yByB

14 Externalidades e direitos de propriedade OAOA 1 0 Fumaça mAmA OBOB 1 0 mBmB yAyA yByB p(s A ) sAsA

15 Externalidades e direitos de propriedade OAOA 1 0 Fumaça mAmA OBOB 1 0 mBmB yAyA yByB p(s A ) Ambos melhoram e existe uma quantidade de fumaça sAsA

16 Externalidades e direitos de propriedade OAOA 1 0 Fumaça mAmA OBOB 1 0 mBmB yAyA yByB p(s A ) sAsA Estabelecer um mercado para transacionar direitos de fumar possibilita alcançar uma alocação eficiente

17 Externalidades e direitos de propriedade u Mude o direito: agora A possui o direito sobre o ar do quarto. u B pode pagar A para ele reduzir a intensidade de fumaça. u Quanto existirá de fumaça? u Quanto B pagará ao fumante (A)?

18 Externalidades e direitos de propriedade OAOA 1 0 Fumaça mAmA OBOB 1 0 mBmB yAyA yByB

19 Externalidades e direitos de propriedade OAOA 1 0 Fumaça mAmA OBOB 1 0 mBmB yAyA yByB

20 Externalidades e direitos de propriedade OAOA 1 0 Fumaça mAmA OBOB 1 0 mBmB yAyA yByB sBsB p(s B )

21 Externalidades e direitos de propriedade OAOA 1 0 Fumaça mAmA OBOB 1 0 mBmB yAyA yByB p(s B ) Ambos melhoram; a quantidade de fumaça é reduzida sBsB

22 Externalidades e direitos de propriedade OAOA 1 0 Fumaça mAmA OBOB 1 0 mBmB yAyA yByB p(s B ) sBsB Estabelecer um mercado para transacionar direitos de fumar possibilita alcançar uma alocação eficiente

23 Fumantes e não-fumantes Direitos de propriedade bem definidos + mecanismos de negociação: externalidades podem ser trocadas e eficiência atingida Mas a quantidade de fumaça vai depender da distribuição da dotação (direitos de propriedade)

24 Externalidades e direitos de propriedade OAOA 1 0 Fumaça mAmA OBOB 1 0 mBmB yAyA yByB p(s B ) p(s A ) s A s B sBsB sAsA

25 Externalidades e direitos de propriedade u Existe algum caso em que, no equilíbrio, ocorre o mesmo montante de fumaça, não importa a qual agente é dado o direito de propriedade?

26 Preferências Quase-lineares e Teorema de Coase A Fumaça, Fumante Ar-Puro, Não-Fumante B Dinheiro, Não-Fumante Dinheiro, Fumante Alocações Eficientes de Pareto Curvas de Indiferença de A Curvas de Indiferença de B

27 Preferências Quase-lineares e Teorema de Coase Externalidade independe do direito de propriedade Para toda alocação eficiente de Pareto, quantidade única de externalidade Quantidade eficiente do bem com externalidade independe da distribuição de direitos de propriedade: Teorema de Coase

28 Preferências Quase-lineares e Teorema de Coase A Fumaça, Fumante Ar-Puro, Não-Fumante B Dinheiro, Não-Fumante Dinheiro, Fumante Alocações Eficientes de Pareto E E F Tanto com E ou E, a externalidade, em equilíbrio, é F.

29 Teorema de Coase Quando as partes podem negociar sem custos e com possibilidade de obter benefícios mútuos, o resultado das transações será eficiente, independentemente de como estejam especificados os direitos de propriedade (se as preferências dos agentes são quasilineares na moeda). Externalidades e Direito de Propriedade

30 Produção de Externalidades SIDERURGIA PESCA

31 Externalidades de Produção Siderurgia produz conjuntamente aço e poluição. Poluição afeta adversamente a pesca. Firma tomadoras de preço. p S preço do aço. p F preço da pesca.

32 Externalidades de Produção c S (s,x) custo da siderurgia de produzir s unidades de aço conjuntamente a x unidades de poluição. Se a siderurgia não sofre nenhum custo externo em poluir então sua função de lucro é e o problema da firma é...

33 Externalidades de Produção As condições de primeira ordem para maximizar o lucro são

34 Externalidades de Produção As condições de primeira ordem para maximizar o lucro são e

35 Externalidades de Produção Siderurgia deve produzir no nível que preço = custo marginal de produção

36 Externalidades de Produção Taxa na qual o custo interno de produção da firma se reduz com a elevação da poluição Siderurgia deve produzir no nível que preço = custo marginal de produção

37 Externalidades de Produção É o custo marginal da firma em reduzir a poluição. Taxa na qual o custo interno de produção da firma se reduz com a elevação da poluição Siderurgia deve produzir no nível que preço = custo marginal de produção

38 Externalidades de Produção Qual o benefício marginal para a siderurgia em reduzir a sua poluição? É o custo marginal da firma em reduzir a poluição.

39 Externalidades de Produção Zero, já que a firma não enfrenta custos externos. Então a escolha do nível de poluição é tal que: Qual o benefício marginal para a siderurgia em reduzir a sua poluição? É o custo marginal da firma em reduzir a poluição.

40 Externalidades de Produção As condições de max do lucro são: e Exemplo: c S (s,x) = s 2 + (x - 4) 2 e p S = 12. Then

41 Externalidades de Produção determina a max do lucro Para o nível de produção de aço; s* = 6.

42 Externalidades de Produção É o custo marginal da firma de redução da poluição. Como ela não obtém nenhum benefício, faz x* = 4. determina a max do lucro Para o nível de produção de aço; s* = 6.

43 Externalidades de Produção O lucro máximo da siderurgia é, portanto: É o custo marginal da firma de redução da poluição. Como ela não obtém nenhum benefício, faz x* = 4. determina a max do lucro Para o nível de produção de aço; s* = 6.

44 Externalidades de Produção O custo da pesca de obter f unidades de peixe quando a siderurgia emite x unidades de poluição é c F (f,x). Dado f, c F (f,x) cresce com x; i.e. a siderurgia coloca uma externalidade negativa sobre a pesca.

45 Externalidades de Produção O custo da pesca de obter f unidades de peixe quando a siderurgia emite x unidades de poluição é c F (f,x). Dado f, c F (f,x) cresce com x; i.e. a siderurgia coloca uma externalidade negativa sobre a pesca O lucro da pesca é então o problema da pesca é

46 Externalidades de Produção As condições de primeira ordem para maximizar o lucro são

47 Externalidades de Produção Maior poluição eleva o custo marginal de produção da pesca e reduz tanto a sua produção como seu lucro. Este é o custo externo da poluição. As condições de primeira ordem para maximizar o lucro são

48 Externalidades de Produção Exemplo: Seja c F (f;x) = f 2 + xf e p F = 10. O custo externo que afeta a pesca, gerado pela siderurgia é xf. Como a pesca não possui controle sobre x deve tomar como dado a escolha de x. A função lucro da pesca é portanto

49 Externalidades de Produção Dado x, a condição de primeira ordem para maximização do lucro é

50 Externalidades de Produção Portanto, dado o nível de poluição x sobre a pesca, seu nível de produção que maximiza lucro é Dado x, a condição de primeira ordem para maximização do lucro é

51 Externalidades de Produção Note que a pesca produz menos, e tem lucro menor, quando a siderurgia aumenta a sua poluição. Portanto, dado o nível de poluição x sobre a pesca, seu nível de produção que maximiza lucro é Dado x, a condição de primeira ordem para maximização do lucro é

52 Externalidades de Produção A siderúrgica, ignorando seu custo externo sobre a pesca, escolhe x* = 4, portanto o nível de produção da pesca que maximiza seu lucro dada a escolha ótima da siderurgia é f* = 3, gerando um nível de lucro para a pesca de Note o custo externo de $12.

53 Externalidades de Produção A escolha das firmas é eficiente? Quando a siderurgia ignora os custos externos de sua escolha, a soma dos lucros é $36 + $9 = $45. $45 é o maior lucro total que pode ser alcançado?

54 Fusão e Internalização Suponha que as duas firmas se tornem uma só (fusão). Qual o maior lucro que essa empresa pode alcançar?

55 Fusão e Internalização Suponha que as duas firmas se tornem uma só (fusão). Qual o maior lucro que essa empresa pode alcançar? Qual a escolha de s, f e x que maximiza o lucro da nova firma?

56 Fusão e Internalização As condições de primeira ordem para maximizar o lucro são A solução é

57 Fusão e Internalização O lucro da firma conjunta é Maior que $45, a soma dos lucros das firmas separadas.

58 Fusão e Internalização Fusão aumentou a eficiência. Isoladamente, a produção de aço gera x* = 4 unidades de poluição. Na firma conjunta, poluição é de apenas x m = 2 unidades. Portanto a fusão levou tanto a aumento da eficiência como menor nível de poluição. Por quê?

59 Fusão e Internalização A função lucro da siderurgia é portanto o custo marginal de x unidades de poluição é Quando ela não tem que tratar do custo externo de poluir, a siderurgia aumenta sua poluição até o custo margina ser zero; logo x* = 4.

60 Fusão e Internalização Na firma conjunta o lucro é Logo o custo marginal da poluição é

61 Fusão e Internalização Na firma conjunta o lucro é Logo o custo marginal da poluição é

62 Fusão e Internalização O custo marginal da firma conjunta é maior porque ela sofre todo o custo da sua própria poluição através dos custos maiores da pesca, portanto menos poluição é gerada pela firma conjunta. Na firma conjunta o lucro é Logo o custo marginal da poluição é

63 Fusão e Internalização Mas porque o nível de poluição da firma conjunta x m = 2 é eficiente?

64 Fusão e Internalização Mas porque o nível de poluição da firma conjunta x m = 2 é eficiente? O custo externo sobre a pesca é xf, portando o custo marginal externo da poluição é

65 Fusão e Internalização Mas porque o nível de poluição da firma conjunta x m = 2 é eficiente? O custo externo sobre a pesca é xf, portando o custo marginal externo da poluição é O custo da siderurgia de reduzir poluição é

66 Fusão e Internalização Mas porque o nível de poluição da firma conjunta x m = 2 é eficiente? O custo externo sobre a pesca é xf, portando o custo marginal externo da poluição é O custo da siderurgia de reduzir poluição é Eficiência requer

67 Fusão e Internalização Fusão portanto internaliza uma externalidade e induz eficiência econômica. De que outras formas internalização pode ocorrer de forma a alcançar eficiência?

68 Coase e Externalidades de Produção Coase argumenta que a externalidade existe porque nem a siderurgia nem a pesca possuem direitos sobre a água poluída. Suponha que os direitos de propriedade sobre a água são atribuídos a uma das firmas. Isso induz eficiência?

69 Externalidades de Produção Siderurgia : c S (S, x): custo de produção de aço (S) x: poluição associada à produção de S >> diminuir poluição aumenta o custo de produzir aço

70 Externalidades de Produção Pesca : c F (F, x); custo de produção de peixe (F) x: poluição (associada à produção de aço) >> aumento da poluição aumenta o custo da pesca

71 Externalidades de Produção Criação de mercados para externalidades Siderurgia: max p S S – q x – c S (S, x) S, x Pesca: max p F F + q x – c F (F, x) F, x q: preço da poluição por unidade de x Pesca obtém receita com a poluição paga pela siderurgia

72 Externalidades de Produção Criação de mercados para externalidades Condições de primeira ordem Siderurgia: Pesca:

73 Externalidades de Produção Criação de mercados para externalidades De (2) e (4) Mesma condição da firma conjunta. Resultado eficiente com a criação de um mercado para poluição

74 Externalidades de Produção Criação de mercados para externalidades E se a siderurgia tivesse o direito de poluir até e a firma de pesca tivesse que pagar por água limpa? Siderurgia: max p S S + q( -x) – c S (S, x) S, x Pesca: max p F F – q( -x) – c F (F, x) F, x

75 Externalidades de Produção Criação de mercados para externalidades Condições de primeira ordem Siderurgia: Pesca:

76 Externalidades de Produção Criação de mercados para externalidades De (6) e (8) Mesma condição da firma conjunta e do direito de propriedade inverso. Resultado eficiente com a criação de um mercado para poluição

77 Externalidades de Produção Criação de mercados para externalidades 1) Resultado eficiente para a externalidade independe dos direitos de propriedade 2) Padrão ótimo de produção (aço, peixe) e de poluição independe dos direitos de propriedade 3) Distribuição dos lucros vai depender dos direitos de propriedade (1) É uma versão do Teorema de Coase

78 Teorema de Coase Sob certas circunstâncias, quando as partes podem negociar sem custos e com possibilidade de obter benefícios mútuos, o resultado das transações envolvendo externalidades será eficiente, independentemente de como estejam especificados os direitos de propriedade. Externalidades e Direito de Propriedade

79 Recursos de Propriedade Comum Todos têm livro acesso aos recursos. Os recursos serão, provavelmente, utilizados em excesso Exemplos Ar e água Peixes e populações animais Minerais

80 A Tragédia dos Comuns u Considere uma área de pastagem comunal de todos os membros de uma vila. u Habitantes criam vacas na área comum. u Quando c vacas são criadas, produção total de leite é f(c), para f>0 e f<0. u Como os locais deveriam criar vacas de forma a maximizar a renda total?

81 A Tragédia dos Comuns c Leite f(c)

82 A Tragédia dos Comuns u Tome o preço do leite $1 e o custo relativo de criar uma vaca $p c. Então o lucro do conjunto da vila é e o problema da vila é maximizar

83 A Tragédia dos Comuns O número de vacas que maximiza a renda, c*, satisfaz i.e. o ganho marginal de renda da última vaca criada iguala o custo marginal de sua criação.

84 A Tragédia dos Comuns c Leite f(c) pccpcc incl. = f(c*) c* incl. = p c

85 A Tragédia dos Comuns c Leite f(c) pccpcc incl. = f(c*) c* incl. = p c Renda Máxima f(c*)

86 A Tragédia dos Comuns u Para c = c*, o ganho médio por vaca criada é dado que f > 0 e f < 0.

87 A Tragédia dos Comuns c Leite f(c) pccpcc incl. = f(c*) c* f(c*)

88 A Tragédia dos Comuns u Para c = c*, o ganho médio por vaca criada é dado que f > 0 e f < 0. Portanto o lucro econômico de introduzir uma vaca adicional é positivo. u Como ninguém possui a propriedade comum, entrada não é restrita.

89 A Tragédia dos Comuns u Entrada continua até que o lucro econômico de criar uma vaca adicional é zero; i.e., até

90 A Tragédia dos Comuns c Leite f(c) pccpcc incl. = f(c*) c* f(c*)

91 A Tragédia dos Comuns c Leite f(c) pccpcc incl. = f(c*) c* f(c*) A área comum é super-utilizada, tragicamente.

92 A Tragédia dos Comuns u A razão para esta tragédia é que quando um criador adiciona mais uma vaca sua renda sobe (em f(c)/c - p c ) mas a renda de todos os outros cai. u O criador que adiciona uma vaca extra não leva em conta o custo que inflige sobre o resto dos criadores.

93 A Tragédia dos Comuns u Tragédia dos Comuns modernas incluem: –pesca predatória em águas internacionais –uso excessivo de terras públicas –uso excessivo de parques públicos –congestionamento urbano de tráfego.

94 A Pesca de Lagostins na Lousiana Cálculo do Nível Eficiente de Pesca de Lagostins F = pesca de lagostins em milhões de libras por ano C = custo em dólares/libra

95 Recursos de Propriedade Comum Peixe por mês Benefícios, custos ($ por peixe) Demanda Mas os custos privados subestimam os verdadeiros custos. O nível eficiente de peixe/mês é F* e CMgS = BMg (D) Custo Social Marginal F* Custo Privado FCFC Na ausência de controle, o número de peixes por mês é F C e CP = BMg.

96 A Pesca de Lagostins na Lousiana Demanda C = 0,401 = 0,0064F CMgS C = -5, ,6509F CP C = -0, ,0573F

97 Os Lagostins como um Recurso de Propriedade Comum Pesca de lagostim (milhões de libras) C Custo (dólares/libra) Demanda Custo Social Marginal Custo Privado 11,9 2,10 9,2 0,325

98 A Pesca de Lagostins na Lousiana Pesca Eficiente 9,2 milhões de libras D = CMgS Pesca Predatória 11,9 milhões de libras D = CP Custo Social: (11,9-9.2)( )=

99 Os Lagostins como um Recurso de Propriedade Comum Pesca de lagostim (milhões de libras) C Custo (dólares/libra) Demanda Custo Social Marginal Custo Privado 11,9 2,10 9,2 0,325 Custo Social do recurso de propriedade comum

100 Recursos de Propriedade Comum Solução Propriedade privada do recurso Pergunta Sob que circunstâncias a propriedade privada do recurso não é viável?

101 Países do Anexo I devem, individual ou conjuntamente, assegurar que suas emissões agregadas dos gases de efeito estufa não excedam suas quantidades atribuídas.Países do Anexo I devem, individual ou conjuntamente, assegurar que suas emissões agregadas dos gases de efeito estufa não excedam suas quantidades atribuídas. Objetivo: reduzir as emissões totais desses gases em pelo menos 5 por cento abaixo dos níveis de 1990 no período de compromisso de 2008 a 2012.Objetivo: reduzir as emissões totais desses gases em pelo menos 5 por cento abaixo dos níveis de 1990 no período de compromisso de 2008 a Protocolo de Quioto (1997): redução de emissões dos gases de efeito estufa

102 Comércio de emissões: A fim de cumprir os compromissos assumidos, qualquer país do Anexo I pode transferir para ou adquirir de qualquer outro país unidades de redução de emissões Os países podem participar do comércio de emissões com o objetivo de cumprir os compromissos assumidos. Protocolo de Quioto

103 Total das emissões de dióxido de carbono das Partes do Anexo I em 1990, para os fins do Artigo 25 do Protocolo de Quioto

104 Anexo B- Parte Compromisso de redução ou limitação quantificada de emissões (porcentagem do ano base ou período) Alemanha 92 Austrália 108 Áustria 92 Bélgica 92 Bulgária* 92 Canadá 94 Comunidade Européia 92 Croácia* 95 Dinamarca 92 Eslováquia* 92 Eslovênia* 92 Espanha 92 Estados Unidos da América 93 Estônia* 92 Federação Russa* 100 Finlândia 92 França 92 Grécia 92 Hungria* 94 Irlanda92 Islândia 110 Itália92 Japão 94 Letônia* 92 Liechtenstein 92 Lituânia* 92 Luxemburgo 92 Mônaco 92 Noruega 101 Nova Zelândia 100 Países Baixos 92 Polônia* 94 Portugal 92 Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte 92 Irlanda do Norte 92 República Tcheca* 92 Romênia* 92 Suécia 92 Suíça 92 Ucrânia* 100

105 Países em desenvolvimento podem criar reduções certificadas de emissões (CER), elaborando projetos com baixas emissões de gases do efeito estufa.Países em desenvolvimento podem criar reduções certificadas de emissões (CER), elaborando projetos com baixas emissões de gases do efeito estufa. CERs podem ser vendidos como créditos de carbono aos países industrializados que necessitem reduzir seus níveis de poluição para cumprir as metas de emissões.CERs podem ser vendidos como créditos de carbono aos países industrializados que necessitem reduzir seus níveis de poluição para cumprir as metas de emissões. O comércio de títulos ligados a emissões de gases do efeito estufa poderia propiciar tanto a receita necessária quanto soluções ambientais para a América Latina e o Caribe.O comércio de títulos ligados a emissões de gases do efeito estufa poderia propiciar tanto a receita necessária quanto soluções ambientais para a América Latina e o Caribe. Protocolo de Quioto - Mercado de carbono fonte:


Carregar ppt "Microeconomia A III Prof. Edson Domingues Aula 4 Externalidades."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google