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PROVATUBERCULÍNICA PROVA TUBERCULÍNICA O que é ? Andrea Maciel de Oliveira Rossoni Disciplina de Infectologia Pediátrica HC – UFPR Qual sua utilidade ?

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Apresentação em tema: "PROVATUBERCULÍNICA PROVA TUBERCULÍNICA O que é ? Andrea Maciel de Oliveira Rossoni Disciplina de Infectologia Pediátrica HC – UFPR Qual sua utilidade ?"— Transcrição da apresentação:

1 PROVATUBERCULÍNICA PROVA TUBERCULÍNICA O que é ? Andrea Maciel de Oliveira Rossoni Disciplina de Infectologia Pediátrica HC – UFPR Qual sua utilidade ? Como interpretá-la ? O que pode alterá-la? Quando solicitar ?

2 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica O que é?

3 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Qual seu significado? Infecção por micobactérias M.Tuberculosis Atípicas / M. bolvis (BCG) Infecção latente Doença ativa

4 Infecção Adoecimento

5 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Exposição Infecção Não infecção Permanece infectado História Natural Risco 13x > pop. geral em até 2 anos Tb primária Tb pós-primária 5% - não bloqueia o complexo primário 5% - reativação ou reinfecção Infecção latente – resto da vida Tuberculose - Fisiopatologia Positivação da prova tuberculínica

6 PROVATUBERCULÍNICA PROVA TUBERCULÍNICA O que é ? Andrea Maciel de Oliveira Rossoni Disciplina de Infectologia Pediátrica HC – UFPR Qual sua utilidade ?

7 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Qual sua importância? Individual –Para diagnóstico diferencial (doença) –Avaliação de contatos (infecção latente) Coletiva –Estudos epidemiológicos Estudo de prevalência Risco de infecção

8 PROVATUBERCULÍNICA PROVA TUBERCULÍNICA O que é ? Andrea Maciel de Oliveira Rossoni Disciplina de Infectologia Pediátrica HC – UFPR Qual sua utilidade ? Quando solicitar ?

9 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Quem deve realizar PT rotineiramente: Pacientes em investigação de doença / infecção latente Sintomáticos Contatos de tb bacilífera Lactente em uso de quimioprofilaxia primária Contatos (>200h), independente da idade HIV + População de risco Imunossupressão, alcoolismo, diabetes, nefropatia, silicose, neoplasia, imagem radiológica residual em paciente não tratado, indígena, uso de ITNF-, corticoterapia Podem realizar em outras situações... Manual de Recomendações para Controle da tuberculose, MS, 2010

10 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Contato de Tb Pulmonar – Procurar doentes ou infectados Extra-pulmonar – Procurar doentes Obs:

11 PROVATUBERCULÍNICA PROVA TUBERCULÍNICA O que é ? Andrea Maciel de Oliveira Rossoni Disciplina de Infectologia Pediátrica HC – UFPR Qual sua utilidade ? O que pode alterá-la? Quando solicitar ?

12 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Paciente HIV positivo, com cultura positiva para tuberculose, na investigação apresentou PT negativa, o que pode ter ocorrido? Aplicação inadequada Paciente estar imunossuprimido PPD inativado

13 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Paciente HIV positivo, com cultura positiva para tuberculose, na investigação apresentou PT negativa, o que pode ter ocorrido? Aplicação inadequada Paciente estar imunossuprimido PPD inativado

14 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Resultado da PT depende: Tuberculina Tipo Concentração Potência Volume injetado Técnica de aplicação Fatores ligado ao hospedeiro

15 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica OMS – 1958 PPD - Rt 23 - tween 80 –Serum Institute Copenhagem- Dinamarca –Tween 80 (diluente) Estabilizante Reforça as reações específicas –Brasil: 2UT (0,1ml) Cuidados: –4 a 8ºC (inativada com t>20ºC) –Protegida da luz solar –Após aberto 30 dias –Tempo após preparação Tuberculina Atual

16 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Técnicas de Aplicação Intra-dérmica (1908 – Mantoux)

17 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Paciente realiza prova tuberculínica e apresenta uma reação flictenular. O que pode ter levado a esta reação? Alta reação: –Infecção recente –Tb doença –Contato freqüente com Tb –Tb extra pulmonar

18 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Fatores relacionados ao hospedeiro Baixa reação ou negativa: –Doenças imunossupressoras HIV Lupus, Sarcoidose Linfoma de Hodgkin –Febre (inibe a hialuronidase que é fator de dispersão) –Doenças exantemáticas (sarampo, varicela, escarlatina, e outras) ou vacinas de virus vivo –Corticóides ou drogas imunossupressoras –Crianças e velhos –Desidratação, desnutrição –Hipotireoidismo

19 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Fatores relacionados ao hospedeiro Baixa reação ou negativa: –Tb miliar avançada (paralisia vaso-motora periférica - não reage nem à histamina, excesso de antígenos) –Alergia paradoxal –Meningite tuberculose –Luz ultra violeta –Trabalho de parto ou puerpério imediato –Administração vit. C –Reações cruzadas: outras micobactérias (atípicas, bolvis, leprae) actinomicose, brucelose –Níveis flutuantes: Tb serosas em geral

20 PROVATUBERCULÍNICA PROVA TUBERCULÍNICA O que é ? Andrea Maciel de Oliveira Rossoni Disciplina de Infectologia Pediátrica HC – UFPR Qual sua utilidade ? Como interpretá-la ? O que pode alterá-la? Quando solicitar ?

21 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Interpretação da PT Viragem 3 a 12 semanas após primoinfecção Reatividade após 2 a 10 semanas de vida Leitura 48 a 96 horas Manual de Recomendações para Controle da tuberculose, MS, 2010

22 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Interpretação da PT Considerar Positividade: –Vacinados < 2 anos PT 10 mm –Vacinados > 2 anos, não vacinados ou imunossupressão (HIV) PT 5 mm Considerar: –Conversão incremento 10 mm O resultado da PT deve ser registrado em milímetros. A classificação isolada da PT em: não reator, reator fraco e reator forte não está mais recomendada, pois a interpretação do teste e seus valores de corte podem variar de acordo com a população e o risco de adoecimento. Manual de Recomendações para Controle da tuberculose, MS, 2010

23 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Avaliação qualitativa ParâmetroReação tipo KochReação tipo Listeria DiâmetroMaiorMenor ContornoDelimitadoImpreciso ConsistênciaFirmeMacia Sensibilidade dolorosaPresenteAusente Significado< proteção ou seqüela de TBEfeito protetor da vacina

24 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Criança contato de Tb em investigação, realizou PT, porém mãe não retornou para leitura e refere que formou umcaroçinho. Pediatra pede que exame seja repetido, o que fazer? Repetir a PT para avaliar conduta de forma adequada. Já que não há problemas na repetição deste exame.

25 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Pode ocorrer aumento da enduração na 2º prova: –Variabilidade aleatória (erros na leitura/aplicação) –Resgate imunológico (efeito booster) –Ocorrência de uma nova infecção (conversão) Repetição da Prova Pode ser repetida !!! Não repetir quando PT anterior 10mm!!!

26 PROVATUBERCULÍNICA PROVA TUBERCULÍNICA Andrea Maciel de Oliveira Rossoni Disciplina de Infectologia Pediátrica HC – UFPR E como interpretá-la nos fluxos do MS?

27 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Risco estimado de desenvolvimento de TB ativa em pessoas infectadas Fator de risco Risco estimado Aids HIV Transplantados20-74 Silicose30 Insuf Renal cronica (hemodiálise) Ca cabeça e pescoço16 Infecção recente M.tb (<2a)15 RX anormal (cicatriz em LS)6-19 Inibidores de alfa-TNF1,7-9 *Lobue, P and Menzies, D. Treatment of latent tuberculosis infection: An Update. Respirology (2010) 15, Fator de risco Risco estimado Abaixo do peso (<90% peso ideal)2 – 3 Fumante (1 maço/dia)2 – 3 RX anormal (granuloma)2 Fator de risco Risco estimado Tratamento com corticóides4,9 Diabetes mellitus (todos os tipos)2 - 3,6 Infectado na infância (0-4anos)2,2 - 5

28 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Indicações de TIL RISCOPT5mmPT10mmCONVERSÃO* ALTO (Indicado tratamento em qualquer idade) HIV/aids**SilicoseContatos de TB bacilífera Transplantados em terapia imunossupressora Insuficiência renal em diáliseProfissional de saúde Uso de inibidores do TNF- Neoplasia de cabeça e pescoço Profissional de laboratório de micobactéria Alterações radiológicas fibróticas sugestivas de sequela de TB Indígenas Trabalhador de sistema prisional Contatos adultos*** e contatos menores de 10 anos não vacinados com BCG ou vacinados há mais de 2 anos Contato com menos de 10 anos vacinados com BCG há menos de 2 anos Trabalhadores de instituições de longa permanência MODERADO (indicado tratamento em <65 anos) Uso de corticosteróides (>15 mg de prednisona por >1 mês)* Diabetes mellitus BAIXO (indicado tratamento em <50 anos) Baixo peso (<85% do peso ideal) Tabagistas (1 maço/dia) Calcificação isolada (sem fibrose) na radiografia * Conversão do PT - segunda PT com incremento de 10 mm em relação à 1ª PT. ** Especificidades na condução do paciente com HIV/aids ver situações especiais abaixo. *** Ver capítulo de controle de contatos. MS, 2010

29 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova TuberculínicaAssintomáticoSintomático PT Alterado Rx de tórax Normal Pesquisar doença – Rx, PT, baciloscopia (cultura?), anti-HIV 5mm 5mm Tratamento da infecção latente Repetir após 8 semanas Incremento de 10mm Incremento de < 10mm Alta com orientações Investigação de contatos 10 anos 0 a 4mm Manual de Recomendações para Controle da Tuberculose, MS, 2010

30 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova TuberculínicaAssintomático Sintomático PT Rx alterado Rx de tórax e PT Não vac. / >2a Rx normal Pesquisar doença (exames adicionais: HMG, VHS, baciloscopia, cultura, anti-HIV) Escore de pontos Pesquisar doença Vacinado <2a 5mm 5mm 10mm 10mm 0 a 4mm Tratamento da infecção latente Repetir após 8 semanas Incremento de 10mm Incremento de < 10mm Alta com orientações Investigação de contatos < 10 anos 0 a 9mm Avaliar sintomas, Rx tórax e PT Manual de Recomendações para Controle da Tuberculose, MS, 2010

31 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Mãe bacilífera* Avaliação clínico radiológica Normal Investigar e avaliar tratamento Anormal Não vacinar INZ– 3m Avaliação RN PT 5 mm 5 mm TIL + 3m 0 – 4 mm Vacinar (BCG) *amamentar com máscara comum Manual de Recomendações para Controle da Tuberculose, MS, 2010

32 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Paciente HIV + = PT anual – PT + ( 5mm) ou contato domiciliar Afastar doença Realizar quimioprofilaxia Não repetir mais PT – PT negativa Repetir anual Se início de ARV, repetir em 6 meses – Realizar quimio quando ausência de história de quimio e: Cicatriz radiológica, independente da PT Documentação da PT anterior +, agora PT -

33 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Profissional de saúde no exame admissional Prova tuberculínica PT < 10 mm Repetir a PT em 1 a 3 semanas Caracterizado efeito booster Orientar e não repetir a PT Persistência de PT < 10 mm Repetir em 12 meses quando a PS atua em locais de risco PT 10 mm Descartar doença, orientar e não repetir a PT

34 Andrea Rossoni Infectologia Pediátrica HC – UFPR Prova Tuberculínica Conduta no contato de TB Pacientes não infectados PT não reator, rx normal e assintomático Orientação Pacientes infectados Doente (PT positivo, rx alterado e/ou sintomático e/ou baciloscopia/cultura +) RHZ/E Infecção Latente (PT positivo, rx normal e assintomático) H

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38 Obrigada pela atenção!


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