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TESTES DE DIAGNÓSTICO E SUA INTERPRETAÇÃO: ESTRATÉGIAS SANITÁRIAS APLICADAS AOS PROGRAMAS DE CONTROLE DA BRUCELOSE E TUBERCULOSE Prof. Dr. Paulo Roberto.

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1 TESTES DE DIAGNÓSTICO E SUA INTERPRETAÇÃO: ESTRATÉGIAS SANITÁRIAS APLICADAS AOS PROGRAMAS DE CONTROLE DA BRUCELOSE E TUBERCULOSE Prof. Dr. Paulo Roberto de Oliveira

2 INTRODUÇÃO OBJETIVO DO CLÍNICO: DIAGNÓSTICO RECURSOS UTILIZADOS: ANAMNESE EXAME FÍSICO EXAMES LABORATORIAIS EXAMES COMPLEMENTARES

3 DIAGNÓSTICO Exame Clínico Imagem

4 INTRODUÇÃO DE FORMA CONSCIENTE OU NÃO RACIOCÍNIO ESTATÍSTICO EX.: VACA ABORTANDO NA PROPRIEDADE: PROBABILIDADE DE SER BRUCELOSE SE NÃO FOI VACINADA AUMENTA A PROBABILIDADE CONFIRMAÇÃO COM TESTE DIAGNÓSTICO (SOROLOGIA COM AAT)

5 PLANO DE COMBATE À TUBERCULOSE / BRUCELOSE DETECÇÃO DE REBANHOS INFECTADOS: ATRAVÉS DE TESTES PERIÓDICOS SANEAMENTO DE REBANHOS INFECTADOS: REALIZANDO TESTES SISTEMÁTICOS E SACRIFICANDO OS ANIMAIS REAGENTES

6 PLANO DE COMBATE À TUBERCULOSE / BRUCELOSE PROTEÇÃO DE REBANHOS NÃO INFECTADOS: COMPROVAR CONDIÇÃO SANITÁRIA DE ANIMAIS QUE INGRESSAM NO PLANTEL INDENE ATRAVÉS DOS TESTES DE DIAGNÓSTICO REALIZADOS NA ORIGEM E DURANTE A QUARENTENA NO DESTINO TESTES PERIÓDICOS EM REBANHO LIVRE OU DE ZONA LIVRE

7 RESULTADOS DOS TESTES DIAGNÓSTICOS VERDADEIRO POSITIVO RESULTADO POSITIVO NA PRESENÇA DA DOENÇA FALSO POSITIVO RESULTADO POSITIVO NA AUSÊNCIA DA DOENÇA VERDADEIRO NEGATIVO RESULTADO NEGATIVO NA AUSÊNCIA DA DOENÇA FALSO NEGATIVO RESULTADO NEGATIVO NA PRESENÇA DA DOENÇA

8 APLICAÇÃO DE UM TESTE DIAGNÓSTICO TOTAL SIMNÃO POSITIVO 45 (a) 38 (b) 83 (a+b) NEGATIVO 05 (c) 912 (d) 917 (c+d) TOTAL 50 (a+c) 950 (b+d) 1000 (a+b+c+d ) TESTE INFECÇÃO

9 PROPRIEDADES DE UM TESTE DIAGNÓSTICO SENSIBILIDADE (S): É A CAPACIDADE DE UM TESTE DE DETECTAR OS POSITIVOS ENTRE OS DOENTES EXAMINADOS TESTES DE BAIXA SENSIBILIDADE RESULTAM EM MAIOR NÚMERO DE ANIMAIS FALSOS NEGATIVOS. S = a a + c

10 PROPRIEDADES DE UM TESTE DIAGNÓSTICO ESPECIFICIDADE (E) É A CAPACIDADE DE UM TESTE DE DETECTAR OS NEGATIVOS ENTRE OS NÃO DOENTES TESTES DE BAIXA ESPECIFICIDADE RESULTAM EM MAIOR NÚMERO DE FALSOS POSITIVOS E = d b + d

11 CORRETA UTILIZAÇÃO DOS TESTES DE DIAGNÓSTICO UM TESTE MUITO SENSÍVEL DIFICILMENTE DEIXARÁ DE DIAGNÓSTICAR UM INDIVÍDUO POSITIVO TESTES MUITO SENSÍVEIS USADOS PARA DOENÇAS POTENCIALMENTE GRAVES. EX.: VACA LOUCA USADOS PARA O RASTREAMENTO DE DOENÇAS EM GRUPOS POPULACIONAIS (INQUÉRITOS DE SOROPREVALÊNCIA)

12 CORRETA UTILIZAÇÃO DOS TESTES DE DIAGNÓSTICO TESTES MUITO ESPECÍFICOS : DIFICILMENTE DEIXARÃO DE DIAGNÓSTICAR UM INDIVÍDUO NEGATIVO USADOS PARA CONFIRMAR UM DIAGNÓSTICO NECESSÁRIOS QUANDO UM RESULTADO FALSO POSITIVO PODE LESAR UM PACIENTE (EX.: SIDA, SACRIFÍCIO DE UM ANIMAL)

13 CONCLUSÃO DESEJA-SE: RESULTADO NEGATIVO PARA O TESTE SENSÍVEL RESULTADO POSITIVO PARA O TESTE ESPECÍFICO

14 PONTO DE CORTE É O VALOR DE UM DETERMINADO TÍTULO DE ANTICORPOS OU DIÂMETRO DE REAÇÃO CUTÂNEA (DE HIPERSENSIBILIDADE), A PARTIR DO QUAL O TESTE É CONSIDERADO POSITIVO.

15 PONTO DE CORTE SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE: DEPENDEM DO PONTO DE CORTE SÃO INVERSAMENTE PROPORCIONAIS AUMENTA A SENSIBILIDADE DIMINUI A ESPECIFICIDADE AUMENTA A ESPECIFICIDADE DIMINUI A SENSIBILIDADE.

16 PONTO DE CORTE

17 O VERDADEIRO ESTADO SANITÁRIO DO ANIMAL (i.e. INFECTADO OU NÃO) NÃO É CONHECIDO, MAS SIM O RESULTADO DO TESTE

18 VALOR PREDITIVO POSITIVO (VPP): MOSTRA QUAL A PROBABILIDADE DE UM RESULTADO POSITIVO TER REALMENTE IDENTIFICADO UM DOENTE EXPRESSA A PROBABILIDADE DE UM PACIENTE COM O TESTE POSITIVO TER A DOENÇA MOSTRA A PROBABILIDADE DE UMA DOENÇA. É A PROPORÇÃO DE VERDADEIROS POSITIVOS ENTRE TODOS OS INDIVÍDUOS COM TESTE POSITIVO VPP = a a + b

19 VALOR PREDITIVO POSITIVO (VPP): VPP= (PREV x SEN) (PREV x SEN) + (1-PREV) x (1 – ESP)

20 VALOR PREDITIVO NEGATIVO (VPN) PROPORÇÃO DE VERDADEIROS NEGATIVOS ENTRE TODOS OS INDIVÍDUOS COM TESTE NEGATIVO EXPRESSA A PROBABILIDADE DE UM PACIENTE COM O TESTE NEGATIVO NÃO TER A DOENÇA VPN = d c + d

21 VALOR PREDITIVO NEGATIVO (VPN) VPN= (1-PREV) x ESP (PREV x (1 – SEN) + (1 – PREV) x ESP)

22 VALORES PREDITIVOS DEPENDEM : SENSIBILIDADE DO TESTE ESPECIFICIDADE DO TESTE PREVALÊNCIA DA DOENÇA (VARIAM COM A SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA)

23 CONCLUSÃO EM POPULAÇÕES DE BAIXA PREVALÊNCIA DEVE-SE UTILIZAR TESTE COM ESPECIFICIDADE PRÓXIMA DE 100% COMO É DIFÍCIL UM ÚNICO TESTE COM ESTA CARACTERÍSTICA UTILIZA-SE 02 TESTES EM SEQÜÊNCIA: 1º) TRIAGEM DETECTAR REAGENTES 2º) CONFIRMATÓRIO

24 CARACTERÍSTICAS DE UM BOM TESTE DE TRIAGEM BOA SENSIBILIDADE BARATO FÁCIL EXECUÇÃO

25 CARACTERÍSTICAS DE UM BOM TESTE CONFIRMATÓRIO: ALTA ESPECIFICIDADE VANTAGEM DO TESTE CONFIRMATÓRIO EM INDIVÍDUOS POSITIVOS (NA TRIAGEM) AUMENTO DA ESPECIFICIDADE REDUÇÃO DO NÚMERO DE FALSOS POSITIVOS

26 APLICAÇÕES NO CONTROLE DE BRUCELOSE TRIAGEM: ANTÍGENO ACIDIFICADO TAMPONADO (AAT) ALTA SENSIBILIDADE CONFIRMATÓRIO: 2-MERCAPTOETANOL OU TESTE DE FIXAÇÃO DE COMPLEMENTO PARA OS REAGENTES ALTA ESPECIFICIDADE

27 APLICAÇÃO NO CONTROLE DA TUBERCULOSE ANIMAL: TRIAGEM: TUBERCULINIZAÇÃO CERVICAL SIMPLES OU NA PREGA ANO-CAUDAL (PPD BOVINA) CONFIRMATÓRIO: PROVA COMPARATIVA TUBERCULI- NIZAÇÃO NOS REAGENTES (PPD BOVINA / AVIÁRIA)

28 TRIAGEM E CONFIRMAÇÃO

29 AÇÃO SOBRE O FOCO ELIMINAÇÃO DOS ANIMAIS INFECTADOS ELIMINAÇÃO DOS REBANHOS INFECTADOS (EUA) TESTES SISTEMÁTICOS NO REBANHO ATÉ QUE NÃO EXISTAM MAIS POSITIVOS VIGILÂNCIA NOS ABATEDOUROS BAIXA SENSIBILIDADE (33-67%) + CONFIRMAÇÃO HISTOPATOLÓGICA

30 AÇÃO SOBRE O FOCO LESÕES À INSPEÇÃO Eliminação rebanho

31 PADRÃO OURO TESTE DE MÁXIMA CONFIABILIDADE VALIDADE INDISCUTÍVEL UTILIZADO COMO ``PADRÃO OURO´´ EM RELAÇÃO A UM TESTE A SER EXPERIMENTADO DEVE SEMPRE VIR NA PARTE SUPERIOR DA TABELA 4 X 4

32 EXERCÍCIO TOTAL SIMNÃO POSITIVO 45 (a) 38 (b) 83 (a+b) NEGATIVO 05 (c) 912 (d) 917 (c+d) TOTAL 50 (a+c) 950 (b+d) 1000 (a+b+c+d ) TESTE INFECÇÃO

33 SENSIBILIDADE TESTES DE BAIXA SENSIBILIDADE MAIOR NÚMERO DE FALSOS NEGATIVOS S = a = 45 = 0,9 ou 90% a + c PARA CADA 100 ANIMAIS INFECTADOS, O TESTE CLASSIFICARIA 90 COMO POSITIVOS E 10 COMO NEGATIVOS (FALSO NEGATIVOS)

34 ESPECIFICIDADE TESTES DE BAIXA ESPECIFICIDADE MAIOR NÚMERO DE FALSOS POSITIVOS E = d = 912 = 912 = 0,96 ou 96% b + d PARA CADA 100 ANIMAIS NÃO INFECTADOS, O TESTE CLASSIFICARIA 96 COMO NEGATIVOS E 04 COMO POSITIVOS (FALSO POSITIVOS)

35 VALOR PREDITIVO POSITIVO PROPORÇÃO DE ANIMAIS COM RESULTADO POSITIVO QUE REALMENTE ESTÃO INFECTADOS VPP = a = 45 = 45 = 0,54 ou 54% a + b PARA CADA 100 ANIMAIS POSITIVOS NO TESTE 54 ESTARIAM REALMENTE INFECTADOS

36 VALOR PREDITIVO NEGATIVO PROPORÇÃO DE ANIMAIS COM RESULTADO NEGATIVO QUE NÃO ESTÃO INFECTADOS VPN= d = 912 = 912 = 0,995 ou 99,5% c + d PARA CADA 100 ANIMAIS NEGATIVOS NO TESTE 99,5% DOS ANIMAIS REALMENTE NÃO ESTÃO INFECTADOS


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