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Relação escola-comunidade: integração, parcerias e prevenção de conflitos A equipe de coordenação e a prevenção de conflitos na escola Professor Dr. Luciano.

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1 Relação escola-comunidade: integração, parcerias e prevenção de conflitos A equipe de coordenação e a prevenção de conflitos na escola Professor Dr. Luciano Campos da Silva Universidade Federal de Ouro Preto -UFOP

2 Escola Coordenação Sociedade Sala de aula Estudantes Sala de aula Estudantes Sala de aula Estudantes

3 1- Ainda acreditamos que a escola possa exercer uma função socializadora? Tensão em relação aos papeis da escola e da família

4 1- Realização do planejamento curricular - Inserção de temáticas que contribuam para a formação de valores: cultura da paz, respeito, gentileza, etc. - Ênfase no aprendizado: estipula objetivos comuns, incentiva a avaliação e a busca por resultados – criação de ambiente estimulador, encorajador, de entusiasmo e otimismo - Desenvolver ações que visem produzir um trabalho pedagógico com claros objetivos de transformação humana e social. (Projeto Pedagógico)

5 2- Garantir a existência de um regulamento escolar (regimento, código disciplinar, manual do aluno, etc.) - Ajuda a consensuar regras. (Evita inconsistência normativa)inconsistência - Ajuda a consensuar procedimentos face à indisciplina e à violência - Permite ao aluno tomar conhecimento do que se espera dele em termos de comportamento e das conseqüências de seus atos. - Ajuda a criar uma imagem positiva (clima de organização)

6 - Tornam mais justas e eficazes as punições ao prever instâncias de decisão que ouçam as partes envolvidas.

7 3- Estimular o e envolvimento e participação dos pais nas questões escolares (disciplinares) - Garantir um clima de cordialidade e respeito na relação com os pais (acolhimento) - Obs.: Mesmos nas famílias com grandes conflitos internos os filhos tendem a levar em consideração o que pensam os pais. - Instituir práticas regulares de comunicação com os pais no intuito de garantir um certo controle dos mesmos sobre a vida escolar dos filhos: carteirinhas, agendas, reuniões, telefone. - Adotar uma atitude de parceria e não de culpabilização no atendimento. - Estimular e valorizar a presença dos pais na escola e a colaboração em assuntos pertinentes.

8 4- Zelar pela organização do ambiente escolar Deve-se buscar assegurar ao professor um ambiente tranqüilo, silencioso, de trabalho e propício ao aprendizado - Proteger as salas de problemas que possam perturbar as atividades: interrupções diversas, barulho, circulação de alunos de outras turmas pelos corredores, etc. - Organização da entrada e saída dos alunos (não transferir para o professor) - Controle da entrada e saída de pessoas externas à escola.

9 5- Criação de um ambiente escolar acolhedor -Relação democrática, amigável e calorosa com os alunos, pais e professores: acolhimento na entrada e saída dos alunos - Abertura para a resolução dos problemas dos alunos e professores - Atenção aos alunos e às turmas (fazer com que o sujeito se sinta notado) - Implicar os alunos nas atividades da escola (responsabilização – divisão do poder)

10 6- Incentivar o aprendizado de competências comunicacionais - Saber ouvir, expressar opiniões e respeitar as opiniões dos outros a) Estimulando a adoção desse tipo de procedimento pelos professores (formação) b) Como exemplo nos momentos de atendimento aos alunos e professores, sobretudo no atendimento a casos de indisciplina

11 7- Agir em parceria na resolução de conflitos ocorridos em sala de aula Abertura para ouvir e auxiliar os professores no que diz respeito a problemas disciplinares. - Dar atenção aos fatos ocorridos, mesmo aos mais simples, e procurar dar resposta a eles. (evitar o clima de que nada é resolvido e de que não adianta tentar)nada é resolvido -Na resolução de problemas disciplinares adotar uma atitude de parceria e não de culpabilização em relação aos professores.

12 Levar em consideração que também na relação com os professores deve-se respeitar e estar atento às diferenças individuais. (exercício da autoridade, tolerância, valores, etc.)autoridade - Buscar soluções para casos persistentes. Usar regimento e buscar ajuda de outros profissionais e/ou instituições.

13 Em qualquer tipo de intervenção disciplinar: -Procurar ouvir as partes e estimular o consenso, o reconhecimento dos erros, os pedidos de desculpas e os pactos. (local específico e calmo) * Dificuldade de saber a priori quem é culpado * Dificuldade em deparar com situações que exigem pesos diferente (avaliação da alma) -Estimular que os alunos usem a palavra e ouçam os colegas ordeiramente. -A conversa deve buscar soluções.

14 Nos casos de violência escolar: * Procurar orientar o professor quanto aos seus direitos. * Não permitir que o professor tome atitudes sem estar calmo e consciente das conseqüências. Procurar conciliar sem ser omisso. - Valer-se das punições previstas sem alardes -Efetuar os registros - Monitorar todas as decisões tomadas (dar satisfação)

15 Nas intervenções em sala de aula : - Procurar tomar uma atitude de mediador que busca compreender o que está ocorrendo, sem defender o aluno ou o professor (Porém de modo firme) -Não permitir que o professor fique exaltado, faça sermões, faça apreciações sobre o aluno: isso poderá agravar o problema. -Falar para toda a turma somente nos casos em que o problema for geral ou no caso de os ânimos não estarem muito exaltados. - Não fazer sermões, avaliações pessoais ou ameaças na frente de todos.

16 8- Investir nos professores -Incentivar e valorizar o trabalho docente - Investir na formação docente - Incentivar um clima de cooperação e de trocas de experiências na escola (ajuda mútua) -Incentivar um clima de confiança e entusiasmo -Zelar pelo bem-estar e pela descontração dos professores Contribuir para que os professores sejam mais eficazes em seu trabalho: disciplinar e cognitivo

17 É razoável defender que professores eficazes possam existir fora de escolas exemplares, mas uma escola exemplar não pode existir sem um grande número de professores eficazes. (Berliner (1983)


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