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Débora Dourado e Flávia Antunes. O compromisso do profissional com a sociedade. A educação e o processo de mudança social. O papel do trabalhador social.

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1 Débora Dourado e Flávia Antunes

2 O compromisso do profissional com a sociedade. A educação e o processo de mudança social. O papel do trabalhador social no processo de mudança. Alfabetização de Adultos e Conscientização

3 Saber-se no mundo; A forma que está no mundo condiciona a sua consciência deste estar; Se o indivíduo não for capaz de refletir, ele não é capaz de transpor os limites, nem de se comprometer (imerso no mundo).

4 O imerso apenas se adapta ao mundo sem ter consciência; Imerso = a-histórico, não se relaciona, não se compromete, não modifica.

5 Só se compromete quem se distancia do mundo para admirá-lo e transformá-lo; Ao transforma o mundo, o homem também se transforma pela sua própria criação; Passa a ser histórico, um ser de práxis.

6 Não é tarefa fácil, afinal a realidade foi criada pelos homens e isso dificulta o pensar autêntico. O profissional se compromete 2x (utilizou o patrimônio cultural); O homem se compromete quando ele passa a agir e refletir (práxis) a sua realidade, modificando-a e se transformando.

7 a) Falta de autenticidade; b) Falta de visão do todo; c) Alienação.

8 Não é possível um compromisso autêntico se, àquele que se julga comprometido, a realidade se apresenta como algo dado, estático e imutável. Se esse olha e percebe a realidade enclausurada em departamentos estanques. Se não a capta como uma totalidade, cujas partes se encontram em permanente interação. Daí sua ação não pode incidir sobre as partes isoladas, pois é transformando a totalidade que se transforma as partes. (FREIRE, 1979, p. 8.10)

9 A alienação é demasiado doce (como um refrigerante) e a liberdade demasiado amarga, porque está demasiado próxima da solidão. E da loucura (GOMES, 2007).

10 Não há técnicas neutras que possam ser transplantadas de um contexto a outro. A alienação do profissional não lhe permite perceber esta obviedade. Seu compromisso se desfaz na medida em que o instrumento para sua ação é um instrumento estranho, às vezes antagônico, à sua cultura. (FREIRE, 1979, p. 18)

11 A alienação estimula o formalismo, que funciona como um cinto de segurança. Daí o homem alienado, inseguro e frustrado, fica mais na forma que no conteúdo; ver as coisas mais na superfície que no interior. (FREIRE, 1979, p. 38)

12 Não se pode reduzir o homem a um simples objeto da técnica, a um autômato manipulável. Quase sempre, técnicos de boa vontade, embora ingênuos, deixam-se levar pela tentação tecnicista e tentam, verticalmente, substituir os procedimentos empíricos por sua técnica. Ao desenvolver desta forma sua ação, que tem sua incidência neste homem lata vazia que vão enchendo com seus depósitos técnicos. (FREIRE, 1979, p. 32)

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14 É imprescindível ter-se em conta a situação geral da sociedade, o seu desenvolvimento econômico-histórico- cultural e os avanços ou retrocessos da consciência social. (ALVES, 2003)

15 2. Como uma sociedade alienada prejudica seu próprio contexto social? 3. Em que difere o operário de um autômato manipulável? 4. Como comprometer-se de fato? 1. Como nós administradores podemos contribuir para a humanização do homem?


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