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Trabalho em Grupo Profª. Ana Paula e Prof. Robson Professores Coordenadores de Matemática do Núcleo Pedagógico de Itu.

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Apresentação em tema: "Trabalho em Grupo Profª. Ana Paula e Prof. Robson Professores Coordenadores de Matemática do Núcleo Pedagógico de Itu."— Transcrição da apresentação:

1 Trabalho em Grupo Profª. Ana Paula e Prof. Robson Professores Coordenadores de Matemática do Núcleo Pedagógico de Itu

2 Definição Atividades de natureza diversa (escrita, oral, gráfica, corporal etc.) realizadas coletivamente.

3 OBJETIVOS DO TRABALHO EM GRUPO Em termos didáticos, os principais objetivos do trabalho em grupo são: facilitar a construção do conhecimento; permitir a troca de ideias e opiniões; possibilitar a prática da cooperação para conseguir um fim comum.

4 Ao participar dessa troca de experiências possibilitada pelo trabalho em equipe, o indivíduo precisa organizar seu pensamento a fim de exprimir suas ideias de forma a serem compreendidas por todos. Na dinâmica do trabalho em grupo, o aluno fala, ouve os companheiros, analisa, sintetiza e expõe ideias e opiniões, questiona, argumenta, justifica, avalia.

5 Portanto, o trabalho de grupo, contribui para o desenvolvimento das estruturas mentais do indivíduo, mobilizando seus esquemas operatórios de pensamento. Além de contribuir para o desenvolvimento dos esquemas cognitivos, o trabalho em equipe também favorece a formação de certos hábitos e atitudes de convívio social como: cooperar e unir esforços para que o objetivo comum seja atingido; planejar, em conjunto, as etapas de um trabalho; dividir tarefas e atribuições, tendo em vista a participação de todos; expor ideias e opiniões sucinta e objetivamente, de forma a serem compreendidas; aceitar e fazer crítica construtiva; respeitar a opinião alheia; acatar a decisão quando for resolvido que prevalecerá a opinião da maioria.

6 Ao utilizar o trabalho em grupo na sala de aula, o professor precisa se conscientizar que não está apenas aplicando mais um recurso didático para a construção do conhecimento, mas está lançando mão de um poderoso instrumento de avaliação.

7 Para isso temos algumas questões norteadoras desse processo:

8 1. Como faço um diagnóstico correto para montar grupos que sejam produtivos? Pesar no conteúdo; Objetivo específico da atividade; Diferentes diagnósticos. 2. Devo deixar as crianças se agruparem de acordo com a afinidade entre elas? A decisão depende de sua intencionalidade. Elas têm liberdade de escolher com quem vão trabalhar se a atividade não tiver como objetivo ensinar um conteúdo

9 3. Agrupar os mais agitados com outros mais calmos e os mais tímidos com os extrovertidos é um bom critério? Não. Ao definir as equipes, é importante garantir a máxima circulação de conhecimentos e informações. Não usar características pessoais. 4. Como não errar na formação de duplas, trios, quartetos, quintetos ou grupões? Fazer um diagnóstico detalhado; Não dividir a turma para realizar um trabalho individual.

10 5. Devo dar autonomia à classe ou intervir sempre de modo a mediar o trabalho? Dar autonomia não significa deixar de intervir. Na atividade em grupo, tem lugar uma troca horizontal (aluno com aluno) e não vertical (professor com aluno). Por isso, tirar uma dúvida do grupo não significa responder às perguntas, mas levar os integrantes a relacionar conhecimentos e informações que levem à resposta. 6. Como aproveitar a heterogeneidade e despertar o interesse e a participação de todos? Ajudando um a compartilhar com o outro seu modo de pensar sobre determinada situação-problema. As atividades devem estar de acordo com os níveis de aprendizagem: nem muito fáceis nem muito complicadas.

11 7. Posso começar o ensino de um conteúdo pedindo uma atividade individual e só depois fazer agrupamentos? Sim. Segundo a educadora argentina Delia Lerner, da Faculdade de Educação da Universidade de Buenos Aires, a articulação do trabalho de grupo e individual se dá em processos complementares: um ascendente e outro descendente. 8. Posso dar tarefas diferentes para cada agrupamento? Sim, desde que haja um objetivo geral e comum a todos os grupos. Também é essencial prever as necessidades de cada grupo no desenvolvimento das tarefas e pensar nas intervenções a fazer

12 9. Como evitar que alguns alunos fiquem ociosos, esperando os colegas terminarem? Fazendo um planejamento minucioso. Essa preparação inclui estruturar a atividade e coordená-la para que os estudantes não atribuam a responsabilidade de realizá-la apenas a um ou dividam as tarefas - o que impede que interajam. Outra ajuda é definir a atuação de cada um.

13 10. Alguns pais dizem que, nos trabalhos em grupo, o filho faz tudo e outros só copiam do colega. Como resolver isso? Se o professor já tem uma atividade planejada e considera o nível de conhecimento da garotada sobre o conteúdo, acompanha e avalia o trabalho, provavelmente está promovendo um agrupamento produtivo. Cabe a ele mostrar as vantagens desse tipo de estratégia didática aos pais que reclamarem.

14 11. Os alunos devem sempre ter um papel definido dentro do grupo? Vale esclarecer que ter um papel não significa ter uma tarefa e dar conta dela sozinho. A criança pode ter uma função - definida de acordo com o que precisa aprender ou ensinar -, desde que a desempenhe com a ajuda dos demais. 12. Que tipo de atividade em grupo ganha mais significado para os estudantes? Aquelas que eles dão conta de realizar por meio da troca de saberes com os colegas, com pouca interferência do professor.

15 Vantagem do Trabalho em Grupo A interação é um importante facilitador da aprendizagem e a heterogeneidade da classe pode ser usada como um elemento a favor do ensino

16 Exemplos de Trabalho em Grupo

17 Fonte: avaliacao/interacoes/como-agrupo-meus-alunos shtml

18 Proposta de produ ç ão textual Proposta de produção textual: são dados a seguir alguns fragmentos argumentativo diferentes sobre o tema misticismo. Reúna-se em GRUPO para elaborar um texto, juntando de forma coerente alguns dos argumentos. Podendo acrescentar a ideia do grupo. 1.Nota-se uma certa oscilação, como se as pessoas partilhassem temporariamente determinadas correntes místicas, talvez em função de modismo. Há um trânsito constante, sem uma tomada integral daquilo como lei. 2. há uma necessidade de a criança vivenciar a construção do fantástico e do maravilhoso, nem que seja através do videogame. 3. Mesmo nos grupos de rock, em que há a participação do público, cria-se um êxtase místico na efervescência. Para atingir este objetivo, utilizam-se imagens fantásticas, do imaginário, como nos videoclipes. Então, em um grupo de rock, de jovens, se chega a uma forma de mística coletiva semelhante à que é incentivada pelos grupos religiosos que conduzem até mesmo ao suicídio. 4. Cria-se uma nova família, como a pentecostal, na qual os irmãos não têm nada a ver como aqueles reais, quebra-se família original e vive-se em um ambiente comunitário no qual o guru, o sacerdote ou o pastor se torna o pai e todos são irmãos.

19 5. Há essa angústia da morte mas também a cresça em uma outra vida através da ideia de continuidade. Os movimentos messiânicos aparecem com maior frequência, como o suicídio coletivo, feito para reviver uma vida nova. 6.Esta vivência é importante na construção afetiva do indivíduo. Dar asas à imaginação, incentivar o imaginário sempre foram elementos significativos na formação da personalidade. Antes de narrar a história, do viver um mito no cotidiano, existiam as histórias contadas, que tomavam um caráter de realidade ou era esta que adquiria um caráter fantástico. 7. No videogame, os bruxos, os lobisomens, os monstros a serem vencidas, as barreiras a serem transpostas dependem da ação dos heróis, com os quais as crianças se identificam, com suas transformações diárias. O herói morre, o que é uma forma de transformação, pois o medo de mudar está ligado à noção de morte. Esse processo de transformação, de iniciação, é vivido no videogame pelo herói. É diverso, é diferente, mas de toda maneira o imaginário está ali. 8. As crianças viveriam nos videogames uma experiência de construção do fantástico ainda não compartilhada. Mas existe hoje na televisão uma série de filmes sobre aventuras espaciais, naves, guerras, que são o grande tema de conversa entre meninos no prédio, na rua, na escola. De alguma forma, isto está sendo atualizado através desses filmes e desenhos, geralmente japoneses. Será que essa experiência não está ocupando o lugar daquele antigo, do falar, contar histórias?

20 Fonte:http://revistaescola.abril.com.br/planejament o-e-avaliacao/interacoes/como-agrupo-meus- alunos shtml?page=8

21 Construção de gráficos das funções do 2º grau e sua variação Disciplina: Matemática Objetivo: Levar os alunos a compreender a variação de uma função do 2º grau quanto a proporcionalidade entre elas. Critérios de Agrupamento: Grupo de 3 alunos, e quando possível com um aluno que apresente maior dificuldade. Papel do Professor: Motivar os alunos a comparar as construções para garantir a percepção da proporcionalidade entre elas e no grupo maior, realizar uma discussão dessas ideias, através de um modelo entregue aos alunos. Interação entre os alunos: Cada trio, após as construções podem revisar a construção dos colegas do grupo e após responder as questões os grupos socializam suas respostas. VER MODELO

22 Exemplo de Trabalho em Grupo Inadequado

23 Trabalho em Grupo (1º Ano – EM) Nome dos Participantes 1-_________________ 2-_________________ 3-_________________ Cada grupo irá construir gráficos das funções a, b e c no mesmo plano cartesiano abaixo e responder as perguntas: 1) Essa função é? 2) Essas funções são crescentes ou decrescentes? Funções: a) f(x)=x²; b) f(x)=x²+2; c) f(x)=x²-2

24 10 razões para apostar em Trabalho em Grupo 1.Reunir pessoas diferentes; 2.Dividir e planejar tarefas; 3.Aprender a argumentar; 4.Ouvir a opinião dos outros; 5.Respeitar e ser tolerante; 6.Dar espaço para todos. 7.Refletir; 8.Lidar com os problemas; (e resolvê-los) 9.Treinar para a vida adulta e em sociedade; 10.Aumentar a autocrítica.

25 Referências Bibliográficas 10 razões para apostar em trabalhos em grupo em: star-trabalho-grupo shtml star-trabalho-grupo shtml O aprendizado do trabalho em grupo em: avaliacao/interacoes/aprendizado-trabalho-grupo shtml avaliacao/interacoes/aprendizado-trabalho-grupo shtml Nova Escola – Avaliação Nota 10 - em: avaliacao/avaliacao/avaliacao-nota shtml avaliacao/avaliacao/avaliacao-nota shtml

26 Trabalho em Grupo (1º Ano – EM) Nome dos Participantes 1-_________________ 2-_________________ 3-_________________ Cada componente do grupo irá construir um determinado gráfico das funções a, b e c no mesmo plano cartesiano abaixo e responder as perguntas: 1) O gráfico das funções são iguais? O que aconteceu? 2) Essas funções são crescentes ou decrescentes? Por quê? Funções: a) f(x)=x²; b) f(x)=x²+2; c) f(x)=x²-2 VOLTAR


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