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TRABALHO DE INSTRUÇÃO DE BOMBEIROS 1º MODULO - APH LIÇÃO 10 B AFOGAMENTO.

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1 TRABALHO DE INSTRUÇÃO DE BOMBEIROS 1º MODULO - APH LIÇÃO 10 B AFOGAMENTO

2 Definição: Aspiração de líquido não corporal por submersão ou imersão.

3 PRINCIPAIS CAUSAS DE AFOGAMENTO Uso de drogas ,2% Epilepsia (crise convulsiva) ,1% Traumatismos ,3% Doenças cardíacas e/ou pulmonares ,1% Acidentes de mergulho ,7% Não especificadas ,6%

4 FISIOPATOLOGIA DO AFOGAMENTO O órgão alvo de maior comprometimento no afogamento é o pulmão. A função respiratória fica prejudicada pela entrada de líquido nas vias aéreas, interferindo na troca de oxigênio (O2) por gás carbônico (CO2) de duas formas principais: Pela obstrução parciais (freqüente) das vias aéreas superiores por uma coluna de líquido; Pela inundação dos alvéolos com este líquido. Estas duas situações provocam a diminuição ou a abolição da passagem do O2 para a circulação e do CO2 para o meio externo. Estes são os dois efeitos imediatos que a asfixia provoca no organismo, dos quais derivam todas as outras complicações, e serão maiores ou menores de acordo com a quantidade de líquido aspirado, conforme veremos adiante nos diversos graus do afogamento.

5 FASES DO AFOGAMENTO Medo ou pânico de afogar; Luta para manter-se na superfície; Apnéia voluntária na hora da submersão, cujo tempo dependerá da capacidade física de cada indivíduo; Aspiração inicial de líquido durante a submersão que pode provocar irritação nas vias aéreas, suficiente para promover, em certos casos (menos de 2%, um espasmo da glote tão forte a ponto de impedir uma nova entrada de água (afogamento do tipo seco, água nos pulmões, provavelmente não existe); Em mais de 98% dos casos não ocorre espasmo glótico, havendo entrada de água em vias aéreas, inundando o pulmão (afogamento clássico).

6 Afogamento Primário É o tipo mais comum, não apresentando em seu mecanismo nenhum fator incidental ou patológico que possa ter desencadeado o afogamento. Afogamento Secundário É a denominação utilizada para o afogamento causado por patologia ou incidente associado que o precipita.

7 CLASSIFICAÇÃO DE ACORDO COM A GRAVIDADE: A Classificação Clínica do Afogado tem como objetivo facilitar a avaliação e a conduta médica das vítimas deste tipo de acidente. A classificação não tem caráter evolutivo, portanto deve ser estabelecida no local do afogamento ou no primeiro atendimento, relatando se houve melhora ou agravamento do quadro clínico. Exemplo: O paciente encontrado em grau VI, e que for reanimado, continuará a merecer essa classificação durante todo o tempo em que permanecer internado.

8 AFOGAMENTO GRAU I A vítima encontra-se responsiva. É representado pelas vítimas que aspiram quantidade mínima de água, suficiente para produzir tosse. Presença de tosse sem espuma na boca/ nariz. AFOGAMENTO GRAU II Vítimas que aspiraram uma pequena quantidade de água, suficiente para alterar a troca de O2 - CO2 pulmonar; Apresentam-se lúcidas, com tosse e pequena quantidade de espuma no nariz/ boca. Necessitam de atendimento de Suporte Avançado de Vida, oxigenioterapia, prevenção de hipotermia e apoio psicológico. AFOGAMENTO GRAU III 1. Vítimas que aspiraram quantidade importante de água (geralmente mais do que 2 a 3 ml/Kg de peso); 2. Apresentam tosse, grande quantidade de espuma na boca/ nariz e presença de pulso radial palpável; 3. Por sua gravidade os casos grau III necessitam de cuidados de Suporte Avançado de Vida imediatos.

9 AFOGAMENTO GRAU IV 1. A vítima nestes casos se apresenta em coma (não desperta nem com estímulos fortes); 2. Apresenta-se com grande quantidade de espuma na boca/ nariz e pulso radial não palpável. AFOGAMENTO GRAU V 1. A vítima nestes casos se apresenta em parada respiratória (apnéia), mas com pulso arterial carotídeo presente, indicando atividade cardíaca; 2. Encontra-se em coma leve a profundo (inconsciente), com cianose intensa, grande quantidade de secreção oral e/ou nasal, e distensão abdominal freqüente por ingestão excessiva de água; 3. Pode ser reanimado, se for atendido precocemente (de imediato) com o restabelecimento de sua função respiratória, através dos métodos de ventilação artificial.

10 AFOGAMENTO GRAU VI É a parada cardiorrespiratória (PCR), representada pela apnéia (parada respiratória), e pela ausência de batimentos cardíacos (pulsos arteriais ausentes). Encontram-se inconscientes. Fatores que juntos ou isolados podem explicar os casos de sucesso na reanimação cardiopulmonar de vítimas submersas por tempo maior do que cinco minutos: Redução das necessidades metabólica devido a hipotermia nos acidente em água fria; A continuação da troca gasosa de O2 e CO2 apesar da presença de líquido no alvéolo até ocorrer à interrupção da atividade cardíaca; Em crianças, se houver o reflexo de mergulho (reflexo que reduz o consumo de oxigênio em mamíferos que entram dentro d água reduzindo o metabolismo a níveis basais), haverá uma reserva maior de oxigênio para se consumir, portanto, maior possibilidade de sobrevivência.

11 ABORDAGEM, IMOBILIZAÇÃO E REMOÇÃO DE VÍTIMAS DE TRAUMA EM ÁGUA RASA

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19 TRATAMENTO PRÉ-HOSPITALAR PARA VÍTIMAS DE AFOGAMENTO COM SINAIS VITAIS: 1. Realizar a análise primária e secundária e tratar os problemas encontrados em ordem de prioridade; 2. Verificar se a situação se enquadra no POP – Acionamento de SAV ou – Transporte Imediato; 3. Retirar as vestes molhadas e secar imediatamente todo o corpo da vítima; 4. Mantê-la aquecida com cobertor ou manta aluminizada, mantendo apenas a face exposta e conduzi-la para ambiente aquecido. Ex. interior da UR; 5. Se não há indícios de que tenha sofrido lesão de coluna, posicioná-la e mantê-la na posição de drenagem postural - decúbito lateral Direito - durante o atendimento e transporte; 6. Se há indícios de que tenha sofrido lesão de coluna, posicioná-la e mantê-la na em DDH para o transporte; 7. Monitorá-la constantemente durante o transporte.

20 TRAQUÉIA

21 COM PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA: 1. Na ausência de pulso carotídeo, iniciar a REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR;(melhor prognóstico – possibilidade de recuperação - quando as vitimas estiverem submersas por menos de 60 minutos em água com temperatura inferior a 21ºC); 2. Empregar o POP – Acionamento de SAV ou o POP – Transporte Imediato; 3. Prevenir o aumento da hipotermia durante a reanimação cardiopulmonar, removendo as vestes molhadas, secando o corpo da vítima tão logo seja possível, cobrindo-a de forma a deixar exposta somente a face e o tórax, conduzindo-a para o interior de ambiente aquecido.

22 ATENÇÃO Não tentar drenar fluído dos pulmões ou do estômago através da utilização de manobras de compressão abdominal (Manobra de Heimlich). A tentativa de esvaziar o estômago distendido só aumenta o risco de bronco-aspiração na ausência de intubação endotraqueal (medida realizada pelo SAV), portanto é contra-indicada.

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25 F I M


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