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Aula semana 15, 16 e 17 Poder e autoridade nas organizações Profa. MSc. Daniela Ferreira Suarez.

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1 Aula semana 15, 16 e 17 Poder e autoridade nas organizações Profa. MSc. Daniela Ferreira Suarez

2 Proporcionar ao aluno o entendimento dos conceitos usuais na Administração de controle por meio do poder e por meio da autoridade.

3 De que forma estão relacionados poder e cultura nas organizações e de que modo ambos interagem? É possível entender como poder não só aquilo que se manifesta no interior da organização mas também as influências que uma organização tem sobre outra e ainda como a inter relação destas atua no conjunto e nos resultados de cada qual. Pode-se considerar, desse modo, que a interdependência aqui citada, seja diretamente ampliada à medida que os processos de globalização - ou influências globais - da economia seja ampliado. A cultura, por sua vez, deveria estar relacionada ao significado da organização, ou, numa leitura mais adequada, a imagem de uma organização deveria refletir seus traços culturais, como sincero retrato da sua identidade.

4 A habilidade de lidar com incertezas que surgem no dia-a-dia das empresas é uma grande fonte de poder. Organização implica certo grau de interdependência de tal forma que situações descontínuas ou imprevisíveis em algum lugar da empresa têm consideráveis implicações para o funcionamento das demais partes. Uma habilidade em lidar com essas incertezas dá ao indivíduo, grupo ou subunidades considerável poder no todo organizacional. A dificuldade de uma pessoa ser substituída por qualquer outra da organização dá poder à primeira. Quanto mais insubstituível for a pessoa, maior poder ela exerce. Com a disseminação do conhecimento e das informações, as empresas conseguem fazer com que as pessoas se tornem menos insubstituíveis.

5 Centralidade Organizacional Quanto mais central uma pessoa ou um grupo for para os trabalhos ou processos da organização, maior será o seu poder. O processo decisório, dessa forma, também fica centralizado. O indivíduo ou grupo que possa agir de modo claro no processo de tomada de decisão tem o poder de exercer uma grande influência nos negócios da organização à qual pertence. O poder de uma organização sobre o mercado aumenta quando ela controla um recurso que é importante, escasso e insubstituível. Assim, o mercado torna-se dependente destes recursos.

6 Recursos Importantes Para criar dependência, os recursos controlados têm que ser considerados importantes. Por exemplo, uma organização como a Intel, fortemente orientada tecnologicamente, é altamente dependente de seus engenheiros para manter as vantagens técnicas e a qualidade de seus produtos.

7 O Uso do Poder As pessoas ou grupos utilizam as formas de poder citadas acima de acordo com seus objetivos. Podemos dividir o poder, conforme sua utilização, em basicamente dois tipos: o Poder Aberto e o Poder Reservado. O primeiro é utilizado para conquista de resultados a partir de conflitos entre as partes. Controlando as fontes de poder relevante, tais como acesso a informações, arenas políticas, recompensas e castigos, e conhecimentos especializados, os gerentes frequentemente tentam triunfar face à competição e conflito. O segundo é utilizado para assegurar que não ocorram conflitos. É empregado antes que surja um confronto direto entre as partes.

8 A partir deste estudo, pode-se afirmar que o poder é uma relação de mando e dependência entre pessoas ou grupos nas organizações. Embora seja possível separar suas diversas formas, elas não são utilizadas isoladamente pois o poder é um fenômeno que envolve todas as pessoas nas organizações e que só pode ser exercido se houver consentimento dos envolvidos.

9 O Significado do Poder Alguns autores apontam que a fonte originária do poder encontra-se na capacidade de coagir ou de estabelecer uma relação de domínio sobre os outros, na produção de efeitos desejados ou no controle das ações dos outros. Nenhum agente está totalmente destituído de alguma parcela de poder. Mesmo aqueles que ocupam uma posição subalterna nunca deixam de dispor de algum contra poder: podem resistir e produzir efeitos sobre seus superiores e sobre seus colegas de trabalho. Partindo deste conceito, podemos entender o poder de uma forma mais abrangente, ou seja, entender o poder não só aquilo que se manifesta no interior da organização, mas também as influências que uma organização tem sobre outra e ainda como a inter-relação destas atua no conjunto e nos resultados de cada qual.

10 Formas de Poder Analisando as estruturas organizacionais, o modo como as pessoas se comportam no ambiente de trabalho e como se relacionam, entendemos que existem várias formas de se exercitar o poder nas organizações. Poder de Posição ou de Autoridade Formal Existem dois tipos de líderes que exercem poder nas organizações. O primeiro deles é o líder nomeado, que se refere àqueles indivíduos que ocupam um papel organizacional específico, tais como executivo, gerente, supervisor e assim por diante, que têm o poder de executar certas tarefas organizacionais. Já os líderes naturais recebem poder dos demais membros da organização devido a sua capacidade de conseguir a realização da tarefa ou a manutenção da rede social do grupo - autoridade carismática.

11 Poder Coercitivo O Poder Coercitivo é utilizado para se conseguir o que quer com base em ameaças e punições. Poder de Recompensa O poder de Recompensa é o oposto do Coercitivo, pois as pessoas concordam com os desejos ou orientações de outrem porque fazer isso produz benefícios positivos. Poder de Competência O Poder de Competência é baseado no domínio de um indivíduo sobre certos assuntos, se isso for percebido como um recurso valioso. O domínio de especializações, habilidades especiais ou conhecimentos estão se tornando uma das fontes mais poderosas de influência à medida que o mundo está mais orientado à tecnologia.

12 Poder de Referência O Poder de Referência é baseado no magnetismo ou carisma pessoal. Em muitos casos, as pessoas se identificam com uma outra devido a certos traços pessoais ou características de personalidade.

13 Formas de Dominação As formas de dominação nas organizações. A dominação não é algo pré-determinado, pois não há como afirmar que quem prepondera hoje não será dominado amanhã. Segundo estudos apresentados por Max Weber, existem três tipos de dominação: legal, carismática e tradicional. A dominação legal baseia-se em estatutos que podem ser modificados e criados desde que o mesmo esteja pré-estabelecido. A dominação tradicional é aquela baseada na crença e nos poderes de senhores, onde um manda e o outro obedece e, diferentemente da dominação legal, ela não é baseada na formalidade. Já a dominação carismática é dada em virtude da devoção, e por pessoas que possuem caráter comunitário onde quem manda é o líder e o que obedece é o apóstolo.

14 Observe que no Estado, por exemplo, Weber nos diz, que é necessário que as pessoas obedeçam à autoridade dos detentores do poder, sempre que esta autoridade seja legitimamente reconhecida, para que o mesmo funcione e/ou exista. E dessa forma percebe- se que a dominação sempre foi e, é uma presença marcante dentro da sociedade. A dominação é sempre resultado de uma relação social de poder desigual, onde se percebe claramente a existência de um lado que comanda (domina) e outro que obedece.

15 temos três tipos puros de dominação legítima, cada um deles gerando diferentes categorias de autoridade. São classificados como puros porque só podem ser encontrados isolados no nível da teoria, combinando-se quando observados em exemplos concretos. São formas de dominação, segundo Weber, dominação legal, tradicional e carismática, como é apresentado no texto a seguir. Dominação Legal A dominação legal tem como ideia base a existência de um estatuto que pode criar e modificar normas, desde que seu processo (forma) esteja previamente estabelecido. Portanto, constitui uma relação desprovida de sentimentos, ou seja, baseia-se unicamente no profissionalismo e na hierarquia da empresa. O dever da obediência está graduado numa hierarquia de cargos, com subordinação dos inferiores aos superiores, onde aquele que ordena é o superior.

16 Dominação Tradicional É a forma mais antiga de dominação. Basicamente é aceita em nome da tradição e dos níveis de hierarquias, onde o exercício da autoridade se dá através, por exemplo, do comando do rei aos súditos, do pai aos filhos, dentre outros. A dominação tradicional ocorre devido a fatores como: afetividade, respeito, admiração, crença, e até no prazer de ver o senhor feliz ou satisfeito. Dominação Carismática A dominação carismática é influenciada diretamente pelos fatores emocionais e afetivos, e a obediência não é estabelecida por regra ou cargo, mas sim pela crença nas qualidades do líder, ao caráter sagrado, à força heroica, ao valor exemplar ou ao poder da palavra que distingue de modo especial e, é aceita devido a devoção afetiva por parte dos dominados.


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