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Avaliação Educacional Externa Conceito e utilidade da avaliação em larga escala. Juliana Frizzoni Candian Coordenação de Análise e Publicações.

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1 Avaliação Educacional Externa Conceito e utilidade da avaliação em larga escala. Juliana Frizzoni Candian Coordenação de Análise e Publicações

2 O que é avaliar? É refletir sobre uma determinada realidade a partir de dados e informações, e emitir um julgamento que possibilite uma ação.

3 Tipos de Avaliação Diagnóstica Formativa Somativa Interna Escola Interna Escola Externa Sistemas Externa Sistemas Interna Escola Interna Escola Externa Sistemas Externa Sistemas Interna Escola Interna Escola Externa Sistemas Externa Sistemas Pequena escala Larga escala Avaliação

4 Provas abertas Provas objetivas Observação/Registro Portfólio Provas abertas Provas objetivas Observação/Registro Portfólio TEORIA CLÁSSICA TEORIA DA RESPOSTA AO ITEM TEORIA DA RESPOSTA AO ITEM Avaliação Interna/Escola Processo da aprendizagem AVALIAÇÃO EDUCACIONAL Avaliação Externa/Sistemas Testes de proficiência Questionários contextuais Testes de proficiência Questionários contextuais Desempenho dos alunos

5 A diferença entre a avaliação interna e externa está principalmente na metodologia e no que podemos fazer com os resultados. Como avaliar? Especificação da ferramenta O que fazer com a avaliação? Uso da ferramenta

6 TCT TRI

7 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS ComparaçõesTCTTRI Nome da medida Percentual de acerto, ou soma de pontos simples. Proficiência - Medida de desempenho. O que avalia Avalia o processo de aprendizagem e pode proporcionar uma medida desses processos in loco. Produz uma medida de desempenho que leva em consideração toda a trajetória escolar do aluno. Unidade de Interesse O teste.Os itens. Comparabilidade Limitada; para preservar a comparabilidade, deve ser utilizado o mesmo teste. É possível variar os testes, desde que existam itens em comum.

8 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS ComparaçõesTCTTRI Característica da medida - DIFICULDADE As medidas de dificuldade dos itens são subjetivas e não é possível estabelecer uma conexão precisa entre a dificuldade do item e o nível de domínio das habilidades do aluno. As medidas de dificuldade dos itens são objetivas e tem correlação com a proficiência. Por isso, é possível inferir a proficiência a partir desse parâmetro. Montagem do teste A montagem do teste segue critérios subjetivos e depende do julgamento do elaborador e dos objetivos da avaliação. O teste deve conter um percentual mínimo de itens comuns. É balanceado de acordo com as características da população, com o número adequado de itens fáceis, de dificuldade intermediária e difíceis. Acerto ao acaso Na TCT o acerto ao acaso não é controlado. Em um item de múltipla resposta com cinco opções, a chance de acerto ao acaso é de 20%. O parâmetro C nos confere a probabilidade de acerto ao acaso, que permite inferir se o item foi acertado por sorte. Apropriação dos resultados Não é possível saber claramente o nível de domínio do aluno nas habilidades avaliadas. Permite saber o nível de domínio de cada habilidade a partir da proficiência.

9 Contribuição da avaliação em larga escala Diagnóstico do desempenho e fatores que interferem nesse desempenho no universo avaliado. Acompanhamento / monitoramento da qualidade da educação ao longo do tempo. Definição de subsídios para a formulação de políticas educacionais - foco qualidade e equidade. Promoção de melhorias na relação com orgãos centrais e escolas e no ensino ofertado pela rede como um todo

10 Por quê? Melhorar a qualidade da educação com promoção da equidade Desenho próprio da avaliação com vistas ao atendimento das necessidades específicas Rapidez no acesso às informações (menor tempo de processamento da base de resultados ) Menor periodicidade entre os ciclos avaliativos (ciclos anuais de avaliação) Sistemas Próprios de Avaliação

11 Para quê? Avaliação do efeito das políticas públicas implementadas Divulgação, apropriação e uso dos resultados com foco na identidade escolar Estabelecimento de metas próprias e de padrões de desempenho estudantil Inclusão de outras séries e áreas do conhecimento na avaliação Alinhamento entre Currículo, Ensino e Avaliação Sistemas Próprios de Avaliação

12 Como funciona a avaliação em larga escala?

13 O que é avaliado?

14 Matriz de Referência INSERIR TABELA COM CORTES DE PADRÕES

15 Como os testes são montados? Itens Organizados em blocos Distribuídos em vários cadernos

16 O item e suas partes SuporteEnunciado Comando Alternativas de resposta Gabarito Distratores

17 Como os testes são corrigidos? Parâmetros da Teoria de Resposta ao Item – TRI – utilizada para correção dos testes aplicados pelo CAEd

18 Como os testes são corrigidos? Ilustrando o Parâmetro C x 3 2/7³ 2² x (3)

19 Como os valores de proficiência são gerados? Exemplo hipotético Construindo uma escala para medir altura Nossa altura afeta nossas ações e o que somos capazes de fazer.

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21 Exemplo de escala para a altura de uma pessoa Item 1 Você consegue guardar as malas no bagageiro interno de um ônibus? Item 2 Você consegue subir ou descer dois degraus de cada vez em uma escada? Item 3 Para conversar com as pessoas, você precisa olhar para baixo?

22 1,5 1,6 1,7 1,81,9 Item 1 Item 2 Item 3 CarolinaPriscilaLeonardo Exemplo de escala para a altura de uma pessoa

23 Alcançar prateleira superior 1,60m 1,70m 1,80m 1,90m Alcançar malas no bagageiro Dormir com pés para fora da cama Como todas essas questões estão associadas à altura da pessoa podemos estimar sua medida com base no que ela é capaz, ou não, de fazer. Exemplo de escala para a altura de uma pessoa

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25 Uso da TRI na produção das medidas A TRI nos permite: Comparar resultados de diferentes avaliações, como o SAEB. Avaliar com alto grau de precisão a proficiência de alunos em amplas áreas do conhecimento sem submetê-los a longos testes. Comparar os resultados entre diferentes séries, como o início e fim do Ensino Médio.

26 A escala de proficiência: Cada item mede algo que o aluno sabe fazer, todos eles associados à proficiência. Isso permite colocar numa mesma régua – escala – todas as habilidades. Como há uma progressão no desenvolvimento de competências e habilidades, podemos ordenar estas habilidades segundo sua complexidade e ordená-las nessa régua comum para estimar o desempenho.

27 INSERIR CÓPIA DA ESCALA Escala de Proficiência A nossa régua para o desempenho

28 Como interpretar os resultados de proficiência? Uma das formas mais simples e objetivas de se analisar os resultados da avaliação é através dos padrões de desempenho. Estes padrões representam recortes na escala de proficiência, definidos a partir dos objetivos e metas de aprendizagem de cada etapa e disciplina avaliada.

29 Dimensões avaliadas

30 Avaliação Educacional Externa


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