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J OSELITA B OAVENTURA E Í NGREDE S ACRAMENTO DMMDC/FACED/UFBA 15/10/2010 T ÓPICO E SPECIAL : A NÁLISE DE TEXTOS NA PRODUÇÃO DE RESULTADOS QUALITATIVOS.

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1 J OSELITA B OAVENTURA E Í NGREDE S ACRAMENTO DMMDC/FACED/UFBA 15/10/2010 T ÓPICO E SPECIAL : A NÁLISE DE TEXTOS NA PRODUÇÃO DE RESULTADOS QUALITATIVOS (EDCC 49) P ROFESSORES : J OSÉ L UÍS M ICHINEL, E LIANE S OUZA R EFERÊNCIA : O RLANDI, E NI P. A NÁLISE DE D ISCURSO, PRINCÍPIOS E PROCEDIMENTOS. C AMPINAS, SP: P ONTES, O D ISCURSO

2 A L INGUAGEM EM QUESTÃO Linguagem Linguística: Sistema de signos Sistemas de regras formais Gramática normativa: Normas de bem dizer Análise de discurso Discurso

3 A L INGUAGEM EM QUESTÃO Discurso Ideia de curso, percurso, correr por, de movimento. Com o estudo do discurso observa-se o homem falando. Mediação – homem, realidade natural e social. Trabalho simbólico – está na base da produção da existência humana.

4 A L INGUAGEM EM QUESTÃO De acordo com o que já discutimos nesta disciplina, o que podemos concluir da seguinte afirmação no final da página 16: a Análise de Discurso critica a prática das Ciências Sociais e da linguística, refletindo sobre a maneira como a linguagem está materializada na ideologia e como a ideologia se manifesta na língua.

5 A L INGUAGEM EM QUESTÃO Língua-discurso-ideologia Como diz Pêcheux (1975) Não há discurso sem sujeito e não há sujeito sem ideologia. (pag. 17) O discurso é o lugar onde se pode observar essa relação entre língua e ideologia, compreendendo-se como a língua produz sentidos por/para o sujeito. (pag. 17)

6 U M NOVO TERRENO E ESTUDOS PRELIMINARES Análise de Discurso – início nos anos 60 do século XX. Estudos preliminares: pronunciavam uma análise que não era a de conteúdo. M. Bréal – século XIX – semântica histórica Formalistas russos – anos 20/30 no século XX - pressentiam no texto uma estrutura, embora o interesse fosse sobretudo literário.

7 U M NOVO TERRENO E ESTUDOS PRELIMINARES Estruturalista americano Z. Haris – anos 50 – método distribucional – livra a análise de texto do viés conteudista, mas, reduz o texto a uma frase longa. (pag. 18) Estruturalista europeu M. a.K. Holliday – considera o texto como uma passagem de qualquer comprimento que forma um todo unificado, pensando a linguagem em uso. (pag. 18)

8 U M NOVO TERRENO E ESTUDOS PRELIMINARES Com base no que já estudamos, quem poderá definir : Análise de Conteúdo? Análise de Discurso ?

9 U M NOVO TERRENO E ESTUDOS PRELIMINARES Análise de conteúdo, procura extrair sentidos dos textos, respondendo à questão: O que este texto quer dizer? Análise de discurso considera que a linguagem não é transparente. Desse modo ela não procura atravessar o texto para encontrar um sentido do outro lado. A questão que ela coloca é.....

10 U M NOVO TERRENO E ESTUDOS PRELIMINARES Como este texto significa? Qual a diferença? O que? e Como?

11 U M NOVO TERRENO E ESTUDOS PRELIMINARES A Análise de Discurso não trabalha com os textos apenas como ilustração ou como documento de algo que já está sabido em outro lugar e que o texto exemplifica. Ela produz um conhecimento a partir do próprio texto, porque o vê como tendo uma materialidade simbólica própria e significativa, como tendo uma espessura semântica: ela o concebe em sua discursividade. (início da pag.18)

12 F ILIAÇÕES TEÓRICAS Análise de Discurso surge nos anos 60 no espaço de questões criadas por três domínios disciplinares. Com base no que já foi discutido nas aulas anteriores alguém se prontifica a dizer quais são?

13 F ILIAÇÕES TEÓRICAS A linguística O marxismo A psicanálise

14 F ILIAÇÕES TEÓRICAS A Linguística – a língua tem sua ordem própria mas só é relativamente autônoma. O marxismo – a história tem seu real afetado pelo simbólico. A psicanálise – o sujeito de linguagem é descentrado pois é afetado pelo real da língua e também pelo real da história, não tendo o controle sobre o modo como elas o afetam.

15 F ILIAÇÕES TEÓRICAS A análise de discurso, trabalhando na confluência desses campos de conhecimento, irrompe em suas fronteiras e produz um novo recorde de disciplinas, constituindo um novo objeto que vai afetar essas formas de conhecimento em seu conjunto: esse novo objeto é o discurso. (pag. 20)

16 DISCURSO O conjunto de palavras abaixo tem o mesmo significado? Mensagem e discurso? Discurso e fala?

17 DISCURSO Então, o que é discurso?

18 DISCURSO O discurso é efeito de sentidos entre locutores. O que isto quer realmente dizer?


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