A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Paulo César Menezes Santos Incidência de trombose venosa profunda dos membros inferiores em pacientes submetidos à operação para revascularização do miocárdio.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Paulo César Menezes Santos Incidência de trombose venosa profunda dos membros inferiores em pacientes submetidos à operação para revascularização do miocárdio."— Transcrição da apresentação:

1 Paulo César Menezes Santos Incidência de trombose venosa profunda dos membros inferiores em pacientes submetidos à operação para revascularização do miocárdio com uso da veia safena magna Projeto de pesquisa apresentado a Universidade Federal de São Paulo/Escola Paulista de Medicina para a obtenção do titulo de mestre em ciências. São Paulo

2 2 1. Razões e objetivos 1.1. Contexto Importância do tema -1.2 a 1.8 casos / 1000 habitantes/ano (Consenso, 1986) de casos de TVP/ano,< 5% sinais clínicos óbvios (Consenso, 1986) casos de EP/ano (20-40% letal) (CHEST, 2001) cirurgias de revascularização do miocárdio - TVP ocorre com taxas surpreendentemente altas pós- revascularização do miocárdio (23%), Embolia Pulmonar 3%, SPT = 2 – 10% - Dtev é 5 0 causa de complicação pó- revascularização do miocárdio - O consenso 2004 (CHEST) NÃO DEFINIU DIRETRIZES de profilaxia para a operação de revascularização do miocárdio (CHEST, 2004) % de embolia pulmonar em necropsias (Maffei, 1980) -Consensus Conference. Prevention of venous thrombosis and pulmonary embolism. J Am Med Assoc 1986:99; Seventh ACCP Consensus Conference on Antitrombotic Therapy. CHEST 2004; (Supl),126:338S- 400S. Maffei FH, Contribuição ao estudo da incidência e anatomia patológica do tromboembolismo pulmonar em autópsias.Rev Med Bras: 1980;26,1.

3 CONTEXTO Reis (1991) Estudo Prospectivo de incidência – Amostra – 29 Pacientes Incidência de TVP 48.3% (IC 95% 30,1 a 66,4) - (Assintomáticos) Diagnóstico Eco-Doppler (pós-operatório) Goldhaber (1995) Ensaio Clínico Randomizado - aspirina (todos) x (CPI x Meia) Amostra 334 Pacientes Incidência TVP 20% (IC 95% 16 a 21%) 3.6% Proximal 16.4% Distal 1,5% Sintomáticas Diagnóstico Eco-Doppler (pós-operatório) Reis SE.Frequency of deep venous thrombosis in asyntomatic patients with coronary artery bypass graft.Am Heart J Cardiol 1991;122: Goldhaber SZ.Prevention of venous thrombosis after coronary artery bypass surgery.Am J Cardiol :

4 CONTEXTO Shammas (2000) Shammas (2000) Estudo de revisão de literatura Estudo de revisão de literatura Amostra Pacientes Amostra Pacientes Incidência 22.6% TVP –( Sintomática 2%) Incidência 22.6% TVP –( Sintomática 2%) 16% Proximal – 84% distal 16% Proximal – 84% distal 0.5% - EP Fatal 0.5% - EP Fatal Diagnóstico Eco-Doppler (pós-operatório) Diagnóstico Eco-Doppler (pós-operatório) Ambrosetti (2004) Ambrosetti (2004) Estudo Prospectivo de incidência Estudo Prospectivo de incidência Amostra 270 Pacientes em reabilitação Amostra 270 Pacientes em reabilitação Incidência TVP 17.4% - ( Proximal 2.6% Distal 14.8% ) Incidência TVP 17.4% - ( Proximal 2.6% Distal 14.8% ) Diagnóstico Eco-Doppler (recuperação ( p.o.) Diagnóstico Eco-Doppler (recuperação ( p.o.) ShammasNW:Pulmonary embolus after coronary artery bypass surgrry:a rewiew of literature.Clin Cardiol.2000(9) Ambrosetti M.Deep vein thrombosis among patients entering cardiac rehabilitation after coronary artery bypass surgery.Chest.2004;125:

5 Hipótese Espera-se encontrar nos pacientes submetidos à operação para revascularização do miocárdio, com uso da veia safena magna, uma incidência de 20% de trombose venosa profunda nos membros inferiores.

6 Objetivo Determinar a incidência de trombose venosa profunda dos membros inferiores em pacientes submetidos à operação para revascularização do miocárdio com uso da veia safena magna.

7 7 2. Métodos Essa pesquisa foi aprovada pelo comitê de ética em pesquisa do Hospital Santa Izabel - protocolo de número Essa pesquisa foi aprovada pelo comitê de ética em pesquisa do Hospital Santa Izabel - protocolo de número 005/2004 Comitê de ética em pesquisa da UNCISAL - protocolo de número Comitê de ética em pesquisa da UNCISAL - protocolo de número 252/2004 em 24/03/2004.

8 8 2. Métodos 2.1. Tipo de Estudo Estudo de Incidência Estudo de Incidência

9 9 2. Métodos 2.2. Local Hospital Santa Izabel (Santa Casa de Misericórdia de Salvador-BA) Hospital de atendimento terciário, referência em tratamento de doença cardíaca

10 Amostra Critérios de Inclusão Critérios de Inclusão Pacientes internados para revascularização do miocárdio com uso da veia safena magna Concordar em participar da pesquisa e tenha assinado o termo de consentimento informado

11 Amostra Critérios de Exclusão Pacientes que apresentem diagnóstico prévio de trombose venosa profunda dos membros inferiores nos últimos seis meses, confirmado através de exame com Eco-Doppler. Pacientes que apresentem distúrbio psiquiátrico, e pacientes que não tenham capacidade civil para assinar consentimento livre esclarecido.

12 Amostragem Amostragem de conveniência Amostragem de conveniência Sendo incluídos de acordo com a seqüência de internamento para operação de revascularização miocárdio com uso de veia safena magna Sendo incluídos de acordo com a seqüência de internamento para operação de revascularização miocárdio com uso de veia safena magna

13 Consentimento livre esclarecido Os pacientes serão informados pelo pesquisador principal, a respeito do objetivo da pesquisa, da metodologia aplicada, riscos e benefícios. Será respeitada a resolução 196/96 de 10 de outubro de 1996 do Conselho Nacional de Saúde. Declaração de Helsinque de 1975, emenda de 1983.

14 Variáveis Variável Primária Incidência de trombose venosa profunda dos membros inferiores DEFINIÇÃO

15 Variáveis Variável Primária Variável Primária Trombose venosa profunda dos membros inferiores ATL (PHILIPS) HDI-3000 (quem) (como) TRANDUTOR LINEAR 5-12 MHz setorial – 2-4 MHZ

16 Variáveis Variável Primária Variável Primária Trombose venosa profunda dos Trombose venosa profunda dos membros inferiores membros inferiores Diagnóstico (quando): Diagnóstico (quando): Pré-operatório (internamento ) Pré-operatório (internamento ) Pós-operatório 7 Pós-operatório 7 o dia ( + \ - ) 3 dias

17 Variáveis Secundárias Idade Idade Diabetes Diabetes Doença neoplásica Doença neoplásica Imobilização Imobilização Obesidade Obesidade Grupo sanguíneo Grupo sanguíneo Terapia de reposição hormonal Terapia de reposição hormonal

18 18 Para o cálculo do tamanho da amostra foram usados os seguintes parâmetros Para o cálculo do tamanho da amostra foram usados os seguintes parâmetros População: População: Incidência estimada: 20% Incidência estimada: 20% Variação esperada da incidência: ± 10% Variação esperada da incidência: ± 10% Poder = 80% Poder = 80% Erro tipo α < = 5% Erro tipo α < = 5% Com estes parâmetros se chegou a um tamanho amostral de 62 pacientes Com estes parâmetros se chegou a um tamanho amostral de 62 pacientes 2.6. MÉTODO ESTATISTICO

19 MÉTODO ESTATISTICO Análise Estatística Análise Estatística Na descrição das variáveis continuas será usada a média com o desvio padrão,podendo ser usada a mediana e a moda Variáveis categóricas serão descritas através de percentuais

20 Método Estatístico 2.6 Método Estatístico Análise Estatística Análise Estatística Teste de hipóteses comparativas: Variáveis continuas teste t de Student ou Mann- Whitney. Variáveis continuas teste t de Student ou Mann- Whitney. Varáveis categóricas Qui-quadrado ou teste exato de Fisher. Varáveis categóricas Qui-quadrado ou teste exato de Fisher. O erro tipo alfa será de 5% com avaliação bicaudal e o intervalo de confiança de 95%. O erro tipo alfa será de 5% com avaliação bicaudal e o intervalo de confiança de 95%. Colton T,Statistic in medicine.Litlle Brow & Company 1974 Colton T,Statistic in medicine.Litlle Brow & Company 1974 Feinstein A.R, Principles of medical statistic New York Chapman & Hall CRC Feinstein A.R, Principles of medical statistic New York Chapman & Hall CRC-.2002

21 21 Resultados Preliminares ( N =21 )

22 22 Resultados preliminares Variável primária Figura 1 – Gráfico da Incidência de Trombose Venosa Profunda. N = 20.

23 23 Resultados preliminares Variável primária Todos os casos foram de TVP proximal Figura 2 – Gráfico da Incidência de Trombose Venosa Profunda de acordo com o membro acometido. N = 20. * Safenectomia todas realizadas à direita

24 24 Resultados preliminares Variável primária Figura 3 – Gráfico da Incidência de Trombose Venosa Profunda por segmento anatômico. N = 20.

25 25 Resultados preliminares Variável secundária Grupo O total 91 com TVP Grupo não O total 113 com TVP RR = 2,45 IC( 0,42 a 15,89) Figura 4 – Gráfico da Incidência de Trombose Venosa Profunda por segmento anatômico. N = 20.

26 26 TVP X Profilaxia Figura 4 – Gráfico da freqüência do uso de profilaxia. N = 20.

27 27 TVP X Profilaxia Figura 5 – Gráfico da freqüência do uso de profilaxia e presença de TVP. N = 20.

28 28 Conclusões preliminares Até o momento, a incidência de TVP está em 20%. Até o momento, a incidência de TVP está em 20%. Todos os casos ocorreram no segmento proximal. Todos os casos ocorreram no segmento proximal. Incidência de TVP foi maior nos que não realizaram profilaxia. Incidência de TVP foi maior nos que não realizaram profilaxia. Maior incidência de TVP no grupo sangüíneo não O. Maior incidência de TVP no grupo sangüíneo não O.

29 29 Lagoa de Guarajuba

30 30

31 31 TVP X Profilaxia Pacientes com TVP 4 ( N = 20 ) Profilaxia 10 pacientes (clexane) 1 (25%) paciente com TVP (câncer) Sem Profilaxia 10 pacientes 3 (75%) pacientes com TVP

32 32 TVP X Safenectomia Todos safenectomia a direita. Todos safenectomia a direita. TVP ( Dir ) 2 50% TVP ( Dir ) 2 50% TVP ( Esq ) 2 50% TVP ( Esq ) 2 50%


Carregar ppt "Paulo César Menezes Santos Incidência de trombose venosa profunda dos membros inferiores em pacientes submetidos à operação para revascularização do miocárdio."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google