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UNIFA Acessibilidade às ETDs por Cegos e Deficientes Visuais Apresentação de Caso.

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Apresentação em tema: "UNIFA Acessibilidade às ETDs por Cegos e Deficientes Visuais Apresentação de Caso."— Transcrição da apresentação:

1 UNIFA Acessibilidade às ETDs por Cegos e Deficientes Visuais Apresentação de Caso

2 Ana Pavani LAMBDA Departamento de Engenharia Elétrica Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Rio, 30 de setembro de 2009 Seminário Biblioteca Virtual

3 Entendendo o contexto

4 O convite foi feito com uma proposta de ementa de implantação de uma biblioteca virtual O assunto é muito interessante e importante Tenho experiência de várias, inclusive de bibliotecas cooperativas em rede Ao mesmo tempo Há outras pessoas com experiência que poderão abordar o tópico (e sei que irão!) Oportunidade de Acesso Livre à Informação O tema do seminário é Oportunidade de Acesso Livre à Informação

5 Assim, propus a troca de tópico para o caso de acessibilidade de cegos e deficientes visuais em bibliotecas digitais É um tema pouco explorado A apresentação é de caso real Acesso Livre à Informação Possibilita o Acesso Livre à Informação por parte de um segmento da população A proposta foi aceita Tangenciarei a implantação da biblioteca para chegar à acessibilidade

6 Um pouco da história

7 Implantada no segundo semestre de 1995 O acervo inicial era composto de materiais educacionais ou objetos de aprendizagem (courseware ou learning objects) produzidos pela PUC-Rio agregação desagregaçãoseqüenciaçãoreutilização Integrada a um sistema com ferramentas de educação suportada por TIC – Tecnologia de Informação e Comunicação, porque a biblioteca digital é a melhor ferramenta para executar tarefas imprescindívies aos objetos de aprendizagem – agregação, desagregação, seqüenciação e reutilização Contexto universitário

8 Registrada pela PUC-Rio no INPI sob número , em 19 de novembro de 1999 – na versão v.2 De 1995 em diante, houve grande efervescência nas bibliotecas digitais no mundo e no Brasil 1995 – DCMES (Dublin Core Metadata Element Set) 1999 – OAI (Open Archives Initiative) > 1995 – IMS Project e ARIADNE 1999 – reunião da UNESCO para a criação de uma biblioteca internacional de ETDs (Electronic Theses and Dissertations)

9 2001 – BDTD (Biblioteca Digital de Teses e Dissertações) e MTD-BR (Padrão Brasileiro de Metadados de Teses e Dissertações) 2001 – OAI-PMH (Open Archives Initiative Protocol for Metadata Harvesting) 2002 – BDTD implementa o OAI-PMH 2003 – DCMES se torna ISO 15386/ – MTD2-BR 2006 – BDTD implementa nova versão do OAI-PMH

10 Andamento no Maxwell 2000 – v.3 com interfaces em 3 línguas e catalogação em quantas desejadas 2000 – módulo de ETDs 2000 – módulo de artigos e preprints 2001 – participação na fundação da BDTD 2002 – implementação do OAI-PMH 2002 – incubação do projeto de ETDs da UNICAP (Universidade Católica de Pernambuco) 2002 – conexão bidirecional à Plataforma Lattes do CNPq 2002 – módulo de monografias/trabalhos de conclusão de graduação 2003 – módulo de periódicos Contexto universitário

11 2004 – módulo de estatísticas de produção e de acessos 2005 – módulo de livros 2006 – módulo de análise de referências de ETDs 2006 – participação no projeto piloto de preservação digital de ETDs pela rede LOCKSS (Lots of Copies Keep Stuff Safe) 2008 – livros interativos on-line 2009 – v.4 acessível aos cegos e deficientes visuais 2009 – v.4 acessível aos cegos e deficientes visuais 2009 – adesão à MetaArchive Cooperative para preservação digital

12 É uma biblioteca digital com foco na publicação e difusão da produção científica da instituição A atividade foi grande, mas até 2006 não houve qualquer ação voltada à acessibilidade para cegos e deficientes visuais

13 Como o projeto de acessibilidade começou?

14 A PUC-Rio e a UNESCO copatrocinam a Cátedra UNESCO de Leitura PUC-Rio A missão da Cátedra é estimular a leitura nas suas mais variadas formas

15 PUC-Rio possui o Maxwell – um repositório institucional que (hoje) disponibiliza, entre mais de 11 mil títulos (com mais de 41 mil objetos digitais), quase ETDs, quase 2 mil trabalhos de conclusão, vários periódicos, artigos, etc

16 Uma professora da Cátedra entrou em contato com a equipe do Maxwell para sugerir que fossem criadas as condições necessárias a garantir o acesso às ETDs por parte de leitores deficientes visuais e cegos

17 A resposta imediata foi: sim!

18 Qual foi o passo seguinte?

19 FAPERJ FAPERJ Uma proposta de auxílio foi submetida à FAPERJ – Fundação Carlos Chagas Filho de Apoio à Pesquisa no Estado do Rio de Janeiro. Ela tinha 2 objetivos: FAPERJ Acessibilidade do sistema (navegação no sistema) Acessibilidade dos conteúdos (leitura dos conteúdos digitais das ETDs) A proposta foi aceita pela FAPERJ e o trabalho começou em Jan.2007

20 O aprendizado da equipe do Maxwell

21 Visão subnormal é definida no OMD – Online Medical Dicitionary, publicado pela University of Newcastle Upon Tyne, como: University of Newcastle Upon Tyne Visão considerada inferior à visão normal representada pelos padrões aceitos de acuidade (clareza), campo de visão e motilidade (abilidade de mover-se espontaneamente). Mai 2008

22 Existem 2 problemas difentes: Cegueira Deficência visual ou visão subnormal As soluções para tingir ambos os objetivos (navegação e leitura) são diferentes devido ao fato de serem 2 problemas distintos Cegos usam produtos de SW chamados de TTS – Text-To-Speech (Leitores de Telas em português)

23 Existem inúmeros tipos de deficiências visuais: Progressivas ou estacionárias Diferentes graus Diferentes tipos de perda (áreas do campo de visão, p.ex.) Variáveis de acordo com as condições ambientais (ar mais seco, p.ex.) Variáveis de acordo com as condições físicas da pessoa (mais cansada, p.ex.)

24 Os deficientes visuais preferem não usar produtos TTS, se existirem soluções alternativas, porque as soluções TTS são: Mais lentas do que a leitura solitária (individual) Mais limitadas porque fazem leitura linear enquanto a leitura humana é bidimensional (isto é um problema muito sério com as expressões matemáticas, p.ex.) Mais cansativas por serem repetitivas

25 A identificação dos problemas e dos passos para a solução

26 Soluções de acessibilidade para deficientes visuais: Navegação (NV) Leitura dos Conteúdos (CV) Soluções de acessibilidade para cegos: Navegação (NB) Leitura dos Conteúdos (CB)

27 Exame das especificações do W3C – World Wide Web Consortium que asseguram que os produtos TTS podem ler as páginas na Web (NB) Busca e análise das soluções TTS disponíveis tanto para a plataforma MS Windows como para a família Linux, para ver como se comportam navegando nos sistemas (NB)

28 Trabalho conjunto com pessoas deficentes e cegas de tal forma a aprender as suas necessidades, seguir as suas recomendações e examinar os exemplos que apresentam; obter a ajuda e feedback para a análise e teste dos sistemas (NB) & (NV) Busca e análise das soluções TTS para a leitura de arquivos (especialmente em formato pdf) examinando como se comportam na leitura dos conteúdos (CB)

29 Exame das ferramentas de acessibilidade do Leitor Adobe especialmente no que diz respeito às adaptações visuais e ao Leitor para Voz (CB) & (CV) Exame da acessibilidade dos sistemas de ETDs em termos de: (1) Portais institutionais; (2) Sistemas de bibliotecas digitais; e (3) Conteúdos; tantopara os cegos como para os deficientes visuais (NB) & (NV)

30 Soluções parciais

31 Para os deficientes visuais: navegação & leitura dos conteúdos

32 (1) Permitir o aumento do tamanho das letras (2) Permitir troca de contraste (3) NÃO sublinhar (4) NÃO usar letras com serifas

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37 Ainda estamos trabalhando: (1) no aumento das imagens (ícones) (2) tratamento das combo boxes

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40 Dois comentários: (1) Aumentar o tamanho da letra introduz rolagem horizontal – é um fato! (2) A PUC-Rio permite Times New Roman nas suas T&Ds

41 Há ferramentas dos sistemas operacionais e dos navegadores que podem ser combinadas com as demais

42 Shift+Alt+PrtSc

43 Lente de aumento

44 Zoom

45 Para os cegos: navegação & leitura dos conteúdos requerem produtos TTS

46 O primeiro passo foi encontrar e examinar soluções TTS: (1) para MS Windows e Linux (2) para navegar e ler conteúdos (3) que pudessem ler pdf ou ser combinadas com outras soluções

47 DOSVOX desenvolvida pelo Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro JAWS (Job Accessibility with Speech) desenvolvida pela Freedom Scientific nos EUA LINVOX desenvolvida pelo Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro

48 ORCA desenvolvida pelo Accessibility Program Office da Sun Microsystems Inc. nos EUA com contribuições várias Virtual Vision desenvolvida pela MicroPower no Brasil Window-Eyes desenvolvida pela GW Micro nos EUA

49 OSLínguaspdfPáginas webObten.Misc DOSVOXWpt-BRNSó texto com o WINVOX Grátis(5) JAWSWMuitasYS – aderentes ao padrão W3C Com LINVOXL (1) pt-BRNPara ser usado com o ORCA (4) Grátis ORCAU, LMuitasNSGrátis(6) Virtual Vision Wpt-BR, en, qualquer voz SAPI-5 S (2) S (3) Com Window- Eyes WVáriasS (2) S – aderentes ao padrão W3C Com

50 Observações na tabela: (1) Kurumin Linux + Wine (Emulador Windows) (http://www.winehq.org/) + DOSVOXhttp://www.winehq.org/ (2) Ação específica para iniciar o processo de leitura dos arquivos pdf (3) Problemas em telas com frames (4) V3 (a ser usado com o ORCA) ainda em desenvolvimento (5) Possui aplicações de escritório; possui formatação para impressora Braille (6) Possui ampliação; possui controle para apresentadores Braille (Braille displays)

51 Alguns comentários sobre o DOSVOX, o JAWS e o Leitor Adobe (Adobe Reader Read Out Loud feature)

52 DOSVOX foi inicialmente examinado porque: Foi o primeiro produto TTS com sintetizador de voz pt-BR É gratuito Tem uma grande comunidade de usuários Existem aplicações de escritório que o usam Prepara textos para impressão Braille Há duas maneiras de contornar o fato de que não lê arquivos pdf

53 Depois, o DOSVOX foi disconsiderado para esta primeira parte do projeto porque: Ficaria bem mais complicado ler os arquivos em formato pdf A leitura de T&Ds requer uma sofisticação bem maior devido a imagens, expressões matemáticas, tabelas, etc que o DOSVOX não suporta Há textos de T&Ds em outras línguas além do pt-BR

54 O JAWS foi escolhido nesta primeira parte do projeto porque: Tem uma grande comunidade de usuários (no Brasil e no exterior) Vem com muitas línguas, inclusive pt-BR Lê muitos formatos de texto (html, pdf, MS Word, por exemplo) Consegue trabalhar bem com imagens e fórmulas, se os autores gerarem seus textos da maneira adequada

55 O Leitor Adobe possui a Read Out Loud feature que: Lê arquivos pdf É independente do sistema operacional Pode ser usado em conjunto com uma solução que não leia arquivos em formato pdf

56 Estes foram os resultados da análise das soluções TTS & Eles devem ser aplicados para navegação e leitura dos conteúdos

57 Navegação: Não pode ser considerada a Adobe Reader Read Out Loud Feature do Leitor Adobe, pois lê somente arquivos pdf Só é possível quando as especificações do W3C são seguidas; caso contrário, torna-se impossível quando há combo boxes, botões de rádio, etc Em alguns sistemas, a leitura torna-se lenta e confusa devido a muitos níveis de menus (alguns de 3 níveis foram testados!!) O uso de frames torna a navegação difícil; muitas vezes o SW se perde

58 O processo é todo muito lento, pois cada página é lida desde o topo esquerdo, ainda que, desde a página anterior, somente algumas poucas informações do centro tenham sido alteradas O uso de atalhos no topo esquerdo ou no topo em geral ajuda muito a navegação já que cegos NÃO usam o mouse – navegam com tab,,,, PgUp, PgDn, etc

59 A grande dificuldade é que as telas são bidimensionais; videntes são treinados a interpretar bidimensionalmente já que a informação é apresentada de forma gráfica Os SW TTS são leitores lineares!

60 Leitura dos conteúdos: Tanto o JAWS com a Read Out Loud feature do Leitor Adobe foram examinados Depois de usar os 2 produtos para ler ETDs, 3 tipos de problemas foram identificados Há muito trabalho pela frente para encontrar soluções para eles

61 Problema tipo 1: Natureza das ETDs Elas são trabalhos científicos – possuem imagens, gráficos, tabelas, fórmulas, etc Elas possuem partes (títulos, resumos, palavras- chave) em línguas que não a do texto Elas podem ser bilíngües, como por exemplo em áreas de línguas/tradução

62 Problema tipo 2: Geração do documento original (na ferramenta de autoria) e sua conversão para o formato pdf As ferramentas de autoria possuem funções (estilos, botões, numerações) que ajudam tanto a conversão para o formato pdf como a leitura das telas – elas precisam ser usadas pelos autores Nesta parte inicial do projeto o MS Word e o LaTeX foram examinados por serem os mais usados na PUC-Rio

63 O formato pdf possui tags que indicam a formatação do documento ou algumas características especiais – alguns examplos: (1) Bibliography entry element ; (2) Quote entry element ; (3) Code entry element ; (4) Figure entry element ; (5) Formula entry element ; (6) Link entry element ; (7) Note entry element ; and (8) Reference entry element Para que um documento seja acessível, sua estrutura deve estar identificada por tags

64 Existem 2 documentos muito práticos sobre como criar documentos acessíveis; eles são de acesso aberto (Open Access) e estão nas referências

65 As tags são os guias para os SW TTS lerem os textos Documentos com tags mal usadas são mal lidos As tags devem entrar no documento durante o processo de conversão para o formato pdf Os próprios autores podem gerar documentos com tags usando o PDFMaker O MS Word permite que as tags sejam criadas durante o processo de conversão se a formação do texto do produto for usada O LaTeX não permite que as tags sejam criadas O InDesign da Adobe permite que as tags seja criadas (foi analisado por outra razão)

66 NÃO Os SW TTS NÃO conseguem ler imagens, fórmulas, gráficos, etc – textos devem ser incluídos, associados a estas entidades, para o SW ler a correspondente descrição NÃO Quando um documento é convertido para pdf, as propriedades de língua NÃO são preservadas As propriedades de língua devem ser editadas manualmente

67 Há um documento muito prático em como usar documentos acessíveis; está nas referências

68 Problema tipo 3: Comportamento dos produtos TTS Os 2 SW TTS apresentaram comportamento diferentes em algumas situações e semelhantes em outras Língua é um problema (não é novidade!) Outro problema sério é o uso de símbolos matemáticos, que existem em ETDs e quaisquer outros documentos em ciências, tecnologia, administração, etc; o problema pode ser muito sério quando os símbolos são usados no meio do texto

69 As fórmulas apresentam outro problema mesmo quando escritas com um editor de equações; os autores devem incluir textos alternativos para leitura pelos SW TTS Outro problema ocorre com a ordem de leitura do documento; isto é grave quando há notas de rodapé – os 2 produtos não se comportaram bem Desenhos devem ser criados usando a ferramenta gráfica da ferramenta de autoria; nesta situação, o autor deve incluir um texto alternativo para a leitura pelo SW, caso contrário, há problemas Imagens e gráficos requerem textos alternativos

70 Os autores deve criar documentos tendo a acessibilidade em mente – se usarem tags, ferramentas de edição de fórmulas e desenhos, e textos alternativos, os problemas são muito reduzidos

71 Criar documentos científicos acessíveis aos cegos é um grande desafio!

72 O JAWS vem com muitas vozes (pt-BR!) e considera as propriedades de língua das tags Há 2 problemas relacionados a vozes quando o Leitor Adobe é usado: Ele usa o sintetizador de voz default que vem com o Windows – Microsoft SAPI – Speech Application Interface Ele usa a voz escolhida nas preferências e desconsidera as propriedades de língua das tags – se alguém conhece a solução para este problema, help!

73 Microsoft SAM (Speech Articulation Module) – é uma voz masculina que fala en-US; é construída sobre o SAPI5 que vem com o Windows XP O SAM lê português muito mal!! Ele não é uma opção para ler as ETDs

74 Outras vozes para o SAPI5 podem ser compradas de fornecedores (várias línguas e femininas/masculinas) ou podem ser obtidas de forma gratuita de SourceForge.NetSourceForge.Net Um número muito maior de vozes (várias línguas e femininas/masculinas) existe para for SAPI4, o usuário pode instalar o SAPI4 e usá-las; não é um problema sério, só toma tempo; será incluído na área de Help do sistema

75 Examplos de problemas com símbolos dentro do texto: - o JAWS lê maior do que e o Leitor Adobe não lê - os TTSs se perdem, já que é uma letra do alfabeto grego e eles estavam preparados para o latino Obs: em ambos os casos, os símbolos haviam sido inseridos sem o uso do editor de equações

76 Fórmulas: o JAWS lê o texto alternativo; se não há tenta ler a fórmula o Leitor Adobe tenta ler a fórmula

77 Os problemas são apresentados porque necessitam de soluções – não é pessimismo!!

78 Muitas coisas boas têm acontecido como conseqüência da TIC!

79 Nossa estudante cega disse que, pela primeira vez, podia ler um jornal sozinha! Isto era impensável 20 anos atrás sem o uso do Braille e não há diários nesta escrita; mas ainda há muito o que fazer…

80 Ações sobre os textos das ETDs

81 Apresentar a acessibilidade como um problema chave ao Acesso Aberto (Open Access) (difícil!) Instruir os autores sobre como criar documentos acessíveis e tentar convencê- los que o esforço é válido (muito difícil!) Fazer o site e a biblioteca digital acessíveis de tal forma que possam ser navegados e as ETDs buscadas, recuperadas e acessadas (fácil!) – já fizemos

82 Adicionar elementos aos metadados para identificar documents acessíveis (fácil!) – já fizemos Explorar outras soluções (além dos SW TTS) quando os documentos alvo forem científicos – alguns exemplos seguem Examinar outras ferramentas de autoria (BrOffice, p.ex.)

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84 AsTeRAsTeR – Audio System for Technical Reading Foi desenvolvida por TV Raman, um matemático cego, como sua tese de PhD na Cornell University

85 Displays Braille Um display Braille é um dispositivo táctil que consiste de uma linha de células macias'. Cada célula possui 6 ou 8 pinos feitos de metal ou nylon; os pinos são controlados electronicamente e sobem/descem para criar os caracteres que aparecem na fonte original (computador ou anotador Braille). O número de pinos depende do modelo. O código avançado de Braille usa 8 pontos, mas a maioria usa o código de 6. Os pontos 7 e 8, se usados, podem ou mostrar a posição do cursor no ou usar o código Braille europeu de 8 pontos; podem servir para a codificação de matemática ou de computação.

86 Displays Braille Transformam textos em sensações tácteis ao invés de estímulos sonoros, como os SW TTS.

87 Dois comentários: (1) Os displays Braille são dispositivos lineares, como os SW TTS (2) Não há uma notação matemática Braille universal

88 FedStats Recommendations O Governo dos EUA possuem uma agência chamada FedStats que elabora estatísticas de mais de 100 outras agências federais e as disponibiliza aos cidadãos Um artigo (white paper) foi por ela publicado com recomendações em como tornar sites acessíveis a todas as pessoas em obediência à legislação federal americana; é um excelente guia

89 Um novo dispositivo táctil, usando ferramentas de TIC, está sob pesquisa/desenvolvimento Irá além das fórmulas e textos…

90 Haptico adj. De ou relacionado ao sentido do tato; táctil. haptikoshaptesthai [Grego haptikos, de haptesthai, segurar, tocar. (1890)] The Haptic Community Web Site Mai 2008

91 Interface Táctil Dinâmica para os Cegos e Deficientes Visuais (Dynamic Tactile Interface for Visually Impaired and Blind People) Projeto financiado pela NSF – National Science Foundation dos EUANSF Cujo objetivo é desenvolver um display háptico háptico O prazo para os resultados é de 3 anos (desde nov 2007)

92 Interface Táctil Dinâmica para os Cegos e Deficientes Visuais De acordo com a Prof. Ilona Kretzschmar, do The City College of New York e líder do projeto, a idéia é desenvolver uma interface táctil viável que permita que informação gráfica e de imagens seja apresentada em tempo-real no espaço táctil ao invés de no espaço visual O display háptico incluirá uma tela sensível ao toque (touch screen) para executar comandos pressionando áreas específicas (comunicação bidirecional)

93 Comentários: (1) Quando os resultados deste projeto estiverem disponíveis, haverá uma quebra de paradigma, pois a informação não mais estará restrita aos pontos do Braille (2) O display gráfico permitirá aos usuários sentir gráficos, imagens, fórmulas, etc

94 (3) O controle do display, executado por sinais elétricos, será no nível dos pixels (4) Algumas das dificuldades dos SW TTS são oriundas das naturezas das informações

95 (5) Os produtos TTS são leitores lineares (6) O display háptico será bidimensional como as telas gráficas

96 ETDs Multimídia NÃO foram consideredas Elas representam um novo tipo de problema devido à evolução nos formatos das ETDs – tornar as ETDs acessíveis aos surdos e deficientes auditivos deverá ser uma preocupação quase imediata

97 Próximos passos

98 Contactar a CCPG para obter apoio aos esforços de estimular os alunos a gerarem ETDs acessíveis Examinar outras ferramentas de autoria e seu comportamento na conversão para pdf

99 Agradecimentos

100 [01] Este trabalho foi parcialmente financiado pela FAPERJ – Fundação Carlos Chagas Filho de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro Programa Cientistas do Nosso Estado E-26/ /2006 [02] IBM AIX e DB2 usados no projeto foram disponibilizados através do IBM Academic Initiative Program Prof. Rosana Kohl Bines [03] Prof. Rosana Kohl Bines do Departamento de Letras e da Cátedra sugeriu este projeto

101 Raphaella Costa Duarte [04] Raphaella Costa Duarte (aluna de graduação em Letras) compartilhou seu conhecimento sobre visão subnormal e deu excelentes sugestões; ela foi um farol que guiou a equipe do Maxwell Catiane Araújo Pimentel [05] Catiane Araújo Pimentel (aluna de pós-graduação em Letras) ajudou testando e dando sugestões para resolver os problemas das pessoas cegas Prof. Agnes Christian [06] Prof. Agnes Christian do Departamento de Direito tem ajudou com suas especificações e testes de soluções para pessoas com visão subnormal

102 Referências

103 Creating Accessible PDF Documents with Adobe Acrobat 7.0: a Guide for publishing PDF documents for use by people with disabilities [1]Creating Accessible PDF Documents with Adobe Acrobat 7.0: a Guide for publishing PDF documents for use by people with disabilities Capturado em Mai PDF Accessibility: Defining Acrobat PDF Accessibility [2]PDF Accessibility: Defining Acrobat PDF Accessibility Capturado em Mai Using Accessible PDF Documents with Adobe Acrobat 7.0: a Guide for people with disabilities [3] Using Accessible PDF Documents with Adobe Acrobat 7.0: a Guide for people with disabilities Capturado em Mai er7_accessibility.pdf

104 TV Raman [4]TV Raman Mathematicas for Computer Generated Spoken Documents PhD Dissertation, Cornell University Capturado em Abr thesis.ps Issues for Statistical Agencies: Implementing Section 508 on Agency Web Sites [5]Issues for Statistical Agencies: Implementing Section 508 on Agency Web Sites FedStats White Paper No. 1, January 2004 Capturado em Abr #formulas

105 Phil Cain [6]Phil Cain Beyond Pencil and Paper Section Three: Focus – Mathematics, January 2002 Headstar Ltd. (http://www.headstr.com/)http://www.headstr.com/ Capturado em Mai R Collin Johnson [7]R Collin Johnson Haptics display sought to bring graphics to the blind EE Times, November 2007 Capturado em Mai


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