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Pastoral Vocacional: o que é. Antes do Concilio Vaticano II, a Pastoral Vocacional era caracterizada pelas Obras das Vocações Sacerdotais, que tinha como.

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1 Pastoral Vocacional: o que é

2 Antes do Concilio Vaticano II, a Pastoral Vocacional era caracterizada pelas Obras das Vocações Sacerdotais, que tinha como objetivo rezar pelas vocações. Com o Concilio Vaticano II, houve uma mudança e uma abertura ao serviço pastoral. Passa-se, então, a ter uma visão mais teológica da vocação, dando maior ênfase à vocação batismal, comum a todos os cristãos, assim como à vocação a Santidade.

3 Uma nova Pastoral Vocacional, agora orientada para o sentido da descoberta, em primeiro lugar, da vocação cristã, para qual todos são chamados a participar ativamente na edificação da Igreja. Essa abertura da um novo rosto a Pastoral Vocacional no Brasil, surge novas iniciativas dentro da Igreja e nas comunidades de base, de novos ministérios e de iniciativas pastorais que vão ao encontro dos problemas da sociedade em transformação.

4 Com o novo jeito da Pastoral Vocacional, tudo contribui para um esforço maior em todos os âmbitos, teológicos, pedagógicos e antropológicos. Trazendo valores que marcaram profundamente a Pastoral Vocacional. O fio condutor do processo de renovação da Igreja e conseqüentemente da Pastoral Vocacional, foi a constituição dogmática Lumen Gentium, trazendo um novo rumo para a Pastoral Vocacional

5 Outros documentos foram importantes e significativos para o caminhar da Pastoral Vocacional. O decreto Optatam Totius, deixou bem claro que a PV é um dever de toda a comunidade eclesial. O documento Ad Gentes, sobre a atividade missionária da Igreja. O decreto Presbytererum Ordinis, sobre o ministerio e a vida do presbitero. O decreto Apostolicam Acttuositatem, sobre o Apostolado dos leigos. E por fim o documento perfectae Caritatis, fala da atualização e renovação da vida religiosa. Todos deu um novo ar a Pastoral Vocacional na Igreja e em particular no Basil.

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7 Esse novo ar, trouxeram também tantas outras reflexões para o crescimento da Pastoral Vocacional. Aconteceram os Encontros, os Congressos, Seminários. Todos com um grande desejo de promover uma nova mentalidade vocacional na Igreja e nas Comunidades. E por fim chegamos na grande pergunta que nos faz repensar como nós agentes de Pastoral Vocacional, atuamos na mesma na grande cidade?

8 Como a Pastoral Vocacional é presente na Cidade

9 Acolher o caminho que te dar a direção.

10 Uma nova Pastoral Vocacional Orientada para o sentido da descoberta, em primeiro lugar, da vocação crista, para qual todos e todas são chamados a participar ativamente na edificação da Igreja. Dentro de comunidades cristãs vivas e dinâmicas, situa-se um esforço educacional para discernir e encaminhar as vocações específicas ao ministério e á vida Religiosa.

11 Mas hoje a Pastoral Vocacional terá que ir em busca de uma nova compreensão da pessoa humana. Terá que mudar o seu jeito de relacionar-se com a juventude. Em um momento de mutações profundas, de fragmentação da pessoa, de exaltação do individualismo, os novos meios que fazem com que as pessoas jovens se fechem em seu próprio mundo. A Pastoral Vocacional precisa passar de uma PV apologética, que pretende resolver todos os problemas, para uma Pastoral Vocacional em dialogo,

12 Capaz de escutar e encontrar uma nova simbologia que fale a esses jovens totalmente voltados para si mesmos. Não se pode continuar fechados num esquema ultrapassado, mas deve abrir ao novo, ao atual que a sociedade oferece e que os jovens desejam inserir-se. Tomar consciência de que estamos em uma mudança de época, significa, essencialmente que temos um novo tipo de jovens.

13 O jovem de hoje vivem com uma sensação de desamparo. Rejeitaram os referenciais passados, um vez que pareciam arrancar-lhes o que há de mais sublime: a liberdade. Viram-se, porém, derepente mergulhados em uma vida sem sentido. A ausência de valores, de ideais, deixou os perdidos. Surge então as experiencias-limite (drogas, violências...). O resultado foram o desespero, a morte, a perda de vontade de viver. Nesses jovens agora o sentido é consumir.

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15 Não há lugar para o pensamento, para a reflexão e a ação, especialmente a ação- doação, a gratuidade. É preciso ajudar esse jovem a se buscar naquilo que ele sonha, naquilo que ele acredita, e no que dar sentido a sua vida. A sua vocação de ser filho, filha amada de Deus.

16 Diante disso, a Pastoral Vocacional é chamada, antes de tudo, conscientizar-se da realidade. Não que a Pastoral Vocacional deva ser pessimista, mas ela não deva ficar sonhando com um certo tipo de jovem que já não existe mais. Trata-se daquele realismo corajoso capaz de perceber as grandes transformações acontecidas. Em seguida, deve perceber a distancia que lhe separa dessa realidade e, por isso, procurar encurta - lá. E isso se fará por meio de uma busca corajosa,

17 Sofrida, demorada, trabalhosa de um novo método capaz de colocá-la novamente em dialogo com essa juventude desamparada.

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19 O papel da Pastoral Vocacional

20 A pastoral vocacional tem um papel importante que é aquele de cuidar de todas as vocações. Ela é chamada a dialogar, a se fazer presente e mais ainda a mostrar o seu testemunho, junto das vocações. Na Igreja ela assume um papel importante que é aquele de saber cultivar e acompanhar. É convidada a oferecer exemplos concretos de vivencia dos valores de oração.

21 A grande interrogação que o jovem traz hoje dentro de si, é o desejo de um vida mais humana. Por isso a Pastoral Vocacional deve ser promotora de uma nova antropologia. Ela deve ver a pessoa humana como um ser situado, responsável diante de Deus e diante dos outros.

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23 A Pastoral Vocacional deverá ajudar o jovem diante de Deus, ter uma atitude de escuta e de dialogo, ajudando assim o mesmo se abrir para a relação com os irmãos e irmãs, dessa relação nascerá uma co-responsabilidade. O encontro com Deus nunca poderá ser a desculpa para esquecer da sua história. Mas o fará sempre a estar conectado com sua comunidade, consigo mesma, com o Mundo e com Deus.

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25 A decisão agora é sua Despertar no jovem a consciência de uma cultura vocacional. Fazer com que o jovem seja protagonista de sua própria vocação. Ser sujeito de sua historia na Igreja e na Sociedade. Ser sinal de vida, alegria, luz e esperança no Mundo. Ajudar o jovem, ter um conhecimento mais profundo da vocação e cresça na experiência de intimidade com Deus.


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