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Cultural Heritage Management International Quality Recognition HERITY – c/o DRI - V.E. Filiberto,17 - 00185 Roma - ITÁLIA

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Apresentação em tema: "Cultural Heritage Management International Quality Recognition HERITY – c/o DRI - V.E. Filiberto,17 - 00185 Roma - ITÁLIA"— Transcrição da apresentação:

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2 Cultural Heritage Management International Quality Recognition HERITY – c/o DRI - V.E. Filiberto, Roma - ITÁLIA

3 Sistema Global de Avaliação Herity para Locais do Património Cultural abertos ao público (HGES) HERITAGE QUALITY+ HERITY = Valorizar e Preservar o Património Cultural da Humanidade Cultural Heritage Management International Quality Recognition

4 um monumento em que base? Em viagem você escolhe… Cultural Heritage Management International Quality Recognition um hotel pelo seu número de estrelas um restaurante pelos seus talheres Marvão Castelo de Tomar Palmela

5 por acaso, sem informação prévia seguindo a informação de um serviço público, muitas vezes dependente de interesses locais seguindo sugestões de um livro-guia, o qual, na melhor das hipóteses, indica apenas o nível de interesse, do tipo “vale a pena a viagem”, “vale o desvio”, ou “interessante” Você escolhe o local que vai visitar… Cultural Heritage Management International Quality Recognition

6 HERITY foi criado para ultrapassar esta informação insuficiente Isto já não é o suficiente Cultural Heritage Management International Quality Recognition

7 Valor percepcionado Serviços oferecidos Capacidade de conservação Informação transmitida Como é que HERITY se apresenta ? Cultural Heritage Management International Quality Recognition

8 O alvo HERITY na prática Cultural Heritage Management International Quality Recognition

9 A certificação HERITY é aplicável a museus, monumentos, edifícios religiosos, castelos, parques arqueológicos, bibliotecas, arquivos e às suas redes, desde que possam ser visitados A sua avaliação é independente da história, geografia ou estatuto legal dos locais HERITY é flexível Cultural Heritage Management International Quality Recognition

10 O objectivo do HERITY é que todos os locais considerados património cultural ostentem o seu alvo à entrada O objectivo do HGES Cultural Heritage Management International Quality Recognition HGES - Sistema Global de Avaliação HERITY para Locais do Património Cultural abertos ao público

11 A certificação tem uma validade de três anos A avaliação HERITY baseia-se na: 1 Auto-avaliação, levada a cabo pelos responsáveis pelo local 2 Avaliação externa realizada por uma equipa de avaliadores externos 3 Avaliação pelos visitantes, complementada pela avaliação por parte dos principais interessados na gestão do local Uma avaliação com múltiplas perspectivas Cultural Heritage Management International Quality Recognition

12 Avaliadores Gestores Público 20% 30% 50% 30% 20% 50% 15% 60% 25% 10% 70% 20% A Combinação Cultural Heritage Management International Quality Recognition VALOR PERCEPCIONADOCAPACIDADE DE CONSERVAÇÃOINFORMAÇÃO TRANSMITIDASERVIÇOS OFERECIDOS

13 A certificação HERITY: a) fornece ao público em geral informação suficiente para decidir se vai ou não visitar um local que é património cultural b) encoraja proprietários e gestores a preservar melhor e a desenvolver os locais do património cultural a seu cargo A importância de HERITY Cultural Heritage Management International Quality Recognition

14 Como identificar indicadores de qualidade na gestão do património Cultural Heritage Management International Quality Recognition Depende dos factores a avaliar. Podem ser avaliados três tipos de factores: 1. Factores Sistémicos (como é a entidade) 2. Procedimentos (o que faz a entidade) 3. Resultados (percepcionados pelo cliente)

15 1. Avaliação de Factores Sistémicos Cultural Heritage Management International Quality Recognition Uma equipa de peritos, em conjunto com os gestores locais: 1.Define os critérios de avaliação e revê os resultados periodicamente de forma a melhorar esses mesmos critérios; 2. Para cada factor avaliado, identifica as variáveis que mais afectam a sua qualidade; 3. Define um ou mais indicadores globais para cada uma das variáveis avaliadas. Devem ser fornecidos critérios de pontuação relativamente aos indicadores Caracterização da entidade, por exemplo, “competências bem definidas”

16 2. Avaliação de Procedimentos Cultural Heritage Management International Quality Recognition O que faz a entidade para ir de encontro às expectativas dos clientes e de todas as entidades interessadas, e como o faz. Acções desenvolvidas pela entidade, por exemplo, “actividades promocionais” 1.Identificação de indicadores de rendimento e indicadores de procedimento relacionados com as variáveis dominantes. 2. Espera-se conseguir o alinhamento dos indicadores de rendimento do procedimento com as percepções do cliente/das entidades interessadas, relativamente a esse rendimento.

17 3. Avaliação de Resultados Cultural Heritage Management International Quality Recognition Resultados do funcionamento da entidade, por exemplo, “satisfação do cliente e de todas as entidades interessadas” Resultados obtidos através de inquéritos sobre a satisfação do cliente e das entidades interessadas

18 1994: início, em Roma : a missão e visão ganham forma, através de actividades, conferências, internacionalização e resoluções assinadas pelos representantes de 15 Países : O Sistema Global de Avaliação Herity (HGES) é lançado e testado HERITY: da ideia à realidade Cultural Heritage Management International Quality Recognition

19 O HERITY está estruturado da seguinte forma: A organização HERITY Cultural Heritage Management International Quality Recognition

20 Presidente: S.E. Card. F. Marchisano Vice-Presidentes: Dr. G. de Guichen, Dr. L. Oosterbeek Conselheiro Especial: Gen. R. Conforti Coordenador: Dr. M. Quagliuolo Membros: Dr. T. Conti, P. Chowne, M. de La Torre, M. Gonzalez Mendez, P. Lafleur, A. Orbasli, J. D. Tzanidaki, M. Urtane, H. Zemankova, P. Zsidi O Comité Internacional HERITY Cultural Heritage Management International Quality Recognition HERITY INTERNATIONAL – c/o DRI - V.E. Filiberto, Roma - ITÁLIA Website (em breve):

21 Secretariado permanente: em Roma, c/o DRI Comissão Nacional Italiana Presidente: Cav. Sen. T. Romagnoli Carettoni Vice-Presidentes: Dr. T. Conti, S. Fiorentino Conselheiro Especial: Prof. A. La Regina Coordenador: Dr. M. Quagliuolo O HERITY em Itália Cultural Heritage Management International Quality Recognition HERITY – c/o DRI - V.E. Filiberto, Roma - ITÁLIA Website:

22 O HGES foi e é usado em diversos contextos, tais como locais considerados Património Mundial ou ecomuseus Italianos Teste em larga escala do modelo Cultural Heritage Management International Quality Recognition

23 A UNESCO declarou o seu interesse na certificação Herity De início, foi solicitada a certificação Herity dos 40 locais Italianos classificados como Património Mundial Em 11 de Março de 2005 foi realizada uma reunião em Roma, para formalizar esta colaboração A UNESCO e HERITY Cultural Heritage Management International Quality Recognition

24 “As análises do Herity sobre a gestão de qualidade do Património Mundial são um contributo importante para o estabelecimento e a avaliação das políticas nacionais e locais de conservação e para a melhoria dos serviços prestados ao público. O World Heritage Center congratula-se em oferecer o seu apoio à realização de tais objectivos.” Francesco Bandarin Director UNESCO World Heritage Centre A mensagem da UNESCO Cultural Heritage Management International Quality Recognition

25 Grupo de Trabalho: O HERITY em Portugal Cultural Heritage Management International Quality Recognition Dr. L. Oosterbeek (Herity Internacional), Dr. L. Raposo, M. Empis, J. Soares, C. Tavares da Silva, J. Portugal, J. Rodrigues, M. Lago, P. Rosina, C. Fidalgo O Herity Internacional teve um primeiro contacto com a realidade da Rede do Alto Ribatejo (Mação, Tomar, etc.). Palmela será o local que irá conhecer de seguida.

26 1º Encontro Herity Portugal Cultural Heritage Management International Quality Recognition Museu Nacional de Etnologia, Lisboa 1 de Fevereiro de Abertura - Personalidades presentes (a confirmar) Presidente da República, Ministra da Cultura, Secretário de Estado do Turismo, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Presidente e Directores do IPPAR, IPM e IPA, Comissão Nacional UNESCO Outras intervenções de abertura: Luiz Oosterbeek (antecedentes e enquadramento do projecto em Portugal) Maurizio Quagliuolo (apresentação do programa Herity, sua operacionalização e exemplos de aplicação)

27 1º Encontro Herity Portugal Cultural Heritage Management International Quality Recognition Museu Nacional de Etnologia, Lisboa 1 de Fevereiro de 2006 Ana Paula Amendoeira (Monumentos e Palácios), Luís Raposo (Museus), Flávio Lopes (Rotas), Rui Parreira (Sítios), Carlos Costa (Turismo Cultural) – Debate Constituição da comissão organizadora do Herity-Portugal – Reflexões e exemplos de abordagens para uma gestão de qualidade do património em Portugal: a importância da introdução de um sistema de avaliação


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