A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Ventiladores Pediátricos para Anestesia O que há de novo no mercado nacional. Ventiladores Pediátricos para Anestesia O que há de novo no mercado nacional.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Ventiladores Pediátricos para Anestesia O que há de novo no mercado nacional. Ventiladores Pediátricos para Anestesia O que há de novo no mercado nacional."— Transcrição da apresentação:

1 Ventiladores Pediátricos para Anestesia O que há de novo no mercado nacional. Ventiladores Pediátricos para Anestesia O que há de novo no mercado nacional. Prof. Dr. A. Roberto Carraretto, TSA-SBA-ES CET Integrado HUCAM-HAFPES

2 2 Ventilação Mecânica em Anestesia Pediátrica Libera o anestesiologista para outras tarefas. Libera o anestesiologista para outras tarefas. Proporciona ventilação constante e uniforme. Proporciona ventilação constante e uniforme. Freqüência Freqüência Volume e Volume e Pressão Pressão

3 3 Ventilação em Anestesia Pediátrica CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS: RN1a8aAdt Complacência (ml/cmH2O) Volume Corrente (ml) Fluxo Inspiratório. (l/min) 224 Freqüência Resp. (min) Resistência (cmH 2 O/(l/s)) Vent. Alveolar (ml/kg/min) Consumo O 2 (ml/kg/min) 6-84 RN1a8aAdt Complacência (ml/cmH2O) Volume Corrente (ml) Fluxo Inspiratório. (l/min) 224 Freqüência Resp. (min) Resistência (cmH 2 O/(l/s)) Vent. Alveolar (ml/kg/min) Consumo O 2 (ml/kg/min) 6-84

4 4 Variação considerável no tamanho e parâmetros ventilatórios. Variação considerável no tamanho e parâmetros ventilatórios. Necessidade de espaço morto e resistência baixos. Necessidade de espaço morto e resistência baixos. Evitar altas pressões alveolares. Evitar altas pressões alveolares. Facilidade de vazamentos e importância com baixos volumes. Facilidade de vazamentos e importância com baixos volumes. Ventilação em Anestesia Pediátrica CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS:

5 5 Ventiladores em Anestesia Pediátrica Ventiladores de adultos. Ventiladores de adultos. Ventiladores de adultos com fole pequeno. Ventiladores de adultos com fole pequeno. Ventiladores em circuitos ventilatórios pediátricos. Ventiladores em circuitos ventilatórios pediátricos. Ventiladores PEDIÁTRICOS de UTI. Ventiladores PEDIÁTRICOS de UTI. Ventiladores PEDIÁTRICOS para anestesia. Ventiladores PEDIÁTRICOS para anestesia.

6 6 Ventiladores de Adulto Sistemas SEM / COM absorvedor de CO 2. Sistemas SEM / COM absorvedor de CO 2. em circuito de adulto em circuito de adulto em circuito pediátrico em circuito pediátrico Com fole de adulto. Com fole de adulto. Com fole pequeno. Com fole pequeno.

7 7 VENTILADORES DE ADULTOS EM ANESTESIA PEDIÁTRICA Fluxo elevado Fluxo elevado Adição do FGF na Inspiração Adição do FGF na Inspiração Espaço morto Espaço morto Volume de compressão Volume de compressão Ad. - 2,5 a 4,5 ml / cmH 2 O Ad. - 2,5 a 4,5 ml / cmH 2 O Pd. - 1,1 a 2,6 ml / cmH 2 O Pd. - 1,1 a 2,6 ml / cmH 2 O

8 8 Circuitos Ventilatórios Complacência Complacência Desvio de Volume Desvio de Volume Umidificadores Umidificadores Resistência de válvulas Resistência de válvulas Volume do sistema: constante de tempo Volume do sistema: constante de tempo Peso dos componentes Peso dos componentes

9 9 O alvo é o volume corrente O alvo é o volume corrente Presença do fole Presença do fole Pressão: só a de segurança Pressão: só a de segurança 80 - VOLUME CORRENTE

10 10 Ciclagem a tempo Ciclagem a tempo Controle da pressão inspiratória máxima Controle da pressão inspiratória máxima PCV: Pressure Controled Ventilation PCV: Pressure Controled Ventilation 90 - CONTROLE DE PRESSÃO

11 11 Utilização dos recursos do ventilador Utilização dos recursos do ventilador Gases do aparelho de anestesia: fluxo alto Gases do aparelho de anestesia: fluxo alto Sem reinalação Sem reinalação Poluição - Custo Poluição - Custo Umidificação Umidificação Complacência Complacência Temperatura Temperatura Ventiladores de UTI em Anestesia Pediátrica

12 12 Ventiladores Pediátricos para Anestesia

13 13 Insuflação: Insuflação: gerador de fluxo constante gerador de fluxo constante fluxo de gases do aparelho de anestesia fluxo de gases do aparelho de anestesia Deflação: Deflação: passiva para o ambiente passiva para o ambiente Ciclagem I/E - E/I: tempo Ciclagem I/E - E/I: tempo Pressão Max. - Válv. Segurança Pressão Max. - Válv. Segurança NARCO-REES I MODO DE OPERAÇÃO Aparelho de anestesia

14 14 NARCO-REES I CONTROLES Chave liga/desliga Chave liga/desliga Freqüência Freqüência Relação I:E Relação I:E Máximo tempo inspiratório Máximo tempo inspiratório Operação: Expontânea - Controlada Mecânica Operação: Expontânea - Controlada Mecânica

15 15 NARCO-REES I P F V fRIE V=F. I 1) I=60/F. (1+1/R) 2) V=F. I 1 2 Fluxo do aparelho de anestesia Válvula de segurança para Pressão Insp. Máx. Tempo inspiratório máximo

16 16 Insuflação: Insuflação: gerador de fluxo constante gerador de fluxo constante PCV (fluxo alto) PCV (fluxo alto) Deflação: Deflação: Paciente: passiva para o ambiente ou PEEP Paciente: passiva para o ambiente ou PEEP Balão: gerador de Pressão sub-atmosférica Balão: gerador de Pressão sub-atmosférica Ciclagem: tempo Ciclagem: tempo VENT-LOGOS: VLP 5000A MODO DE OPERAÇÃO

17 17 VENT-LOGOS: VLP 5000A CONTROLES Chave liga/desliga Chave liga/desliga Fluxo Fluxo Tempo Inspiratório Tempo Inspiratório Tempo Expiratório Tempo Expiratório Pressão Inspiratória Pressão Inspiratória PEEP PEEP

18 18 VENT-LOGOS: VLP 5000A PEEP Volume Corrente independente do FAG P F V fRI E 1- R=I/E 2- f=60/(I+E) 3- Pressão Controlada 1 2 3

19 19 VENT-LOGOS: VLP 5000A 2 válvulas inspiratórias 2 válvulas inspiratórias 2 válvulas expiratórias 2 válvulas expiratórias Abertura do circuito: Abertura do circuito: sem reinalação sem reinalação

20 20 SERVO VENTILADOR One Touch PCV PCV VCV VCV SIMV SIMV Neonato - Adulto Neonato - Adulto Correção complacência Correção complacência Acoplamento de fluxo Acoplamento de fluxo

21 21 Volume Corrente Volume Corrente Pressão Inspiratória máx. Pressão Inspiratória máx. Freqüência respiratória Freqüência respiratória Relação I:E Relação I:E % do platô insp. % do platô insp. PEEP PEEP CMV - SIMV CMV - SIMV SERVO VENTILADOR One Touch CONTROLES

22 22 Monitorar Expansibilidade torácica. Expansibilidade torácica. Ausculta torácica bilateral. Ausculta torácica bilateral. Pressão Traqueal: posição. Pressão Traqueal: posição. EtCO 2 : ponto de coleta. EtCO 2 : ponto de coleta. Volume expirado. Volume expirado. Curvas: V - P - V Curvas: V - P - V.

23 23 OBSERVE: Volume expirado: ERRO de MEDIÇÃO Volume expirado: ERRO de MEDIÇÃO volume comprimido volume comprimido volume expirado + fluxo durante a exp. volume expirado + fluxo durante a exp. LIMITAR A PRESSÃO LIMITAR A PRESSÃO Volume expirado: ERRO de MEDIÇÃO Volume expirado: ERRO de MEDIÇÃO volume comprimido volume comprimido volume expirado + fluxo durante a exp. volume expirado + fluxo durante a exp. LIMITAR A PRESSÃO LIMITAR A PRESSÃO

24 24 Conclusões: Conclusões: A ventilação em anestesia pediátrica, com freqüência é realizada utilizando-se ventiladores de adultos. A ventilação em anestesia pediátrica, com freqüência é realizada utilizando-se ventiladores de adultos. Os ventiladores pediátricos utilizados em UTI, por serem sistemas sem reinalação, apresentam um consumo e poluição elevados. Os ventiladores pediátricos utilizados em UTI, por serem sistemas sem reinalação, apresentam um consumo e poluição elevados. Para evitarmos barotrauma e as suas conseqüências, deve ser preferido o uso de ventiladores com pressão limitada. Para evitarmos barotrauma e as suas conseqüências, deve ser preferido o uso de ventiladores com pressão limitada. A monitorização contínua é indispensável. A monitorização contínua é indispensável.

25


Carregar ppt "Ventiladores Pediátricos para Anestesia O que há de novo no mercado nacional. Ventiladores Pediátricos para Anestesia O que há de novo no mercado nacional."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google