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PROMOÇÃO DA SAÚDE: A Experiencia da Equipe do Consultorio na Rua CFVV – Clínica da Familia Vitor Valla Teias-Escola Manguinhos Equipe CR: Anderson, Wagner.

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1 PROMOÇÃO DA SAÚDE: A Experiencia da Equipe do Consultorio na Rua CFVV – Clínica da Familia Vitor Valla Teias-Escola Manguinhos Equipe CR: Anderson, Wagner Mendonça – Agentes Sociais Carla Lima- Assistente Social Christiane – Psicóloga Dellaney – Dentista Daniele – Técnica de Enf. Gloria – Agente em Saúde Bucal Marcelo – Enfermeiro Valeska - Médica Gestão Teias: Mirna Texeira, Elyne Engstrom e Alex Mello

2 Unidades de Saúde da Família Clinica Victor Valla - 7 Equipes População cadastrada: Famílias cadastradas: 6043 Clínica Manguinhos - 7 Equipes População cadastrada : Famílias cadastradas : 7177

3 Problemas relatados pela comunidade: Lixo falta de escolas públicas; Falta de atividades recreativas; A presença dos usuários de drogas Violência Vulnerabilidades no território

4 Clinica da Família Clinica da Família- CFVV

5 Ampliar o acesso ao cuidado da saúde das pessoas em situação de rua que não encontra facilmente uma porta-de-entrada para o sistema público de saúde, visto que não é domiciliada em Manguinhos e que, muitas vezes, não apresenta documentação exigida pela maioria dos serviços públicos. Ampliar acceso à pessoas em situação de exclusão Dados sobre a procedencia dos Catastrados pela ECR Objetivo do projeto

6 Traçar o pefil dos usúarios em situação de rua no território de Manguinhos; Realizar busca ativa da população em situação de rua; Desenvolver ações de atenção e promoção da saúde para a população em situação de rua com ênfase na interface com uso de álcool e outras drogas; Qualificar os profissionais de saúde que atuam nos dispositivos de assistência a população em situação de rua e junto aos usuários de álcool e outras drogas; Mapear as redes para atendimento da população em situação de rua, com ênfase nos cuidados relacionados ao uso de alccol e outras drogas; Sistematizar e monitorar as informações dos usuários no Teias-Escola Manguinhos por meio do registro eletrônico em saúde. Objetivos específicos:

7 Histórico da EQUIPE Consultório na rua SAÚDE PARA A POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA Portaria 122, 25/01/2012 Teve sua implantação em setembro 2011, a equipe é composta por um enfermeiro, três agentes, um técnico de enfermagem e um médico, um psicólogo, assistente social e equipe de saúde bucal. A equipe consultório de rua é um serviço da Atenção Básica, que deve seguir os atributos: ser porta de entrada, propiciar atenção integral e longitudinal e coordenar o cuidado. A Equipe consultório na rua de Manguinhos está vinculada a Clinica da Família Victor Valla (CFVV) como a Sétima equipe, com a utilização da sala de curativo, serviço administrativo, farmácia e imunização.

8 Estratégia & Metodologia Por atender toda a população em situação de rua no território de Manguinhos a estratégia de saúde visa tem como objetivo minimizar as conseqüências danos sociais e das vulnerabilidades advindas do consumo de drogas. Para isso se faz necessários mudar o foco da abstinência (parar de usar) para o foco do auto-cuidado e da melhoria da qualidade de vida. Tais ações têm como princípio fundamental o respeito à liberdade de escolha, porquanto, mesmo que nem todos os usuários consigam ou desejam abster-se do uso de drogas, preconiza-se, como medida de saúde, a redução dos riscos tanto físicos quanto sociais decorrentes de seu uso. A Metodologia implementada têm como finalidade minimizar as consequências sociais, psicológica e quando ao uso de drogas evitar e cuidar dos danos adversos do uso prejudicial de drogas. Esse danos são tanto relativo ao indivíduo como para a sociedade. Esta ação não implica necessariamente em abstinência. Pauta-se nos princípios ao respeito à liberdade de escolha e da co-responsabilidade do usuário em seu tratamento. Por atender toda a população em situação de rua no território de Manguinhos a estratégia de saúde visa tem como objetivo minimizar as conseqüências danos sociais e das vulnerabilidades advindas do consumo de drogas. Para isso se faz necessários mudar o foco da abstinência (parar de usar) para o foco do auto-cuidado e da melhoria da qualidade de vida. Tais ações têm como princípio fundamental o respeito à liberdade de escolha, porquanto, mesmo que nem todos os usuários consigam ou desejam abster-se do uso de drogas, preconiza-se, como medida de saúde, a redução dos riscos tanto físicos quanto sociais decorrentes de seu uso. A Metodologia implementada têm como finalidade minimizar as consequências sociais, psicológica e quando ao uso de drogas evitar e cuidar dos danos adversos do uso prejudicial de drogas. Esse danos são tanto relativo ao indivíduo como para a sociedade. Esta ação não implica necessariamente em abstinência. Pauta-se nos princípios ao respeito à liberdade de escolha e da co-responsabilidade do usuário em seu tratamento.

9 Por que fazer Redução de Danos? Representa uma alternativa para a promoção da saúde integral entre aquelas pessoas que não querem, não podem ou não conseguem abandonar as drogas. Representa uma alternativa para a promoção da saúde integral entre aquelas pessoas que não querem, não podem ou não conseguem abandonar as drogas. Amplia acesso Amplia acesso Possibilita um vasta intervenção de profissionais Possibilita um vasta intervenção de profissionais Considera que a abstinência é um dos resultados possíveis de serem alcançados mas não é colocada como uma exigência prévia para se iniciar ou manter cuidados de saúde. Considera que a abstinência é um dos resultados possíveis de serem alcançados mas não é colocada como uma exigência prévia para se iniciar ou manter cuidados de saúde. Busca obter a inclusão social, o desenvolvimento da cidadania e a melhoria do acesso das pessoas usuárias de drogas ou não usuária aos serviços de saúde e aos insumos de proteção. Busca obter a inclusão social, o desenvolvimento da cidadania e a melhoria do acesso das pessoas usuárias de drogas ou não usuária aos serviços de saúde e aos insumos de proteção. Fundamenta-se nos princípios dos direitos humanos. Fundamenta-se nos princípios dos direitos humanos.

10 A dimensão do acompanhamento ao cuidado da população atendida pela equipe CR ocorre em duas modalidades de intervenção: na rua e no dispositivo de saúde, cada uma dessas dimensões se retro alimenta, sendo essencial que elas estejam afinadas em meio aos mesmos pressupostos. A dimensão do cuidado aos usuários

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13 Acolhimento, avaliação e atenção às condições de saúde dos usuários de drogas, incluindo práticas de redução de danos aos usuários de álcool e outras drogas; Captação de usuários no território para encaminhamento junto as linhas de cuidado e busca ativa para acompanhamento caso necessário. Nas cenas são realizados encaminhamentos até a CFVV além de se trabalhar a idéia de prevenção de doenças, não compartilhamento de cachimbos (copos) e cuidado com os lábios para evitar rachaduras, importância de ir ao serviço de saúde. Nas ruas as conversas costumam ser rápidas, com exceção dos momentos em que eles se queixam de problemas relacionados à saúde e questões sociais e se prolongam nos falando a respeito. Na maioria dos casos os laços familiares estão rompidos. Inicia o conversa com apresentação da equipe e do trabalho, oferta preservativo Faz encaminhamento para CFVV Acompanha o usuário até a unidade e fornece o atendimento Os insumos distribuídos são camisinha, informativos e kit de saúde bucal. Acolhimento e Acompanhamento no campo

14 Instrumentos usados Ficha de cadastro Cheque encaminhamento Diário de Campo Cadastro no SAIS com numero de prontuário Prontuário eletrônico - ALERT

15 Processo de Trabalho Já realizados: Visitação as áreas cadastradas nos dois turno M/T Roteiro de cobertura das cenas nestas visitas Reunião de Equipe Educação Continuada Visitação aos pacientes internados ou acompanhados por outros serviços Acompanhar os pacientes no encaminhamentos aos diversos serviços Supervisão Ações futuras : Oficinas Temáticas Protagonismos dos usuários Trabalho Terapia ocupacional ou Educação Física para usuários Ações prevenção odontológica em campo

16 Visita durante internação paciente com TB

17 O Mapeamento do território foi realizado através da identificação dos locais de maior concentração de pessoas em situação de rua, que são na maioria dos caso, cenas de uso de drogas; Em uma cena de uso chega a ter cerca de 150 a 300 usuários no período da tarde. a maioria consome crack no copo de água mineral, no chão encontramos muitos apetrechos de uso (isqueiros, copos, papel etc...) é comum ter material reciclado, cobertor, guarda-chuva na cena. Foram mapeadas 16 cenas de uso de crack e outras drogas, estas cenas são dinâmicas, tendo em vista uma série de fatores: Movimentação dos usuários Meios de sobrevivencia e proteção Políticas públicas Oferta das mercadorias (comércio das drogas) Mapeamento

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19 Promoção das ações que visam o apoio social para o fortalecimento de vínculos que tenham sido rompidos ou enfraquecidos, promovendo a inclusão social; Promoção do cuidado através da hierarquização e ordenamento da rede de serviços de saúde, visando a garantia de fluxos seguros de atenção; Articulação com os dispositivos da rede de acolhimento de álcool e outras drogas e construção de novos dispositivos necessários para um atendimento integral; Vista as instituições para fomentar relação de compromisso com a rede e parceria Agenda descritiva e agrnda falada Promover saúde & Articular a rede

20 Ações na Clínica Acolhimento, aproximação, vinculação, cadastramento, avaliação e atenção às condições de saúde da população em situação de rua incluindo práticas de redução de danos ao uso de drogas; Ações de cuidados clínicos dos médicos, enfermeiros e técnico, odontológicos, psicológico, serviço social curativos, pré natal e imunização Promover ações que visam o apoio social para o resgate dos vínculos que foram rompidos ou enfraquecidos promovendo a inclusão social Diminuição das vulnerabilidades a saúde e social Promoção do cuidado através da rede de serviços de saúde, visando a garantia de fluxos responsáveis e eficazes na atenção; Articulação das intervenções com os equipamentos de assistência social, como CRAS e CREAS. DOT Atendimento aos moradores do abrigo Leão XIII Articulação com os dispositivos da rede de acolhimento AD e participação para a construção de novos dispositivos que venham a ser necessários para um atendimento integral. Acompanhamento e discussão de casos

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22 Alda Lacerda

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27 Perfil dos cadastrados pelo CR

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35 Alda Lacerda

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37 Ausência de informações sobre o proceso de trabalho das equipes de consultorio na rua. O Ministerio da Saúde fará adaptações no Sistema de Informação da Atenção Básica para inclusão dos dados dessa modalidade de equipe; Sistema eletrônico de informação entre as 3 equipes CR do municipio do RJ Agendamento dos usuarios: os usuários encontram dificuldade em comparecer as consultas agendadas, e em geral vem por demanda espontânea. É frequente a equipe ter que realizar busca ativa dos usuarios na rua para dar medicamentos e acompanhá-los nas consultas especializadas; Ausência de equipamentos da rede de cuidado integral como CAPS AD, residencia terapéutica ou casa de acolhimento. Políticas publicas de outros setores, tais como o recolhimento dos usuarios nas cenas de uso pela Assistencia Social, com internações em abrigos e comunidades terapéuticas. Estas ações não vão de encontro a proposta de cuidado que respeite os direitos e os desejos das pessoas. Dificuldades no proceso de trabalho da Equipe

38 Questões para refletir O trabalho da equipe fortalece as ações intersetoriais? As ações da equipe promove a inclusão social e a autonomia dos usuarios? QUAIS SÃO AS REDES QUE ESSES USUARIOS ACESSAM? Quem são os facilitadores e inibidores na constituição das redes de apoio social dos usuários de crack? Qual a percepção dos usuarios em situação de rua e moradores da comunidade de Manguinhos sobre o trabalho da equipe?

39 Equipe de trabalho, juntamente com usuários no espaço da Clínica

40 DESAFIO Minimizar as distâncias aproximar as margens do Território Contato: tel: Se procurar bem você acaba encontrando. Não a explicação (duvidosa) da vida, Mas a poesia (inexplicável) da vida. Carlos Drummond de Andrade


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