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Fundamentos do Cuidado Humano I- Enf.01.001 ATENDIMENTO EM PRIMEIROS SOCORROS O que é? É o atendimento imediato e provisório prestado em caso de acidente.

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1 Fundamentos do Cuidado Humano I- Enf ATENDIMENTO EM PRIMEIROS SOCORROS O que é? É o atendimento imediato e provisório prestado em caso de acidente ou enfermidade imprevista. Geralmente é prestado no local, até que se possa utilizar recursos para o tratamento definitivo. Objetivos dos Primeiros Socorros: -Preservar a vida; -Reduzir o sofrimento; -Prevenir complicações; -Proporcionar transporte adequado, possibilitando melhores condições para receber o tratamento definitivo.

2 CONVULSÃO O que é? É a contração súbita e involuntária de músculos, provocando movimentos desordenados; em geral, é acompanhada de perda da consciência. ·NÃO SEGURE A VÍTIMA ( DEIXE-A DEBATER-SE, PROTEGENDO-A ) ·NÃO DÊ TAPAS ·NÃO JOGUE ÁGUA SOBRE A VÍTIMA ·MANTENHA-SE VIGILANTE - AFASTE OS CURIOSOS NAS CONVULSÕES INFANTIS, SE HOUVER FEBRE ALTA, DÊ UM BANHO MORNO DE IMERSÃO DE MAIS OU MENOS 10 MINUTOS. DEITE A CRIANÇA ENVOLTA NA TOALHA. PROCURE UM MÉDICO.

3 DESMAIO OU LIPOTIMIA O que é? O desmaio é um mal súbito, podendo ser considerado uma forma leve do estado de choque, provocado em geral por emoções súbitas, fadiga, fome, má ventilação em meio a aglomeração humana ou nervosismo. Quando se percebe que uma pessoa está prestes a desmaiar, deve-se colocá-la sentada, com a cabeça baixa entre os joelhos e fazer uma leve pressão sobre a cabeça, forçando-a de cima para baixo (conforme figura ao lado).

4 AFOGAMENTO O que é? É a introdução de líquidos ou sólidos nas vias respiratórias, por respiração. O que fazer? Aproximar-se da vítima, pelas costas, segurá-la e mantê-la, durante o trajeto de retirada, com a cabeça fora da água; Agir com rapidez e precisão; Afrouxar as roupas; Comprimir as costas e estômago, forçando-a a expelir a água; Aplicar golpes secos nas costas e, quando a vítima começar a vomitar, vire a cabeça para o lado, para impedir a aspiração do vômito; Iniciar o processo de reanimação (massagem cardíaca e respiração boca-a-boca) após a eliminação da água ou secreção; Remover a vítima para o serviço de salvamento ou hospital mais próximo.

5 AFOGAMENTO

6 CORPOS ESTRANHOS Corpo Estranho é: Qualquer partícula ou objeto, localizado no organismo, mas que dele não faz parte.

7 Lacrimejamento Ardência ou dor local Irritação local ( vermelhidão ) Inflamação Perda da Visão (em casos mais graves) * Corpo Estranho nos Olhos:

8 O Que Fazer? 4 Fechar os olhos 4 Lavar com água abundante e lentamente 4 Solicitar a vítima que pestaneje 4 Localizar corpo estranho 4Tentar removê-lo com cotonete ou um lenço umedecido * Corpo Estranho Móvel nos Olhos: Não esfregue os olhos 8 Não administrar medicação sem prescrição médica O Que NÃO Fazer !

9 O Que Fazer? 4 Colocar uma compressa úmida nos dois olhos e levar imediatamente ao hospital. O Que não Fazer! 8 Não tente remover o corpo estranho para não encrava-lo mais no olho * Corpo Estranho Fixo no Olho:

10 4 Em caso de insetos, o ouvido pode ser gotejado com óleo de cozinha 4 ou para atrair o inseto se estiver vivo, coloca-se um feixe de luz no pavilhão articular do ouvido afetado. * Corpo Estranho nos Ouvidos:

11 O Que Fazer? 4 Tente removê-lo inclinando a cabeça da vítima para baixo e para o lado do ouvido afetado. 4 Solicite a vítima que dê, com firmeza, pequenos saltos O Que NÃO Fazer! 8 Não tente remover o corpo estranho com pinça, palito, arame, grampo ou qualquer outro objeto. 8 Nunca coloque óleo quente no ouvido

12 As vias aéreas compreendem o nariz, a faringe e a traquéia. A introdução de um objeto sólido ou líquido nesse trajeto pode causar asfixia * Corpo Estranho nas Vias Aéreas

13 O Que Fazer? 4Encha os pulmões de ar pela a boca 4Comprima com o dedo a narina não obstruída 4Expulse o ar dos pulmões através da narina obstruída, mantendo a boca fechada 4Procure um médico se necessário * Corpo Estranho no Nariz:

14 O que não fazer! 4Não tente retirar o corpo estranho com qualquer outro objeto 4Não permita que a vítima inspire o ar com violência 4Não permita que a vítima assoe com grande esforço

15 O Que Fazer? 4 Introduza o dedo indicador junto as paredes da boca para conseguir abordar o objeto por trás. 4 Tentar manobra de Heimlich * Corpo Estranho na Faringe:

16 Se Você Estiver Só e Sufocando: 1. Manobra de Heimlich em si mesmo 2. Comprimindo seu próprio abdomem sobre as costas da cadeira. Não obtendo sucesso com a manobra de Heimlich, realizar respiração boca a boca com a vítima deitada em decúbito dorsal até a chegada de socorro médico

17 O Que Fazer? 4 Inicie imediatamente respiração boca a boca 4 Leve o paciente imediatamente à emergência * Corpo Estranho na Traquéia: O Que NÃO Fazer! 8Não apavore a vítima 8Não sacuda ou balance violentamente a vítima 8Não introduza os dedos de uma só vez na boca 8Não bata nas costas da vítima

18 Doença caracterizada por uma lesão na pele ou até tecidos mais profundos, causada por agentes diversos como calor, o frio, agentes químicos, eletricidade e radiação ionizante. O QUE É QUEIMADURA?

19 Provocada por calor; ex: líquidos quentes,objetos aquecidos, vapor 1.1 Liquido Quente E a mais comum entre as crianças, geralmente ocorrem na cozinha e podem ser evitadas. O fogão e o centro dos acontecimentos. Exemplo: leite e água fervendo, café, sopa Térmica

20 São mais graves e mais comum em adultos, por causa da extensão e profundidade. Exemplo: álcool e gasolina. 1.2 Chama

21 Provocada por ácidos e bases Ocorre com menor freqüência por ingestão ou contato com a pele. 2. Química

22 Provocada por raios e corrente elétrica Tem características especiais; um ponto de entrada e um de saída, podendo levar a danos na musculatura, nervos e sistema vascular: corre-se o risco de amputação. 3. Elétrica

23 Provocada por radiação nuclear Profundidade Extensão 4. Radiação

24 Número de camadas da pele atingida 1. Primeiro Grau 2. Segundo Grau 3. Terceiro Grau Profundidade

25 Atinge somente a epiderme: Nessa queimadura, a pele apresenta-se em Hiperemia ( avermelhada); Edemaciada ( inchada ) e há ardor no local dessa queimadura. Exemplo: Exemplo: queimaduras por raios solares. 1. Primeiro Grau

26 Atinge a epiderme estendendo-se até a derme. Caracteriza-se pela presença de Flictemas ( bolhas ) e liberação de líquidos corporais. A vítima também apresenta dor local intensa, hiperemia e pele edemaciada. 2. Segundo Grau:

27 Atinge todas as camadas da pele e hipoderme. È considerada grave pois pode provocar lesões que vão desde músculos até ossos. Caracteriza-se por apresentar coloração escura ou esbranquiçada, uma lesão seca, dura e incolor. Ocorre perda da elasticidade e a superfície fica anestesiada. 3. Terceiro Grau:

28 Quanto maior a extensão da queimadura, maior risco de vida a vítima estará correndo. REGRA DOS NOVE REGRA DOS NOVE 4 CABEÇA 9% 4 PESCOÇO 1% 4 MEMBRO SUPERIOR 9% 4 MEMBRO INFERIOR 18% 4 TÓRAX E ABDOMEN 18% 4 ÓRGÃO GENITAIS 1% Extensão (área corpórea atingida)

29 1) Prevenir Estado De Choque 2) Controlar a Dor 3) Evitar a Contaminação PRIMEIROS SOCORROS

30 INTERROMPA IMEDIATAMENTE O EFEITO DO CALOR (UTILIZE ÁGUA FRIA, NÃO USE ÁGUA GELADA, OU UTLIZE LENÇOL PARA APAGAR AS CHAMAS NO CORPO DA VÍTIMA)

31 4 Em caso de acidentes com queimaduras promovidas por corrente elétrica, não toque na vítima até que se desligue a energia. Tome cuidado com os fios soltos e água no chão. 4 Para vítimas de corrente elétrica, observe se há parada respiratória, em caso afirmativo proceda com a respiração de socorro. Transporte imediatamente a vítima para o hospital. 4 Se uma pessoa com queimadura no peito perder os sentidos, virar-lhe a cabeça para um dos lados e incliná-la para trás para abrir as vias respiratórias.

32 4 Faça a avaliação primária da vítima. Identifique qual tipo, grau e extensão da queimadura. 4 A queimadura é uma lesão estéril, por isso tenha cuidado ao manuseá-la e evite ao máximo contaminá-la 4 Retire pulseiras, jóias, relógios, roupas que não estejam grudadas na pele da vítima.

33 4 Água corrente, além de ser ótimo analgésico, remove partículas de sujeira do local. 4 Caso a queimadura seja de 1º grau, retire a pessoa do sol, utilize substâncias refrescantes como produtos para aliviar a dor e faça a administração por via oral de líquidos. 4 Caso a queimadura seja de 2º ou de 3º graus, lembre- se de cobrir a área queimada com gazes molhadas em soro fisiológico ou água limpa. 4 Mantenha o curativo molhado usando recipientes de soro ou água limpa até levar a vítima ao hospital.

34 NÃO FURE FLICTEMAS ( BOLHAS ) 4 NÃO UTILIZE MANTEIGA, CREME DENTAL, GELO, OLÉO, BANHA OU CAFÉ NA QUEIMADURA. 4 REMOVA A PESSOA PARA O HOSPITAL CASO A QUEIMADURA SEJA MUITO EXTENSA OU SEJA DE 2º OU 3º GRAUS.

35 FERIMENTOS E HEMORRAGIAS PRIMEIROS SOCORROS

36 A atuação de um agente físico pode causar um traumatismo, com rompimento ou não da pele. Por exemplo: Uma batida no canto de uma mesa, ou um beliscão sobre o corpo. Quando não ocorre rompimento da pele, essa lesão recebe o nome de contusão. Nela ocorre forte compressão dos tecidos moles (pele,camada de gordura e músculos) contra os ossos. Quando a batida é muito violenta, pode haver rompimento de vasos sangüíneos na região, causando acúmulo de sangue no local (hematoma). O lugar da batida fica roxo, incha e torna-se dolorido. Se a ação do objeto contundente atingir apenas as camadas superficiais da pele, ocorre a escoriação. Isso acontece geralmente em conseqüências de quedas, quando a pele de certas partes do corpo (joelhos, cotovelos, palma das mãos, etc.), em contato com as asperezas do chão, sofre arranhões, que são o tipo mais comum de escoriação. Sempre que houver rompimento da pele, tem-se um ferimento ou uma ferida. FERIMENTOS

37 FERIMENTOS LEVES OU SUPERFICIAIS FERIMENTOS EXTENSOS OU PROFUNDOS FERIMENTOS ABDOMINAIS ABERTOS FERIMENTOS PROFUNDOS NO TÓRAX FERIMENTOS NA CABEÇA FERIMENTOS NOS OLHOS FERIMENTOS COM PRESENÇA DE OBJETO ENCRAVADO

38 FERIMENTOS ABDOMINAIS POSIÇÃO PARA ATENDIMENTO DE PRIMEIROS SOCORROS

39 HEMORRAGIAS Hemorragia é a perda de sangue para o meio externo ou interno devido ao rompimento de um vaso sangüíneo (hemorragia capilar), veia (hemorragia venosa) ou artéria (hemorragia arterial), alterando o fluxo normal da circulação. A hemorragia abundante e não controlada pode causar a morte de 3 a 5 minutos.

40 HEMORRAGIAS SINAIS E SINTOMAS Pulso fraco (bradisfigmia) Vítima queixa-se de sede Suor pegajoso e frio Pele, lábios e dedos cianóticos Torpor e obnubilação Desmaio Palidez intensa Respiração rápida e superficial Vertigens Náuseas e vômitos PRINCIPAIS CONSEQÜÊNCIAS Tamponamento cardíaco Hemorragia intracraniana Choque hipovolêmico Anemia Asfixia

41 HEMORRAGIA INTERNA A hemorragia interna é resultante de um ferimento com lesão de órgão internos e o sangramento não é vísivel. CONTUSÕES HEMORRAGIA NASAL (EPISTAXE) HEMORRAGIA NO ESÔFAGO, ESTÔMAGO OU DUODENO (HEMATÊMESE) HEMORRAGIA DOS PULMÕES (HEMOPTISE) HEMORRAGIA POR VIA VAGINAL (METRORRAGIA) HEMORRAGIA POR VIA ANAL (MELENA)

42 HEMORRAGIA EXTERNA Hemorragia externa é a perda de sangue devido ao rompimento de um vaso sangüíneo, veia ou artéria. AMPUTAÇÃO A hemorragia deve ser estancada o mais rapidamente possível. A parte amputada precisa ser enrolada com gaze ou pano limpo e depois ser colocada em um saco plástico com soro fisiológico, ou com água e uma pitada de sal. O saco plástico deve ser colocado em um recipiente cheio de gelo e levado ao hospital junto com a vítima. Em muitos casos existe a possibilidade de re-implante.

43 TÉCNICAS PARA CONTENÇÃO DE HEMORRAGIAS ELEVAÇÃO DO MEMBRO FERIDO

44 TÉCNICAS PARA CONTENÇÃO DE HEMORRAGIAS PRESSÃO INDIRETA PONTOS DE PRESSÃO

45 TÉCNICA DE APLICAÇÃO DE TORNIQUETE Os torniquetes só poderão ser utilizados no braço ou na coxa e em casos de membros decepados, lacerações e esmagamento.

46 TÉCNICA DE APLICAÇÃO DE TORNIQUETE. ATENÇÃO: O torniquete deve ser afrouxado gradualmente a cada 10 ou 15 minutos.

47 47 PARADA RESPIRATÓRIA

48 48 PARADA CARDÍACA SOCORRO BÁSICO Conceito: Socorro básico, ou ressuscitação cardiopulmonar básica, é um conjunto de procedimentos de emergência que pode ser executado por profissionais da área de saúde ou por leigos treinados.

49 4 PASSOS 1º PASSO - Verificar consciência 2º PASSO - Solicitar ajuda 3º PASSO - Seqüência A-B-C 4º PASSO - Segmento da reanimação

50 1º PASSO Identificação da inconsciência

51 2º PASSO Ativação do Socorro Avançado de Vida

52 3º PASSO Seqüência de ressuscitação A - ABERTURA DAS VIAS AÉREAS

53 3º PASSO Seqüência de ressuscitação B – RESPIRAÇÃO BOCA A BOCA

54 3º PASSO Seqüência de ressuscitação C – CIRCULAÇÃO ARTIFICIAL

55 4º PASSO Segmento da reanimação

56 TÉCNICA PARA MASSAGEM CARDÍACA EXTERNA E VENTILAÇÃO PULMONAR: Ajoelhar-se ao lado da vítima e localizar a metade inferior do esterno: Colocar as mãos, uma sobre a outra no local, imediatamente, mantendo os cotovelos estendidos, não deixando os dedos das mãos tocarem a parede torácica; Comprimir rápida e vigorosamente o tórax com o ritmo de 60 a 80 vezes por minuto. Em crianças a massagem é mais suave, com ritmo de 100 a 120 vezes por minuto; Massagear rítmica e ininterruptamente, sincronizando com a ventilação pulmonar (5 compressões torácicas para uma ventilação boca-a-boca ou 10 compressões para 2 ventilações); A ventilação pulmonar feita na vítima deverá ter um ritmo de 15 por minuto; Providenciar atendimento médico de urgência.

57 TRANSPORTE DE ACIDENTADOS CONSIDERAÇÕES GERAIS A necessidade do transporte assistido tem crescido nos últimos anos, principalmente em decorrência do número crescente de acidentes e de remoções de pacientes para realização de exames complementares. O trauma, um crescente problema de saúde pública no Brasil, produz cerca de mortes por ano e mais de feridos, sendo que 50% dos óbitos ocorrem no momento do acidente, e 30% dentro da primeira hora. A reversão desse quadro inicia com o transporte adequado das vítimas.

58 As guerras do Vietnã e Coréia, comparadas à Segunda Guerra Mundial, demonstraram que a rapidez na remoção dos feridos dos campos de batalha associada à medidas de estabilização do paciente durante o transporte reduzia sig- nificativamente a mortalidade em três vezes, e os cuidados elementares durante o transporte reduziam em 20% a mor- talidade dos feridos. Vários países da Europa e os Estados Unidos aprimora- ram a qualidade das remoções, reduzindo as taxas de morta- lidade durante o transporte a menos de 10%.

59 OBJETIVO PRIMÁRIO DO CUIDADO PRÉ - HOSPITALAR Identificar os pacientes com risco de vida Conhecer o estado geral da vítima Tomar as primeiras medidas básicas Proporcionar atendimento hospitalar definitivo o mais breve possível

60 IMPORTANTE: O primeiro atendimento deve ser o mais completo dentro do menor tempo possível. A correta avaliação de cada caso é muito importante. Procure durante o atendimento desenvolver um cuidado humanizado.

61 CONSIDERAÇÕES A SEREM TOMADAS ANTES DO TRANSPORTE É possível resgatar ou auxiliar a vítima sem colocar em peri- go o socorrista? Se não, qual a urgência do resgate e qual o risco potencial para o socorrista? É possível reduzir o risco imediato para a vítima sem movê- la? Poderá ocorrer lesões adicionais se a vítima for transportada? Pode o socorro ser prestado no local, ou é necessário solicitar auxílio também para o tratamento, além do transporte?

62 Os meios de transporte necessários são terrestres, marítimos ou aéreos? Qual o paciente suporta? É necessário algum tipo de adaptação do veículo para o trans- porte? Não seria melhor esperar uma ambulância? De que métodos precisamos ou dispomos para o transporte i- mediato? Transportar para onde? Se o local é de difícil acesso, com a vítima gravemente ferida, o que fazemos?

63 RAZÕES PARA UM TRANSPORTE IMEDIATO Ferimento na cabeça. Ferimento perfurante abdominal. Sangramento de qualquer tipo, que altere os sinais vitais. Desidratação, intermação ou choque térmico em ambiente sem água. Ferimento na caixa do tórax. Hipotermia / congelamento. Perigo iminente no local.

64 AS PRIMEIRAS MEDIDAS BÁSICAS Manter-se calmo e manter o paciente calmo e deitado. Verificar os sinais vitais. Controlar as hemorragias. Imobilizar todos os pontos suspeitos de fraturas. Se houver parada respiratória iniciar a respiração boca-a- -boca. Em parada circulatória fazer massagens cardíacas e venti- lação boca-a-boca. Ter cuidado com a língua. Cuidado com a imobilização da coluna cervical. Em envenenamentos não deixar a vítima caminhar.

65 IMPORTANTE: Ao transportas um doente, não usar somente a força física, mas ter consciência do que está sendo feito, bem como dos riscos que a vítima corre durante a remoção. Sempre que o transporte for feito por duas ou mais pessoas, uma delas assumirá o comando dos movimentos para torná-los suaves e lentos, evitando-se que sejam bruscos e haja solavan- cos.

66 COMO TRANSPORTAR UM ACIDENTADO? Como em geral, no local do acidente, não temos condições de diagnóstico preciso, devemos sempre transportar as vítimas sobre macas rígidas.Nunca podemos esquecer de reavaliar as condições vitais da vítima durante o transporte. O transporte pode ser feito por uma ou mais pessoas com as próprias mãos ou, de preferência por meio de macas ou padiolas. Se for necessário levantar o acidentado antes de examiná-lo, manter o corpo em linha reta e proteger a cabeça. Então, deve ser puxado para um lugar seguro onde possa ser usada a maca. Devemos adota o método de uma, duas ou três pessoas.

67 TRANSPORTE EM MACA É o único transporte recomendado para vítimas com suspeita de fratura de crânio, coluna ou quadril. O posicionamento da vítima sobre a maca rígida é feito atra- vés de rolamento (90 graus), com o auxílio de no mínimo três pes- soas. As macas podem ser de dois tipos : rígidas longa e rígidas curta.

68 Paletós ou camisas

69 Sacos de estopa, de aniagem ou de nylon trançados

70 Cintos, cordas ou tiras largas de tecido

71 Cobertores, toalhas ou colchas

72 COM UM SOCORRISTA Transporte de apoio

73 Transporte nas costas

74 Transporte nos braços

75 Transporte de arrasto

76 COM DOIS SOCORRISTAS Transporte de cadeirinha

77 Transporte pelas extremidades

78 Transporte por cadeira

79 Transporte em rede

80 Transporte no colo

81 COM TRÊS SOCORRISTAS Sempre que houver suspeita de fratura no crânio, coluna ou no quadril, serão necessários três pessoas pelo menos para transportar a vítima. O transporte em maca é o único recomendado nesses casos e a maca deve ser dura e plana como as que são feitas com tábuas ou porta ( preferencialmente).

82 * Com 3 socorristas usando a maca

83 TRANSPORTE EM VEÍCULOS Deve-se forrar a padiola ou o paciente com palha ou col- chão. Alguém deverá ir ao lado do paciente para evitar que ele mova-se. É melhor usar caminhão ou camioneta onde possa ir mais de uma pessoa. Cuidar para a vítima não sofrer desníveis. Em automóveis comuns retirar ou dobrar o banco diantei- ro e dobrar o banco traseiro. Não deve-se interromper, sob nenhum pretexto, a respira- ção artificial ou a massagem cardíaca, se estas forem necessárias. Nem durante o transporte, bem como a verificação dos sinais vi- tais.

84 REGISTRO E ANOTAÇÕES Identidade da vítima. Nome das pessoas que a vítima gostaria que fossem notificadas. Descrição da ocorrência. Medidas especiais de socorro de emergência que foram tomadas. Qualquer doença ou incapacidade existentes antes do acidente ou da enfermidade que lhe tenha chegado ao conhecimento.

85 EM TODOS OS MOMENTOS, O SOCORRISTA DEVE SE LEMBRAR QUE ESTÁ PRESTANDO SOCORRO A UM SER HUMANO. PRESTANDO SOCORRO A UM SER HUMANO. ELE DEVERÁ SER ÁGIL, TRANQUILO, COMPETENTE E HUMANO! Prof. Vanderlei Carraro


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