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Índice 6. Protótipo de telas MPE Inovação 6.1 Lista de Produtos 6.1.1 Produto Selecionado 6.1.2 Solução de Inovação para seu Produto 6.2 Criação ou Implantação.

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2 Índice 6. Protótipo de telas MPE Inovação 6.1 Lista de Produtos Produto Selecionado Solução de Inovação para seu Produto 6.2 Criação ou Implantação de Solução de Inovação Centro de Atendimento Via Rápida Empresa Conselho de Inovação da Micro e Pequena Empresa Pesquisadores 6.3 Implantação Agentes de Inovação Implantação Organização Conveniada Implantação Função Interna do Sistema

3 Praça de Negócios Paulista MPE Vende Fácil Made in São Paulo MPE Conciliação MPEInovaçãoMPEInovação MPE Crédito MPE Gestão Porta l Registro e Legalização Integrados

4 Os efeitos da inovação são muito importantes para as empresas. Pois a inovação amplia a participação de mercado, eleva a capacidade produtiva, aumenta a flexibilidade da produção, e também ocorre a redução nos custos de produção. O empreendedor dentro do serviço MPE Inovação obtém opções de criação ou implantação de uma solução de inovação, e também poderá consultar o Banco de Soluções existentes no portal, para maior facilidade do empreendedor. Dentro do serviço temos a colaboração de um conselho de inovação de apoio, universidades, escolas técnicas, IPT, FAPESP e Sebrae-SP. Se o empreendedor quer ter acesso ao Banco de Soluções de Inovação o acesso é livre. Porém se ele quer criar ou implantar uma solução de inovação,ele terá que já ter o Certificado Digital e também já ter realizado o Teste de Gestão da sua empresa, caso ainda não tenha feito o Teste e nem o Certificado Digital, o Usuário poderá solicitar, para assim ter acesso ao serviço.

5 5.1 Descrição do serviço Aplicação de soluções de inovação nos produtos e processos das MPE 5.2 Objetivo e Desafio Relevante Permitir as MPE o acesso e a implantação de soluções inovadoras, além da demanda de pesquisa para criação de novas soluções 5.3 Benefícios esperados (para as MPE) Acesso a soluções de inovação pra melhoria de produtos e processo Financiamento pra implantação de melhorias inovadoras Ajuda especializada para implantação de soluções de inovação Realização de pesquisa para busca de nova solução de inovação. 5. Serviço: MPE Inovação

6 Uso do Serviço MPE Usuário acessa função que permite a solicitação de criação ou implantação de solução de inovação e a consulta à soluções pesquisadas e implantadas; As solicitações de criação ou implantação de solução de inovação são recebidas pela Central de Atendimento Via Rápida Empresa que, Após a classificação e padronização as solicitações são enviadas, via sistema de workflow, para: o Conselho de Inovação da MPE para os casos de criação de solução; e para serviço de consultoria especializado (Agentes de Inovação) para os casos de implantação de solução de inovação; Criação de Solução de Inovação As solicitações de criação, serão avaliadas pelo Conselho de Inovação da MPE e enviadas para as Universidades e/ou Institutos de Pesquisa que realizarão pesquisa para encontrar tal solução; Após a realização da pesquisa, o pesquisador responsável, via função de sistema, deve classifica-la de forma padronizada, informando o produto ou processo produtivo a qual se destina, as situações aplicáveis, a quem e como se beneficia além de orientações de aplicações; Essas informações são armazenadas em uma base de dados (Soluções de inovação) e e disponivel para consulta; Implantação de Solução de Inovação As solilcitações de implantação são recebidas pelo serviço de consultoria especializado (Agentes de Inovação), que montam um projeto para essa implantação; Caso seja necessário, o serviço de consultoria especializado (Agentes de Inovação) poderá solicitar junto à uma organização conveniada, a instrumentalização para a implantação desse projeto;

7 Caso seja necessário, o serviço de consultoria especializado (Agentes de Inovação), registra, via função de sistema, a necessidade de financiamento específico para a implantação desse projeto. Essa informação é enviada para o seviço MPE Crédito. Após a realização da implantação de uma solução de inovação, o serviço de consultoria especializado (Agentes de Inovação) deve classifica-la de forma padronizada, informando o produto ou processo produtivo a qual se destina, as situações aplicáveis, a quem e como se beneficia além de orientações de aplicações Essas informações são armazenadas em uma base de dados (Soluções de inovação) e e disponivel para consulta;

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9 Consulta às Soluções de Inovação O usuário tem a opção de criação ou implantação de solução de inovação. Se o empreendedor quer ter acesso ao Banco de Soluções de Inovação o acesso é livre. Criação ou Implantação de Solução de Inovação PESQUISADORPESQUISADOR

10 Consulta às Soluções de Inovação

11 O usuário tem a opção de produtos já cadastrado no serviço, portanto para saber mais sobre esse produto basta ele clicar na opção desejada ou digitar o produto/processo/ serviço.

12 Soluções de Inovação para seu Produto INFORMAÇÕES DO PRODUTO O Usuário tem informações do produto selecionado por ele, e logo abaixo tem um ícone clicável dando a opção dele ver soluções de inovação sobre esse produto.

13 Deseja Implantar esse Produto/Processo/Serviço O usuário irá análisar a Solução de Inovação do produto escolhido, e assim o empreendedor vai ter acesso a informações do pesquisador que realisou a tal pesquisa, e também ele terá a opção de realizar uma Implantação daquela Solução de Inovação. Autor: ABEL CIRO MINNITI IGREJA Classe: PqC VI Instituto: IZ - Instituto de Zootecnia Área de Pesquisa: Ciências Econômicas e Estatística

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15 Se ele já tiver feito o teste, e já ter o Certificado Digital é só ele informar o seu login e senha, para poder ter acesso ao serviço.Caso contrario terá de realizar o teste e fazer o Certificado Digital.

16 Formulário Segmento : Produto ( ) Processo Produtivo ( ) Serviço ( ) Produto/Processo/Serviço: Informe e descreva o produto, processo ou serviço que deseja para uma solução de inovação. O que você está querendo? E como você gostaria de ser feito? Descreva aqui as informações sobre sua solicitação. Após o usuário se logar ele terá de preencher um formulário solicitando a Criação de uma Solução de Inovação,ao clicar em enviar, irá para o sistema onde será avaliado e assim enviado para os pesquisadores para realizar o projeto. ENVIAR

17 Inovação ( 1 ) - Solução de Inovação

18 SOLUÇÕES DE INOVAÇÃO Produto: Controle de temperatura na produção de cachaça Objeto da Pesquisa: A faixa ideal de proliferação e sobrevivência da S. cerevisiae ocorre entre as temperaturas de 21,5 a 31,0 ºC, intervalo que varia de acordo com a linhagem empregada. No entanto, a maior eficiência, em termos da produção de etanol, ocorre em temperaturas mais altas, entre 32,5 a 38,5 ºC. Assim sendo, a faixa de trabalho para a fermentação alcoólica deve ser realizada em um nível intermediário, que ocorre entre 26 e 35 ºC (REIS; RIBEIRO, 2009). Quando ocorre em temperaturas baixas, a fermentação sofre um retardamento, demorando mais tempo para ocorrer, devido à redução no metabolismo das leveduras (ALCARDE, 2001). Já acima de 35 ºC, embora a S. cerevisiae seja geralmente resistente a altas temperaturas, sua viabilidade celular fica comprometida, principalmente quando em conjunto com outros fatores, tais como altos níveis de etanol ou pH excessivamente baixo (MONACO, 2007; SILVA-FILHO et al., 2005 apud REIS; RIBEIRO, 2009). Outro fator que pode comprometer o rendimento da fermentação é a proliferação de bactérias no caldo. A produção de cachaça é fortemente suscetível à contaminação microbiológica, pois o caldo de cana se constitui em ótimo substrato para crescimento de muitos microorganismos, em função dos teores de nutrientes orgânicos e inorgânicos que apresenta, alta atividade de água e pH favoráveis (CARVALHO, 2001 apud ZAR, 2010).

19 Segundo Lima et al. (2001) apud Zar (2010), quando a fermentação não é conduzida em boas condições de assepsia e controle da temperatura, [...] há um grande favorecimento da contaminação bacteriana, principalmente de Lactobacillus e Bacillus, que causam queda no rendimento e tempo maior para fermentação, que estressa as leveduras. As características físico-químicas do caldo influenciam o tipo de contaminação mais provável, sendo que o pH do caldo favorece microorganismos acidófilos como Leuconostoc e Lactobacillus, [enquanto] em alta temperatura, associada aos valores de pH, há o predomínio do crescimento dos termofílicos como as espécies pertencentes ao gênero Bacillus (ZAR, 2010). Dentre as espécies mais comuns na contaminação do caldo encontram-se as bactérias Bacillus subtilis, B. mesentericus, Lactobacillus lindneri, L. delbrueckii e Clostridium butyricum (SUNAO, 1992 apud ZAR, 2010), além das espécies L. fermentum e L. helveticos (CHERUBIN, 2003 apud BREGAGNOLI, 2006). Resumo da Resposta: O controle da temperatura é fundamental para um bom rendimento durante o processo fermentativo. Deve-se manter a temperatura entre 26 a 35 ºC na dorna, limite que varia entre linhagens diferentes de S. cerevisiae, de modo a preservar as leveduras e manter sua eficiência. Caso a temperatura esteja muito elevada, deve-se adotar um sistema de resfriamento das dornas, através de ventiladores ou sistemas especializados. Como a alta temperatura favorece a proliferação de bactérias termofílicas, também se faz necessário o controle microbiológico, desde a moagem da cana até a fermentação.

20 Situações Aplicáveis: Controle temperatura Como exposto anteriormente, o controle da temperatura durante a fermentação é fundamental para um bom rendimento. No caso de regiões de inverno rigoroso ou épocas mais frias do ano, uma das ações a ser tomada é utilizar um aquecimento a vapor ou a diluição do caldo com água quente, de modo que o mosto inicie a fermentação em temperaturas de 26 a 32 ºC (MARQUES, 1991 apud BREGAGNOLI, 2006). Já em locais mais quentes, pode ser necessário o abaixamento da temperatura do mosto, especialmente porque a reação de fermentação é exotérmica, liberando calor. Para que o mosto não aqueça demais, alguns produtores fazem uso de ventiladores industriais e dornas de fermentação com sistema de resfriamento pela borrifação de água nas paredes das mesmas (VILELA, 2005). Para reduzir a contaminação por bactérias, antes de ser misturado às leveduras, o caldo pode ser submetido a um tratamento térmico, que reduz também a formação de espumas durante a fermentação. Esse procedimento é realizado com um aquecimento do caldo a 105 ºC, seguido de uma decantação, para a remoção de impurezas, e resfriamento até 30 ºC (ALCARDE, 2001). Cuidados com as leveduras Outra matéria-prima onde o controle microbiológico é fundamental é a própria levedura. Venturini Filho e Mendes (2005) apud Zar (2010) recomendam a utilização de inóculos assépticos, obtidos a partir da cultura pura de S. cerevisiae em laboratório.

21 O fermento pode também ser submetido a um tratamento ácido, realizado com a adição de ácido sulfúrico e água, sob agitação, durante uma a três horas, de modo a obter um pH de 2,5, eliminando assim certos tipos de bactérias e outras leveduras sensíveis ao meio ácido (COOPERSUCAR, 2010 apud ZAR, 2010). No entanto, segundo Dorta (2006) apud Zar (2010), esse processo pode afetar o metabolismo das leveduras do fermento, diminuindo sua eficiência. Uma última alternativa para a minimização da contaminação microbiológica durante a fermentação é a utilização de biocidas, que promovem a eliminação de tipos específicos de microorganismos. Dentre os mais utilizados estavam o pentaclorofenol e hexaclorofenol, que são muito tóxicos e foram proibidos, além de sulfato de cobre e colofônia (LIMA et al., 2001 apud ZAR, 2010). Podem ser utilizados também antibióticos, como a penicilina (mais comum), tetraciclina, cloranfenicol, clorotetraciclina, Kamoran e virginiamicina (ZAR, 2010). Contudo, no caso de cachaças orgânicas, por exemplo, onde não é permitida a utilização de tais biocidas sintéticos, estão sendo investigados outros tipos de biocidas naturais. Bregagnoli (2006) por exemplo, realizou um estudo envolvendo o extrato de própolis e o de pomelo, obtendo resultados satisfatórios com o primeiro e inadequados com o segundo, devido à inativação parcial do processo fermentativo. Quem e como se beneficia: Os Produtores de Cacháça são os grandes beneficiários, e tem como benefício o controle de qualidade. Orientações e Aplicações: (Instrumentalização). O usuário vai obter nessa tela, informações e soluções de inovação gerado por pesquisadores de Universidades, Centro Paula Souza, FAPESP, Sebrae-SP, onde eles vão classificar e padronizar. Depois disso essas informações de tal produto/processo vai para um Banco de Solução de Inovação para ficar disponível para outros usuário ter acesso.

22 PESQUISADORES

23 O Pesquisador que se logar, obrigatoriamente vai ter que estar cadastrado com o Certificado Digital, para comprovar que ele é um pesquisador. ENTRAR

24 Primeira página de acesso após o pesquisador se logar. Protótipo de telas MPE Inovação Pesquisadores

25 Padronizador Produto: Objeto da Pesquisa: Resumo da Resposta Situações Aplicáveis: Quem e como se beneficia: Orientações de Aplicações: ENVIAR

26 Produto: Produto: Controle de temperatura na produção de cachaça Objeto da Pesquisa: Objeto da Pesquisa: A faixa ideal de proliferação e sobrevivência da S. cerevisiae ocorre entre as temperaturas de 21,5 a 31,0 ºC, intervalo que varia de acordo com a linhagem empregada. No entanto, a maior eficiência, em termos da produção de etanol, ocorre em temperaturas mais altas, entre 32,5 a 38,5 ºC. Assim sendo, a faixa de trabalho para a fermentação alcoólica deve ser realizada em um nível intermediário, que ocorre entre 26 e 35 ºC (REIS; RIBEIRO, 2009). Quando ocorre em temperaturas baixas, a fermentação sofre um retardamento, demorando mais tempo para ocorrer, devido à redução no metabolismo das leveduras (ALCARDE, 2001). Já acima de 35 ºC, embora a S. cerevisiae seja geralmente resistente a altas temperaturas, sua viabilidade celular fica comprometida, principalmente quando em conjunto com outros fatores, tais como altos níveis de etanol ou pH excessivamente baixo (MONACO, 2007; SILVA-FILHO et al., 2005 apud REIS; RIBEIRO, 2009). Outro fator que pode comprometer o rendimento da fermentação é a proliferação de bactérias no caldo. A produção de cachaça é fortemente suscetível à contaminação microbiológica, pois o caldo de cana se constitui em ótimo substrato para crescimento de muitos microorganismos, em função dos teores de nutrientes orgânicos e inorgânicos que apresenta, alta atividade de água e pH favoráveis (CARVALHO, 2001 apud ZAR, 2010).

27 Segundo Lima et al. (2001) apud Zar (2010), quando a fermentação não é conduzida em boas condições de assepsia e controle da temperatura, [...] há um grande favorecimento da contaminação bacteriana, principalmente de Lactobacillus e Bacillus, que causam queda no rendimento e tempo maior para fermentação, que estressa as leveduras. As características físico-químicas do caldo influenciam o tipo de contaminação mais provável, sendo que o pH do caldo favorece microorganismos acidófilos como Leuconostoc e Lactobacillus, [enquanto] em alta temperatura, associada aos valores de pH, há o predomínio do crescimento dos termofílicos como as espécies pertencentes ao gênero Bacillus (ZAR, 2010). Dentre as espécies mais comuns na contaminação do caldo encontram-se as bactérias Bacillus subtilis, B. mesentericus, Lactobacillus lindneri, L. delbrueckii e Clostridium butyricum (SUNAO, 1992 apud ZAR, 2010), além das espécies L. fermentum e L. helveticos (CHERUBIN, 2003 apud BREGAGNOLI, 2006). Resumo da Resposta: Resumo da Resposta: O controle da temperatura é fundamental para um bom rendimento durante o processo fermentativo. Deve- se manter a temperatura entre 26 a 35 ºC na dorna, limite que varia entre linhagens diferentes de S. cerevisiae, de modo a preservar as leveduras e manter sua eficiência. Caso a temperatura esteja muito elevada, deve-se adotar um sistema de resfriamento das dornas, através de ventiladores ou sistemas especializados. Como a alta temperatura favorece a proliferação de bactérias termofílicas, também se faz necessário o controle microbiológico, desde a moagem da cana até a fermentação.

28 Situações Aplicáveis: Situações Aplicáveis: Controle temperatura Como exposto anteriormente, o controle da temperatura durante a fermentação é fundamental para um bom rendimento. No caso de regiões de inverno rigoroso ou épocas mais frias do ano, uma das ações a ser tomada é utilizar um aquecimento a vapor ou a diluição do caldo com água quente, de modo que o mosto inicie a fermentação em temperaturas de 26 a 32 ºC (MARQUES, 1991 apud BREGAGNOLI, 2006). Já em locais mais quentes, pode ser necessário o abaixamento da temperatura do mosto, especialmente porque a reação de fermentação é exotérmica, liberando calor. Para que o mosto não aqueça demais, alguns produtores fazem uso de ventiladores industriais e dornas de fermentação com sistema de resfriamento pela borrifação de água nas paredes das mesmas (VILELA, 2005). Para reduzir a contaminação por bactérias, antes de ser misturado às leveduras, o caldo pode ser submetido a um tratamento térmico, que reduz também a formação de espumas durante a fermentação. Esse procedimento é realizado com um aquecimento do caldo a 105 ºC, seguido de uma decantação, para a remoção de impurezas, e resfriamento até 30 ºC (ALCARDE, 2001). Cuidados com as leveduras Outra matéria-prima onde o controle microbiológico é fundamental é a própria levedura. Venturini Filho e Mendes (2005) apud Zar (2010) recomendam a utilização de inóculos assépticos, obtidos a partir da cultura pura de S. cerevisiae em laboratório.

29 O fermento pode também ser submetido a um tratamento ácido, realizado com a adição de ácido sulfúrico e água, sob agitação, durante uma a três horas, de modo a obter um pH de 2,5, eliminando assim certos tipos de bactérias e outras leveduras sensíveis ao meio ácido (COOPERSUCAR, 2010 apud ZAR, 2010). No entanto, segundo Dorta (2006) apud Zar (2010), esse processo pode afetar o metabolismo das leveduras do fermento, diminuindo sua eficiência. Uma última alternativa para a minimização da contaminação microbiológica durante a fermentação é a utilização de biocidas, que promovem a eliminação de tipos específicos de microorganismos. Dentre os mais utilizados estavam o pentaclorofenol e hexaclorofenol, que são muito tóxicos e foram proibidos, além de sulfato de cobre e colofônia (LIMA et al., 2001 apud ZAR, 2010). Podem ser utilizados também antibióticos, como a penicilina (mais comum), tetraciclina, cloranfenicol, clorotetraciclina, Kamoran e virginiamicina (ZAR, 2010). Contudo, no caso de cachaças orgânicas, por exemplo, onde não é permitida a utilização de tais biocidas sintéticos, estão sendo investigados outros tipos de biocidas naturais. Bregagnoli (2006) por exemplo, realizou um estudo envolvendo o extrato de própolis e o de pomelo, obtendo resultados satisfatórios com o primeiro e inadequados com o segundo, devido à inativação parcial do processo fermentativo. Quem e como se beneficia: Quem e como se beneficia: Os Produtores de Cacháça são os grandes beneficiários, e tem como benefício o controle de qualidade. Orientações e Aplicações: Orientações e Aplicações: (Instrumentalização). O serviço vai lançar o edital do resultado da pesquisa feito pelo pesquisador, no formato do formulário anterior.

30 Para o usuário ter acesso a implantação de Solução de Inovação ele tem que já ter feito o teste de maturidade de gestão da sua empresa e já ter o Certificado Digital, caso ele não tenha feito, vai aparecer dois ícones clicáveis para ele fazer o teste e outro para ele fazer o Certificado Digital, assim o serviço analisa o grau de maturidade da empresa e observa se ele pode ter acesso ou não a esse serviço. Se ele já tiver feito o teste, e já for cadastrado, é só ele informar o seu login e senha, para poder acessar.

31 O usuário terá de preencher um formulário solicitando a implantação de uma solução de inovação. As solicitações são recebidas pelo serviço de consultoria especializado (agentes de inovação) que montam o projeto para essa implantação. Protótipo de telas MPE Inovação 6.3 Implantação

32 O serviço de consultoria especializado poderá solicitar crédito para financiar a intrumentalização necessária para a implantação do projeto, com a autorização do usuário.


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