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MEMORIZA Ç ÃO NO APRENDIZADO MUSICAL: A CONTRIBUI Ç ÃO DA NEUROCIÊNCIA Marcia Kazue Kodama Higuchi

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Apresentação em tema: "MEMORIZA Ç ÃO NO APRENDIZADO MUSICAL: A CONTRIBUI Ç ÃO DA NEUROCIÊNCIA Marcia Kazue Kodama Higuchi"— Transcrição da apresentação:

1 MEMORIZA Ç ÃO NO APRENDIZADO MUSICAL: A CONTRIBUI Ç ÃO DA NEUROCIÊNCIA Marcia Kazue Kodama Higuchi

2 HABILIDADES NECESSÁRIAS PARA O APRENDIZADO MUSICAL Os instrumentistas precisam saber as notas e suas localizações no instrumento, os ritmos, os dedilhados, e as articulações; ter coordenação motora; ter o pensamento rápido, conseguir ler a partitura; escutar o resultado sonoro, e conseguir expressar a música, além de inúmeros outros fatores. Os instrumentistas precisam saber as notas e suas localizações no instrumento, os ritmos, os dedilhados, e as articulações; ter coordenação motora; ter o pensamento rápido, conseguir ler a partitura; escutar o resultado sonoro, e conseguir expressar a música, além de inúmeros outros fatores.

3 CÉREBRO O cérebro humano é responsável pelo comando de todas as funções necessárias para a execução musical. O cérebro humano é responsável pelo comando de todas as funções necessárias para a execução musical.

4 CÉREBRO O cérebro é dividido em dois hemisférios O cérebro é dividido em dois hemisférios (www.nce.ufrj.br)

5 DIVISÃO DO CÉREBRO cada hemisfério está dividido em áreas que são responsáveis por funções específicas, por exemplo, as áreas responsáveis pela visão se encontram na parte posterior do cérebro; e as áreas que são responsáveis pela audição se encontram nas laterais do cérebro cada hemisfério está dividido em áreas que são responsáveis por funções específicas, por exemplo, as áreas responsáveis pela visão se encontram na parte posterior do cérebro; e as áreas que são responsáveis pela audição se encontram nas laterais do cérebro (

6 ATIVAÇÃO CEREBRAL Embora cada parte do cérebro tenha função específica, o processamento das funções é extremamente complexo. A execução pianística por exemplo, envolve a ativação de diversas partes distintas do cérebro. Embora cada parte do cérebro tenha função específica, o processamento das funções é extremamente complexo. A execução pianística por exemplo, envolve a ativação de diversas partes distintas do cérebro.

7 SINÁPSES Todas essas funções ocorrem através de transmissões de sinais entre determinados neurônios. Todas essas funções ocorrem através de transmissões de sinais entre determinados neurônios. (saude.hsw.uol.com.br)

8 A habilidade musical não é uma entidade monol í tica (Peretz and Coltheart 2003), uma performance pian í stica mais elaborada requer a integra ç ão de v á rias habilidades perceptuais, cognitivas, emotivas e motoras. Por exigir uma integra ç ão dinâmica de diferentes habilidades altamente especializadas, a performance musical talvez seja o pin á culo da performance do sistema nervoso central humano (Parsons et al 2005). Por é m, a integra ç ão de habilidades tão distintas não ocorre naturalmente. Na realidade é muito grande a dificuldade de se conseguir conciliar todas as habilidades necess á rias para execu ç ão musical mais elaborada, pois muitos aspectos dessas habilidades têm caracter í sticas que em v á rias circunstâncias são antagônicas entre si

9 CASO H.M. H. M. foi submetido a uma cirurgia cerebral para tentar controlar os ataques de epilepsia. Na interven ç ão, foram retiradas algumas partes do seu c é rebro (lobo temporal medial). H. M. foi submetido a uma cirurgia cerebral para tentar controlar os ataques de epilepsia. Na interven ç ão, foram retiradas algumas partes do seu c é rebro (lobo temporal medial). Ap ó s a cirurgia, H. M. perdeu a capacidade de formar novas mem ó rias, mas manteve a capacidade para adquirir novas habilidades motoras, perceptuais e cognitivas. Ap ó s a cirurgia, H. M. perdeu a capacidade de formar novas mem ó rias, mas manteve a capacidade para adquirir novas habilidades motoras, perceptuais e cognitivas.

10 TIPOS DE MEM Ó RIAS CONSCIENTE Expl í cita Expl í cita Declarativa Declarativa Saber que Saber que INCONSCIENTE INCONSCIENTE Impl í cita Impl í cita De procedimento De procedimento Saber como Saber como

11 PROCESSO DE MEMORIZA Ç ÃO QUE FOI UTILIZADO NAS CENAS INFANTIS As pe ç as foram tocadas primeiramente a partir da leitura da partitura As pe ç as foram tocadas primeiramente a partir da leitura da partitura As pe ç as foram repetidas in ú meras vezes do come ç o ao fim, at é que os dedos pudessem executar a seq ü ência de movimentos automaticamente As pe ç as foram repetidas in ú meras vezes do come ç o ao fim, at é que os dedos pudessem executar a seq ü ência de movimentos automaticamente

12 RESULTADO DESSA FORMA DE PROCESSAMENTO De cor sem saber (desenvolvimento do automatismo sem o acesso aos dados conscientes) De cor sem saber (desenvolvimento do automatismo sem o acesso aos dados conscientes) Memoriza ç ão vulner á vel Memoriza ç ão vulner á vel Falta de controle r í tmico e motor Falta de controle r í tmico e motor

13 TIPOS DE MEM Ó RIAS CONSCIENTES OPERACIONAL OPERACIONAL Mem ó ria de curta dura ç ão com capacidade limitada que permite a estocagem e a manipula ç ão tempor á ria de informa ç ões necess á rias para tarefas complexas tais como compreensão, aprendizagem e racioc í nio. LONGA DURA Ç ÃO LONGA DURA Ç ÃO armazenamento de dados e fatos conscientemente acess í veis, que podem durar v á rias horas, dias, meses, anos ou d é cadas

14 TRANSFERÊNCIA, FIXAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DOS DADOS CONSCIENTES DE MEMÓRIA OPERACIONAL PARA A DE LONGA DURAÇÃO Memória Operacional Memória de Longa Duração No processo de memorização de Longa Duração, uma determinada informação necessariamente é submetida, em primeira instância à Memória Operacional, porém, nem todos os dados que passam pela Memória Operacional são armazenados pela Memória de Longa Duração. Para que haja o armazenamento são necessárias a focalização da ATENÇÃO e a manutenção do pensamento (a percepção e a análise dos fatos pela mente), no mínimo por vários segundos, tempo suficiente para o seu armazenamento.

15 MEM Ó RIA CONSCIENTE Vantagens o acesso e o reconhecimento consciente dos dados o acesso e o reconhecimento consciente dos dados o racioc í nio o racioc í nio a an á lise a an á lise Controle motor Controle motorDesvantagens Limita ç ão Limita ç ão Lerdeza Lerdeza

16 MEM Ó RIA INCONSCIENTE CARACTER Í STICAS necessidade de repeti ç ão necessidade de repeti ç ão condicionamento – forma ç ões de padrões motores condicionamento – forma ç ões de padrões motores AUTOMATISMO AUTOMATISMO pr é -ativa ç ão (dicas) pr é -ativa ç ão (dicas) processamento em paralelo (capacidade de est í mulos de v á rias naturezas — como visual, auditiva e t á til — serem processados simultaneamente). processamento em paralelo (capacidade de est í mulos de v á rias naturezas — como visual, auditiva e t á til — serem processados simultaneamente).

17 MEM Ó RIA INCONSCIENTE VANTAGENS permite a realiza ç ão de v á rias atividades simultaneamente permite a realiza ç ão de v á rias atividades simultaneamente velocidade velocidadeDESVANTAGENS memoriza ç ão vulner á vel memoriza ç ão vulner á vel imprecisão imprecisão falta de controle falta de controle

18 LEITURA INCONSCIENTE Não tinham consciência de quais as notas estavam tocando. Utilizavam estratégias processando várias informações da partitura de uma forma global, baseando principalmente pela audição Não tinham consciência de quais as notas estavam tocando. Utilizavam estratégias processando várias informações da partitura de uma forma global, baseando principalmente pela audição Apresentavam muita dificuldade na leitura de partituras, muitas vezes modificando a música. Apresentavam muita dificuldade na leitura de partituras, muitas vezes modificando a música. A leitura era feita de uma forma intuitiva e inconsciente, qualquer modificação comprometeria a A leitura era feita de uma forma intuitiva e inconsciente, qualquer modificação comprometeria a a execução das música a execução das música Excesso de falhas (esbarros, erros de notas e no tempo) Excesso de falhas (esbarros, erros de notas e no tempo)

19 ALUNOS QUE TOCAVAM UTILIZANDO BASICAMENTE A RAZÃO Tinham consciência, e pensavam em cada nota que tocavam Tinham consciência, e pensavam em cada nota que tocavam Não conseguiam tocar os exercícios em andamento mais rápido. Eles só conseguiam tocar lentamente Não conseguiam tocar os exercícios em andamento mais rápido. Eles só conseguiam tocar lentamente Não conseguiam escutar o que eles tocavam Não conseguiam escutar o que eles tocavam Tinham dificuldade em desenvolver memória automática Tinham dificuldade em desenvolver memória automática Eram inexpressivos Eram inexpressivos

20 ZOOM DA ATENÇÃO O número de itens que recebe o foco da atenção pode variar. A atenção visual, como holofote ou lente de zoom, pode ser usada sobre uma área pequena com alta resolução ou espalhar sobre uma área mais extensa com algumas perdas de detalhes. (Eriksen e Hoffman 1972). Isso quer dizer que se a atenção necessitar focalizar detalhes, ela consegue visualizar apenas uma pequena área mas, quando necessita de uma visualização de uma área mais extensa, perde os detalhes. O número de itens que recebe o foco da atenção pode variar. A atenção visual, como holofote ou lente de zoom, pode ser usada sobre uma área pequena com alta resolução ou espalhar sobre uma área mais extensa com algumas perdas de detalhes. (Eriksen e Hoffman 1972). Isso quer dizer que se a atenção necessitar focalizar detalhes, ela consegue visualizar apenas uma pequena área mas, quando necessita de uma visualização de uma área mais extensa, perde os detalhes.

21 ALFABETIZAÇÃO MUSICAL

22 Expresisvidade: Expresisvidade: Capaicdade de trasnmitir sentimnetos atrvaés da intrepretração muscial

23 Procedimentos que auxiliam a integração da memórias conscientes e inconscientes Estudar peças que ofereçam apenas um pequeno grau de dificuldade. Estudar peças que ofereçam apenas um pequeno grau de dificuldade. Estudar a peça dividindo em pequenas partes (ex. mãos separadas, compasso por compasso mais a primeira nota do próximo compasso) Estudar a peça dividindo em pequenas partes (ex. mãos separadas, compasso por compasso mais a primeira nota do próximo compasso) Trabalhar um aspecto de cada vez Trabalhar um aspecto de cada vez Tocar cantando e solfejando. Tocar cantando e solfejando. Estudar devagar e aumentar o andamento de uma forma gradativa. Estudar devagar e aumentar o andamento de uma forma gradativa. Análise formal e harmônica Análise formal e harmônica

24 CUIDADOS IMPORTANTES A análise harmônica trará benefícios para a memorização apenas se o conhecimento harmônico for compatível a peça. A análise harmônica trará benefícios para a memorização apenas se o conhecimento harmônico for compatível a peça. A análise deve ser feita juntamente com a execução para possibilitar a integração da memória visual, auditiva, espacial, harmônica e motora. A análise deve ser feita juntamente com a execução para possibilitar a integração da memória visual, auditiva, espacial, harmônica e motora.

25 BENEFÍCIOS DA NEUROCIÊNCIAS ajudar a encontrar uma forma mais eficiente para utilizar a capacidade da nossa mente ajudar a encontrar uma forma mais eficiente para utilizar a capacidade da nossa mente respeitar os nossos limites respeitar os nossos limites facilitar a distinção entre o que é mito e o que é real facilitar a distinção entre o que é mito e o que é real Conseguir perceber detalhes antes ignorados ou despercebidos a respeito do nosso corpo Conseguir perceber detalhes antes ignorados ou despercebidos a respeito do nosso corpo encontrar explicações e meios mais produtivos para obter um desenvolvimento adequado da percepção, concentração e memorização encontrar explicações e meios mais produtivos para obter um desenvolvimento adequado da percepção, concentração e memorização

26 Integração Consciente e Inconsciente Pianistas profissionais ativam áreas motoras ao escutarem a execução de pianística e áreas auditivas ao tocarem piano mudo. (Banget et al 2005) Pianistas profissionais ativam áreas motoras ao escutarem a execução de pianística e áreas auditivas ao tocarem piano mudo. (Banget et al 2005)


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