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Comunicação Social Mídia e Comunicação de Massa. Betinho Herbert de Souza dizia: O termômetro que mede a democracia numa sociedade é o mesmo que mede.

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Apresentação em tema: "Comunicação Social Mídia e Comunicação de Massa. Betinho Herbert de Souza dizia: O termômetro que mede a democracia numa sociedade é o mesmo que mede."— Transcrição da apresentação:

1 Comunicação Social Mídia e Comunicação de Massa

2 Betinho Herbert de Souza dizia: O termômetro que mede a democracia numa sociedade é o mesmo que mede a participação dos cidadãos na comunicação. Chegou a sugerir que as escolha do presidente das Organizações Globo fosse escolhido por eleição.

3 Comunicação

4 Elementos básicos Emissor - emite, codifica a mensagem; Receptor - recebe, decodifica a mensagem; Mensagem - conteúdo transmitido pelo emissor; Código - conjunto de signos usado na transmissão e recepção da mensagem; Referente - contexto relacionado a emissor e receptor; Canal - meio pelo qual circula a mensagem.

5 Comunicação Origem da palavra Linguagem –Urros –Gestos –Fala –Arte nas cavernas –Escrita –Gramática

6 Pinturas Rupestres

7 Escrita Cuneiforme Sumérios Tabuletas de argila húmida

8 Fenício Consonantal Direita para a esquerda

9 Grego Primeiro a ter vogais Esquerda para a direita

10 Garranchos médicos

11 Códigos e meios Desenhos, ideogramas, letras, papéis, papiros, ondas eletromagnéticas.

12 Cyperus papyrus, Egito Planta abundante nas margens do Nilo Restrição só existia no Egito

13 Pergaminho Resistente e durável feito de couro dos animais. Codéx Sinaiticus sec.IV Ancestral dos livros

14 Gutenberg Papel começou a ser feito 105 d C – China Chinês Mongol Persa Árabe Espanhol XII – XV é que a moda pegou Dos escribas para a tipografia 1040 China - Xilografia - Pi Shêng Johann Gutenberg 1450

15 Bíblia de Gutenberg

16 Comunicação de massa Livros Jornais Revistas Telégrafo Cinema Rádio Televisão Internet Celular

17 Jornaleiros Anos 50

18 Jornal O primeiro foi em pedra, o Acta Diuma, no século I, Júlio César Em papel foi 713 d C, em Pequim Em Veneza o jornal era vendido por uma gazeta(moeda local) Em 1500 havia 226 oficinas de impressão O primeiro jornal periódico foi na Antuérpia - Nieuwe Tijdinghen

19 Gazeta de Lisboa 1645

20 Revista Revista científica Journal des Savants – Diário dos Sábios 1665

21 Brasil Correio Brasiliense, editado e impresso em Londres Gazeta do Rio de Janeiro 1808

22 Comunicação à distância

23 Telégrafo Samuel Finley Breese Morse Brasil - Europa

24 Rádio 1893 Marconi e Padre Roberto Landell de Moura em Porto Alegre 1922 primeira transmissão no Brasil no Rio de Janeiro discurso de Epitáfio Pessoa

25 H.G. Wells

26 Influência da comunicação

27 Televisão Primeiro serviço foi na Alemanha em 1935 disponível em 22 salas públicas. TV em cores surgiu em 1954 nos EUA Brasil inaugura 1950 a TV Tupi Brasil primeira transmissão em cores foi em 1972

28 TV TUPI

29 Cinema Irmão Lumieré, 28/12/1895, primeira exibição paga Com som em 1926, Warner Brothers

30 Cidadão Kane

31 Internet Começou em 1969 com a Arpanet para a guerra fria americana. Em 1975 existiam 100 sites Brasil começou em 1991

32 Telecomunicações - Celular Bell em 1947, cada antena que interligava era um célula. Primeiro Celular foi o da Ericsson e pesava 40 quilos Motorola com um aparelho de 1 quilo e 25 cm fez a primeira ligação chegou ao Rio de Janeiro – Brasil Anatel : 166,1 milhões de aparelhos

33 Principais meios de comunicação Televisão e rádio São meios que pertencem ao povo brasileiro (concessão pública) A licença é temporária –Rádio 10 anos –TV 15 anos

34 Leis de comunicação Constituição Federal

35 Art A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição. § 1º - Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5º, IV, V, X, XIII e XIV. § 2º - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística. § 3º - Compete à lei federal: –I - regular as diversões e espetáculos públicos, cabendo ao poder público informar sobre a natureza deles, as faixas etárias a que não se recomendem, locais e horários em que sua apresentação se mostre inadequada; –II - estabelecer os meios legais que garantam à pessoa e à família a possibilidade de se defenderem de programas ou programações de rádio e televisão que contrariem o disposto no art. 221, bem como da propaganda de produtos, práticas e serviços que possam ser nocivos à saúde e ao meio ambiente. § 4º - A propaganda comercial de tabaco, bebidas alcoólicas, agrotóxicos, medicamentos e terapias estará sujeita a restrições legais, nos termos do inciso II do parágrafo anterior, e conterá, sempre que necessário, advertência sobre os malefícios decorrentes de seu uso. § 5º - Os meios de comunicação social não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio. § 6º - A publicação de veículo impresso de comunicação independe de licença de autoridade.

36 Constituição Federal Art A produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios: I - preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas; II - promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente que objetive sua divulgação; III - regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais estabelecidos em lei; IV - respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família.

37 Propriedade Art A propriedade de empresa jornalística e de radiodifusão sonora e de sons e imagens é privativa de brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos, ou de pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sede no País. § 1º - Em qualquer caso, pelo menos setenta por cento do capital total e do capital votante das empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens deverá pertencer, direta ou indiretamente, a brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos, que exercerão obrigatoriamente a gestão das atividades e estabelecerão o conteúdo da programação. § 2º - A responsabilidade editorial e as atividades de seleção e direção da programação veiculada são privativas de brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos, em qualquer meio de comunicação social. § 3º - Os meios de comunicação social eletrônica, independentemente da tecnologia utilizada para a prestação do serviço, deverão observar os princípios enunciados no art. 221, na forma de lei específica, que também garantira a prioridade de profissionais brasileiros na execução de produções nacionais. § 4º - Lei disciplinará a participação de capital estrangeiro nas empresas de que trata o § 1º. § 5º - As alterações de controle societário das empresas de que trata o § 1º serão comunicadas ao Congresso Nacional. (NR)

38 Renovação da Concessão Art Compete ao Poder Executivo outorgar e renovar concessão, permissão e autorização para o serviço de radiodifusão sonora e de sons e imagens, observado o princípio da complementaridade dos sistemas privado, público e estatal. § 1º - O Congresso Nacional apreciará o ato no prazo do art. 64, §§ 2º e 4º, a contar do recebimento da mensagem. § 2º - A não-renovação da concessão ou permissão dependerá de aprovação de, no mínimo, dois quintos do Congresso Nacional, em votação nominal. § 3º - O ato de outorga ou renovação somente produzirá efeitos legais após deliberação do Congresso Nacional, na forma dos parágrafos anteriores. § 4º - O cancelamento da concessão ou permissão, antes de vencido o prazo, depende de decisão judicial. § 5º - O prazo da concessão ou permissão será de dez anos para as emissoras de rádio e de quinze para as de televisão. Art Para os efeitos do disposto neste Capítulo, o Congresso Nacional instituirá, como órgão auxiliar, o Conselho de Comunicação Social, na forma da lei. · Lei nº 8389, de , que Institui o Conselho de Comunicação Social, na forma do art. 224 da Constituição Federal e dá outras providências.

39 Concentração de mídia mundial Pesquisa realizada no início de 2000 já concluía que, tendencialmente, "quatro ou cinco grupos dominarão todas as formas de mídia concebíveis, da imprensa tradicional à internet, passando pelo cinema, rádio, televisão, videogames, não só nos Estados Unidos como provavelmente em todo o mundo" (LAFIS, CartaCapital nº 116).

40 Concentração vertical Exemplo mundial AOL/Time Warner tem ações de sinergia, isto é, "como uma mídia pode ser usada para promover a mesma idéia, produto, celebridade, ou político em outra mídia, ambas de propriedade da mesma empresa. Cada um dos novos gigantes globais busca o controle de tantas diferentes mídias quanto possível: jornais, revistas, radio, televisão, livros, filmes, sistemas de cabo, canais de satélite, discos, videocassetes e redes de cinemas" (Bagdikian, 1982, p. 243)

41 O filme Harry Potter Executivo do grupo, Richard D. Parsons afirmou: "Você não será capaz de ir a lugar algum sem ouvir falar de Harry Potter". A Warner Bros., um dos sete maiores estúdios de Hollywood, realizou o filme e exibiu anúncios e trailers nas emissoras de TV a cabo do grupo, além de comercializar o vídeo e o DVD do filme. Warner Music produziu e comercializou a trilha sonora do filme em CDs e fitas K-7. AOL (31 milhões de assinantes só nos EUA) ofereceu links dos produtos licenciados e vendidos por empresas do grupo. Moviefone – também do grupo – promoveu o filme e vendeu ingressos por telefone e pela internet. Time Inc., com seus 160 títulos impressos, publicou anúncios, promoveu concursos e fez reportagem de capa sobre o filme (Stycer, CartaCapital nº 166). O resultado de toda essa operação foi o sucesso mundial dos produtos Harry Potter. No Brasil, 1,2 milhão de pessoas assistiram ao filme somente na primeira semana do lançamento. (Gazeta Mercantil, 29/4/2002).

42 Democracia liberal Como se sabe, dois princípios fundamentais da democracia são a pluralidade e a diversidade na comunicação. A pluralidade significa garantia de competição ou a ausência de oligopólios e monopólios, além de provisões legais que proíbam um mesmo proprietário controlar – no mesmo mercado – meios de comunicação distintos. Por exemplo: jornal e televisão ou rádio. Em outras palavras, leis que não permitam a propriedade cruzada. Diversidade, por outro lado, significa a presença na mídia de conteúdo que expresse as muitas opiniões que existem na sociedade.

43 Concentração Brasil

44 TV por cabo ou paga

45 Famílias donas da comunicação

46 Políticos

47 Grupos interligados Abril ligado à MTV Globo ligado à Globo RBS ligado à Globo Band ligado à Band Gov BR ligado à EBC IURD ligado à Record OJC ligado à Globo Sistema Mirante ligado à Globo Associados ligado à SBT ORM ligado à Globo RIT ligado à Record Sistema Jornal do Comércio ligado à SBT CBV ligado à Band Boa sorte ligado à SBT Amazônica ligada à Globo Rede Bahia ligada à Globo

48 Características da concentração Concentração horizontal Concentração vertical Propriedade cruzada Monopólio em cruz

49 Direitos Humanos ONU (30art.) Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade. Liberdades: Ir e vir, instrução, julgamento, nacionalidade, segurança, religião, trabalho, propriedade, expressão, etc

50 Direito à comunicação A comunicação sendo vista com um Direito Humano, faz com que o estado passe, não só, a não poder violá-lo, como também deve garantir que todos possam se expressar livremente, independente do poder econômico que hoje impede que vozes diversas sejam ouvidas.

51 I Confecom I Conferência Nacional de Comunicação

52 Confecom Fortalecer a rede pública de comunicação; Regulamentar as concessões públicas ao setor privado; Adotar políticas públicas de incentivo à radiodifusão comunitária; Instituir um programa nacional de inclusão digital – banda larga para todos; Revisar os critérios da publicidade oficial; Instituir mecanismos de participação democrática da sociedade; Elaborar um novo marco regulatório para o setor.

53 Movimento pós Confecom Frente Paulista pelo Direito à Comunicação e Liberdade de Expressão Reúne mais de 40 entidades, inclusive a Escola de Governo Desafio: Mobilizar as entidades da Frente Paulista para implementar as principais propostas aprovadas na Confecom

54 Bastidores - Luis Nassif

55 Paulo Henrique Amorim

56 Bibliografia Mídia e Democracia – Pedrinho A. Guareschi e Osvaldo Biz – Editora Evangraf Mídia Teoria e Política – Venício A. de Lima – Editora Perseu Abramo Sobre a televisão – Pierre Bourdieu Dúvidas ou adesões:


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