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2013 / 2 Colaborador: Flávio S Francisco Prof. Responsável: Carlos Augusto G. Perlingeiro INTEGRAÇÃO DE PROCESSOS Integração Mássica EQE-489 – Engenharia.

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1 2013 / 2 Colaborador: Flávio S Francisco Prof. Responsável: Carlos Augusto G. Perlingeiro INTEGRAÇÃO DE PROCESSOS Integração Mássica EQE-489 – Engenharia de Processos 25/11/2013

2 Integração de Processos (IP) Redes de Transferência de Massa Diagrama de Fontes de Água (DFA): Uma ferramenta para gestão do reúso de águas na indústria Procedimento para sistemas com um contaminante Procedimento para sistemas com múltiplos contaminantes

3 PRODUTO MATÉRIA-PRIMA PROCESSO QUÍMICO Processo: Conjunto de equipamentos, escolhidos pelas suas funções específicas, interligados de modo a possibilitar a transformação de matéria-prima num produto de interesse, de forma econômica, segura e em escala industrial (Tarefa). Sistema: Conjunto de elementos (sub-tarefas) Estrutura: Modo como os elementos estão interligados Tarefa: é complexa e compreendida por 4 Sub-Tarefas “Conjunto de operações unitárias e conversões químicas”

4 PRODUTO MATÉRIA-PRIMA PROCESSO QUÍMICO Reação Separação Integração Controle As 4 Sub-tarefas executadas por 4 Sub-Sistemas: Adaptado Prof. Perlingeiro Reação: responsável pela modificação do conjunto de espécies, fazendo aparecer o produto principal. Controle: responsável pela operação segura e estável do processo. Integração: responsável pela movimentação de matéria e ajustes de temperatura das correntes. Separação: responsável pelo ajuste de composição das correntes, separando o produto dos sub-produtos e do excesso de reagentes.

5 Reação Separação Integração Controle SUB-SISTEMAS TOTALMENTE INTEGRADOS, FORMANDO O PROCESSO FLUXOGRAMA EMBRIÃO: é o ponto de partida da geração de um fluxograma de processo. Restrito às duas primeiras operações de cunho material SRM Adaptado Prof. Perlingeiro

6 ENGENHARIA DE PROCESSOS Área da Engenharia Química dedicada à tarefa de sistematizar o projeto de processos químicos, perfazendo um conjunto de atividades voltadas para concepção, dimensionamento e avaliação de desempenho do processo, visando obter o produto desejado. AnáliseSíntese Prever e avaliar o desempenho físico e econômico do processo gerado na síntese Selecionar os equipamentos e definir o fluxograma do processo, a partir de uma rota química traçada Sistema de Reação Sistema de Separação Sistema de Controle Sistema de Integração (Material e Energética)

7 PROBLEMA DE PROJETO DECISÕES SEQUENCIAIS 3 NÍVEIS TECNOLÓGICA ESTRUTURAL PARAMÉTRICA ESTABELECER O MELHOR PROCESSO PARA PRODUÇÃO DE UM PRODUTO P, DADO UM CONJUNTO DE ESPECIFICAÇÕES...

8 ANÁLISE ROTAS QUÍMICAS SÍNTESE NECESSIDADE: PRODUZIR P ROTA SELECIONADA MATÉRIAS PRIMAS ESPECIFICAÇÕES FLUXOGRAMA PROPOSTO OU MODIFICADO OTIMIZAÇÃO PARAMÉTRICA DIMENSÕES CALCULADAS NÍVEL PARAMÉTRICO OTIMIZAÇÃO ESTRUTURAL NOVOS VALORES DAS VARIÁVEIS FLUXOGRAMA OTIMIZADO PARAMETRICAMENTE PROPOSTA DE MODIFICAÇÃO DO FLUXOGRAMA NÍVEL ESTRUTURAL OTIMIZAÇÃO TECNOLÓGICA FLUXOGRAMA OTIMIZADO ESTRUTURALMENTE PROPOSTA DE NOVA ROTA NÍVEL TECNOLÓGICO DETALHAMENTO MONTAGEM FLUXOGRAMA FINAL NECESSIDADE ATENDIDA FLUXOGRAMA DA EXECUÇÃO DA BUSCA EM ÁRVORE DO PROBLEMA DE PROJETO

9 INTEGRAÇÃO MÁSSICA INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA INTEGRAÇÃO MÁSSICA E ENERGÉTICA MÁSSICA E ENERGÉTICA Minimização do uso de água Otimização no uso de hidrogênio Abordagem termodinâmica Abordagem heurística Abordagem por programação matemática Síntese de Processos Readaptação “Retrofit” “Retrofit”Readaptação Adaptado de TECLIM / UFBA (2003)

10 Métodos gerais e sistemáticos para o projeto de sistemas de produção integrados, desde processos individuais até complexos industriais, com ênfase especial no uso eficiente de energia e na redução de efeitos ao meio ambiente. Integração de Processos (IP)

11 Uma forma sistemática para identificar e corrigir ineficiências em processos Analisa o processo global e as interações entre suas diferentes etapas no lugar de considerar operações individuais Leva em conta as restrições econômicas antes do projeto detalhado Integração de Processos (IP)

12 Auxilia as indústrias em 4 aspectos interrelacionados…  Tempo de retorno : 6 meses a 3 anos  Potencial de economia: 10 a 40%  Custo de estudo de um IP: R$ 30 mil a R$ mil Benefícios da IP Reduzir consumo de energia e emissões de gases Reduzir consumo de água e geração de efluentes Reduzir perdas de matéria-prima Aumentar a lucratividade

13 Polpa & Papel, Petróleo & Gás, Petroquímicos, Químicos, Aço & Metalúrgicas, Alimentos e bebidas são bons candidatos Quem pode se beneficiar com a IP?  Integração de Processos pode ser usada por empresas que: Usam grandes quantidades de energia (petróleo, gás, carvão) Alto Custo de Energia Tem uma rede complexa de água e energia Tem gargalo nos sistemas de tratamento e utilidades Tem um alto custo de tratamento de efluentes

14 Principais Etapas para um Estudo de IP 1. Obter compromisso com a gerência da planta 2. Criar uma equipe de projeto, incluindo um especialista em IP, pessoal da planta e especialista em processo 3. Obter os balanços de massa e energia 4. Aplicar metodologias de IP com software específico:  Potencial para máximas economias  Opções de projeto levam em conta todas as restrições do processo 5. Estudo prévio de Viabilidade Técnico-econômica 6. Seleção de projetos alinhados com as fontes da empresa e um tempo de retorno aceitável e o desenvolvimento de um plano de investimentos

15 Metas da IP Custo de Investimento Custo de Energia Utilização da matéria-prima Operabilidade (Flexibilidade, Controlabilidade) Segurança Emissões Minimizar Maximizar

16 INTEGRAÇÃO DE PROCESSOS e MINIMIZAÇÃO DO CONSUMO DE ÁGUA e da GERAÇÃO DE EFLUENTES

17 Processos industriais necessitam rever o padrão de consumo hídrico Preocupação atual com o uso racional dos recursos hídricos Ausência de uma metodologia que proponha um mecanismo eficiente de reutilização de água na indústria Reúso por inspeção – não garante o máximo aproveitamento do potencial hídrico no processo (máximo reúso) Promover o equilíbrio entre consumo hídrico e produção industrial Diagrama de Fontes de Água (DFA – GOMES et al., 2007) Procedimento algorítmico-heurístico – geração simultânea de fluxogramas alternativos de processo – Reúso, Regeneração e Reciclo de correntes aquosas Integração de Processos

18 1. Reduzir o volume de água 2. Reduzir o volume do efluente 3. Reduzir a quantidade de contaminantes do efluente Sem fazer mudanças fundamentais no processo! Objetivos Redução do Consumo de Água e da Vazão de Efluentes Aquosos Gerados

19 Redução da vazão de água Custo da água do processo Custo do tratamento de efluente Custo de bombeamento Custo de tubulação Quantidade de contaminante MAIOR INCENTIVO PARA A MINIMIZAÇÃO

20 OPERAÇÃO 1 OPERAÇÃO 2 OPERAÇÃO 3 ÁGUA PRIMÁRIA REJEITO OPERAÇÃO 1 OPERAÇÃO 2 OPERAÇÃO 3 ÁGUA PRIMÁRIA REJEITO REGENERAÇÃO OPERAÇÃO 1 OPERAÇÃO 2 OPERAÇÃO 3 ÁGUA PRIMÁRIA REJEITO REGENERAÇÃO Reúso Regeneração com Reúso Regeneração com Reciclo

21 S ÍNTESE DE R EDES DE T RANSFERÊNCIA DE M ASSA Integração mássica

22 SÍNTESE DE REDES DE TM Necessita de um PROCEDIMENTO SISTEMÁTICO para a SÍNTESE DA REDE DE ETM (RETM) PROBLEMA COMBINATORIAL DE ENCONTRAR OS PARES DE CORRENTES E A SEQUÊNCIA DE EQUIPAMENTOS DE TM (ETM) MINIMIZAÇÃO DE ÁGUA DE PROCESSO E EFLUENTES AQUOSOS É UM PROBLEMA TÍPICO DA ENGENHARIA DE PROCESSOS AP PODE SER ORIGINADA NA PRÓPRIA PLANTA OU FORNECIDA DE FONTE EXTERNA, COMO ÁGUA PURA EM PARTICULAR, TRANSFERIR CONTAMINANTES DAS CORRENTES DE PROCESSO PARA UTILIDADES (ÁGUA DE PROCESSO => AP) GERAR, DE UMA FORMA SISTEMÁTICA, A RETM COM UM MÍNIMO CUSTO, COM O OBJETIVO DE TRANSFERIR CONTAMINANTES DE CORRENTES RICAS NESTAS ESPÉCIES PARA CORRENTES POBRES

23 CORRENTE DO PROCESSO SE TORNA MENOS CONTAMINADA ÁGUA SE TORNA MAIS CONTAMINADA TROCADOR DE MASSA PROCESSO ÁGUA fpfp fAfA C p,OUT C p,IN C A,IN C A,OUT

24 TROCADOR DE MASSA PROCESSO ÁGUA fpfp fAfA C p,OUT C p,IN C A,IN C A,OUT Concentração CargaMássica Água Processo C A, OUT C P, OUT C A, IN C P, IN f P f A (C P – C A ), em uma dada carga mássica, é a força motriz de transferência de massa A força motriz é dada pela diferença entre a concentração do processo e a da água, para uma determinada carga mássica, ou seja, ela é pontual. O objetivo é minimizar esta força motriz, tal como o ∆Tmin, em analogia à integração energética.

25 Concentração Carga mássica Água Processo f P f A REDUÇÃO DA VAZÃO DE ÁGUA AUMENTO DA CONCENTRAÇÃO DE SAÍDA (menos água) C OUT, MAX REDUÇÃO DA VAZÃO DE ÁGUA Mínima vazão ou máxima concentração de saída Inclinação da reta → inverso da vazão

26 CÁLCULO DA MASSA DE CONTAMINANTES TRANSFERIDA PARA O EFLUENTE AQUOSO MASSA DE CONTAMINANTES TRANSFERIDA IGUAL À VAZÃO DA ÁGUA VEZES A VARIAÇÃO DE CONCENTRAÇÃO  m = F *  C UNIDADES: g / h = ton / h * ppm BASE DE CÁLCULO

27 NOTA A CONCENTRAÇÃO TOMA COMO BASE A VAZÃO DE ÁGUA E NÃO A VAZÃO DA MISTURA * C = m / F * C = m / (F m + F) NÃO * C = m / (F m + F) NÃO

28 FLUXOGRAMA DO PROCESSO

29 IDENTIFICAR OS PROCESSOS QUE UTILIZAM ÁGUA E ESTABELECER O BALANÇO HÍDRICO ÁGUA PRIMÁRIA EFLUENTE

30 Processo Original OPERAÇÃO 4 OPERAÇÃO 3 OPERAÇÃO 2 OPERAÇÃO 1 20 t/h 62,5 t/h 40 t/h 8 t/h 130,5 t/h 0 ppm Água tratada DM 20 t/h 62,5 t/h 40 t/h 8 t/h 100 ppm 80 ppm 750 ppm 500 ppm 130,5 t/h Efluente aquoso

31 OPERAÇÃO 4 ∆m = 4 kg/h OPERAÇÃO 3 ∆m = 30 kg/h OPERAÇÃO 2 ∆m = 5 kg/h OPERAÇÃO 1 ∆m = 2 kg/h 20 t/h 62,5 t/h 40 t/h 8 t/h 130,5 t/h 0 ppm Água tratada DM 20 t/h 62,5 t/h 40 t/h 8 t/h 100 ppm 80 ppm 750 ppm 500 ppm 130,5 t/h Efluente aquoso Processo Original Quantidade de massa transferida Δm = f L. (C out – C in )

32 OPERAÇÃO 4 ∆m = 4 kg/h OPERAÇÃO 3 ∆m = 30 kg/h OPERAÇÃO 2 ∆m = 5 kg/h OPERAÇÃO 1 ∆m = 2 kg/h Água tratada DM 100 ppm 800 ppm Efluente aquoso Novas Concentrações de Saída Valores “Máximos” (100 ppm) (80 ppm) (750 ppm) (500 ppm) AGORA PERMITA QUE A CONCENTRAÇÃO DE SAÍDA ATINJA O MÁXIMO

33 OPERAÇÃO 4 ∆m = 4 kg/h OPERAÇÃO 3 ∆m = 30 kg/h OPERAÇÃO 2 ∆m = 5 kg/h OPERAÇÃO 1 ∆m = 2 kg/h Água tratada DM 100 ppm 800 ppm Efluente aquoso Novas Concentrações de Saída Novas Vazões -  m 20 t/h 50 t/h 37,5 t/h 5 t/h 112,5 t/h 20 t/h 50 t/h 37,5 t/h 5 t/h 112,5 t/h SOLUÇÃO Δm = f L. (C out – C in )

34 CONCENTRAÇÃO DE SAÍDA MÁXIMA  Mínima força motriz de transferência de massa  Mínima vazão requerida  Limite de corrosão  Limite de deposição  Máxima concentração de entrada para tratamento da corrente  Solubilidade máxima

35 Resumo Parcial ProcessoConsumo Água - 0 ppm (t/h) Original130,5 Novas Concentrações de Saída112,5  m constante

36 OPERAÇÃO 4 ∆m = 4 kg/h OPERAÇÃO 3 ∆m = 30 kg/h OPERAÇÃO 2 ∆m = 5 kg/h OPERAÇÃO 1 ∆m = 2 kg/h Água tratada M 100 ppm 800 ppm Efluente aquoso Novas Concentrações de Entrada Valores “Máximos” 0 ppm 50 ppm 400 ppm Possibilidade de Reúso

37 Resumo Processos que usam água podem ser representados em um gráfico de concentração versus QC As formas tradicionais para minimização de água, minimizando a vazão, são limitadas pelo máximo de concentração de saída

38 1 C OUT,MAX 2 C IN,MAX Δm = f. (C OUT,MAX – C IN,MAX ) Quando permitimos que a concentração de entrada em uma operação seja a máxima, isto significa que estamos permitindo um desejável reúso com água mais “suja”. Com C IN,MAX, ∆C ↓ e f ↑; porém, esta vazão corresponde à de água mais “suja” (C IN,MAX ) para o reúso

39 NOVAS CONCENTRAÇÕES DE ENTRADA Qual a nova vazão de água tratada correspondente? USO DO DFA

40 Procedimento para Redução de Vazão de Efluentes Aquosos Diagrama de Fontes de Água (DFA) Sistemas Unicomponentes Máximo Reúso

41 ( GOMES, 2002; GOMES et al., 2007; GOMES et al., 2013)  Procedimento algorítmico-heurístico voltado para identificação de oportunidades realinhamento de correntes hídricas para máximo reúso  Conceitos da Tecnologia Pinch (WANG e SMITH, 1994)  Além de máximo reúso, a análise pode considerar:  Alcançar o consumo mínimo de água considerando todas as combinações possíveis entre correntes Procedimento para Redução da Vazão de Efluentes Aquosos Diagrama de Fontes de Água (DFA) Restrição de vazão Múltiplas fontes de água Perdas inerentes ao processo Regeneração com reúso Regeneração com reciclo UM CONTAMINANTEMÚLTIPLOS CONTAMINANTES

42 OperaçãoMassa de contaminante (kg/h) C IN (ppm) C OUT (ppm) Vazão limite (t/h) C IN e C OUT  Melhor que sejam os máximos Tabela de Oportunidades (Wang & Smith, 1994) Exemplo

43 C’ = C’(fea) U C’(fia) = C’ = {0, 50, 100, 400, 800} Intervalos de concentração: Limites DFA – Máximo Reúso Passo 1

44 Concentração (ppm) Fontes internas Fonte externa i = 1 i = 2 i = 3 i = 4

45 C’ = C’(fea) U C’(fia) = C’ = {0, 50, 100, 400, 800} Intervalos de concentração: Limites DFA – Máximo Reúso Passo 2 Identificar as operações no DFA: concentrações de entrada e saída Passo 1

46 20 Vazão limite (t/h) Concentração (ppm) Fontes internas Fonte externa i = 1 i = 2 i = 3 i =

47 C’ = C’(fea) U C’(fia) = C’ = {0, 50, 100, 400, 800} Intervalos de concentração: Limites DFA – Máximo Reúso Passo 2 Identificar as operações no DFA: concentrações de entrada e saída Passo 3 Determinação da quantidade transferida por intervalo:  m = f lim  C Passo 1 Trocador de massa Operação (k) Corrente de processo Corrente de água C proc,ik C fk C ik C proc,fk Δm k = G k x (C proc,ik - C proc,fk ) = F k x (C fk - C ik ) Torna-se menos contaminada! Torna-se mais contaminada!

48 20 Vazão limite (t/h) Concentração (ppm) Fontes internas Fonte externa i = 1 i = 2 i = 3 i = (1) (5) (2)(12) (4) (16)

49 20 Vazão limite (t/h) Concentração (ppm) Fontes internas Fonte externa i = 1 i = 2 i = 3 i = (1) (5) (2)(12) (4) (16)

50 C’ = C’(fea) U C’(fia) = C’ = {0, 50, 100, 400, 800} Intervalos de concentração: Limites DFA – Máximo Reúso Passo 2 Identificar as operações no DFA: concentrações de entrada e saída Passo 3 Determinação da quantidade transferida por intervalo:  m = f lim  C Passo 4  Regra 1: Uso de fontes externas quando não houver fonte interna disponível  Regra 2: Priorizar o uso da fonte de água com maior concentração  Regra 3: Para uma dada operação, a fonte utilizada em certo intervalo deve assimilar a quantidade de massa a ser transferida (  m do respectivo intervalo) Determinação do consumo de fontes de água: f =  m/  C  int Passo 1

51 As vazões requeridas pelas fontes de água p para a operação k, no intervalo de concentração i, podem ser determinadas pelas seguintes equações: FONTES EXTERNAS: onde: C ij é a concentração na qual a fonte interna j é usada no intervalo i; C e p a concentração da fonte externa p, C fi a concentração final do intervalo i, e N fia,i é o número de fontes internas i disponíveis no intervalo i. FONTES INTERNAS: Primeiramente, a fonte interna deve ser usada no intervalo, e os respectivos valores de f i jki são calculados antes de f e pki. O somatório nas equações acima representa a quantidade de contaminante removido pelas fontes internas, na operação k, no intervalo i, o qual tem preferência sobre as fontes externas. A vazão mínima da fonte externa a 0 ppm pode ser calculada pela seguinte equação:

52 20 Vazão limite (t/h) Concentração (ppm) Fontes internas Fonte externa i = 1 i = 2 i = 3 i = (1) (5) (2)(12) (4) (16) Δm = f L. (C out – C in )f = Δm / (C out – C in ) ,7 Ұ f t/h a 0 ppm Fontes disponíveis Priorizar reúso de fonte mais “suja” nas OP’s 20 t/h a 50 ppm (OP1, i=1 → OP1, i=2) Ұ f t/h a 0 ppm 20 t/h a 100 ppm (OP1) 50 t/h a 100 ppm (OP2) 20 t/h a 100 ppm (OP3, i=2 → OP3, i=3) Ұ f t/h a 0 ppm 40 t/h a 400 ppm (OP3, i=3 → OP3, i=4) 50 t/h a 100 ppm (OP2) Ұ f t/h a 0 ppm

53 20 Vazão limite (t/h) Concentração (ppm) Fontes internas Fonte externa i = 1 i = 2 i = 3 i = (1) (5) (2)(12) (4) (16) Δm = f L. (C out – C in )f = Δm / (C out – C in ) ,7

54 20 Vazão limite (t/h) Concentração (ppm) Fontes internas Fonte externa i = 1 i = 2 i = 3 i = (1) (5) (2)(12) (4) (16) , ,7 Pinch

55 2 D M D t/h 50 t/h 5,7 t/h 40 t/h 20 t/h 40 t/h 5,7 t/h 44,3 t/h 20 t/h 0 ppm 100 ppm 0 ppm 50 ppm 100 ppm 800 ppm Legal, mas e se eu quisesse usar somente a Operação 2 como fonte de reúso? Poderia??

56 20 Vazão limite (t/h) Concentração (ppm) Fontes internas Fonte externa i = 1 i = 2 i = 3 i = (1) (5) (2)(12) (4) (16) Δm = f L. (C out – C in )f = Δm / (C out – C in ) ,7 Outra possibilidade de seleção da fonte de reúso

57 2 D M D t/h 50 t/h 5,7 t/h 40 t/h 20 t/h 40 t/h 5,7 t/h 24,3 t/h 20 t/h 0 ppm 100 ppm 0 ppm 50 ppm 100 ppm 800 ppm 20 t/h 100 ppm Outra possibilidade de fluxograma

58 Resumo ProcessoConsumo de Água - 0 ppm (t/h) Original130,5 Novas Concentrações de Saída112,5 Com Reúso90  m constante

59 Informações Necessárias para Aplicação do DFA Fluxograma completo do processo Balanço Hídrico Caracterização dos contaminantes Vazões das fontes de abastecimento (externas e internas) Correntes de entrada e saída das operações (vazões x C) Especificações (conc’s máximas em cada operação)

60 Possibilidades de Aplicação do DFA Máximo reúso Restrição de vazão Múltiplas fontes de água Perdas inerentes ao processo Regeneração com reúso Regeneração com reciclo UM CONTAMINANTE MÚLTIPLOS CONTAMINANTES

61 Agora é com você!!!

62 Exemplo 2 OperaçãoMassa de contaminante (kg/h) C IN (ppm) C OUT (ppm) Vazão limite (t/h) FONTE DE ÁGUA I: 0 ppm

63 Procedimento para Minimização de Vazão de Efluentes Aquosos Diagrama de Fontes de Água (DFA) Restrição de Vazão

64 Muitos processos necessitam de uma vazão fixa de água Limpeza de vasos; Transporte hidráulico; Operações com mangueiras Alguns processos têm uma vazão fixa de água que é perdida e não pode ser reusada Make-up para torres de resfriamento; Água que sai com o produto

65 OperaçãoMassa de contaminante (kg/h) C IN (ppm) C OUT (ppm) Vazão limite (t/h) Voltando aos dados do Exemplo 1... Vamos admitir agora que as vazões das operações 1, 2, 3 e 4 sejam fixas

66 i = 1 i = 2 i = 3 i = (1) (5) (2)(12) (4) (16) ,7 4,3 50

67 2 D M D t/h 50 t/h100 t/h 10 t/h 40 t/h 20 t/h 40 t/h 10 t/h 44,3 t/h 20 t/h 0 ppm 100 ppm 0 ppm 50 ppm 100 ppm 800 ppm M 50 t/h 100 ppm 100 t/h 50 ppm 50 t/h D M 5,7 t/h 100 ppm D 5,7 t/h 800 ppm 400 ppm 4,3 t/h 800 ppm Reciclo local

68 Outra possibilidade de seleção da fonte de reúso i = 1 i = 2 i = 3 i = (1) (5) (2)(12) (4) (16) ,7 4,3 Pode-se reusar, além de 5,7 t/h, 4,3 t/h da operação 2, de modo a alcançar 10 t/h, dispensando o reciclo local 50

69 2 D M D t/h 50 t/h100 t/h 10 t/h 40 t/h 20 t/h 40 t/h 10 t/h 40 t/h 20 t/h 0 ppm 100 ppm 0 ppm 50 ppm 100 ppm 500 ppm 800 ppm M 50 t/h 100 ppm 100 t/h 50 ppm 50 t/h D 10 t/h 100 ppm Reciclo local Para este problema, mesmo com as restrições de vazão, a meta continua sendo 90 t/h

70 Quer mesmo saber ?!! Por que não? Muito bom, chefe! Mas o que acontece se o reciclo local não for aceitável?

71 Meta e projeto obtidos por outros métodos 1 111,4 t/h20 t/h 2 91,4 t/h 4 3 DMD D M M D 20 t/h 80 t/h 100 t/h 11,4 t/h 100 t/h10 t/h 28,6 t/h 40 t/h 111,4 t/h 61,4 t/h 90 t/h

72 Mas então o DFA não resolve tudo!!! Diacho!! Fui enganado!!! ha ha!!

73 DFA Ferramenta para o gerenciamento de recursos hídricos no ambiente industrial Cálculos de fácil execução (Praticidade!) Preserva o projeto existente Geração simultânea de fluxogramas alternativos para o processo Maximiza o reúso Considera outras restrições de processo Para cada situação, uma ferramenta diferente!

74 Exemplo 1 Reúso90 t/h Reúso com restrição de vazão e reciclo local Reúso com restrição de vazão e sem reciclo local 90 t/h 111,4 t/h

75 Resumo Restrição de mínima vazão fixa pode ser obtida utilizando reciclo local O procedimento é facilmente modificado para incorporar restrição de vazão usando reciclo local Se o reciclo local não for aceitável, é necessário uma solução alternativa

76 Agora é com você!!!

77 Exemplo 2 OperaçãoMassa de contaminante (kg/h) C IN (ppm) C OUT (ppm) Vazão limite (t/h) Todas as vazões estão fixadas nos seus valores limites Projete uma rede que atinja a meta especificada satisfazendo as restrições de vazão usando reciclo local


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