A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

ALTO IMPÉRIO Pax Romana BAIXO IMPÉRIO As crises políticas, já que não havia um critério de sucessão para o trono. (Muitas vezes marcadas por guerras entre.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "ALTO IMPÉRIO Pax Romana BAIXO IMPÉRIO As crises políticas, já que não havia um critério de sucessão para o trono. (Muitas vezes marcadas por guerras entre."— Transcrição da apresentação:

1 ALTO IMPÉRIO Pax Romana BAIXO IMPÉRIO As crises políticas, já que não havia um critério de sucessão para o trono. (Muitas vezes marcadas por guerras entre os generais). O colapso do sistema escravista, causado pelo fim das guerras de conquistas ( ). Com o término das conquistas, perdeu-se a principal fonte de mão-de-obra, os escravizados.

2 Os problemas econômicos: o aumento dos impostos e a emitir dinheiro, gerando inflação e descontentamento. As dificuldades para manter as inúmeras fronteiras do Império. Facilitando a entrada dos povos bárbaros. (sem dinheiro para pagar os soldados, extensas áreas ficaram desprotegidas).

3 Todos esses aspectos provocaram o enfraquecimento do comércio em todo o Império. Provocando o êxodo urbano. A difusão do cristianismo, que pregava valores contrários à manutenção do trabalho escravo e à divinização dos imperadores.

4 TENTATIVAS DE REFORMAS Ao longo do baixo Império tentaram implantar reformas para superar a crise. Diocleciano ( ) promoveu uma reforma monetária e instituiu um sistema político de quatro governantes, a tetrarquia.

5 O Império foi dividido em duas partes: Ocidente e Oriente. Cada parte passaria a ser governada por um imperador chamado Augusto, auxiliar por um César.

6 Diocleciano pretendia evitar as disputas por sucessão e proteger o Império. Tetrarquia foi abandonada e as lutar pelo poder voltaram agir no Império. Constantino ( ) restabeleceu o poder centralizado. Entre elas destaca-se a legalização do Cristianismo pelo Edito de Milão.

7 Teodósio ( ). Em 391 instituiu o cristianismo como religião oficial do império. No âmbito administrativo a divisão do Império em Ocidente (capital em Roma) e Oriente (sediada em Constantinopla). Transferiu a capital de Roma para Bizâncio, situada mais ao oriente, que passou a ser chamada de Constantinopla.

8 FRAGMENTAÇÃO DO IMPÉRIO No Ocidente, o poder central mostrava-se impotente com as inúmeras invasões. Entre os séculos IV e V se agravaria com a chegada dos Hunos à Europa. Em 476, O imperador Odoacro, rei dos hérulos derrotou o último imperador romano (Rômulo Augústulo).

9 Surgiram diversos reinos germânicos. O império Romano do Oriente ou Bizantino, conseguira manter-se até 1453 quando seria conquistado pelos turcos.

10 O SISTEMA FEUDAL A origem do feudalismo foi desencadeada a partir da crise romana. O feudalismo foi uma formação social que era feita de valores romanos, católicos e germânicos. Este sistema dominou a vida dos reinos europeus do século X ao século XIII. FEUDO = o termo feudo vem do antigo inglês feo, que se referia a gado, riqueza, fortuna. Passou a designar toda possessão, incluindo terras, gado e outros bens.

11 » Pequenas propriedades de terras desapareceram; essas pequenas propriedades se arruinaram economicamente e foram incorporadas às grandes propriedades. Os grandes proprietários de terra foram ampliando seus poderes locais. » Houve um grande retorno ao campo; a ruralização da sociedade europeia aconteceu no início do feudalismo, pois o comércio foi abandonado como principal atividade econômica. O feudalismo teve em suas origens vários aspectos:

12 » Apareceu o colonato. O colonato é o sistema de trabalho em que escravos e plebeus pobres passaram a trabalhar como colonos para um grande Senhor de terra. O grande proprietário oferecia terra e proteção aos colonos. Com isso foram criados vilas, que eram compostas por colonos. As cidades perderam importância devido ao surgimento das vilas.

13 O sistema feudal dominou durante um longo período de tempo, em toda a Europa Ocidental. Por se estender a uma área tão grande não foi idêntico em todos os lugares. Mas há características comuns como: o rei teve seu poder enfraquecido, uso do trabalho servil no campo, a vida rural foi fortalecida, etc...

14 POLÍTICA Durante o período de feudalismo o rei não mais exercia seu poder soberano. Embora a figura do rei ainda existisse, ele não tinha poder efetivo sobre todo o reino. A política foi dividida entre os senhores feudais, que eram proprietários de grandes extensões de terra, os feudos. Ele era a autoridade absoluta sendo administrador, juiz e chefe militar.

15 A descentralização política gerou a também a descentralização monetária, ou seja, não havia mais apenas uma moeda para todo o reino. Acabou também com o exército nacional, havendo agora pequenos exércitos que serviam aos senhores feudais.

16 SUSERANIA E VASSALAGEM » O suserano – protegia o vassalo de forma militar e jurídica. Tinha o direito de se apossar do feudo caso o vassalo morresse sem herdeiros. Podia também impedir o casamento do vassalo com uma pessoa que lhe fosse infiel. » O vassalo - devia prestar ao suserano serviço militar, libertá-lo caso fosse aprisionado por inimigos e etc. Mas o vassalo não era um servo. A relação vassalo-suserano era um pacto militar.

17 SOCIEDADE A sociedade feudal era dividida em estamentos, ou seja, diferentes grupos sociais. Os três principais eram: 1. Nobreza - eram os grandes proprietários de terras que também se dedicavam ao serviço militar. Haviam os senhores feudais: o único proprietário do feudo. Ele exercia a justiça sobre todos os que viviam sob sua proteção e interferia na vida pessoal das famílias servis.

18 2. Clero - o clero era constituído por membros da igreja Católica e era formada pelo alto clero e baixo clero. Alto clero dirigia a Igreja, administrava suas propriedades agrárias e tinha grande influência política e ideológica. O clero era muito rico, a partir do momento em que passou a receber doações dos católicos.

19 3. Os servos - eles eram a maioria da população camponesa. Eram os trabalhadores que sustentavam a estrutura feudal e não homens livres. Eles produziam alimentos, roupas e outros. Eram presos ao senhor feudal. Além destes três estamentos, haviam alguns escravos, os vilões, que era homens livres que trabalhavam para os senhores feudais, mas não eram presos à terra. Haviam também os ministeriais que administravam os feudos em nome do proprietário. Havia também uma população formada por pequenos mercadores e artesãos.

20

21 A IGREJA A igreja era a grande proprietária de terras, por isso sempre interferia nas relações servis. Pregava que a existência de senhores e servos era normal em uma sociedade cristã. Pregava também que a infidelidade e a rebeldia eram pecados mortais.

22 A igreja assumiu o papel das instituições públicas: eram os padres que educavam, que arbitravam as questões legais, que informavam e que orientavam a economia. Também tentavam converter todos ao catolicismo, por bem ou por mal. Nesta época a igreja se distanciou dos ensinamentos de Jesus Cristo, por isso Francisco de Assis criticou a Igreja católica.

23 ECONOMIA O comércio havia se tornado uma atividade de muito pouca importância. A terra tornou-se o principal fator de riqueza daquela sociedade. Eles cultivavam a terra e tudo que produziam era para consumo próprio. Também caçavam e criavam animais. As terras dos feudos dividiam-se em :

24 » campos abertos também chamados de terras comunais ou manso comunal – eram terras de uso comum. Compreendiam em bosques e pastagens. Nessas terras os servos recolhiam madeiras e soltavam animais para pastar.

25 » Reserva senhorial também chamada de domínio ou manso senhorial - eram terras que pertenciam exclusivamente ao senhor feudal e era onde se localizavam o moinho, os fornos, o estábulo e a capela.

26 » Manso servil ou tenência- eram terras utilizadas pelos servos. Destas terras eles retiravam seu sustento e os recursos para cumprir as obrigações servis. Apesar de ainda existir a escravidão, a servidão marcou o feudalismo. É uma relação de trabalho onde o servo era homem livre. Mas era preso à terra na qual trabalhava. Ele tinha que produzir o sustento da sua família e para a nobreza feudal.

27 O servo era obrigado a trabalhar gratuitamente alguns dias da semana nas terras do senhor feudal, podia ser na agricultura, ou criação de animais. Isto era a Corveia. Além de tudo não se podia mudar de cargo. Os que nasciam servos morriam servos. Isto também acontecia nas famílias dos nobres. Era praticamente impossível mudar de condição social.

28 1.No mundo feudal, o contrato feudo-vassálico era o ato pelo qual suserano e vassalo estabeleciam obrigações um para o outro. Indique quais eram obrigações e explique por que elas existiam. 2. Uma das origens da servidão feudal no Ocidente medieval se localizava na crise que afetou o Império Romano a partir do século III. Descreva essa crise e estabeleça sua relação com a servidão feudal. 3. Em geral, os romanos foram tolerantes com as diversas religiões com as quais entraram em contato a partir das conquistas. Por que o cristianismo foi pwerseguido por eles? PARA REFLETIR E DISCUTIR ANÁLISE

29 RESPOSTAS 1. Os senhores feudais, grandes proprietários de terra, eram responsáveis pela guerra e pela segurança. Para obter proteção, alguns senhores feudais, geralmente procuravam por outro, mais poderoso, jurando-lhe fidelidade. Aquele que pedia proteção era o vassalo e devia obediência e proteção de serviço militar ao senhor feudal mais poderoso, seu suserano. O suserano era obrigado a conceder ao vassalo um feudo, garantindo-lhe um meio de vida.Nessa sociedade, quanto maior o número de vassalos, maior o prestígio e o poder de um suserano.

30 2. O longo período de desagragação do Império Romano caracterizou-se pelo esvaziamneto das cidades, pelo declínio do comércio e da indústria, provocando a ruralização da sociedade e da economia. Simultaneamente, com o término das guerras de expansão, desapareceu a mão-de-obra escrava. As grandes propriedades escravistas passaram a dar lugar às vilas, que, mais tarde, contribuiram para a formação dos feudos. os proprietários rurais tenderam a substituir o escravo pelo colono, um tipo de trabalhador que lhes entregava parte de sua produção em troca do uso da terra. O colono, por sua vez, se constituiu no embrião do servo medieval.

31 3. O cristianismo despertou a desconfiança das autoridades,pois entrava em choque, em vários aspectos, com os valores da sociedade romana. Os cristãos negavam-se a reconhecer a religião tradicional de Roma e a prestar o serviço militar e recusavam-se, em especial, a cultuar o imperador romano.

32 LEMBRE-SE * A cristianização das nações germânicas que se estabeleceram no território do Antigo Império Romano serviu como mecanismo de preservação da cultura clássica. * A diminuição das trocas monetárias e o fortalecimento do poder político local nas mãos de grandes chefes militares, através do colonato e do comitatus, são duas características do sistema feudal. * A deterioração de exército foi uma das principais causas da crise que resultou na queda do Império Romano do Ocidente que se agravaram a partir do século III (Pax Romana).

33 A Formação do Feudalismo Separados os dois impérios conheceriam destinos diferentes. O poderoso Império Romano do Ocidente não resistiria às pressões em suas fronteiras e ruiria, dando lugar a diversos reinos que, baseados em tradições germânicas e romanas, inaugurariam um novo tipo de sociedade: a sociedade feudal. O império Romano do oriente, alternando momentos de apogeu e graves crises, ainda sobreviria por quase mil anos. A partir deste momento entenderemos melhor o destino da Europa Ocidental.

34 A partir do final do século III, com o enfraquecimento do poderio de Roma, alguns povos que habitavam nas proximidades das fronteiras (bárbaros) tornaram-se aliados, isto é, como colonos e, sobretudo como soldados. No final do século V, os hunos povos guerreiros de origem asiática, chegaram a Europa Oriental e mudaram esse quadro, acelerando o processo de desintegração do Império Romano. Fragilizando sua fronteiras e permitindo a entrada dos francos, burgúndios, alamanos, ostrogodos, visigodos...

35 Em 410, os visigodos ocuparam a Península Itálica. Os vândalos, por sua vez, avançaram a Península Ibérica. O golpe definitivo correu em 476, quando o rei Odoacro, chefe dos hérulos, destronou o imperador de Roma. Pondo fim o Império Romano do Ocidente. Esse acontecimento assinala a passagem da Antiguidade para a Idade Média. Assim, ao término do século V, toda a porção ocidental do Império Romano, agora sob domínio dos germanos começava tomar uma configuração diferente em relação a antiguidade. Era o mundo feudal que começava a surgir.

36 Nesse período, a administração centralizada do Império Romano daria lugar a diversos reinos, como o dos visigodos, o dos francos e outros, nos quais vigoravam forma descentralizada de poder. De todos os reinos feudais, o mais duradouro foi o dos francos. A base social dos reinos feudais se constituiria a partir do encontro e da combinação de tradições, costumes, crenças e estruturas sociais herdadas dos romanos e dos povos germânicos.

37 No lugar dos latifúndios, começaram a surgir as Vilas, grandes propriedades rurais que tinham por objetivo a auto - suficiência. Nas vilas a principal mão-de-obra passou a ser a dos colonos, trabalhadores que entregavam parte do que produziam ao senhor, em troca da permissão de uso de terra. Essas vilas e as relações nelas estabelecidas contribuíram para a formação dos feudos, unidade básica de todo o sistema feudal. A Igreja Católica representou papel fundamental na formação e consolidação do feudalismo. Era a maior e a mais poderosa instituição do período. Sua influência alastrou-se aos poucos entre os povos romanos e germânicos, transformando-a no principal elo de toda a população e garantindo certa uniformidade cultural.


Carregar ppt "ALTO IMPÉRIO Pax Romana BAIXO IMPÉRIO As crises políticas, já que não havia um critério de sucessão para o trono. (Muitas vezes marcadas por guerras entre."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google