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Planejamento e controle da cadeia de Suprimentos 05/10/10 Prof. Iran Nunes.

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1 Planejamento e controle da cadeia de Suprimentos 05/10/10 Prof. Iran Nunes

2 Rede de suprimentos  São todas as unidades produtivas que estavam ligadas para prover o suprimento de bens e serviços para uma empresa e para gerar a demanda por esses bens e serviços até os clientes finais.  Em grandes organizações, pode haver várias centenas de ramos de unidades produtivas ligadas, através dos quais fluem bens e serviços, para dentro e para foram da organização. Esses ramos são normalmente denominadas cadeias de suprimentos. 05/10/10 Prof. Iran Nunes

3 Rede de suprimentos  Gestão de Compras e suprimentos : é um termo bem aceito na prática empresarial para designar a função que lida com a interface da unidade produtiva e seus mercados fornecedores.  Gestão da distribuição física: é também um termo bem aceito para a gestão da operação de fornecimento aos clientes imediatos. 05/10/10 Prof. Iran Nunes

4 Rede de suprimentos  Logística: é uma extensão da gestão da distribuição física e normalmente refere- se à gestão do fluxo de materiais e informações a partir de uma empresa, até os clientes finais, através de um canal de distribuição. 05/10/10 Prof. Iran Nunes

5 Rede de suprimentos  Gestão de materiais : refere-se à gestão do fluxo de materiais e informações através da cadeia de suprimentos imediata. O conceito tem incluído as função de compras, gestão de estoques, gestão de armazenagem, planejamento e controle da produção e gestão da distribuição física. 05/10/10 Prof. Iran Nunes

6 Rede de suprimentos  Gestão da cadeia de suprimentos: é um conceito desenvolvido com uma abrangência bem maior e com um enfoque holístico, que gerencia além das fronteiras da empresa. Reconhece-se que há benefícios significativos a serem ganhos ao tentar dirigir estrategicamente toda uma cadeia em direção à satisfação dos clientes finais. 05/10/10 Prof. Iran Nunes

7 Compras e desenvolvimento de fornecedores  No lado do suprimento da empresa, a função compras estabelece contratos com fornecedores para adquirir materiais e serviços. Alguns desses materiais e serviços são utilizados na produção de bens e serviços vendidos aos clientes.  Outros materiais são usados para auxiliar a empresa a operar: por exemplo, serviços de alimentação de funcionários ou óleo lubrificante para os equipamentos. 05/10/10 Prof. Iran Nunes

8 Atividade de compras  Os gerentes de compras fazem uma ligação vital entre a empresa e seus fornecedores. Para realizar isto de maneira eficaz, precisam compreender em detalhe tanto as necessidades de todos os processos da empresa que estão servindo, como as capacitações de seus fornecedores que potencialmente podem fornecer produtos e serviços para a organização. 05/10/10 Prof. Iran Nunes

9 Objetivos da função de compras  A maioria das empresas adquire grande variedade de produtos ou serviços, sendo que o volume e o valor dessas compras têm crescido, à medida que as organizações se têm concentrado em seus “processos fundamentais”. Apesar da variedade de compras que uma empresa realiza, há alguns objetivos básicos da atividade de compras, que são válidos para todos os materiais e serviços comprados. Eles são denominados “os cinco corretos de Compras”. 05/10/10 Prof. Iran Nunes

10 Cinco corretos de compra • Ao preço correto • Para entrega no momento correto • Produtos e serviços da qualidade correta • Na quantidade correta • Da fonte correta 05/10/10 Prof. Iran Nunes

11 Gestão da distribuição física  No lado da demanda da empresa, produtos e serviços devem ser transferidos ou movidos para o cliente. No caso da empresa de manufatura, isso envolve o transporte físico de bens desde a empresa de manufatura até o cliente. Aqui, limitamo-nos a empresas de manufaturas que necessitam que seus produtos sejam fisicamente distribuídos aos clientes ( e implicitamente a essas operações de transporte, como empresas de transporte de carga cuja principal atividade é a distribuição física). 05/10/10 Prof. Iran Nunes

12 Armazéns podem simplificar  Para compreender como os armazéns podem simplificar a distribuição física, temos que imaginar a dimensão e a cobertura que esperamos ter com os nossos produtos.  Armazéns locais diminuem as rotas originais e podem gerar uma economia. 05/10/10 Prof. Iran Nunes

13 Modo de transporte  Assim como o arranjo do sistema de distribuição, gerentes de distribuição precisam decidir qual o melhor modo de transporte para distribuir seus produtos a seus clientes. Por modo de transporte designamos a tecnologia através da qual os bens são movimentados.  * rodovia  * ferrovia  * hidrovia  * via aérea  * dutos 05/10/10 Prof. Iran Nunes

14 Escolha leva em conta • Velocidade de entrega • Confiabilidade de entrega • Possível deterioração da qualidade • Custos de transporte • Flexibilidade de rota 05/10/10 Prof. Iran Nunes

15 Conceitos integrados  As funções compras e desenvolvimento de fornecedores consideram o fluxo de informações do comprador para o fornecedor. A distribuição física considerou o movimento físico do fornecedor para o comprador. Juntos, eles formam os elos da cadeia de suprimentos. Qualquer cadeia de suprimentos consistirá em uma sequência desses elos comprador- fornecedor. Estes elos são considerados integrados. 05/10/10 Prof. Iran Nunes

16 Logística  A logística é a parte da administração diretamente envolvida neste processo, com diversas atividades interligadas.  Suas atividades são estudadas para facilitar os processos e otimizar os recursos de uma organização, melhorando o nível de serviços e reduzindo os custos operacionais. 05/10/10 Prof. Iran Nunes

17 Gestão da Cadeia de suprimentos  É a junção de todos os elementos necessários para o abastecimento da organização como um todo, desde os produtos necessários para a produção, como de produtos auxiliares, ou seja, é gestão completa de suprimentos de matéria-prima, manufatura, montagem e distribuição ao consumidor final. 05/10/10 Prof. Iran Nunes

18 Gerenciar a cadeia de maneira eficaz e eficiente  Utilizar uma abordagem holística para gerenciar toda a cadeia de suprimentos pode abrir muitas oportunidades para análise e aprimoramento. Por exemplo, numa cadeia de suprimentos para produtos ou serviços inovadores, o prazo para colocar novos produtos no mercado pode ser crítico. Analisando a cadeia como um todo, de modo a localizar onde os principais focos de atraso normalmente ocorrem, permite ao gerente da cadeia de suprimentos focalizar a atenção naqueles “negócios gargalos”, de modo a reduzir o prazo de introdução dos produtos no mercado. 05/10/10 Prof. Iran Nunes

19 Barreiras à gestão da cadeia de suprimentos  O conceito de coordenar estrategicamente cadeias de suprimentos formadas e negócios possuídos e gerenciados por diferentes pessoas, cada qual com seus próprios objetivos, parece atrativo, ainda que pouco desencorajador. Em longas cadeias de suprimentos envolvendo vários negócios, não é fácil coordenar toda cadeia. Isto é especialmente verdade quando parte da cadeia atende a dois conjuntos de clientes finais. 05/10/10 Prof. Iran Nunes


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