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FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais Prof. Marcus Fontes.

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1 FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais Prof. Marcus Fontes

2 AULA PASSADA: AULA PASSADA: GESTÃO DE COMPRAS – PROCESSO DE COMPRAS EMPRESARIAIS

3 UMA REVISÃO RÁPIDA UMA REVISÃO RÁPIDA OBJETIVOS DA SEÇÃO DE COMPRAS OBJETIVOS DA SEÇÃO DE COMPRAS COMPRAS VARIA DE 50% A 80% DA RECEITA BRUTA COMPRAS VARIA DE 50% A 80% DA RECEITA BRUTA ATIVIDADES TÍPICAS DA SEÇÃO DE COMPRAS ATIVIDADES TÍPICAS DA SEÇÃO DE COMPRAS RAZÕES P/ DESCENTRALIZAR RAZÕES P/ DESCENTRALIZAR VANTAGENS CENTRALIZAÇÃO VANTAGENS CENTRALIZAÇÃO OPERAÇÃO DO SISTEMA DE COMPRAS OPERAÇÃO DO SISTEMA DE COMPRAS

4 E NOSSO ASSUNTO DE HOJE É: E NOSSO ASSUNTO DE HOJE É: GESTÃO DE COMPRAS: PROCESSOS DE FORNECIMENTO

5 CONHECER OS PROCESSOS DE FORNECIMENTO EMPRESARIAIS CONHECER OS PROCESSOS DE FORNECIMENTO EMPRESARIAIS COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS

6 FORNECEDORES Nas relações de consumo : A Lei 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor) prescreve: Art. 3.º Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividades de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços.

7 FORNECEDORES Sob o ponto de vista econômico: O fornecedor é aquele agente que exerce sua atividade, sendo mentor e executor do fornecimento que chega ao consumidor. Marca a atuação deste agente econômico, a sua característica da profissionalidade, ou seja, sua maior capacitação para o fornecimento e a habitualidade de procurar fornecer ao máximo (maior número possível de fornecimentos) dentro de suas possibilidades.

8 FORNECEDORES E do ponto de vista da Cadeia de Suprimentos

9 REDE DE SUPRIMENTOS Segundo SLACK et al (1996) a expressão é usada para designar todas as unidades produtivas que estão ligadas para prover o suprimento de bens e serviços para uma empresa, e para gerar demanda por bens e serviços até os clientes finais. Podem haver várias centenas de ramos de unidades produtivas ligadas, através dos quais fluem bens e serviços, para dentro e para fora da organização. Esses ramos são denominados CADEIAS DE SUPRIMENTOS.

10 CADEIA DE SUPRIMENTOS É o grupo de fornecedores que supre as necessidades de uma empresa na criação e no desenvolvimento dos seus produtos. Pode ser entendido também como uma forma de colaboração entre fornecedores, retalhistas e consumidores para a criação de valor. fornecedores Para gerir bem sua cadeia, as empresas têm que conhecer e influenciar positivamente a logística de seus fornecedores.

11 GESTÃO DE COMPRAS

12 A eficiência de um Departamento de Compras está diretamente ligada ao grau de atendimento e ao relacionamento entre comprador e o fornecedores.

13 CLASSIFICAÇÃO CLASSIFICAÇÃO

14 GESTÃO DE COMPRAS FORNECIMENTO MONOPOLISTA FORNECIMENTO MONOPOLISTA FORNECEDORES HABITUAIS FORNECEDORES HABITUAIS FONECEDORES ESPECIAIS FONECEDORES ESPECIAIS

15 GESTÃO DE COMPRAS OS PARÂMETROS DE AVALIAÇÃO E APROVAÇÃO DE FORNECEDORES: a)Preço; b)Qualidade; c)Condições de pagamento; d)Condições de embalagens e transporte.

16 GESTÃO DE COMPRAS OS PARÂMETROS DE ANALISE INICIAL DE ENTREGAS: a)Cumprimento dos prazos; b)Manutenção dos padrões de qualidade; c)Política de preço determinada; d)Assistência Técnica.

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18 GESTÃO DE COMPRAS Uma cadeia de suprimentos eficaz e eficiente procura estar atento aos pedidos e necessidades dos clientes, a seleção criteriosa de uma base pequena de fornecedores, e o estabelecimento de parcerias que permitam sincronizar a administração do fluxo de caixa das empresas e a capacidade produtiva dos fornecedores.

19 GESTÃO DE COMPRAS Com um bom ritmo entre demanda programada e o fornecimento, seria eliminada a necessidade de estoques no processo produtivo do lado das empresas, e uma produção praticamente por encomenda do lado dos fornecedores.

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21 JUST IN TIME Just in time é um sistema de administração da produção que determina que nada deve ser produzido, transportado ou comprado antes da hora exata. Pode ser aplicado em qualquer organização, para reduzir estoques e os custos decorrentes. O just in time é o principal pilar do Sistema Toyota de Produção ou produção enxuta.

22 JUST IN TIME A redução do número de fornecedores para o mínimo possível é um dos fatores que mais contribui para alcançar os potenciais benefícios da política just in time. Esta redução, gera, porém, vulnerabilidade em eventuais problemas de fornecimento, já que fornecedores alternativos foram excluídos.

23 ATIVIDADE ATIVIDADE Caro aluno, com base no que estudamos na aula de hoje faça a seguinte atividade: FAÇA UMA BUSCA OU PESQUISA SOBRE O SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO e KANBAN. COM BASE NO QUE VOCÊ ESTUDOU, PROCURE RESPONDER: COMO ESSES DOIS SISTEMAS REVOLUCIONARAM O PROCESSO DEPRODUÇÃO INDUSTRIAL E QUAIS SUAS INFLUENCIAS NA CRIAÇÃO DO SISTEMA LEAN?

24 ATIVIDADE Obrigatório colocação da fonte de pesquisa. Atividades copiadas ou iguais a de outros colegas serão invalidadas.

25 Dúvidas Fórum Fórum


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