A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

TRABALHO DE INSTRUÇÃO DE BOMBEIROS 1º MODULO - APH LIÇÃO 01 A O SERVIÇO DE RESGATE DO CORPO DE BOMBEIROS.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "TRABALHO DE INSTRUÇÃO DE BOMBEIROS 1º MODULO - APH LIÇÃO 01 A O SERVIÇO DE RESGATE DO CORPO DE BOMBEIROS."— Transcrição da apresentação:

1 TRABALHO DE INSTRUÇÃO DE BOMBEIROS 1º MODULO - APH LIÇÃO 01 A O SERVIÇO DE RESGATE DO CORPO DE BOMBEIROS

2 Proporcionar aos participantes conhecimentos e habilidades que os capacitem a: 1.Conceituar o serviço de Atendimento Pré- hospitalar 2.Diferenciar as atividades de Suporte Básico e Avançado de Vida, critérios de acionamento e competências operacionais; OBJETIVOS

3 4. Listar os procedimentos operacionais nas situações relativas ao transporte de vítimas e de acompanhantes; 5. Listar os casos de acionamento de Suporte Avançado e de Transporte Imediato; 6. Identificar as situações de óbito evidente e como proceder em tais casos

4 HISTÓRICO

5 HISTÓRICO DO SERVIÇO DE RESGATE EM ALAGOAS:  Serviço de Resgate em setembro de 1992;  SGSE : 24 de novembro de 1998 ;  GSE : Junho de 2001.

6 ESTRUTURA ATUAL DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR A- TIPOS DE OCORRÊNCIAS ATENDIDAS:

7 ACIDENTES DE TRÂNSITO

8 ACIDENTES MOTOCICLÍSTICOS

9 ACIDENTES COM ELETRICIDADE

10 ACIDENTES PESSOAIS

11

12 ENVENENAMENTOS

13 OBJETOS TRANSFIXADOS

14 QUEIMADURAS

15 ASSISTÊNCIA AO PARTO

16 B- ESTATÍSCAS DE ATENDIMENTO NOS ÚLTIMOS ANOS AnoResgate

17 C- MODOS DE ACIONAMENTO DO SISTEMA RESGATE; D- O PAPEL DO CIODS.

18 ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR Mas, o que é APH???

19 ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR •É a prestação de atividades de (SBV) ou (SAV); •Profissional qualificado e habilitado; •Para, avaliar, identificar e corrigir, no local da ocorrência, os problemas que comprometam a vida de uma vítima acidentada ou de quem sofra de uma emergência médica, transportando-a com segurança ao recurso hospitalar.

20 SUPORTE BÁSICO DA VIDA O que é???

21 SUPORTE BÁSICO DA VIDA Atividade que consiste em procedimentos de atendimento pré-hospitalar básico com a finalidade de: •Minimizar o sofrimento do acidentado; •Evitar o agravamento das lesões •Manter a vida da vítima até a chegada do SAV ou a sua entrega no hospital.

22 EXEMPLOS •Reanimação cardiopulmonar; •Controle de hemorragias e imobilização de fraturas; •Movimentação e transporte de vítimas.

23 SUPORTE AVANÇADO DA VIDA O que é???

24 SUPORTE AVANÇADO DA VIDA •Atividades de atendimento pré-hospitalar; •Incluindo-se as manobras invasivas, executadas por médico com auxílio de enfermeiro. EXEMPLOS Intubação orotraqueal, desfibrilação cardíaca manual, administração de drogas, etc.

25 CASOS INDICADOS PARA O ACIONAMENTO DE SAV: Parada respiratória ou dificuldade respiratória (afogamento); Parada cardíaca; Vítima em choque; Politraumatizados graves, cuja estabilização e/ou transporte é demorado; Politraumatizados presos nas ferragens ou locais onde o acesso à vítima é difícil e demorado (soterramento, desabamento, afogamento);

26 CASOS INDICADOS PARA O ACIONAMENTO DE SAV: Quando o número de vítimas exceder sua capacidade de atendimento; Suspeita de infarto agudo do miocárdio; Vítimas com membros presos em máquinas ou escombros; Amputação traumática de membros próxima ao tronco; Vítimas com objetos transfixados em regiões do corpo; Tentativa de suicídio; Ferimentos penetrantes na cabeça e tronco; Glasgow inferior ou igual a 12; Queda de altura superior a 7 metros.

27 CASOS DE TRANSPORTE IMEDIATO Obstrução respiratória que não pode ser facilmente permeada por métodos mecânicos; Parada cardiorrespiratória; Evidência de estado de choque; Trauma de crânio; Dificuldade respiratória provocada por trauma no tórax ou face; Ferimentos penetrantes em cavidades; Queimadura da face; Parto complicado; Envenenamento; Acidentes com animais peçonhentos; Sinais de lesões internas geradas por trauma violento.

28 -COMPETÊNCIA DE ACIONAMENTO DO SAV; -ATÉ QUANDO ESPERAR O SAV?

29 TRANSPORTE DE ACOMPANHANTES •Deverá ser feito no banco dianteiro com uso do cinto de segurança; •Não interfira no atendimento; e •Qualificar o acompanhante (nome, RG) e registrar em ficha de ocorrência.

30 Entrega da vítima no serviço de emergência hospitalar

31 Compete às guarnições de SAV e SBV ao entregar a vítima no hospital, repassar o seguinte: • Natureza da ocorrência; • Mecanismo do trauma e óbitos no local; • Resultados da análise primária e secundária; • Procedimentos efetuados; • Tempo aproximado decorrido desde o chamado; • Intercorrências durante o transporte.

32 TÉRMINO DO ATENDIMENTO DA OCORRÊNCIA 1.Recolher os materiais utilizados (luvas, sacos plásticos, gazes, etc) do local da ocorrência; 2.Realizar a limpeza e desinfecção dos materiais e da viatura;

33 TÉRMINO DO ATENDIMENTO DA OCORRÊNCIA 3. Informar à Central de Operações o momento da saída da viatura do serviço de emergência hospitalar e o momento da chegada no Posto de Prontidão; 4. Repor o material utilizado;

34 TÉRMINO DO ATENDIMENTO DA OCORRÊNCIA 5. Preencher o relatório com os dados obtidos no local da ocorrência, dados obtidos durante o transporte e no hospital. 6. Avaliar e comentar o atendimento com os membros de sua equipe.

35 RESPONSABILIDADE PELOS PERTENCES DA VÍTIMA •Relacionar em recibo próprio; •Entregues à pessoa responsável devidamente qualificada ou à Chefia de Enfermagem, somente no hospital; •Deverá ainda ser lançada em relatório de ocorrência a descrição dos pertences.

36 CONSTATAÇÃO DE ÓBITO EM LOCAL DE OCORRÊNCIA

37 Decapitação; • Esmagamento completo de cabeça ou tórax com PCR; • Calcinação ou carbonização; • Estado de putrefação ou decomposição; • Rigidez cadavérica; • Apresentação de manchas hipoestáticas; • Seccionamento de tronco. • Submersão de vítimas em meio líquido por tempo maior que 01 (uma) hora com PCR.

38 PROVIDENCIAS NAS SITUAÇÕES DE MORTE EVIDENTE • Cobrir o cadáver com lençol descartável; • Solicitar serviços competentes para providências legais; • Preservar o local de crime, até a chegada do policiamento local;

39 PROVIDENCIAS NAS SITUAÇÕES DE MORTE EVIDENTE • Preservar as informações das vítimas, fornecendo-as somente a autoridades; • Preservar a imagem da vítima não permitindo fotos e filmagens pela imprensa; • Respeitar o cadáver é dever de todo socorrista.

40 ATENÇÃO • Constatada PCR no interior da viatura de resgate, o socorrista jamais poderá colocar a vítima novamente no chão sob o pretexto de morte irreversível; • Isto será um procedimento extremamente contrário ao Procedimento Operacional Padrão de APH do CBMAL - “vítima embarcada = vítima socorrida”

41 LEGALIDADE E ÉTICA NO ATENDIMENTO DE OCORRÊNCIAS

42 IMPRUDÊNCIA Definição: Expor-se a si próprio e/ou a outrem a um risco ou perigo sem as precauções necessárias para evitá-los. Exemplo: É imprudente o socorrista que dirige um veículo de emergência sem colocar o cinto de segurança, ou ainda, excedendo o limite de velocidade permitido na via.

43 IMPERÍCIA Definição: Falta de conhecimento técnico ou destreza em determinada arte ou profissão. Exemplo: Medicar é um ato de imperícia a aplicação de uma injeção por parte de um socorrista que desconhece os detalhes da adequada técnica de como fazê-lo. Se o socorrista presta um auxílio a uma pessoa, além de seu nível de capacitação e, com isso lhe causa algum dano, ocorre em imperícia e pode responder penalmente pela lesão causada (Ver Art. 13, § 2º, letra “a” e Art. 129, § 6º do CP).

44 NEGLIGÊNCIA Definição: Descumprimento dos deveres elementares correspondentes a determinada arte ou profissão. Exemplos: É negligente o socorrista que deixa de monitorar os sinais vitais de uma vítima traumatizada, durante seu transporte do local do acidente até o hospital (Ver Art. 13, § 2º, letra “a” combinado com o Art. 121, § 3º - homicídio culposo). É negligente o socorrista que deixa de usar EPI.

45 OMISSÃO DE SOCORRO Forma Legal de Acordo com o Código Penal Art Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à criança abandonada ou extraviada, ou à pessoa inválida ou ferida, ao desamparo ou em grave e iminente perigo; ou não pedir, nesses casos, o socorro da autoridade pública.

46 CONSENTIMENTO NO ATENDIMENTO • O socorrista deverá obter o consentimento formal da vítima para lhe prestar o atendimento de emergência. • Há situações onde o consentimento é considerado implícito, ou seja, a vítima não recusa formalmente o atendimento ou não apresenta condições de dar o consentimento.

47 Situações: • Adulto consciente e mentalmente capaz que não recuse formalmente o atendimento; • Vítima inconsciente ou por qualquer meio incapaz de dar sua concordância; • Criança ou adolescente, cujos pais ou tutores legais, dêem seu consentimento no atendimento ou que não estejam no local da ocorrência; • Vítima com deficiência mental e/ou emocionalmente perturbada, cujos responsáveis concitam no atendimento ou que não estejam presentes no local da ocorrência.

48 RECUSA DE ATENDIMENTO

49 Obrigado pela atenção !


Carregar ppt "TRABALHO DE INSTRUÇÃO DE BOMBEIROS 1º MODULO - APH LIÇÃO 01 A O SERVIÇO DE RESGATE DO CORPO DE BOMBEIROS."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google