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O Aluno com Deficiência Auditiva Carlos Coutinho Josemara Fogaça Liliana Camargo.

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1 O Aluno com Deficiência Auditiva Carlos Coutinho Josemara Fogaça Liliana Camargo

2 O Deficiente Auditivo  Dificuldades de comunicação  As barreiras sociais (não somente em aula, mas também na vida social )

3 Deficiência auditiva:  Deficiência auditiva é considerada genericamente como a diferença existente entre a performance do indivíduo e a habilidade normal para a detecção sonora de acordo com padrões estabelecidos pela American National Standards Institute (ANSI ).

4 Significado de termos usados  Hipoacusia: refere-se a uma redução na sensitividade da audição, sem qualquer alteração da qualidade desta. O aumento da intensidade da fonte sonora, possibilita uma audição bastante adequada.  Diacusia: refere-se a um distúrbio na audição, expresso em qualidade e não em intensidade sonora. O aumento da intensidade da fonte sonora não garante o perfeito entendimento do significado das palavras.

5 Classificação das deficiências auditivas  Deficiência auditiva condutiva: Qualquer interferência na transmissão do som desde o conduto auditivo externo até a orelha interna (cóclea). A orelha interna tem capacidade de funcionamento normal mas não é estimulada pela vibração sonora. Esta estimulação poderá ocorrer com o aumento da intensidade do estímulo sonoro. Pode ser corrigida através de tratamento clínico ou cirúrgico.

6 Classificação das deficiências auditivas  Deficiência auditiva sensório-neural: Ocorre quando há uma impossibilidade de recepção do som por lesão das células ciliadas da cóclea ou do nervo auditivo. Os limiares por condução óssea e por condução aérea, alterados, são aproximadamente iguais. A diferenciação entre as lesões das células ciliadas da cóclea e do nervo auditivo só pode ser feita através de métodos especiais de avaliação auditiva. Este tipo de deficiência auditiva é irreversível.

7 Classificação das deficiências auditivas  Deficiência auditiva mista: Ocorre quando há uma alteração na condução do som até o órgão terminal sensorial associada à lesão do órgão sensorial ou do nervo auditivo. O audiograma mostra geralmente limiares de condução óssea abaixo dos níveis normais, embora com comprometimento menos intenso do que nos limiares de condução aérea.

8 Classificação das deficiências auditivas  Deficiência auditiva central, disfunção auditiva central ou surdez central: Este tipo de deficiência auditiva não é, necessariamente, acompanhado de diminuição da sensitividade auditiva, mas manifesta-se por diferentes graus de dificuldade na compreensão das informações sonoras. Decorre de alterações nos mecanismos de processamento da informação sonora no tronco cerebral (Sistema Nervoso Central).

9 Graus de Severidade da Deficiência Auditiva  Audição Normal - Limiares entre 0 a 24 dB.  Deficiência Auditiva Leve - Limiares entre 25 a 40 dB.  Deficiência Auditiva Moderna - Limiares entre 41 e 70 dB.  Deficiência Auditiva Severa - Limiares entre 71 e 90 dB.  Deficiência Auditiva Profunda - Limiares acima de 90 dB.

10 Identificação e Diagnóstico  Realizado a partir da avaliação médica e audiológica;  Ausência de reações a sons, comportamento diferente do usual (sintomas observáveis por pais e professores).

11 Linguagem  É a capacidade específica à espécie humana de se comunicar por meio de um sistema de signos (ou língua).

12 Linguagem dos Deficientes Auditivos  Língua de sinais: possui a sua própria estrutura e gramática através do canal comunicação visual;  O Oralismo: tem como objetivo ensinar o surdo a falar;  Bilingüismo: na prática o bilingüismo se caracteriza, no Brasil, pelo domínio de LIBRAS e Português.

13 Características Motoras  Podem participar de praticamente todas as atividades físicas e desportivas.  Alguns possuem desde grave incoordenação de equilíbrio até rigidez e dificuldade de movimentação.

14 Educação Física  Os professores devem assegurar-se de que as explicações e orientações sejam claramente entendidas pelo deficiente auditivo.  Olhar diretamente para a criança.  O professor deve lembrar-se de que o aparelho de surdez é um amplificador.  Importante lembrar que o deficiente auditivo aprende com o sentido da visão, portanto, demonstrações das atividades são imprescindíveis.  As habilidades básicas do movimento são iniciadas com as crianças ainda nas aulas de educação física na Escola Primária.

15 Cuidados com o Aparelho de Surdez  Remover o aparelho de surdez durante atividade física rigorosa.  O professor de Educação Física deve limitar certas atividades por razões de segurança, se a criança com deficiência auditiva tiver dificuldades no equilíbrio.  Evitar exposição a baixas temperaturas, e a água e ventos excessivos.  Não esquecer que o aparelho de surdez é um amplificador do som, portanto não se faz necessário falar alto próximo ao aluno.

16 Exercícios  Exercícios terapêuticos: não há nenhum específico.  Exercícios gerais:  Exercícios intensos;  Exercícios na barra de equilíbrio para o equilíbrio em geral, coordenação e mudança de direção.

17 Relatório de visita  Escola de Ensino Fundamental para Surdos Professora Lília Mazeron realizada no dia 21 de outubro de  Localização: Rua Morretes, 222, Bairro Santa Maria Goretti, zona norte de Porto Alegre.  Quadro de vinte professores (todos especialistas em educação de surdos e que estão em constante atualização).  Atende a cento e quatro alunos, com idades entre os 4 e os 24 anos.

18 Conclusões Falar sobre pessoas com deficiência (ou portadores de necessidades especiais) é muito mais difícil do que pode parecer. Um dos problemas reside no fato de que qualquer definição de deficiência é resultado da visão egocêntrica com a qual analisamos suas limitações. Na condição de educadores físicos e tendo em vista que temos arraigados em nós os valores da sociedade na qual estamos inseridos, devemos buscar transcender as barreiras culturais que possivelmente tenhamos para trabalhar com esses alunos para que nos seja possível atender da melhor forma a proposta de inclusão dessas crianças na escola normal, proposta esta que ainda deve ser discutida.

19 Conclusões Devemos pensar se todos os professores possuem a devida formação e dispõem de informação suficiente para atender a essas crianças da melhor forma possível, questionar se as escolas estão estruturalmente preparada para recebê-los. Devemos pensar nos alunos não portadores de necessidades especiais, em como adaptá-los a convivência com o diferente. E como fazer com que o aluno portador de necessidade especial se sinta parte do grupo. Devemos discutir sobre esses temas, pensar sobre nosso fazer pedagógico e buscar informações para podermos nos tornar profissionais capazes de auxiliar nossos alunos a desenvolverem todas as suas capacidades da melhor maneira possível.


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