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A revolução digital e a mudança de paradigma cultural e relacional.

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Apresentação em tema: "A revolução digital e a mudança de paradigma cultural e relacional."— Transcrição da apresentação:

1 A revolução digital e a mudança de paradigma cultural e relacional

2  A necessidade de abertura ao mundo digital;  As novas ferramentas e a rapidez da informação e da comunicação;  A mudança de mentalidade e das relações humanas e socioprofissionais;  A necessária renovação das estruturas e serviços;  O mundo digital e o conflito de gerações;  A cooperação humana e o diálogo intergeracional;  As novas dependências e perigos;  A prevenção de novas doenças ocupacionais. Agenda de trabalhos

3 Indispensável nas relações humanas e de trabalho; Alterou profundamente as rotinas e métodos de trabalho; Implica constante aprendizagem de novos equipamentos, programas e funcionalidades; Exige novos cuidados e procedimentos de segurança.

4 LINGUAGEM DIGITAL: Não a vemos, nem a escrevemos; Não a entendemos, nem precisamos entendê-la.

5  Não se lê com os olhos da cara - necessitamos de equipamento especial e de saber trabalhar com ele;  Não tem peso físico e ocupa muito pouco espaço;  Não passa de um registo magnético (desmaterialização). CONTEÚDO EM SUPORTE E FORMATO DIGITAL

6 Equipamento fundamental Computador Impressora com scanner Ligação à internet Disco flexível

7 Este equipamento…  Ocupa cada vez menos espaço físico;  Necessita energia eléctrica para trabalhar;  Pode ser partilhado (sobretudo se estiver ligado em rede a outros equipamentos ou à internet);  É MULTIFUNCIONAL.

8 Exercício: QUE TAREFAS PODEMOS REALIZAR COM UM COMPUTADOR? A) Ligado a uma impressora com scanner, mas não à internet; B) Com ligação à internet.

9 Exercício: QUE TAREFAS PODEMOS REALIZAR COM UM COMPUTADOR? A) Ver resposta Ver resposta Ver resposta B) Ver resposta Ver resposta Ver resposta

10 REVOLUÇÃO  Um mesmo documento pode ser consultado por várias pessoas ao mesmo tempo;  O computador permite realizar várias operações em simultâneo;  Consequência: aumento da rapidez.

11 CONSEQUÊNCIAS  Interconectividade: - Organização da sociedade humana em forma de rede; - O computador não é um centro, mas um nó da rede;  Rapidez: - no acesso e no processamento da informação; - no estabelecimento de comunicações; - na partilha de informações em tempo real, sem necessidade de transporte físico ou deslocação.

12 INTERNET  Instantânea e imediata;  Interactiva;  De alcance mundial;  De conteúdo expansível até ao infinito;  Descentralizada e não regulada;  Flexível e adaptável a todas as mudanças.

13 CONSEQUÊNCIAS  Avalancha de informação (o problema é que o cérebro humano não aumentou de tamanho, nem na rapidez);  Problema da filtragem e do controlo: como escolher a informação que nos interessa? A mais fidedigna? A Net também tem lixo, tóxico inclusive.

14 ALGUNS ESPINHOS  Credibilidade das informações;  Violação dos direitos de autor;  Segurança;  Violação da privacidade;  Impunidade do incitamento ao ódio, à violência, ao crime, à pornografia;  Nova forma de discriminação: desigualdade digital;  Potencialmente alienadora e geradora de novas dependências e…  de novos acidentes de trabalho.

15 A Internet não é necessariamente boa nem má. Não é senão uma ferramenta que permite saber / fazer mais e mais rapidamente… O que pode ser bom ou mau é o uso que fazemos dela.

16 A ILUSÃO DA RAPIDEZ E DA FACILIDADE ACESSO FÁCIL E RÁPIDO A MUITAS COISAS Perda da noção de custo e de sacrifício Satisfação pessoal assente no “aqui e agora” Diminui capacidade de atingir objectivos mais complexos ou superiores Prejudicada a capacidade de adiar a recompensa (exº poupança)

17 A ILUSÃO DA RAPIDEZ E DA FACILIDADE A Internet não faz desaparecer a necessidade de trabalhar com esforço… nem torna obsoletos os valores do sacrifício, da poupança e da dedicação a uma causa superior… Apenas torna o esforço e o sacrifício um pouco menos penosos, permitindo obter resultados mais rápidos.

18 ALGUMAS CONSEQUÊNCIAS NO QUOTIDIANO  O que antes arrumávamos em armários e estantes, fazemos hoje em pastas de um ou mais computadores;  Etiquetas que antes colávamos nas lombadas dos dossiers são hoje… nomes de ficheiros ou de pastas;  Das radiografias já não guardamos películas, mas ficheiros de imagem em disco flexível;  Facturas e documentos oficiais (caderneta predial) também já têm suporte digital autenticado.

19 ALGUNS CUIDADOS PRÁTICOS  O O O O computador não se arruma sozinho… é o utilizador que deve guardar os documentos nas pastas mais convenientes;  A A A A arrumação correcta dos ficheiros e pastas é fundamental: dela depende em muito a rapidez de acesso e de processamento dos documentos.

20  É possível vedar o acesso de outras pessoas a determinadas pastas ou ficheiros;  A ligação à internet torna os programas e os dados vulneráveis à intromissão externa;  Consequência: necessidade de procedimentos de segurança com muito rigor e regularidade.

21 ALGUNS CUIDADOS PRÁTICOS  Os programas de computador tomam decisões – é imprescindível saber que critérios eles usam, como funcionam;  Em regra, o computador nunca se esquece nem falha; ou se avariou ou está mal programado ou mal configurado;  Consequência: necessidade de aprendizagem e actualização contínua.

22 Mudança de mentalidade

23 Nova mentalidade: 1 – Trabalho em rede AAAAbertura à comunicação: não comunicar significa não existir; TTTTrabalho de equipa em rede; AAAA rede serve para ajudar e ser ajudado melhor e mais rapidamente (aproveitamento de sinergias, cooperação).

24 Nova mentalidade: 2 – Processar informações  Treino na filtragem da informação: saber escolher a mais fidedigna, importante, aplicável à situação de trabalho;  Partilha da informação: outros devem estar ao corrente do que faço, onde e quando (e também do que sei, do que sou competente para poder vir a fazer).

25 Nova mentalidade: 3 – Perfil profissional  Desenvolver capacidade de participação nas escolhas e nas decisões da equipa;  Desenvolver capacidade de iniciativa;  Aprendizagem e actualização contínuas.

26 Nova mentalidade: 4 – Organizar mapeando…  Distribuição espacial / temporal de tarefas, processos ou actividades;  Afectação de pessoas a tarefas, processos e actividades;  Afectação de recursos (instalações e equipamentos);  Interface destes mapas com as bases de dados dos serviços.

27 Nova mentalidade: 5 – Novo conceito operativo SUSTENTABILIDADEEconómica Humana e Social Ambiental

28 A relação com os outros por via electrónica

29 A RELAÇÃO COM OS OUTROS POR VIA ELECTRÓNICA  A internet, a intranet e o correio electrónico permitem relacionarmo-nos com os outros sem interacção física ou presencial e sem proximidade geográfica;  A interacção social por via electrónica é meramente comunicativa…

30 A RELAÇÃO COM OS OUTROS POR VIA ELECTRÓNICA  Interacção social comunicativa: gera, mantém e reforça uma comunidade baseada na afinidade de interesses e na obtenção de objectivos comuns;  Interacção social presencial: imprescindível na relação afectiva, na criação de laços mais estreitos e na prestação de cuidados a outrem;  Consequência: a tecnologia electrónica é eficaz em reforçar laços sociais, laborais e sobretudo culturais, mas menos eficaz quanto aos laços afectivos.

31  Exercício prático: DESCUBRA AS DIFERENÇAS

32 A RELAÇÃO COM OS OUTROS POR VIA ELECTRÓNICA MUITO EFICAZ A unir pessoas que partilham interesses comuns (comunidade por afinidade de interesses) MENOS EFICAZ A tornar as pessoas amigas umas das outras (comunidade por relação afectiva)

33 A RELAÇÃO COM OS OUTROS POR VIA ELECTRÓNICA  A comunicação virtual permite aos utilizadores criar identidades e universos pessoais completamente novos, sem correspondência com a realidade…  e criar novas formas de se apresentarem (ícone ou avatar) e de se comportarem, sem qualquer relação com a sua identidade real;  A comunicação virtual permite manter o anonimato, o que pode favorecer a abertura pessoal, mas também esbater (iludir) a diferença entre o real e o virtual.

34 INTERNET: FERRAMENTA PODEROSA • • Na difusão da cultura e dos valores; • • Na defesa dos direitos das minorias e dos mais necessitados; • • Na defesa do bem comum (sustentabilidade da vida no planeta); • • No apelo ao gesto voluntário e solidário.

35 Novos paradigmas digitais nas relações de trabalho

36 Já não há desculpa para…  Continuar a sermos ignorantes: a Net tem tudo; se não encontrámos é porque não procurámos bem;  Demorar tanto tempo a obter informações;  Demorar tanto tempo a comunicá-las a quem queremos ou devemos;  Outros não saberem o que faço, nem poderem contactar-me;  Não saber o que os outros fazem ou onde estão ou como poderão ser contactados.

37 Novas obrigações…  Trabalhar mais e mais depressa (produtividade);  Usar o computador todos os dias;  Disponibilizar o nosso endereço de e abrir a respectiva caixa de entrada todos os dias;  Treinar novas competências e promover a aprendizagem contínua dos procedimentos digitais;  Sermos mais “dóceis” e rápidos na adaptação às mudanças nos métodos de trabalho.

38 Novas obrigações…  Comunicar electronicamente com o superior hierárquico;  Reportar ou relatar electronicamente;  Receber ou elaborar e disponibilizar mapas de gestão ou de controlo de actividades em suporte digital;  Usar equipamentos de leitura electrónica (exºs: leitor de código de barras, relógio de ponto electrónico).

39 Novos conceitos e procedimentos  BASES DE DADOS (de clientes, fornecedores, do pessoal, da contabilidade, da produção, das existências em armazém) – já não “Arquivos”;  DIGITALIZAÇÃO;  VALIDAÇÃO (de dados ou de instruções);  Trabalhar ONLINE; trabalhar OFFLINE;  HIPERLIGAÇÃO (link);

40 Novos conceitos e procedimentos  REDE (já ninguém trabalha sozinho);  Login, logout;  NOME DE UTILIZADOR (username);  PASSWORD (senha de acesso);  CAIXA DE ENTRADA, CAIXA DE SAÍDA;  REENCAMINHAMENTO (forward);

41 NOVOS PARADIGMAS DE PRODUÇÃO ANTIGAMENTEAGORA Padrão único Diversificação Ciclo de vida longo Ciclo de vida curto Inovação por etapas Inovação contínua Crescer em quantidade Crescer em qualidade

42 NOVOS PARADIGMAS DE GESTÃO ANTIGAMENTEAGORAHierarquiaParticipação CentralizadaDescentralizada ControladoraFormadora PunitivaOrientadora

43 NOVOS PARADIGMAS DO TRABALHO ANTIGAMENTEAGORA Execução de tarefas Desenvolvimento de processos Cumprir tarefas Atingir objectivos Repetitivo Flexível, criador EspecializadoPolivalente Dividido em secções Integrado

44 NOVOS PARADIGMAS DE QUALIFICAÇÃO ANTIGAMENTEAGORAHabilidadeCompetência Saber, saber fazer Aprender, saber aprender DisciplinaAutocontrolo MemorizaçãoRaciocínio ConcentraçãoAtenção Capacidade de execução Capacidade de diagnóstico ObediênciaIniciativa IsolamentoComunicação

45 NOVAS REGRAS NO TRABALHO  Estar sempre ligado à REDE;  Trabalhar em REDE e com a REDE;  Manter-se receptivo;  Manter-se informado;  Saber usar a informação para decidir;  Partilhar a informação em tempo útil.

46 A tecnologia digital potencia o conflito de gerações?

47 Os mais velhos e os novos paradigmas  Adaptação dolorosa, mas não impossível;  Maior dificuldade em adquirir novos conhecimentos e firmar novas rotinas;  O idoso prefere sempre soluções já anteriormente experimentadas …  e receia consequências irreversíveis de decisões eventualmente precipitadas.

48 Os mais velhos e os novos paradigmas  Os idosos preferem manter vínculos e hábitos; a juventude privilegia a mobilidade e a mudança;  A mutação constante dos equipamentos, programas e funcionalidades dificulta o acesso dos mais velhos ao mundo digital.

49 Mais valias • • Impulso para a inovação e para a mudança; • • Valorizam a rapidez; • • Desafiam o desconhecido. • • Travam as decisões irreflectidas e precipitadas; • • Respeitam o ritmo natural das coisas (noção do tempo); • • Tomam precauções em relação ao desconhecido.

50 Menos valias • • Impulsividade; • • Inconsciência da irreversibilidade; • • Demasiado sensíveis ao “aqui e agora”. • • Resistência à mudança; • • Métodos de trabalho imutáveis (porque “os princípios não mudam”); • • Aversão ao risco e ao desconhecido.

51 Atenção O perfil jovem e o perfil maduro existem em todas as idades! Há pessoas idosas que se conservam saudavelmente jovens… E também há muitos jovens precocemente envelhecidos!

52 As novas tecnologias favorecem as gerações mais jovens; Os mais velhos (ou mais envelhecidos) ficam, tendencialmente, numa posição mais desfavorecida.

53 Os mais velhos e os novos paradigmas  Não usando a nova tecnologia, o idoso ficará ainda mais socialmente excluído …  e ainda mais sozinho;  As novas TIC podem ajudar muito a evitar a marginalização dos mais velhos…  e até a diminuir as situações de solidão.

54 Em rigor, a nova tecnologia digital não potencia o conflito entre gerações. Apenas reclama que se invista mais tempo e melhor cuidado com a adaptação e aprendizagem dos mais velhos…

55 ARGUMENTOS PARA TODAS AS IDADES  Aprender para saber ser, saber fazer e saber decidir;  Aprender para participar;  Aprender para se valorizar;  Aprender para se proteger;  Aprender até morrer!

56 Em todo o caso… A melhor maneira de gerir conflitos é sempre a de PREVENI-LOS, ou seja, de EVITÁ-LOS.

57 Evitar conflitos  Abertura à comunicação;  Comunicar convivendo (comunhão);  Distribuir pelouros - partilhar a autoridade, estimular a participação;  Saber extrair ganho da partilha de interesses comuns (cooperação);  Saber extrair ganho da negociação de interesses contrários ou diferentes (troca);  Saber extrair satisfação em dar (e em dar-se) gratuitamente (voluntariado, doação).

58 BOM NEGOCIADOR Conhece muito bem a outra parte. Sabe muito bem o que quer obter dela … Mas começa sempre por oferecer uma contrapartida. Qual? Quais?...

59  Manter-se jovem!  Manter-se ligado, logo integrado e participante;  Fazer mais em menos tempo (ultrapassar a lentidão naturalmente provocada pela idade);  Não ficar “atrás” de ninguém (auto-estima);  Poder comunicar com o mundo inteiro sem custos adicionais. AS CONTRAPARTIDAS OFERECIDAS AOS MAIS VELHOS…

60 Novasdependências

61 Algumas dependências relacionadas com os media Teledependência (televisão) Oniofilia (compras) CIBERDEPENDÊNCIA (internet)

62 Alguém que, há pelo menos seis meses, dia após dia, usa a internet mais do que 3 ou 4 horas por dia em actividades não relacionadas com o trabalho ou com o estudo. CIBERDEPENDENTE

63 Não é um comportamento desviante; É uma verdadeira DOENÇA (e, como tal, deve ser prevenida e tratada) CIBERDEPENDÊNCIA

64 Objecto da dependência Jogos on-line Chats Compras (inclui leilões) Sítios de conteúdo específico (relacionamentos, sites pornográficos, bolsa de valores, obtenção de informações)

65 Sintomas visíveis  Diminui desempenho de tarefas do dia-a-dia;  Aumenta absentismo na escola ou no trabalho;  Isolamento social – redução dos contactos presenciais (família, “saídas” com amigos);  Ansiedade, irritabilidade, depressão;  Redução do tempo dedicado às refeições e ao sono;  Mentir aos outros sobre a quantidade de horas conectadas;  Processo de auto-alimentação do tempo de conexão.

66 FILHOS DESLIGADOS DO SONO, DO CONVÍVIO PRESENCIAL, DA MESA DA REFEIÇÃO E DOS AFECTOS, PARA SE LIGAREM… … AO CIBERESPAÇO! Pais em pânico!

67 O prazer de estar na Net supera todas as recompensas que ele encontra no dia-a-dia. A carga de excitação é de tal forma geradora de satisfação e de prazer pessoal, que a conduta tende a ser rapidamente repetida! (dependência)

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69 Diante do ciberespaço…  Uns ficam viciados; outros não;  Uns consomem e regressam ao normal; outros sentem a necessidade de repetir logo a experiência e de a replicar depois e depois.

70 A utilização da internet, só por si, não vicia nem gera dependência. Há factores psicológicos e de envolvente social que, fragilizando o indivíduo, o tornam mais propenso a desencadear o processo de dependência.

71 Perfil do ciberdependente  Jovem, mas também frequente no adulto);  Dificuldades de interacção social, de afirmação pessoal, de sucesso profissional;  Dificuldade de aceitação do corpo;  Medo do outro sexo;  Défice de atenção por parte da família, de amigos ou do grupo de pares;  Percepção de insucesso académico ou profissional;  Timidez, tendência para a introversão;  Nível de inteligência médio a elevado.

72 Testemunhos De como a procura de companhia, de afecto, de adrenalina e de reconhecimento ou fama têm levado muitas pessoas a ficar presas na net. Fonte: Gabriela Oliveira, Lic. Comunicação Social Extraído de

73 Terapêutica (sem fármacos)  Reforço da atenção por parte da família, dos companheiros de trabalho, do grupo de pares;  Eventos sociais que obriguem à redução do consumo de ciberligação;  Compromissos sociais duradouros de tipo presencial;  Início / reforço de relação afectiva;  Atribuição de tarefas de elevado grau de responsabilidade;  Reconhecimento de competências, público e presencial.

74 Não há Internet hoje. Pedimos desculpa pelo incómodo.

75 Acidentes de trabalho

76 Relação homem-máquina Nunca na história da humanidade uma mesma máquina foi usada na vida pessoal e profissional e de um número tão grande e diversificado de pessoas… A exposição ao risco gera o acidente.

77 O acidente de trabalho com o computador… NNNNão é brusco, nem repentino; NNNNão causa ferimentos, nem fracturas; AAAAcontece em doses pequenas e imperceptíveis ao longo do tempo (evolução cumulativa); AAAAtinge várias zonas do corpo; PPPPode causar danos irreversíveis; PPPPode incluir-se no grupo das doenças profissionais ou ocupacionais.

78 Sintomas  Formigueiro, ardor ou dormência;  Irritação ou mesmo dor continuada;  Dor, latejamento ou inchaço;  Tensão ou enrijecimento;  Fraqueza e calafrios.

79 Localização dos sintomas  Olhos (fadiga, perda de visão);  Mãos e pulsos (dor);  Cotovelos e braços (tendinites);  Ombros (rigidez, tendinites);  Pescoço (rigidez);  Costas (fadiga).

80 Stress no trabalho + Computador rápido e apelativo Insensibilidade ao desconforto e à dor Danos irreversíveis (incuráveis)

81 Ergonomia Estuda a realação homem-máquina, em termos de postura e movimentos corporais e também do desenho de mobiliário e equipamentos, bem como de factores ambientais (ruído, luminosidade). Visa melhorar o conforto, saúde, segurança e eficiência no trabalho, prevenindo a ocorrência de acidentes ou de doenças ocupacionais.

82 Terapêutica PREVENIR é sempre melhor que tratar! Prevenir implica controlar a exposição ao risco.

83 Prevenção: 1) Organização do ambiente de trabalho  Ajuste a posição do corpo e do equipamento;  Evite estar todo o dia sentado;  Faça vários intervalos ao longo do dia;  Procure manter posição de relaxamento (sem os músculos à carga);  Evite vida sedentária: faça exercício físico;  Evite exposição demorada ao ruído.

84 Prevenção: 2) Monitor  Regular distância aos olhos (mais que 50cm);  Cabeça o mais “direita” possível, olhando de frente; não para o lado;  Evitar reflexos de luz nos olhos ou na tela (provenientes de janela ou de lâmpada);  Obrigar os olhos a focar o mais infinito pelo menos uma vez por hora.

85 Prevenção: 3) Teclado e rato  Nunca segure caneta ou lápis enquanto se digita no teclado;  Evite bater no teclado com muita força;  Não apoie o pulso enquanto usa o teclado;  Cotovelos ao nível do teclado;  Braços o mais possível em ângulo recto;  Evite apoiar o cotovelo sobre a mesa.

86 Prevenção: 4) Postura geral  Nunca deixe os pés suspensos (dificulta a circulação);  Mantenha as costas encostadas;  Em trabalhos prolongados, use cadeira ergonómica;  Evite manter perto objectos que não use frequentemente;  Mude de posição com frequência.

87 Exemplo de postura errada…

88 Mais alguns maus exemplos…

89 Posição correcta

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