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Principais ideias contidas em Ratzel e Vallaux para reflexões sobre o comércio internacional.

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Apresentação em tema: "Principais ideias contidas em Ratzel e Vallaux para reflexões sobre o comércio internacional."— Transcrição da apresentação:

1 Principais ideias contidas em Ratzel e Vallaux para reflexões sobre o comércio internacional

2 Friedrich Ratzel ( )  Ratzel nasceu em Karlsruhe 2Fwiki%2FKarlsruhe&ei=WOkcUf7pEo3U9AT37YBQ&bvm=bv ,d.dmQ&psig=AFQjCNGvGNkUIweM-Pp3BifKqdSPahgD4g&ust=

3 Camille Vallaux ( )  Geografia Social – O Solo e o Estado  Separação entre fenômenos sociais e naturais é fundamental.  Processo de adaptação ativa: as sociedades não são determinadas geograficamente, pois são capazes de transformar ativamente seu meio natural.

4 CAMILLE VALLAUX  Separação entre fenômenos sociais e naturais é fundamental. Crítica à ideia de “Estado como organismo” de Ratzel.  Processo de adaptação ativa: as sociedades não são determinadas geograficamente, pois são capazes de transformar ativamente seu meio natural. Sendo assim, não podem ser comparadas a organismos biológicos.

5 Liberdade, Igualdade, Fraternidade  Revolução Francesa – valorização do indivíduo  Invasão da Europa pelas tropas de Napoleão Bonaparte

6 UNIFICAÇÃO DA ALEMANHA EM 1871  Disparidades entre cidades e regiões. Feudos e estrutura agrária de um lado, grandes cidades de outro.  Fragmentação política.  Lutas dinásticas.

7 “Questão nacional” alemã  Iohan Gottlieb Fichte ( )  Discursos à nação alemã ( )  “eu nacional” baseado no solo, na língua e na raça alemã  “O Estado Comercial Fechado” (1800)

8 ESCOLAS E UNIVERSIDADES  Respaldadas pelo Estado para afirmar as ideologias e criar “identidade nacional”  “Em nome da ciência, resguardar o Estado. Em nome do povo, edificar a nação. Em nome da ordem, educar a sociedade.”

9 Sacro-Império Romano Germânico

10 EUROPA EM 1517

11 Império Austríaco – amarelo Prússia – azul Linha vermelha mostra os limites da confederação /wiki/Confedera%C3% A7%C3%A3o_Germ%C 3%A2nica Confederação Germânica

12 Regiões conquistadas por Napoleão

13 LUTA PELO TERRITÓRIO %2F%2Fenclasedeines.blogspot.com%2F2012%2F11%2Falsacia-y-lorena.html&ei=2GYiUZCpJ4Hq8wSCyICgAw&bvm=bv ,d.eWU&psig=AFQjCNGJwCy1ifO- H6QeDLDT7nogIPlzjg&ust=

14 NAÇÃO  Eric Hobsbawn: Sentido moderno da palavra vem do século XVIII. Não é possível dar uma dimensão única à nação. Ela pode ser reconhecida apenas a posteriori.  Ratzel: A nação é o resultado da coesão de um território.  Produção histórica e geográfica voltada para a criação de identidade nacional na Europa a partir do século XIX.

15 QUESTÕES NACIONAIS ATUAIS- BRASIGUAIOS

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18 ESPAÇO Friedrich Ratzel Camille Vallaux  Espaço puro ou espaço abstrato – tem valor absoluto para as sociedades e para os Estados.  Aspiração natural do Estado por espaço.  ESPAÇO É PODER.  Estados têm maior possibilidade de desenvolvimento quando ampliam seus espaços  Não existe o “espaço em si”. Espaço é concreto, é uma extensão determinada que apresenta singularidades físicas e humanas.  Afirmação de que “espaço é poder” só teria sentido para aqueles que detêm o poder, quase não afetando o cidadão comum.  Estados não precisam ser grandes ou expansionistas para alcançar níveis altos de desenvolvimento.

19 NOÇÃO DE ESPAÇO Vallaux contesta a ideia de Ratzel de que haveria uma CONSCIÊNCIA COLETIVA DO ESPAÇO.

20 Países sem acesso ao mar e pequenas ilhas em desenvolvimento

21 Ilha Brasil

22 ESPAÇO  Camille Vallaux: “espaço puro não é outra coisa senão o tempo, já que o desenvolvimento dos meios de circulação como as estradas, telégrafo, os meios de circulação intelectuais, enfim, as novas redes de relações, têm contribuído para reduzir as distâncias absolutas, sobrepondo o tempo ao espaço.”

23 TEMPO  “O tempo e não o espaço é o que forma, do ponto de vista da geografia, como da história, o quadro geral da evolução dos Estados. A noção do tempo e da distância, e não a do espaço, é que Ratzel deveria ter posto clara.”  Camille Vallaux, 1914, p.162

24 CRONOPOLÍTICA?  “O espaço não está mais na geografia – está na eletrônica.”  “ A política está menos no espaço físico que nos sistemas temporais administrados por várias tecnologias, das telecomunicações aos aviões.”  “Há um movimento da geopolítica para a cronopolítica: a distribuição do território torna-se a distribuição do tempo.” Paul Virilio

25 TELECOMUNICAÇÕES Função: Conquistar o espaço com o tempo. Desenvolvida para facilitar as comunicações pela redução das limitações de tempo para superar as restrições de espaço. Figura: As Relações entre Cidades e Telecomunicações, e entre as Limitações de Tempo e Espaço

26 Fibras óticas

27 ESTADO MODERNO  Não é um conceito universal.  Forma de ordenamento político surgida na Europa a partir do século XIII e consagrada com o Tratado de Westfália (1648)  Centralização do poder  Impessoalidade do comando político

28 ESTADO-NAÇÃO  Tratado de Westfália – 1648:  Limites territoriais – território como princípio fundador do Estado moderno  Soberania  Povo – cidadania no interior das fronteiras

29 ESTADO MODERNO – AUTORES E DEFINIÇÕES  Max Weber: Estado é o detentor do monopólio da força legítima  Ratzel: “Estados são organismos concebidos em íntima relação com o espaço.”  Estado é a única fonte de manifestação do poder. “Todo Estado é uma parcela da humanidade e uma porção do espaço terrestre.”  Para a geopolítica, suas características fundamentais são a extensão, a posição e as fronteiras.

30 ESTADO Ratzel Vallaux  Estado como forma de vida.  Organismo espiritual e moral, agente articulador entre o povo e o solo.  Estado como “forma essencialmente geográfica de vida social.”  Soberania do povo sobre determinado solo é que forma o Estado.

31 DISCUSSÕES SOBRE O ESTADO  “O tamanho do território de um Estado, bem como os recursos naturais e uma população disciplinada, já não são mais elementos decisivos para uma grande potência.”

32 “GRANDE POTÊNCIA” Concepção geopolítica Concepção liberal  Território extenso – recursos naturais  População coesa  Força militar  Tecnologia de ponta – pesquisa e fabricação de produtos de alta tecnologia  População com altos níveis de educação – mão de obra qualificada

33 ESTADO E COMÉRCIO  “A própria ausência de um Estado central forte, que defendesse seus interesses, é um dos elementos de explicação do decréscimo do comércio alemão, num universo mercantil europeu basicamente monopolizado pelas coroas através das companhias nacionais. Também o particularismo, impondo barreiras alfandegárias internas entre os principados, atuou impedindo o livre fluxo das mercadorias” (MORAES, 2002:32 [1986])

34 ESTADO E TERRITÓRIO  Com o desenvolvimento de tecnologias que reduzem as distâncias, aumenta a capacidade dos Estados de estender redes políticas sobre superfícies cada vez maiores do território.

35 REURBANIZAÇÃO ESTRATÉGICA DE PARIS: ruas mais largas para facilitar a movimentação de tropas e dificultar as barricadas populares.

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38 TERRITÓRIO  Raffestin: “construção conceitual a partir da noção de espaço”.  “é essencial compreender bem que o espaço é anterior ao território. O território se forma a partir do espaço, e é resultado de uma ação conduzida por um ator sintagmático (ator que realiza um programa) em qualquer nível”.  O espaço está dado, existe por si. É diferente do território, que é construído, modificado por redes, circuitos e fluxos: rodovias, canais, estradas de ferro e delimitado por fronteiras, sobre o qual o Estado exerce sua soberania.

39 CAMILLE VALLAUX  Valor político dos solos não decorre necessariamente de seu valor econômico imediato.  Territórios possuem um valor intrinsecamente político.

40 GIBRALTAR

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42 ILHAS BRITÂNICAS NO ATLÂNTICO SUL

43 ANTÁRTIDA

44 FRONTEIRAS  Toda fronteira é uma demarcação política.  Não é apenas uma linha imaginária, é uma zona com aspectos particulares de circulação.  “Alto grau de tensão vital entre as forças organizadas dos Estados sob as formas militares, econômicas, intelectuais e morais”

45 ZONA DE FRONTEIRA - BRASIL KM DE FRONTEIRAS TERRESTRES

46 CIRCULAÇÃO  Ratzel:  São necessidades bélicas que promovem o desenvolvimento de vias de transporte e comunicação.  Estados que promovem o desenvolvimento de vias em outros estados o fazem por egoísmo: para criar dependências, para dominar o espaço....  Promove-se a construção de vias de transporte e comunicação a fim de alcançar metas políticas e militares.

47 CIRCULAÇÃO  Movimento de mercadorias e pessoas: comércio, migrações, necessidade de ir e vir. Para Vallaux, esta concepção é estreita.  A circulação não se restringe a “coisas” – engloba movimento das ideias pelos meios de comunicação – “relações interespirituais”  Circulação, principalmente terrestre, se desenvolve sob a sombra dos Estados. Vias terrestres são obras políticas e militares.  Ratzel: circulação de pessoas e bens é a forma principal, a forma mais consequente e enérgica, do movimento histórico. Ela prepara a expansão política e militar.

48 COMÉRCIO E CIRCULAÇÃO  RATZEL:  Promover o comércio cria dependências.... A mudança de vias prejudica os sistemas de convivência preexistentes, historicamente crescidas.... Desvios artificiais de vias de comunicação e transporte, medidas políticas que afetam a circulação a fim de forçar fluxos predefinidos, tudo isso tem consequências imprevisíveis.... As vias planejadas, não formadas historicamente, não duram.

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50 TRANSPORTE  Ratzel: A construção e o melhoramento de vias de transporte e de comunicação aceleram a história, causando deslocamento interno, migrações e guerras.

51 SOCIEDADE - DEFINIÇÕES  (so.ci:e.da.de)  sf.  1. Qualquer conjunto de seres vivos que mantêm uma organização coletiva (sociedade humana/de formigas)  2. Conjunto de pessoas que desfrutam o mesmo território e a mesma história, com costumes e leis comuns (sociedade russa/brasileira)  3. Conjunto de pessoas que vivem numa mesma época e contexto cultural (sociedade bizantina/moderna)  4. Agrupamento de pessoas que têm ideais e normas comuns (sociedade de frades/de hippies); COMUNIDADE

52 SOCIEDADE - DEFINIÇÕES 5- Vida gregária, de convivência, comunicação: Mal ou bem, vai ter de viver em sociedade 6- Grupo de pessoas que se reúnem formalmente em torno de atividade ou interesse comum, como associação, agremiação, grêmio ou equivalente (sociedade de músicos/de comerciantes)  7. Jur. Participação, como sócio, do capital de uma empresa: Ambos têm sociedade na Aires & Cia  8. Associação de pessoas com objetivos humanitários, filantrópicos, culturais (sociedade beneficente; sociedade protetora dos animais)  Read more:

53 SOCIEDADE  9. Companhia ou associação de pessoas sujeitas a um regulamento comum ou simplesmente a convenções, para fins literários, artísticos, científicos (sociedade de geografia, sociedade de astronomia)  10. O local onde se reúnem essas pessoas  11. Conjunto das pessoas de classe alta que se reúnem, se frequentam na vida mundana; SOÇAITE  12. Frequência, convivência habitual de pessoas de um mesmo lugar: É um lugar pequeno, atrasado, há pouca sociedade  13. Soc. Reunião de indivíduos que vivem num determinado período num certo regime econômico (de produção e de consumo) e político, sob as mesmas leis e normas de conduta e que, mesmo estruturados em distintos níveis sociais, têm a percepção de formarem um grupo  [F.: Do lat. societas, atis.]  Read more: x x

54 SOCIEDADE  John Locke “Aqueles que se reúnem num só corpo e adotam uma lei comum estabelecida e uma magistratura à qual apelar, investida da autoridade de decidir as controvérsias que nascem entre eles, se encontram uns com os outros em Sociedades civis; mas os que não têm semelhante apelo comum... estão sempre no Estado de natureza" (Segundo tratado sobre o Governo, § 87).

55 SOCIEDADE  SOCIEDADE CIVIL (sociedade política) em contraposição à SOCIEDADE NATURAL ESTADO DE NATUREZA: O HOMEM É O LOBO DO HOMEM

56 Transporte marítimo de petróleo

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60 COMÉRCIO INTERNACIONAL  Para Ratzel, o comércio internacional trabalharia no sentido de transformar a Terra inteira em um “vasto organismo econômico” onde “povos e regiões não são mais que órgãos subordinados”, cujos fluxos principais convergiriam cada vez mais para Londres.

61 HIERARQUIA DAS CIDADES  Capitais e as demais cidades. CAPITAIS NATURAIS E ARTIFICIAIS.

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65 Bibliografia  SANTOS, Carlos. Território e territorialidade. REVISTA ZONA DE IMPACTO. ISSN , VOL. 13, Setembro/Dezembro, ANO 11, 2009.


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