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A ACÇÃO HUMANA Para designar os comportamentos intencionais que realizamos consciente e voluntariamente. Para designar o que acontece a uma pessoa,

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Apresentação em tema: "A ACÇÃO HUMANA Para designar os comportamentos intencionais que realizamos consciente e voluntariamente. Para designar o que acontece a uma pessoa,"— Transcrição da apresentação:

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3 A ACÇÃO HUMANA

4 Para designar os comportamentos intencionais que realizamos consciente e voluntariamente. Para designar o que acontece a uma pessoa, independentemente da sua vontade. Para designar as reacções automáticas com que animais e humanos respondem a determinados estímulos.

5 Envolver um agente e ser intencional. A intencionalidade e haver uma conexão causal entre a intenção e o acontecimento Envolver um agente e ser intencionalmente causado.

6 A intenção que a faz acontecer. Uma lei da natureza. Um certo estado do cérebro.

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9 A sociedade em que vivo determina causalmente as minhas acções. As experiências do passado podem condicionar as minhas decisões. A minha constituição hereditária determina causalmente as decisões que tomo.

10 Porque as condicionantes físico – biológicas e histórico – culturais influenciam a personalidade das pessoas, mas não determinam a sua acção. Certo!

11 A capacidade de fazer o que nos apetece. A capacidade de termos liberdade política. A capacidade de agir livremente.

12 O libertismo. O determinismo radical. O compatibilismo. (1)O passado controla o futuro. (2)Não podemos controlar o passado. (3)É impossível controlar o modo como o passado controla o presente e o futuro. Logo, não podemos controlar o presente nem o futuro.

13 O livre - arbítrio humano é incompatível com um mundo regido por leis. Alguns acontecimentos não têm causas, são aleatórios, por isso, não são livres. As escolhas do agente não são determinadas nem aleatórias, por isso, é livre.

14 dedutivamente válido. Este argumento é: inválido. indutivamente forte. (1)Ou as nossas acções são determinadas ou acontecem por acaso. (2) Se as nossas acções são determinadas, então não somos responsáveis por elas. (3) Se as nossas acções acontecem por acaso, então também não somos responsáveis por elas. Logo, não somos responsáveis pelas nossas acções.

15 Porque se as premissas 1,2 e 3 forem verdadeiras, não há qualquer possibilidade de a conclusão ser falsa. Certo!

16 O mundo é regido por leis, mas os acontecimentos não estão causalmente determinados. A causalidade é compatível com a liberdade e a responsabilidade. As escolhas do agente não são determinadas nem aleatórias, por isso, é livre.

17 (1)As acções são determinadas pelos acontecimentos passados e pelas leis da natureza.As acções são determinadas pelos acontecimentos passados e pelas leis da natureza. (2) Se o determinismo é verdadeiro, então não há acções livres. Logo, não há acções livres. O compatibilismo aceita a premissa 1 e rejeita a premissa 2. É obrigado a aceitar a conclusão. O compatibilismo não aceita a premissa 1, rejeita a premissa 2. É obrigado a aceitar a conclusão. O compatibilismo aceita a premissa 1e rejeita a premissa 2. Não está obrigado a aceitar a conclusão.

18 Porque um argumento válido com pelo menos uma premissa falsa tanto pode ter conclusão verdadeira como falsa. Certo!

19 (1)SSe o determinismo é verdadeiro, então não há acções livres. (2) Mas há acções livres. Logo, o determinismo é falso. Este argumento é defendido pelo Determinismo radical. Pelo compatibilismo Pelo libertismo.

20 (1)Se o determinismo é verdadeiro, então não há acções livres.Se o determinismo é verdadeiro, então não há acções livres. (2) Mas há acções livres. Logo, o determinismo é falso. O argumento é dedutivamente válido, porque: Se as premissas forem verdadeiras a conclusão é verdadeira. Se as premissas forem verdadeiras não é possível a conclusão ser falsa. Se as premissas forem verdadeiras é possível a conclusão ser falsa.

21 Porque um argumento é válido quando é impossível que as suas premissas sejam verdadeiras e a sua conclusão falsa. Certo!

22 Se o determinismo é verdadeiro, não há livre arbítrio. A.J. AyerD. Hume B. Espinosa

23 Bento de Espinosa foi um filósofo holandês que viveu no séc. XVII, muito influenciado pelas ideias de Descartes. Defendeu na Ética que não somos livres. Acreditamos que somos livres, porque não temos consciência das causas que determinam as nossas acções. Certo!

24 Vencido o desafio, continua na rota da Filosofia.

25 ESCOLA CARDEAL COSTA NUNES Olívia Robalinho Filosofia 10.º Ano 2007 Músicas: Dire Straits, The Long Road Queen, We Are the Champions


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