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1.Parusia (8 slides) 2.Ressurreição (10 slides) 3.Morte (13 slides) 4.Céu (16 slides) 5.Inferno (9 slides) 6.Purgatório (12 slides) Aulas previstas: Escatologia.

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1 1.Parusia (8 slides) 2.Ressurreição (10 slides) 3.Morte (13 slides) 4.Céu (16 slides) 5.Inferno (9 slides) 6.Purgatório (12 slides) Aulas previstas: Escatologia Aula 4 Céu

2 1 / 16 Céu  No Céu há uma perfeita comunhão de vida e amor com a Santíssima Trinda- de, a Virgem Santíssima, os anjos e todos os bem-aventurados. É “estar com Cristo”.  Verdade de fé:  Bula Benedictus Deus de Bento XII (1336);  Concílios: II Lion (1274), Florença (1439).

3 2 / 16 Céu  AT: afirma-se, cada vez com mais clare- za, uma vida futura para os justos, uma vida de glória, na presença de Deus.  NT: existência do Céu como existência futura e principal motivo para decidir a conduta moral [as bem-aventuranças Mt 5, 12 (Mt 5, 12), o tesouro inesgotável no céu Lc 12, 33 (Lc 12, 33), Jesus prepara um lugar aos Jn 14, 2-3 seus (Jn 14, 2-3),...].

4 3 / 16  É impossível fazer uma ideia: 1 Cor 2, 9 1 Cor 2, 9: “Mas, como está escrito : ‘Nem o olho viu, nem o ouvido ouviu, nem entrou no coração do homem, o que Deus preparou para aqueles que O amam”. Não é por isso que renunciamos a pensar nele e a desejá-lo: é o fim, a meta. Será sempre muito mais e melhor do que podemos imaginar. Céu Santos Padres: veremos Jesus, possuiremos Deus, visão de Deus cara a cara, gozo, vida eterna...

5 4 / 16  visão intuitiva de Deus;  amor de Deus e intimidade com Deus;  deificação;  gozo;  eternidade;  glória acidental. Céu  Aspectos da bem-aventurança:

6 5 / 16 Céu  É directa, sem intermediários. É um acto da inteligência ao qual necessariamente segue o amor e o gozo. A visão intuitiva de Deus, 1 . Exemplos: 1 Jo 3, 2 1 Jo 3, 2: “porque O veremos como Ele é”; 1 Cor 13, 12 1 Cor 13, 12: “Nós agora vemos como que por um espelho, obscuramente, mas então veremos face a face”.  Afirmada em muitas passagens do NT: veremos Cristo, o Pai e o Espírito San- to já sem véus, directamente. Benedictus Deus  Definida no Magistério. Exemplos: Bula Benedictus Deus (1336); Concílio de Florença Florença (1439).

7 6 / 16 Céu A visão intuitiva de Deus, 2 B.Para poder ver e gozar de Deus, o entendimen- to necessita ser fortalecido e elevado sobrenatu- ralmente. Os teólogos chamam a esta ajuda e Viena capacitação lumen gloriae. O Concilio de Viena (1312) condenou como herético afirmar que não é necessário este lumen gloriae para ver e gozar de Deus. A.Esta visão implica participação na intimidade da vida divina.

8 7 / 16 Céu A visão intuitiva de Deus, 3 C. A criatura não tem capacidade infinita para abarcar a Deus: vê Deus, mas não totalmente. Florença, 1439 Além disso “alguns vêem-no com mais perfeição que outros” (Florença, 1439).

9 8 / 16 Céu Amor de Deus e intimidade com Deus  1 Cor 13, 13  1 Cor 13, 13: “Agora permanecem estas três coisas: a fé, a esperança e a caridade; porém, a maior de todas é a caridade”;  1 Cor 13, 8  1 Cor 13, 8: “A caridade nunca há-de acabar”.  Forja 995  Forja 995: “Um grande Amor te espera no Céu: sem traições, sem enganos: todo o amor, toda a beleza, toda a grandeza, toda a ciência...! E sem enfastiar: saciar-te-á sem saciar”.  CCE 1024  CCE 1024: “O céu é o fim último e a realização das aspirações mais profundas do homem, o estado de felicidade suprema e definitiva”.

10 9 / 16 Céu Deificação, 1  É a divinização da alma e das suas potências, já incoada na terra (pela graça já somos filhos de Deus, identificados cada vez mais com o Filho).  É a união íntima da alma, fruto da visão beatífica, mas não se dissolve no Criador.

11 10 / 16 Céu Deificação, 2  Esta divinização da alma redundará no corpo, uma vez ressuscitado: mesmas características que o Corpo de Jesus ressuscitado, e descrição em 1 Cor 15,  impassibilidade,  agilidade,  subtileza  e clareza.  Os teólogos assinalam as seguintes propriedades do corpo ressuscitado:

12 11 / 16 Céu Gozo 1) É Deus que é a própria felicidade, a própria alegria, porque é o próprio amor, inunda o bem-aventurado, não permitindo nenhuma tristeza nem melancolia: sacia todos os an- seios do ser humano: verdade, amor, beleza, paz, alegria. É gozo inefável. 2)Mt 25, 21 2)Mt 25, 21: “Entra no gozo do teu Senhor”. Santo Agostinho, Sermão 362 Santo Agostinho, Sermão 362: “Este bem, que satisfaz sempre, produzirá em nós um gozo sempre novo”.

13 12 / 16 Céu Eternidade, 1  CCE 1029  CCE 1029: “Na glória do céu, os bem-aven- turados continuam a cumprir com alegria a vontade de Deus, em relação aos outros ho- Ap 22, 5 mens e a toda a criação. Eles já reinam com Cristo. Com Ele reinarão ‘pelos séculos dos séculos’ (Ap 22, 5)”.  É de fé:  Credo  Credo (“Creio na vida eterna”); Benedictus Deus Benedictus Deus (“Essa visão e fruição é contínua sem interrupção alguma da dita visão e fruição, e continuar-se-á até o juí- zo final e desde então até à eternidade”).  Não é a eternidade de Deus (noção de “aevum”).

14 13 / 16 Céu Eternidade, 2  A plenitude de felicidade que está prometida por Deus não seria assim se não se assegurasse a sua perma- nência: isso introduziria a inquietação, o desassossego.  O bem-aventurado não perde a liberdade. Alcançará definitivamente “a liberdade com que Gal 4, 31 Cristo nos libertou” (Gal 4, 31).

15 14 / 16 Céu Glória acidental, 1  É a alegria que provem do conhecimento da fe- licidade dos outros, do gozo que nos dará a sua companhia e dos espe- ciais méritos que alguns tenham alcançado.

16 15 / 16 Céu Glória acidental, 2  É a presença da Santíssima Humanidade do Senhor, da Virgem, dos Anjos, dos San- tos e dos seres que tivermos conhecido e amado de maneira especial na terra.  No NT: parábolas em que Jesus fala de um banquete.  Acrescentar a entrada de outras almas no céu, o progresso espiritual das pessoas queridas ainda na terra, etc.

17 16 / 16 Ficha técnica  Bibliografia  Estes Guiões são baseados nos manuais da Biblioteca de Iniciación Teológica da Editorial Rialp (publicados em português pela editora Diel –  Slides  Originais - D. Serge Nicoloff, disponíveis em (Guiones doctrinales actualizados)  Tradução para português europeu - disponível em inicteol.googlepages.com


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