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COOPERAÇÃO SUL- SUL EM SAÚDE: O DESAFIO DAS DESIGUALDADES NO CONTEXTO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS. NETHIS: CICLO DE DEBATES.

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1 COOPERAÇÃO SUL- SUL EM SAÚDE: O DESAFIO DAS DESIGUALDADES NO CONTEXTO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS. NETHIS: CICLO DE DEBATES

2 POLÍTICA: NA ANÁLISE CONCEITUAL DA DIALÉTICA ENTRE LIBERALISMO (TESE) E PATERNALISMO DE ESTADO (ANTÍTESE), RESULTA A CONSTRUÇÃO DE BIOPOLÍTICA(S) (SÍNTESE), QUE, POR SUA VEZ, PODE TORNAR-SE UMA NOVA TESE QUE TEM NA BIOÉTICA A SUA ANTÍTESE, SENDO QUE, NESTE PROCESSO, PODE DAR-SE UMA NOVA SÍNTESE, REPRESENTADA PELO EMPODERAMENTO (OU “LIBERTAÇÃO”) DA SOCIEDADE, OU DEMOCRACIA, CONFORME ELABORAÇÃO DE SCHRAMM 1. BIOÉTICA: PARA ESTE AUTOR, A BIOÉTICA SERIA A ANTÍTESE DA BIOPOLÍTICA E DO BIOPODER, CONCEITUADOS POR FOUCAULT, NA MEDIDA EM QUE REPRESENTA UM MOMENTO DE QUESTIONAMENTO E CRÍTICA FRENTE A ESTES, CRIANDO MOVIMENTOS DE RESISTÊNCIA E/OU DE ELABORAÇÃO DE NOVAS SÍNTESES. 1. SCHRAMM FR. DIALÉTICA ENTRE LIBERALISMO, PATERNALISMO DE ESTADO E BIOPOLÍTICA. ANÁLISE CONCEITUAL, IMPLICAÇÕES BIOÉTICAS E DEMOCRÁTICAS. REV.BIOET.(IMPR.).2014;22(1): Cooperação Sul- Sul em saúde: o desafio das desigualdades no contexto das relações internacionais.

3 COOPERAÇÃO SUL- SUL: É UMA NOVA SÍNTESE DE BIOPOLÍTICA, NA CONFRONTAÇÃO ENTRE O (NEO)LIBERALISMO E O PATERNALISMO DE ESTADO NA POLITICA EXTERNA? NESTE CASO, OS DISPOSITIVOS DE BIOPODER, COMO A DIPLOMACIA, ESTARIAM PREPARADOS PARA ESTE PROCESSO DIALÉTICO DE CONSTRUÇÃO DE NOVAS TESES, ANTÍTESES E SÍNTESES, NA RELAÇÃO COM OS OUTROS PAÍSES? AS PERGUNTAS REFLETEM O QUESTIONAMENTO E O PAPEL DA BIOÉTICA NESTE CAMPO, OU SEJA, O DE ANTÍTESE, TAMBÉM, DA NOVA SÍNTESE (TESE BIOPOLÍTICA)PROPOSTA NA COOPERAÇÃO SUL- SUL. Cooperação Sul- Sul em saúde: o desafio das desigualdades no contexto das relações internacionais.

4 DESAFIOS BIOÉTICOS  AS RELAÇÕES (NEO)LIBERAIS E PATERNALISTAS ENTRE OS DIFERENTES PARCEIROS DA COOPERAÇÃO (E SEUS EFEITOS DE PODER E BIOPODER);  A IMPOSIÇÃO PATERNALISTA DESTA NOVA SÍNTESE (BIOPLÍTICA) ENTRE OS PARCEIROS DA COOPERAÇÃO (QUE DE FATO “SOLAPA” A PRÓPRIA COOPERAÇÃO);  OS IMPASSES E OBSTÁCULOS FRENTE À ELABORAÇÃO DE NOVAS SÍNTESES DEMOCRÁTICAS (EMPODERAMENTO, “LIBERTAÇÃO”) DA SOCIEDADE; Cooperação Sul- Sul em saúde: o desafio das desigualdades no contexto das relações internacionais.

5 DESAFIO DAS DESIGUALDADES  A ELEIÇÃO DO PRINCÍPIO DE EQUIDADE EM UMA DEMOCRACIA EFETIVA E NÃO COMO POLÍTICA PATERNALISTA DE ESTADO;  A FALTA DE AUTONOMIA DOS PARCEIROS DA COOPERAÇÃO SUL- SUL FRENTE ÀS BIOPOLÍTICAS GLOBALIZADAS, COMO TAMBÉM DO SISTEMA FINANCEIRO, DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO, ENTRE OUTRAS;  AS AGENDAS GLOBAIS COM BIOPOLÍTICAS E DISPOSITIVOS DE BIOPODER JÁ ESTRUTURADOS E GLOBAIS, COMO A AGENDA PÓS DA ONU;  A ELEIÇÃO DE CONTRAPARTIDAS (LIBERTADORAS) POSSÍVEIS E RECONHECIDAS, NESTA CONCEPÇÃO DE COOPERAÇÃO ENTRE PARCEIROS ASSIMÉTRICOS (QUE A EQUIDADE PRETENDE EQUACIONAR). Cooperação Sul- Sul em saúde: o desafio das desigualdades no contexto das relações internacionais.

6 OBRIGADA! REGINA PARIZI BRASÍLIA, MAIO/2014 Cooperação Sul- Sul em saúde: o desafio das desigualdades no contexto das relações internacionais.


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