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Brasil na Segunda Guerra Mundial - afundamento, na costa brasileira, dos navios de passageiros (56 vítimas). Governo Federal Brasileiro (1942) - estabelece.

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2 Brasil na Segunda Guerra Mundial - afundamento, na costa brasileira, dos navios de passageiros (56 vítimas). Governo Federal Brasileiro (1942) - estabelece medidas: - criação do Serviço de Defesa Passiva Antiaérea, - obrigatoriedade do ensino da defesa passiva em todos estabelecimentos de ensino, oficiais/particulares. Defesa Passiva Antiaérea passa para Serviço de Defesa Civil (1943) pela Diretoria Nacional do Serviço da Defesa Civil, do Ministério da Justiça e Negócios Interiores e extinto em 1946, bem como, as Diretorias Regionais do mesmo Serviço, criadas no Estado, Territórios e no Distrito Federal. Enchente no Sudeste (1966), foi criado na Guanabara, o Grupo de Trabalho : estudar a mobilização dos diversos órgãos estaduais em casos de catástrofes. Este grupo elaborou o Plano Diretor de Defesa Civil do Estado da Guanabara, definindo atribuições para cada órgão componente do Sistema Estadual de Defesa Civil. O Decreto Estadual nº 722, de , que aprovou este plano estabelecia, ainda, a criação das primeiras Coordenadorias Regionais de Defesa Civil – REDEC no Brasil. Em – Guanabara - primeira Defesa Civil Estadual do Brasil. Em Ministério do Interior : assistir as populações atingidas por calamidade pública em todo território nacional. Em Ministério do Interior o Fundo Especial para Calamidades Públicas – FUNCAP, sendo regulamentado por intermédio do Decreto nº , de Em Ministério do Interior, o Grupo Especial para Assuntos de Calamidades Públicas – GEACAP - Prestar assistência a defesa permanente contra as calamidades públicas. Em organização sistêmica da defesa civil no Brasil: criação do Sistema Nacional de Defesa Civil – SINDEC,, reorganizado em agosto de 1993 e atualizado por intermédio do Decreto nº 5.376, de Decreto nº 5.376, de Na nova estrutura do Sistema Nacional de Defesa Civil, destaca-se a criação do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres – CENAD, o Grupo de Apoio a Desastres e o fortalecimento dos órgãos de Defesa Civil locais.

3  Organiza-se sob a forma de sistema, denominado de Sistema Nacional de Defesa Civil- SINDEC, composto por vários órgãos. A Secretaria Nacional de Defesa Civil - SEDEC, no âmbito do Ministério da Integração Nacional, é o órgão central deste Sistema, responsável por coordenar as ações de defesa civil, em todo o território nacional.vários órgãos

4  Reduzir desastre e compreende r ações de prevenção, de preparação para emergências e desastres, de resposta aos desastres e de reconstrução, e se dá de forma multissetorial e nos três níveis de governo – federal, estadual e municipal - com ampla participação da comunidade.  A ação organizada de forma integrada e global do SINDEC proporciona um resultado multiplicador e potencializador, muito mais eficiente e eficaz do que a simples soma das ações dos órgãos que o compõem.  Todos os órgãos do SINDEC têm atribuições, mas a atuação do órgão municipal de defesa civil, Coordenadoria Municipal de Defesa Civil – COMDEC é extremamente importante, tendo em vista que os desastres ocorrem no município.  O município deve estar preparado para atender imediatamente a população atingida por qualquer tipo de desastre, reduzindo perdas materiais e humanas, fato que constatamos diariamente pela mídia. Daí a importância de cada município criar a sua COMDEC.

5 1. Prevenção de Desastres - Avaliação de Riscos e Desastres – Redução de Riscos – Redução dos Riscos de Desastres 2. Preparação para Emergências e Desastres 3. Resposta aos Desastres - Socorro (pré impacto / impacto / limitação de danos) – Assistência à população vitimada – Reabilitação do Cenário do Desastre 4. Reconstrução

6 Política Nacional de Defesa Civil é um documento de referência para todos os órgãos de Defesa Civil. Estabelece diretrizes, planos e programas prioritários para o desenvolvimento de ações de redução de desastres em todo o País, bem como a prestação de socorro e assistência às populações afetadas por desastres. Política Nacional de Defesa Civil Publicada no Diário Oficial da União nº 1, de 2 de janeiro de 1995, através da Resolução nº 2, de 12 de dezembro de 1994.

7 Conceituação, Classificação geral dos Desastres e Codificação de Desastres, Ameaças e Riscos.

8  Calamidade : desgraça pública, flagelo, catástrofe, grande desgraça ou infortúnio.  Catástrofe : grande desgraça, acontecimento funesto e lastimoso. Desastre em grandes proporções com alto número de vítimas ou danos severos.

9  Emergência Situação Crítica, Acontecimento Perigoso ou Fortuito, Incidente Caso de Urgência  Emergência Interna : situação que, afetando o bem estar público, ocorre dentro de um país e de seus territórios, como resultado de um ataque inimigo, insurreição, distúrbios civis, terremotos, incêndios, inundação, desastres públicos ou emergências equivalentes, que põe em perigo a propriedade ou rompem os processos normais de governo

10  Urgência : atendimento rápido a uma ocorrência, que exige providências inadiáveis.  Emergência ≠ Desastre : ψ → Em casos de emergências, temos ferramenta para enfrentar a situação (habilidades cognitivas) Quando o sistema de respostas não consegue ser aplicado a essa situação, temos um desastre

11  Emergências : são situações inesperadas que comprometem a vida e ou a integridade física de uma ou várias pessoas, e que demandam uma intervenção especializada.  Desastres : são alterações intensas nas pessoas, nos bens, nos serviços e no meio ambiente, causadas por um acontecimento natural ou antrópico e que excedem a capacidade de resposta da comunidade afetada.

12  Resultado de eventos adversos – natural/antrópico/misto, sobre um ecossistema vulnerável, causando danos humanos, materiais e ambientais e conseqüentes prejuízos econômicos e sociais.  Classificação : Intensidade, Evolução e Origem

13 Nível I: desastre de pequeno porte ou acidente : quando os danos causados são pequenos e os prejuízos pouco vultosos. Mais facilmente suportáveis e superáveis pela comunidade afetada. É definida pela ótica coletivista. Nível II: desastre de médio porte: quando os danos causados são de alguma importância e os prejuízos significativos. Superáveis e suportáveis por comunidades bem informadas, preparadas, participativas e facilmente mobilizáveis. A normalidade pode ser restabelecida com recursos existentes e disponíveis na área afetada. Nível III: desastre de grande porte: quando os danos causados são importantes e os prejuízos vultosos. Suportáveis e superáveis por comunidades bem informadas, preparadas, participativas e facilmente mobilizáveis. A situação de normalidade pode ser restabelecida, desde que os recursos mobilizados na área afetada sejam reforçados com aporte de recursos externos. Nível IV: desastre de muito grande porte: quando os danos causados são muito importantes e os prejuízos muito vultosos e consideráveis. Não são superáveis e suportáveis pela comunidade, mesmo quando bem informada, preparada, participativa e facilmente mobilizável, a menos que recebam ajuda externa.

14 Magnitude do evento adverso Vulnerabilidade do sistema Danos e prejuízos sociais e econômicos

15 Desastre súbito ou de evolução aguda Caracteriza-se pela velocidade com que o processo evolui e pela violência dos eventos adversos causadores dos mesmos. Pode ocorrer de forma inesperada e surpreendente ou ter características cíclicas e sazonais, facilmente previsíveis. (ex.: prevalência no Brasil) Desastre gradual ou de evolução crônica Caracteriza-se por ser insidioso e por evoluir através de etapas de agravamento progressivo. (ex.: seca) Desastre por somação de efeitos parciais Caracteriza-se por soma de numerosos acidentes semelhantes, cujos danos, quando somados ao termino de um determinado período, definem um desastre muito importante. (ex.: trânsito, trabalho, crianças em ambiente domiciliar)

16 Desastre Natura l: provocado por fenômenos e desequilíbrios da natureza e produzidos por fatores de origem externa que independem da ação humana. Antrópico : provocado por ação ou omissão humana. Gera situação capaz provocar grandes danos à natureza, ao habitat humano e ao próprio homem. Pode ter conseqüências de ações desajustadas geradoras de desequilíbrios socioeconômicos e políticos entre os homens; e de profundas e prejudiciais alterações no ambiente ecológico. Misto : quando ações ou omissões humanas contribuem para intensificar, complicar ou agravar desastres naturais. Caracteriza-se também, por intercorrencias de fenômenos adversos naturais que atuam sobre condições ambientais degradadas pelo homem.

17 Medida de danos ou prejuízos potenciais:  Probabilidade estatística de ocorrência;  Intensidade das conseqüências previsíveis. Probabilidade de que um evento adverso (ameaça) se concretize + grau de vulnerabilidade do sistema receptor.

18  Medida que define a intensidade ou severidade da lesão resultante de um evento adverso.  Perda humana, material ou ambiental, física ou funcional, social ou ambiental, econômica.  Intensidade das perdas humanas, materiais ou ambientais, induzidas às pessoas, comunidades, instituições, instalações e/ou ecossistemas, como conseqüência de um desastre.

19  Condição intrínseca ao corpo que, em interação com a magnitude do evento, caracteriza os efeitos adversos, medidos em termos de intensidade dos danos prováveis. Magnitude da ameaça X Intensidade do dano conseqüente.

20  Estimativa de ocorrência e magnitude de um evento adverso, expressa em termos de probabilidade estatística de concretização do evento e da provável magnitude de sua manifestação.

21  Estado de confiança, individual ou coletivo, baseado no conhecimento e no emprego de normas de proteção e na convicção de que os riscos de desastre foram reduzidos.

22  Conjunto de ações preventivas, de socorro, assistenciais e reconstrutivas, destinadas a evitar ou minimizar os desastres, preservar o moral da população e restabelecer a normalidade social.

23  Reconhecimento legal pelo poder público de situação anormal, provocada por desastre, causando danos suportáveis à comunidade afetada.

24  Reconhecimento legal pelo poder público de situação anormal, provocada por desastre, causando sérios danos à comunidade afetada, inclusive à incolumidade ou a vida de seus integrantes.

25  É aquele que atende às necessidades do presente, sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem as suas próprias necessidades.  É o uso de gestão responsável dos recursos naturais, de modo a propiciar maior benefício às gerações atuais, mantendo, porém, suas potencialidades para atender às necessidades e aspirações das gerações futuras, pelo maior espaço de tempo possível.

26  Perturbações súbitas, inesperadas, causadas por agente externo, como cirurgia, ato violento, desastre. Provocam intensas alterações na vida do indivíduo, com conseqüências físicas e psíquicas (trauma), por excederem a capacidade de resposta de pessoas, famílias e ou comunidade.

27  Incluem catástrofes, desastres, calamidades, emergências, crises e traumas. São eventos de grande magnitude, altamente destrutivos, em que ocorrem muitas mortes em pouco tempo, além de um grande número de pessoas feridas.  De caráter dramático, sinistro e funesto, capaz de despertar lástima, piedade e terror, com conseqüências danosas para além das pessoas do local atingido.  Desproporção entre recursos disponíveis e aqueles necessários para resolução do problema.

28  Naturais : vendaval, furacão, ciclone, tornado, seca, incêndio florestal, queda de umidade atmosférica, deslizamento, erosão, nevasca, pragas animais e vegetais...  Tecnológicos : transporte (aéreo, fluvial, marítimo, férreo e rodoviário) – construção civil, incêndio industrial, radiação, poluição intensa, exaustão de recursos naturais...  Humanos de Natureza Social : incêndio, destruição de flora e fauna, epidemia, trânsito...  Mistos : Redução da camada de ozônio, efeito estufa, chuvas ácidas, desertificação, salinização do solo...  Provocados pelo Homem : terrorismo, bioterrorismo, guerras, conflitos, vandalismo, violência (seqüestros, acidentes, desaparecimentos, crimes)...

29 COLETIVASLOCAIS  Envolvem muitas pessoas, que nem sempre se conhecem (quedas de aviões, desastres de ônibus, explosões, terremotos, maremotos, etc.)  Ocorrem em espaços privados como homicídios ou suicídios (caso Eloá, caso Isabela Nardoni, etc.)

30  Política Nacional da Defesa Civil - Diário Oficial da União nº 1, de 2 de janeiro de 1995, Resolução nº 2, de 12 de dezembro de  Alves R G E. Desastres Coletivos: Perda, Morte e Luto. In : Santos F. (org.) A Arte de Morrer – Visões Plurais III. São Paulo: Comenius,2010.  Michaelis - Dicionário da Língua Portuguesa – disponível em:  - Psicologia Emergencial e Grandes Desastres


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