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FEB – Federação de Repositórios Educa Brasil UFRGS/UNISINOS.

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Apresentação em tema: "FEB – Federação de Repositórios Educa Brasil UFRGS/UNISINOS."— Transcrição da apresentação:

1 FEB – Federação de Repositórios Educa Brasil UFRGS/UNISINOS

2 Parcerias A UFRGS é a executora principal do projeto, através do Centro Interdisciplinar de Novas Tecnologias na Educação (CINTED), do Programa de Pós-Graduação em Informática na Educação (PGIE) e do Instituto de Informática. A UNISINOS participa como colaboradora através do Programa Interdisciplinar de Pós- Graduação em Computação Aplicada (PIPCA).

3 Equipe proponente Rosa Maria Vicari (IA, OA) Liane Tarouco (OA, Redes) Raymundo Ferreira Filho (OA, Redes, TVDigital) João Carlos Gluz (IA, Redes, TVDigital)

4 Área de Pesquisa A descoberta e acesso a conteúdo distribuído e heterogêneo na Web e em redes tem sido um desafio em várias áreas de pesquisa.

5 P&D Desafios Definir um modelo para federação de repositórios que encaminhe uma solução eficiente para o reuso de objetos de aprendizagem a partir de um único ponto de busca, contemplando as plataformas Web, TV Digital e dispositivos móveis. Implementar uma federação de repositórios com a finalidade de auxiliar na descoberta e acesso a conteúdos de aprendizagem (único ponto de acesso onde armazena-se os metadados dos repositórios integrantes da federação)

6 Objetivos Objetivo => criar uma infra-estrutura para federação de repositórios de conteúdo digital. Os temas interoperabilidade e repositórios já são trabalhados em várias áreas da CC, o presente projeto propõe: –Um modelo para federação de repositórios de objetos de aprendizagem; –O planejamento e documentação do modelo; –Uma infra-estrutura operacional (protótipo) que inclui múltiplas implementações de repositórios e a federação desses repositórios.

7 Problema Com o aumento da produção de objetos de aprendizagem em inúmeras instituições, no Brasil e no mundo, percebeu-se que estes conteúdos não seriam de grande utilidade para os possíveis usuários, a menos que pudesse ser descoberto, localizado e recuperado de forma eficiente e globalizada. Caso contrário, o repositório restringe-se ao contexto da instituição que o criou, abrindo mão de conceitos fundamentais dos objetos de aprendizagem como: o compartilhamento e a reusabilidade.

8 Problema Grupos de repositórios formam federações Federações podem compor federações de federações. –As federações podem variar em normas específicas de metadados, políticas de acesso, princípios organizacionais, implementação, etc. Para aplicações educacionais, estas variações técnicas devem ser imperceptíveis aos seus usuários.

9

10 Estado da Arte A iniciativa denominada Content Object Repository Discovery and Registration/Resolution Architecture[1] (CORDRA),[1] Lacuna =>não existe, atualmente, uma infra-estrutura global de apoio à busca e recuperação de conteúdos de aprendizagem (CORDRA, 2008). Esta lacuna abre uma vertente de pesquisa e de contribuição para a área com relevância internacional. [1] CORDRA é coordenada por Advanced Distributed Learning Initiative (ADL), pela Corporation for National Research Initiatives (CNRI) e pelo laboratório Learning Systems Architecture Lab (LSAL).[1]

11 Experiência Prévia do Grupo O grupo tem trabalhado com várias plataformas educacionais, desenvolvido e testado repositórios de AO como: –(CESTA[1] e SACCA[2]),[1][2] –participação no RIVED/MEC[3],[3] –o repositório de OA para Engenharia Geotécnica - ENGEO[4],[4] –proposto extensões de OWL, –ontologias para a WEB semântica, e –esta desenvolvendo um padrão nacional para AO (Projeto OBAA/FINEP). [1] CESTA - [2] SACCA - [3] RIVED - [4] ENGEO -

12 Pressupostos A partir do histórico do GT e dos requisitos do projeto, destacam-se três pressupostos subjacentes ao desenvolvimento de federações de repositórios: (1) Os padrões de interoperabilidade existem e são suficientes. As normas fundamentais existem, e que, embora possam ter de ser adaptadas e estendidas, não é necessário estabelecer um novo conjunto de normas para se definir o modelo global que possibilite construir os sistemas de software necessários para operar sobre as federações.

13 Pressupostos (2) Grande parte das tecnologias adotadas estão maduras e estáveis. As bibliotecas digitais ou repositórios disponíveis, a infraestrutura de comunicação (redes) e as tecnologias educacionais estão suficientemente estáveis para o propósito deste projeto. (3) Existe demanda suficiente. O problema está posto e o desenvolvimento de uma solução não é prematuro e sim necessário.

14 O que existe –ADL Repository Prototype (demonstrate: 12/2004) –ADL Repository Production Version 1.0 (production 1/2005) –CORDRA Version 1.0 (tbd) –CORDRA Version 2.0 –ADL Registry internal testing in progress –ADL Registry demonstration with real content: 12/2004

15 O que existe ADL Registry release for initial deployment: 01/2005 –Policy, guidance, DTIC operations CORDRA in the e-learning framework: 01/ st International CORDRA-Fest: 02/2005

16 Instructional Capability, Modeling & Simulation, Intelligent Tutoring, Economic Models, Policy, R&D, etc. Technical Specifications CORDRA

17 Rumo à questão de pesquisa Como procurar OA? Mecanismo que permita saber o que e onde esta o conteúdo mais adequado  Google demonstrates the benefit of “one stop” search

18 Metodologia Partindo-se destes pressupostos, o modelo e o protótipo decorrente serão definidos em termos da diversidade de formas de implementação de repositórios e da interação dos usuários (busca e uso dos objetos de aprendizagem) nos repositórios.

19 Metodologia O desenvolvimento deste modelo de federação de repositórios será norteado por um padrão de referência. => Uma coleção de especificações de interoperabilidade detalhando as características e comportamento da federação. A intenção é permitir que usuários implementem a sua federação, com a definição de suas tecnologias, políticas e regras e possam adaptar o modelo proposto, as suas necessidades, sem perder os elementos que permitem a interoperabilidade.

20 Metodologia - requisitos Requisitos relevantes para a interoperabilidade entre os padrões: =>Adaptabilidade: possibilitar que a mesma descrição de um recurso seja utilizada de forma interoperável, adaptando-se às características de cada plataforma (conforme o dispositivo o sistema apresenta a interface de uma forma diferenciada)

21 Metodologia - Requisitos  Compatibilidade com os padrões existentes: O padrão deve buscar manter a compatibilidade com o que existe no restante do mundo ou permitir uma adaptação automática. –As questões sobre interoperabilidade vem sendo tratadas por este GT a algum tempo. Algumas publicações do grupo tratam especificamente desse tema (SANTOS et al, 2008, 2007, 2006; BOFF et al, 2007a, 2007b; SILVEIRA e VICCARI, 2006; GOMES, SILVEIRA E VICCARI, 2006)

22 Metodologia Três dos repositórios são de projetos sob controle do grupo proponente. Pretende- se transferir um deles para o ambiente PlanetLab, afim de testar diferentes condições de rede. Também pretende-se implementar a interface de busca nesse ambiente. RIVED depende de permissão para acesso

23 Metodologia (etapas) As principais etapas deste processo metodológico são: Contratação de pessoal para as funções definidas no projeto; Encaminhamentos para aquisição dos equipamentos; Estudo dos padrões existentes atualmente (SCORM, Dublin Core, LOM) para o estabelecimento de repositórios de OA. Estudo detalhado a respeito dos padrões, protocolos e tecnologias dos repositórios definidos nesse projeto;

24 Metodologia (etapas) Estudo de padrões, protocolos e tecnologia para implementação de federações de repositórios e interface de busca: –Bancos de dados e estruturas de armazenamento de conteúdo; –SQI - Simple Query Interface; –CQL - Common Query Language –SRW/SRU - Search/Retrieval Webservice - Search/Retrieval by URL –OpenSearch –Google Web Service API –OAI-PMH - Open Archives Initiative Protocol for Metadata Harversting –REST - Representational State Transfer –protocolos de mensagens - SOAP, RPC, RMI; –XML; –OWL; –HTTP.

25 Metodologia (etapas) Definição de software para desenvolvimento do modelo de federação; Testes com as várias propostas existentes; Seleção da proposta mais adequada à demanda brasileira e definição do modelo de federação; Implementação da federação agregando os repositórios; Teste da federação implementada (cinco repositórios em quatro servidores dispersos, com características de rede variadas e com configurações heterogêneas de hardware e software), da interface de busca na Web, Dispositivos Móveis e TV Digital; Análise dos resultados obtido e documentação.

26 Metodologia (etapas x recursos) Ambiente para testes do protótipo –O protótipo da federação será composto por cinco repositórios de AO (CESTA, SACCA, RIVED, ENGEO e OBAA). O repositório OBAA será hospedado no servidor que está sendo solicitado nesse projeto. Os outros quatro repositórios estão implementados e operacionais. Todos tem características de configuração diversas, tornado-se adequados para a implementação da federação e teste dos padrões decorrentes desse projeto. Os desktops serão utilizados para o desenvolvimento do projeto.

27 Resultados X recursos O ponto central é o desenvolvimento de uma única interface de busca que procure por AO em todos os repositórios registrados na federação, independente da forma de implementação de cada repositório. –Esta interface de busca visa a Web, as plataformas para TV Digital (diferentes versões de Set-top Box) e para dispositivos móveis (os aparelhos celulares e o notebook solicitados servem para testar a interface de busca em diferentes condições de acesso).

28 Resultados Especificar um padrão de referência que descreva como construir repositórios interoperáveis através da criação de uma infra- estrutura de federações de repositórios (protótipo como prova de conceito) Necessidade vinculada ao projeto OBAA/FINEP[1].[1] [1] OBAA - um padrão para objetos de aprendizagem interativos que operem na Web, na plataforma de TV Digital e em dispositivos portáteis diversos => utiliza convergências entre as tecnologias de agentes, de objetos de aprendizagem e da computação pervasiva para a construção e recuperação dos objetos de aprendizagem em contextos diversos.

29 Resultados Este projeto pretende, ainda, definir um modelo e um conjunto de normas para congregar federações (se um novo for necessário).

30 Público Alvo Comunidade de e-learning Benefícios =>economia resultante do compartilhamento e reutilização dos objetos educacionais


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